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Showing content with the highest reputation on 07/20/2018 in all areas

  1. 2 points
    Pra mim é fácil escolher os melhores FPSs dessa gen: Wolfenstein II DOOM Titanfall 2
  2. 2 points
    mal gosto do caralho. Obvio q o melhor é Killzone shadow Fall.
  3. 1 point
    Wolfenstein II: The New Colossus é um FPS e continuação direta de The New Order lançado em 2014. O game foi desenvolvido pela MachineGames e portado para Switch pela Panic Button, a mesma que trabalhou em DOOM e agora está trabalhando em Warframe. Ano passado eu fiz um review completo de WFSII, recomendo a leitura se você quer saber mais sobre a experiência de jogo. Nessa análise vou focar nos aspectos técnicos e vantagens e desvantagens da versão de Switch. CARNIFICINA EM 6 POLEGADAS Esse é possivelmente o game mais bonito do portátil da Nintendo, com efeitos visuais bem complexos, modelagem e texturas de primeira linha e que vieram diretamente das versões mais poderosas do game. Infelizmente o custo de manter os mesmos assets base do jogo original foi alto e a versão de Switch não raramente fica míope (queda de resolução e tela embaçada) para manter todos efeitos e as texturas próximas do Xbox One e PS4. A boa notícia é que esse port roda melhor do que DOOM. Foram poucas vezes que senti uma queda na taxa de quadros e raramente elas atrapalharam a experiência de jogo. O jogo passa 90% ou até mais dentro dos 30 FPS que foi o objetivo da desenvolvedora. Como falei antes a qualidade dos efeitos, modelagem e a iluminação sobre os diversos materiais são muitas boas, mas houveram muitos sacrifícios perante as versões de console e PC. Felizmente as animações são as mesmas e são muito boas, principalmente as de finalização que são violentamente satisfatórias. A dublagem, as cutscenes, os efeitos sonoros e as músicas parecem ter sofrido algum tipo de compressão, mas nada que prejudique a qualidade do game. Outra coisa que senti mudança foi no posicionamento de inimigos e talvez até a quantidade deles em algumas áreas que tinham picos de dificuldade no jogo. Não sei se foi pensando no jogador de portátil ou por conta de limitação do hardware, mas de toda forma eu achei que esses momento ficaram melhores que quando joguei no PC. O principal ponto, que é a ambientação, ficou intacto e continua espetacular. Você anda por locais que vão desde cidades destroçadas até bases militares voadoras. Esse game te faz se sentir caçado pelos nazistas e constantemente maltrata Blazko durante o decorrer do jogo, o que alimenta a sede de vingança do jogador. Os cenários estão bastante diversificados e condizentes com a ambientação. O visual dos inimigos e das armas também continuam muito bons. A única crítica que eu fiz e que ainda tenho a fazer é que o game ficou devendo um pouco em novidades na jogabilidade e em oferecer maior variedade de armas. Tudo isso dito, a versão de Switch não é a que recomendo você comprar se tiver qualquer outra plataforma, mas ainda assim é uma versão bem competente e mais do que satisfatória para a experiência de Wolfenstein II. HEIL MOTHERFUCKERS Wolfenstein II é um dos melhores FPS da geração e no Switch não perde o posto. Mesmo sendo uma versão capada tecnicamente é 100% aproveitável no console. Se você não tem outra plataforma, faça um favor a si mesmo e compre essa maravilha. Se você procura um jogo de tiro brutal, com o melhor que o gênero tem a oferecer, jogue Wolfenstein II: The New Colossus com vontade. Desta vez joguei aproximadamente 10 horas no normal, mas já havia terminado o game ano passado e deixei bastante conteúdo para trás. A campanha em dificuldades mais altas (recomendado) e explorando os mapas dura até 20 horas tranquilamente. VIDA LONGA AO TERROR BILLY A história é espetacular com um dos melhores finais que vi num videogame Jogabilidade bastante variada e com várias opções de abordagem A violência é muito satisfatória Ambientes lindos e variados aliados a um excelente level design Matar nazistas cagando é uma vantagem exclusiva do Switch PAU NO CU DO HITLER 30 FPS com algumas pequenas quedas Resolução dinâmica as vezes é de sangrar os olhos e embaça muito a imagem Jogar no portátil piora o nível da resolução Leia essa análise no site, participe e comente!!
