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vgBR.com – Videogames Brasil | 23 de junho de 2017

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Análises

Análise de The Walking Dead Atualizada!

17 de outubro de 2012 |

Esse post é para avisar a todos que o post da minha análise em progresso do jogo The Walking Dead, desenvolvido pela Telltale Games, acabou de ser atualizada. Agora lá tem minha opinião sobre o jogo até o quarto capítulo, Around Every Corner! Falta somente um capítulo para o final! Estão preparados?

Análise – Battlefield 3: Armored Kill

24 de setembro de 2012 |

Já sentimos nostalgia com Back to Karkand, tivemos um pouco de Call of Duty em nosso Battlefield com Close Quarters e agora chegou a vez de veículos dominarem tudo. Apertem seus sintos e deixem seus kits de reparo de veículo próximo, porquê Armored Kill não é só uma expansão… É Battlefield 3 com anabolizantes!

Battlefield 3: Armored Kill é a mais nova expansão, que por enquanto só está disponível para membros Premium, com 4 mapas novos.  Todos eles tem um foco em combate de veículos, seja terrestres ou aéreos.

Alborz Mountains é de longe o melhor de todos nessa expansão. Como o nome sugere, é localizado na base de uma montanha cheia de neve. O mapa inclui relevos diferenciados e campo aberto o suficiente para os veículos poderem navegar o terreno irregular sem frustrações. Enquanto um time fica no lado mais alto do mapa, coberto de neve, o outro começa na base da montanha, onde tem uma pequena floresta e um lago congelado onde é possível atravessar com veículos. Em geral as partidas são muito bem equilibradas, nunca tendo o clássico cenário onde um time tem todos os pontos e prende os adversários em sua base principal.

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Análise de The Walking Dead: The Game Atualizada!

5 de setembro de 2012 |

Esse post é para avisar a todos que o post da minha análise em progresso do jogo The Walking Dead, desenvolvido pela Telltale Games, acabou de ser atualizada. Agora lá tem tudo que achei até o capítulo 3, Long Road Ahead! Leiam, joguem e depois comentem suas experiências com o jogo! Gostaria de ouvir de todos o que acharam! Bom jogo a todos!

Análise – Sonic Generations

26 de agosto de 2012 | 2

Sonic é um nome que já teve muito peso na indústria de jogos. Não é difícil lembrar de seu tempo de glória no Mega Drive. Desde o momento que o porco espinho azul saiu do mundo bidimensional e passou para o 3D, só foi piorando. No início, com jogos como Sonic Adventure 1 e 2, parecia que o mascote da Sega havia achado um lar na nova geração de consoles, porém isso foi mudando conforme o tempo foi passando. Jogos como Sonic the Hedgehog (2006) e Sonic Unleashed (Warehog? Sério? Quem achou que criar esse monstro seria uma boa idéia?) mostraram que não devíamos mais confiar na Sega, que ela não sabia mais como levar essa franquia tanto amada para a frente. Pelo menos até agora!

Chega então Sonic Generations. Um jogo lançado para Xbox 360,  Playstation 3 e PC, ele trouxe o “Blue Blur” de volta aos consoles em grande estilo, focando nas melhores partes dos jogos mais recentes e também resgatando tudo que amávamos nos originais 2D.

O jogo é dividido em duas partes. Uma é com o Sonic Clássico, baixinho e com barriguinha, como lembramos na época do Mega Drive, enquanto a outra é com o Sonic Moderno, mais alto, magro e sabe falar, que é a versão que vem sido mostrada nos jogos mais recentes. Todo capítulo do jogo, que resgata uma fase de cada jogo na história da franquia (com a exclusão de jogos lançados para portáteis e para Wii), é dividido em dois atos: o clássico e moderno.

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Análise – Walking Dead The Game (em progresso)

10 de agosto de 2012 | 4

Tentarei algo novo para essa análise. Como o jogo é lançado de forma episódica, conforme vai lançando cada capítulo eu irei atualizando esse post. Para acompanhar essa análise em progresso favoritem o link, mas também farei um post novo que irá trazer de volta a essa página toda vez que ela for atualizada.

Sem mais interrupções, aqui está a análise de Walking Dead The Game!

 

A Telltale Games é famosa por fazer seus jogos em forma episódica, e o jogo do The Walking Dead, para Xbox Live Arcade, PSN e PC/Mac, não é diferente. Em Abril foi lançado o primeiro episódio e em Junho foi lançado o segundo. Cada um custa 400 Microsoft Points/ $5.

The Walking Dead: Episode 1 “A New Day” é um clássico point-and-click, onde você joga como Lee Everet, um homem que estava prestes a ser preso antes do apocalipse começar.  A caminho da prisão há uma sequência de eventos leva você a escapar, encontrar com outros sobreviventes que você deve conviver e trabalhar junto para sobreviver e virar o guardião de uma criança chamada de Clementine.
O ponto forte do jogo é a história, logo não darei spoilers. Você tem somente alguns segundos para fazer escolhas, sejam ela uma resposta para uma pergunta ou sequência de ação. A grande maioria de suas escolhas têm efeitos que não irão só afetar como a história vai correr nesse episódio, mas sim em todos os outros quatro também.
O foco, em termos de narrativa, desse episódio é o apocalipse zumbi em si e a sobrevivência do grupo, o que traz vários momentos de tensão. Recomendo a todos interessados tanto em qualquer coisa com zumbis, assim como os que gostam de uma história bem desenvolvida! Ler Mais

Análise – Tribes: Ascend

6 de agosto de 2012 | 1

Confesso, não conhecia a série Tribes antes de jogar o mais recente, Tribes: Ascend , que por sinal é Free to Play! Mas depois de alguns dias jogando, me pergunto como não fiquei sabendo dessa franquia mais cedo!

