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vgBR | 20 de maio de 2019

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Quantum Break – Apresentação na BGS 2015

Quantum Break – Apresentação na BGS 2015
Pedro Kakaz

Assistimos a apresentação a portas fechadas (Behind Closed Doors) de Quantum Break, um dos exclusivos mais aguardados do ano de 2016 da Remedy para o Xbox One.

No início foi mostrado um preview com as informações da E3, teasers e trailers, a cena do personagem do Aidan Gillen destruindo o container e alguns flashes mostrando os personagens e seus poderes. Logo depois foi mostrado o que antecede a cena do container, e ai podemos ver mais do gameplay em si. A demo foi mostrada pelos produtores Thomas PuhaLisa Humphries.

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Seguimos o protagonista Jack, interpretado por Shawn Ashmore passando por uma ponte, conforme ele caminha (E aqui a movimentação lembra muito Assassins Creed, não só pela qualidade como pela fluidez característicos da série). O tempo vai passando depressa, conseguimos perceber alterações por todo o cenário, o céu escurecendo e clareando, entardecendo, tudo em questão de segundos, o tempo acelerado e as consequências dissos nos objetos se deteriorando. Logo ele entra em uma espécie de laboratório, e o personagem Paul (Interpretado por Aidan Gillen) avisa Jack que ele deve sair do local rapidamente, se não haverá graves consequências (a cena do container caindo).

Aqui temos um pouco mais dessa cena do que já havíamos visto anteriormente, enquanto o container cai o jogador poderá controlar a intensidade, velocidade da queda, retrocede-la ou acelerá-la, e isso trará consequências no andamento da cena. O poder de Jack parece ter uma espécie de cooldown ou tempo de carregamento, e quando você não pode mais utilizar o cenário se desmonta rapidamente, bloqueando a passagem e forçando o jogador a tomar outro caminho. Os desenvolvedores comentaram que dependendo da dificuldade do jogo, será possível mais alterações do cenário por conta do esgotamento do poder de modificar o tempo, dificultando a passagem ainda mais pela destruição.

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Após a cena do container foi mostrado mais do sistema de batalha, Jack enfrenta uma série de homens armados, e ai que nós vemos muito do poder do tempo ser usado em batalha, Jack tem algumas habilidades que foram mostradas: stunar o inimigo com um blast temporal, deixar o inimigo paralizado com um Time Freeze, acelerar o próprio movimento chegando nos inimigos depressa, e a combinação dessas habilidades todas. É interessante a forma como é utilizado, o jogo parece te dar muita liberdade na utilização das habilidades, podendo até transformar uma habilidade em duas ou três. Devido aos poderes de Jack serem surreais e incríveis foi questionado ao *inserir cargo* sobre a dificuldade do jogo, se Jack não seria muito over power tornando o game fácil, ele garantiu um balanceamento e que a inteligência artificial irá saber lidar com os poderes de Jack, criando situações desafiadoras e intrigantes ao jogador.

Após isso muito foi falado sobre o Live Action. Segundo a Remedy, uma experiência não irá excluir a outra e o intuito é a complementação. Foi falado também que o game irá seguir o herói Jack e o Live Action irá seguir mais o vilão Paul. Teremos cerca de 2 horas e meia de conteúdo da série, dividido em quatro capítulos. A Remedy fez questão de lembrar que as escolhas que o jogador fará durante a campanha afetarão o Live Action, e pra provar isso, mostraram uma das cenas onde o jogador pode alterar o rumo completamente.

Ao invés de optar por quatro ou cinco escolhas diferentes que não alterem tanto no decorrer do gameplay e da trama (como temos visto muito hoje em dia), Quantum Break decidiu por dar duas ou três opções, mas que irão afetar crucialmente o decorrer do game e do live action, inclusive na morte de personagens. Na apresentação a portas fechadas, o personagem de Lance Reddick está interrogando uma personagem feminina e ai decidimos de alguma forma se ela entrega a informação que o vilão quer e dependendo da nossa escolha a personagem sai viva, ou não.

Por último foi mostrado a interação que o Live Action fará com o game, mostrando o que eles chamaram de cross-over. No exemplo, você vê uma cena de dois personagens discutindo em frente uma van preta no seriado. A discussão esquenta e ambos sacam a arma para atirar um no outro, e num piscar de olhos as armas desaparecem e eles culpam Jack por isso. Enquanto no game estamos acompanhando a mesma cena de dentro da van, com Jack desacordado, quando levanta percebe a discussão, paraliza o tempo, rouba as armas e vai embora, mecânica interessante e muito inovadora.

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Finalizada a apresentação, tivemos algumas perguntas dos jornalistas presentes:

“Vocês podem dizer um pouco mais sobre o quão desafiador o game será?”

R: Podem esperar um game bem balanceado, não queremos entregar tudo de bandeja para os jogadores, presamos por um bom desafio.

“E sobre o tempo de campanha, pode nos dizer algo?”

R: Não podemos dizer exatamente, mas podem ter certeza que não será do tipo de game que pode ser finalizado em cinco horas, e vamos priorizar o replay sempre, tendo em vista as escolhas que você fizer o game irá ter diversas facetas diferentes.

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“Anteriormente nós vimos um protagonista diferente, que não era interpretado pelo Shawn Ashmore, e agora nós o vimos, como isso ocorreu?”

R: Shawn Ashmore está conosco praticamente desde o início do projeto, não divulgamos o personagem com seu rosto desde o início por conta das burocracias e papeladas no momento que queríamos mostrar algo do game já.

“E sobre o idioma? O jogo irá vir legendado ou dublado em português?”

R: Não podemos falar nada muito específico, mas o game suportará diversos idiomas dublados e localizados e muitos outros com as legendas apenas, mas queremos abraçar o maior número de idiomas possíveis.

Para mais novidades de Quantum Break, Xbox One e nossa cobertura completa da BGS 2015, continue ligado aqui no vgBR.com.

Pedro Kakaz

Pedro Kakaz

Pedro Kakaz é apaixonado por Dark Souls, eterno hero of time, jogador de Dota que ama o trabalho que faz.