  4. 1 point
    Eu rachei de rir com o PAU NO CU DO HITLER no final ahuuhahua Palavrão nos reviews de Rhazo virou assinatura já.
  5. 1 point
    fui abrir o review só pra ter certeza... sim foi o rhazo... que duvida! husahasuahsuashaushasa Porem matar "nazistas cagando" (review lindo) deixou de ser novidade desde o remote play, tanto no PS4 (com celular e/ou vita e/ou Notebook) qto Xbox com remote play tbm no surface e/ou notebook.
  6. 1 point
    O primeiro The Crew não foi um game completo, nem tornou-se referência em seu gênero, servindo mais como experiência para a Ubisoft, numa tentativa de abranger estilos de jogos que ainda não dominava em seu portfólio como desenvolvedora. O segundo jogo fica a cargo do estúdio interno Ivory Tower e mantém o estilo Arcade, adicionando novas modalidades de corridas além dos carros. Agora temos barcos, aviões, motos e até mesmo um Formula 1, ostentando um patrocínio pesado da Redbull em cima do jogo, que dessa vez aborda o estilo de vida das celebridades que praticam essas modalidades radicais. The Crew 2 mantém as licenças de veículos do mundo real do primeiro e amplia o panteão a disposição do jogador, replicando os sons reais dos motores, recriando fielmente os painéis na opção de câmera interna com todos os detalhes. O número de veículos licenciados passa da casa das centenas e você vai gastar muito tempo coletando, personalizando e atualizando a sua garagem. No enredo, o jogo apresenta a rede social fictícia chamada Live. Você é um piloto jovem e desconhecido que deve ganhar credibilidade e conquistar seguidores no Live, fazendo acrobacias e disputando e vencendo diferentes corridas e eventos. O game claramente tenta abordar um público mais jovem com essa ambientação, mas a experiência não é tão convincente. As atuações dos personagens nas cutscenes são exageradas, com modelos que deixam a desejar e ofuscam a real beleza dos cenários e veículos de The Crew 2. Testamos a versão de Xbox One X e no que os modelos de personagens pecam, os veículos e o imenso mapa de mundo aberto mostram um grande esmero visual por parte da Ivory Tower. Some isso ao fato de que esse é um dos poucos games de corrida com mundo aberto a oferecer suporte ao 4K e 60 FPS no console da Microsoft e você vai sacar que o objetivo da desenvolvedora foi mesmo tornar-se referência gráfica nos jogos de corrida atuais. Novamente o game se passa nos EUA e você vai dirigir por versões completas das grandes cidades norte-americanas e até mesmo recriar a sua versão das rotas mais famosas. Quer ir de Nova York até o Grand Canyon? É só traçar a rota no GPS e iniciar a viagem. Existem quatro tipos de corridas diferentes (corridas de rua, corridas profissionais, estilo livre e fora de estrada), cada uma com seu próprio conjunto de eventos. À medida que você progride no ranking, ganhando mais seguidores, você desbloqueia mais veículos e pode participar de mais eventos. É uma progressão bem similar a da série Forza Horizon, só que ao invés de um festival, aqui você está buscando tornar-se uma “celebridade virtual”. Infelizmente o que não se parece com Forza Horizon é a simplicidade com que The Crew 2 implementa mudanças na jogabilidade de cada categoria de veículo. Apesar das diferentes modalidades disponíveis, todas controlam de maneira muito parecida e até mesmo os aviões não diferem-se tanto dos carros ou barcos na jogabilidade no final das contas. Outra coisa que também deixa a desejar são os detalhes de colisão, praticamente inexistentes. Não importa a gravidade do acidente, seu carro, barco, moto ou avião sairá dele ileso com apenas uma mudança de textura arranhada bem mal feitinha. O multiplayer é o que separa The Crew 2 de outros títulos de corrida. O jogo permite que os jogadores participem de diferentes modalidades e eventos em até quatro jogadores e esse é o grande diferencial aqui. Tudo o que você consegue, competindo ou circulando livremente no mundo aberto, impulsiona sua progressão e atualiza seu status de fama. Outra grande sacada foi a inclusão de mudança de veículos sem transição, no modo de mundo aberto. Isso significa que você pode estar dando um role de barco e trocar para o avião em tempo real, sem qualquer tela de carregamento. The Crew 2 repete alguns erros do primeiro jogo, mas se destaca principalmente nos gráficos e na escala do mapa, que é gigantesco. É recomendado para os que curtem games de corrida estilo arcade e já debulharam os jogos da série Forza Horizon e Need for Speed. Jogadores que gostam de simuladores devem passar longe. Pontos Positivos Gráficos dos veículos e cenários estão muito bons 4k e 60 FPS no Xbox One X Mundo aberto gigantesco Multiplayer em 4 jogadores Pontos Negativos Danos nos veículos inexistente Modelos de humanos nas cutscenes Enredo fraco até mesmo para o público adolescente Controles não se diferenciam muito entre veículos Leia essa análise no site, participe e comente!!