Tribes: Ascend é um jogo de tiro em primeira pessoa, porém tem uma mecânica de jogo própria que faz a jogabilidade ser muito mais dinâmica e frenética. O princípio do jogo é que você sempre deve estar em movimento e sempre esteja o mais rápido possível. É possível atingir esse princípio através de duas habilidades que todos os jogadores tem: A primeira é um jetpack que contém carga limitada, porém sempre está se regenerando enquanto não está em uso, para dar locomoção vertical ao player. Depois temos a habilidade de “ski”. Basicamente, quando você aperta a barra de espaço, sua armadura elimina todo o atrito que seu soldado tem com o chão, possibilitando-o a ir a altíssimas velocidades e, junto com o jetpack, possibilitar uma navegação dinâmica do mapa.

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[Xbox Live Arcade] Deadlight

3 de agosto de 2012 | 4

Quando “The Walking Dead” encontra “Out of this World”.

Sempre fui fã de jogos 2D. Inclusive me espanta a falta de títulos de expressão, confeccionados com qualidade e que utilizem o poder do Xbox360 para entregar aos jogadores uma experiência inovadora e ao mesmo tempo saudosista.

Quando a Epic Games, produtora do blockbuster “Gears of War” anunciou seu novo game para a XBLA, “Shadow Complex”, confesso que recebi a notícia com certo receio. Apesar das fotos promissoras, e de eu ser um amante de jogos de ação em plataformas, fiquei com um medo latente de que o título se tratasse exatamente apenas disso: um game bonitinho de ação em plataformas. Ou um “Contra 3 – Xing Ling version”.

Preferências e comparações à parte, me encantei com a qualidade do jogo em todos os aspectos. Tanto que me recordei do jogo que para mim, é uma lenda no gênero: Super Metroid, do SNES. O jogo conseguia reunir todos os elementos que transformaram o título, pelo menos em minha opinião, no melhor jogo de ação em plataformas que já existiu.

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Análise: Mediana Resistência

25 de julho de 2012 | 4

Mais um título lançado da pretensão em conseguir um Halo Killer, Resistance surgiu no lançamento do PlayStation 3, dando continuidade a busca da Sony por um FPS pra chamar de seu.

A série Resistance foi criada com uma premissa no mínimo curiosa: Um FPS da Segunda Guerra Mundial, onde ao invés de nazistas seus inimigos são monstros alienígenas.

Por ser uma das primeiras opções de exclusivos do console, o primeiro Resistance obteve boas vendas e com isso garantiu com que o título virasse franquia e rendesse mais dois jogos. Infelizmente com as fracas vendas do terceiro título a série foi descontinuada.

Falando do primeiro jogo, Resistance: Fall of Man, começa morno. Tendo uma história razoável, gráficos e sons razoáveis, inimigos razoáveis e situações razoáveis, nada no jogo é extremamente ruim, mas nada é irretocável ou perfeito.

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Jogos que não deveriam existir: Too Human

18 de julho de 2012 |

Too Human é um jogo curioso. Seu desenvolvimento passou por 3 gerações de consoles em três plataformas completamente diferentes e de empresas rivais. Começou no PlayStation, seguiu pelo GameCube e foi ver a luz do dia no Xbox 360. Tanta inconsistência no título refletem a falta de foco e objetivo da desenvolvedora e a indústria já nos mostrou que nesses casos, salvo raras exceções, isso resulta em fracasso. Contrário a isso, a premissa do hype nos ilude, pois quanto mais nebuloso e postergado se torna um título anunciado precocemente, mais expectativa ele acaba gerando. Sempre vai existir uma espera por algo a altura das promessas e atrasos de um título que chegou a ser conhecido como um Duke Nukem Forever dos RPGs. No entanto o que foi entregue é algo capado, sem começo, com meio e sem fim. Um título que leva do nada a lugar algum e pouco acrescenta a biblioteca de RPGs do Xbox 360.

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5 dos melhores jogos de NES que ninguém jogou

17 de julho de 2012 | 3

Todos os gamers que vivenciaram a época dos 8-bits e tiveram um NES, com toda a certeza lembram de jogos como Mario, Castlevania, Megaman, Contra, Zelda ou Metal Gear. E não é para menos, visto que esses jogos são tidos como clássicos e recebem continuações até hoje.

Mas e os jogos menos conhecidos.. seja por causa do lançamento no fim da vida do NES, em uma época aonde o SNES e o Mega Drive eram reis, ou simplesmente por terem sido ‘floodados’ pela penca de jogos com nomes famosos? Teve algum que poderia ser comparado (..ou até melhor!) aos jogos tidos como ‘os melhores’ por cores e casuais até hoje?!

Bom, existem sim.. listarei aqui 5 exemplos dos jogos que tinham tudo para virar clássicos e que passaram batido. Não estão em uma ordem como em um top 5, pois seria difícil estabelecer uma preferência entre eles:

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