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vgBR.com | 20 de agosto de 2018

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Burnout Paradise Remastered – Análise

Burnout Paradise Remastered – Análise
Fábio Kraft

Review

Corridas e destruição fantásticas

Controles precisos, repleto de objetivos, um modo online sólido e conquistas e troféus regados a muita adrenalina e velocidade. Obrigatório para qualquer fã de jogos de corrida

Burnout Paradise Remastered, desenvolvido pela Criterion Games, Stellar Entertainment Software e distribuído pela EA é uma excelente adição para a biblioteca de games dos amantes de corrida no PS4 e Xbox One.

Houveram retoques consideráveis para essa adaptação na geração atual, rodando a constantes 60 FPS e na resolução 4k, Burnout Paradise Remastered foi trabalhado com muita competência e particularmente fico feliz que a EA tenha entregado justamente o que haviam prometido nos anúncios deste lançamento, já que eu mesmo sou um fã da série desde o seu lançamento.

Alem disso, o jogo também conta com todos os DLCs inclusos no pacote, como a Big Surf Island que é um excelente add-on com os desafios mais complicados do jogo e uma tonelada de carros novos, modos motorbike dentro outros conteúdos, incluindo um modo online rico, bem feito e que agrega muito ao valor do game.

Quem está familiarizado com a série que teve início no PS2, certamente ficou surpreso com o jeito diferente como as coisas funcionam em Paradise City, previamente lançado para o PS3 e Xbox 360 em 2008, o que acabou gerando um pouco de controvérsias e atrito aos jogadores mais conservadores.

Diferente dos jogos anteriores no qual o jogador limitava-se a percursos fechados como encontrados em jogos de corrida normalmente, agora por se tratar de um jogo de corrida com mapa aberto, a exploração é um aspecto importante a ser levado em consideração pois as missões principais e objetivos estão espalhados pela cidade em cada avenida ou ruela que encontrar, instigando o jogador a experimentar rotas diferentes, atalhos e saltos para alcançar a vitória em determinados eventos.

Mesmo depois de mais de 10 anos do lançamento original do game, os gráficos permanecem deslumbrantes, cheio de detalhes, partículas, luz e contudo um conteúdo artístico fenomenal. O fato de tanta coisa acontecer ao mesmo tempo, impactos, destroços dos carros voando, transição do dia para noite em tempo real é que impressiona a cada corrida. A imersão que se tem dentro de um jogo tão rápido e com controles excelentes é o que torna a experiência audiovisual incrível.

Sobre os controles não há o que reclamar. A precisão e fluidez dos movimentos respondem com muita eficiência aos comandos do jogador. Cada tipo de carro responde da maneira esperada, os mais leves, os mais pesados, os voltados para velocidade final, os que são voltados para execução de manobras, etc. Tanto nos comandos mais simples quanto os mais complexos, os controles do jogo são perfeitos, tornando a experiência de dirigir em Burnout agradável e divertida.

As músicas são, como de costume, de artistas variados voltados para uma pegada de rock, assim como o tema principal Paradise City do Guns n’ Roses.

Para quem não curte muito o gênero músical, sempre há a possibilidade de se jogar com a custom soundtrack do console mesmo. Muito me agradou a seleção da trilha sonora no entanto, assim como os efeitos sonoros que são bem satisfatórios, principalmente durante as batidas.

O jogo é dividido nas seguintes modalidades principais:

  • Race – É o clássico modo contra outros competidores até a linha de chegada
  • Burning Lap – É o time-attack de um determinado carro, uma corrida do ponto A ao B, sozinho, contra o tempo
  • Road Rage – o objetivo é colidir contra outros participantes destruindo seus carros, somando a uma pontuação determinada pela dificuldade do evento e sob tempo limite
  • Marked man – O modo no qual você é perseguido por, geralmente, dois carros que tentarão lhe derrubar até a linha de chegada
  • Stunt – É a modalidade onde você precisa executar manobras que acumulam pontos até chegar a uma determinada quantia. Dentro deste modo tudo conta, distância de saltos, giros horizontais, tempo de boost, colisão com placas e porteiras de atalhos, etc. Cabe ao jogador encaixar o maior número de manobras para contabilizar no multiplicador final, que por fim somará a quantia caso executado de maneira correta sem danificar o carro

Em conclusão, Burnout Paradise Remastered é repleto de objetivos, com um modo online sólido para competir com outros jogadores e conquistas e troféus para coletar regados a muita adrenalina e velocidade. Um game obrigatório para qualquer fã de jogos de corrida estilo arcade. Vai garantir horas de diversão e conteúdo por um bom tempo, alem de proporcionar uma das melhores experiências em jogos de corridas que existe.

Pontos Positivos

  • Controles com precisão cirúrgica
  • Sensação de velocidade única
  • Muito divertido

Pontos Negativos

  • O remaster é ótimo mas depois dele queremos um novo game da série
Fábio Kraft

Fábio Kraft

Um jogador de RPG e amante de batalhas finais e odiador de joguetes bugados sem fim e com música tosca.