  7. 1 point
    Caralho... mas vcs são bestas... nunca viram avião com volante? dirige igual carro!!
  8. 1 point
    loot box pode ser uma microtransação ou não. Pode ser premio em jogo Microtransação pode ser pra comprar loot box ou não, pode ser pra comprar um artefato diretamente. Não tente corrigir microtransação e loot box NÃO são a mesma coisa. já foi melhor gaspar... pelo menos de vendas e tal vc manjava.
  9. 1 point
    Cara, se aqueles episódios dos malucos fizessem parte do jogo principal, talvez fosse um dos melhores RPGs de todos os tempos. A ganância faz isso.
  10. 1 point
    @Libraink, eu já tinha entendido na primeira explicação e nem posso discordar ou afirmar pq não joguei. Só tava enchendo o saco em ralação a concordância da sua frase mesmo
  11. 1 point
  12. 1 point
    Tipo assim... eu quero dizer q teve muito barulho por conta de um aspecto negativo isolado e quase nada sobre o principal que é como as quests funcionam. Eu nunca tive tanta dificuldade em escolher respostas de quest na minha vida. Sério. A Bioware deixou o maniqueísmo de lado e partiu pra algo muito mais profundo com direito a relatório psicológico em tempo real. Achei sensacional isso. Agora por exemplo eu tava resolvendo um protesto de pessoas que estão há mais de um ano sem os parentes pois os mesmos estão em criogenia. Daí fiquei naquela de tentar ajudar e ao mesmo tempo ter que evitar violência pois meu personagem é um conciliador nato. To adorando as quests desse jogo. Tanto quanto Witcher. Agora em animação realmente ficou uma merda.
  13. 1 point
    Pois é mano... você sai do carro pro avião e é praticamente a mesma coisa uhahuahuahua Jogo pra adolescentes com esse lance de você é o super piloto radical que é pro em todas as modalidades. É o PILOTUDO, literalmente hahahaha
  14. 1 point
    e depois outros é q vivem em bolha... primeiro confunde jogo full com free, agora microtransações com loot boxes. pqp. Dai tbm espalha a bosta. Destravar personagem em BF, os herois, te da uma PUTA vantagem em cima dos outros, fora q ao comprar loot boxes, e nao só usar as q ganhava, te davam mais itens "lendarios" entre eles cartinhas q te davam +30 de hp, olha q lindo.
  15. 1 point
    Depende de como você implementa isso. Não conheço o Fortnite, mas nos jogos da Blizzard, por exemplo, você só gasta dinheiro se quiser comprar alguma skin, completar todos os heróis do Heroes of The Storm (se tiver começado a jogar agora) e acelerar a aquisição de cartas no Hearthstone. Detalhe que eu to falando de jogos free to play, ainda por cima.
  16. 1 point
    Em jogo full price e travando conteúdo que deveria vir disponível no disco? São terríveis e o caso do Battlefront II mostrou bem como isso pode ser prejudicial. Agora em jogos free to play microtransações fazem parte do modelo de negócios. É totalmente diferente.
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