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vgBR.com – Videogames Brasil | 27 de março de 2017

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Rogue Wizards – Análise

Rogue Wizards – Análise
Pedro Kakaz

Review Overview

RPG de turno com pouca customização

Rogue Wizards tem poucas opções, mas é interessante e divertido. Nada memorável mas para os amantes do gênero pode valer a pena. A falta de legendas é um problema.

Rogue Wizards é um RPG cartunesco com visão isométrica desenvolvido e distribuído pela Spellbind Studios, lançado para PCs, Mac e smartphones iOS e Android.

Um grupo de aristocratas chamado Council, controla o povo não deixando a magia aflorar nem as mulheres participarem da guilda. O game se passa muitos anos depois, quando o poder mágico está despertando nas pessoas. Muitos continuam sendo reprimidos, porém alguns lutam por isso, principalmente as mulheres por seu espaço na guilda.

A história do game é simples e pode até mesmo ser ignorada dependendo do modo de jogo que você escolher, porém mesmo a história não sendo profunda, o enredo e a forma que os NPCs e ajudantes interagem com você é imersiva e interessante.

Para os amantes de RPG a história pode ser muitas vezes o foco. Para outros a simples exploração de dungeons pode compensar esse fator e é basicamente aqui que Rogue Wizards se encaixa.

No game inicialmente escolhemos somente o gênero e o nome do nosso personagem. Iniciamos nossa jornada em uma casa e logo seremos inseridos na primeira dungeon. Vale ressaltar aqui de cara o estilo de progressão do game, a visão isométrica permite enxergamos a parte central do cenário de onde estamos. Esse cenário é gerado randomicamente e conforme avançamos. Assista ao vídeo para entender melhor:

O game é baseado em progressões de dungeons aleatórias e essas dungeons contém itens, baús trancados, chaves, pergaminhos com magias, armas e armaduras e criaturas, muitas criaturas. O interessante aqui fica por conta das batalhas, que são em turno mas avançam progressivamente. Cada movimento conta como uma rodada mas pode seguir fluído se o jogador assim quiser, ou respeitar os turnos para montar estratégias quando o calo apertar.

O nosso personagem tem três atributos principais, um é a força que indica o uso de armas corpo-a-corpo e a distância, o outro indica a potência e latência das magias e por fim um que indica a vida e a quantidade de dano que tomamos. É dessa forma que iremos balancear nosso personagem e “escolher” uma classe, tendo em vista que você poderá trocar seu arco por um cajado e por uma magia quando quiser.

O game conta com um sistema de magia interessante que segue os elementos. Deixar uma magia de fogo poderosa é diferente de deixar uma magia de gelo por exemplo. Ainda coletamos itens que podemos usar no craft table do game, em uma torre mágica. Lá os itens como poções e melhoramentos são realizados.

Um ponto forte é a forma como as criaturas se manifestam no game, cada uma única e especial da sua forma, com suas fraquezas e vantagens próprias também.

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Os gráficos são bonitos porém limitados. A falta de customização dos personagens é algo que sempre me incomoda e aqui não é diferente, ainda mais quando se trata de um RPG. Porém o estilo cartoonesco me agrada muito, então fiquei dividido. A trilha sonora não é nada genial e tampouco memorável. A falta das legendas em português também é algo a ser considerado e um impeditivo para os que não dominam o inglês.

Rogue Wizards tem poucas opções, mas é interessante e divertido. Nada memorável mas para os amantes do gênero pode valer a pena.

Prós

  • Inimigos únicos e diferentes entre si
  • Divertido e imersivo
  • 2D estilo cartoon muito bonito

Contras

  • Trilha sonora fraca
  • Falta de customização do personagem
  • Sem legendas em português
Pedro Kakaz

Pedro Kakaz

Pedro Kakaz é apaixonado por Dark Souls, eterno hero of time, jogador de Dota que ama o trabalho que faz.


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