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Showing content with the highest reputation since 01/10/2019 in all areas

  1. 6 points
    O caso do Battlefield 5 ficou famoso, resolveram colocar mulheres na frente de batalha na Segunda Guerra Mundial, soldados com implantes, soldados com katana, cabelos punks. Normal que alguns fãs tenham reclamado por considerar que não é historicamente fiel. Houve uma campanha que se baseou em uma história real, que foi conduzida por uma equipe de elite mas no jogo foi realizada por uma mãe e filha. Novamente, críticas normais falando que se quisessem contar uma história de superação de mãe e filha, deveriam ter criado uma história original e não mudado uma que existia. Pode até ter alguns críticos que realmente são misóginos ou machistas, o problema é que a EA e a DICE comprou a briga e considerou todos os críticos como misóginos e desconsiderou que a reclamação não se limitava às mulheres. Um executivo inclusive falou que se não gostou que não compre. E o que aconteceu? Os fãs não compraram Após todo esse problema resolveram se colocar como paladinos e espalhar a narrativa que eles querem inclusão, os críticos são intolerantes. Fizeram um evento com o mote Everyone's Battlefield Outro caso foi de uma desenvolvedora de Guild Wars 2. Ela acusou um fã de machista e querer ensinar ela a como trabalhar e no fim começou a distratar quem discordava dela. O resultado? Ela foi mandada embora, ficou se vitimizando e quis queimar o filme da Arenanet. Sites como Kotaku compraram a narrativa dela, os fãs viram os fatos e tiveram discernimento de que a versão dela era totalmente distorcida. Veja que a pessoa que discordou dela foi extremamente educada. Até reviewers querem lacrar, recentemente o review de Rim World citou que as histórias dos personagens trans eram reducionistas e de muito mau gosto, dando uma nota 73 (86 no metacritics e 89 users review) mostrando que nota foi tirada por isso. Pouco depois o produtor do jogo revelou que as histórias foram enviadas por pessoas trans mostrando as perspectivas deles, não foram escritas por um game writer. https://www.pcgamer.com/rimworld-review/ Vamos lembrar de casos de lacração na indústria de jogos e suas consequências.
  2. 5 points
    Zerei a campanha do Leon e agora to zerando a da Claire e apesar de não poder falar muito por causa do embargo, afirmo que são grandes as chances de GOTY. Tudo muito bem feito. Versão final me surpreendeu muito positivamente. Review sai em breve assim que cair o embargo.
  3. 4 points
    Jogo bom é aquele com muito mais profundidade que uma análise superficial indicaria. Não tem jeito mais natural de perceber a riqueza mecânica e de ideias presentes no título que aumentar o desafio. Não só porque força a pensar, mas também porque hoje exigir um pouquinho de proficiência no standard é suficiente pra ofender muito do público. Mas eu não me forço a jogar o tudo que a mídia promove, então não me enquadro nessa ansiedade até comum com backlog.
  4. 4 points
    Eu zerei com Leon também e com certeza é um dos melhores jogos dessa geração. O jogo esbanja qualidade em todos os sentidos.
  5. 4 points
    Ninguém nunca deixou de jogar King of Fighters pq tinha viado nele. Normal. O problema é que a militância de supostas causas de minorias foi entonada pela luta de classes dos marxistas ressentidos então tudo agora é uma situação de conflito. Tudo é encheção de saco pois a tônica do discurso revolucionário - algo inventado por gente ressentida - é transformar o mundo no mundo que eles enxergam, ou seja, um eterno conflito de classes. Claro q existe coisa a melhorar na questão moral. Eu cresci vendo racismo em tudo q é lugar e onde melhorou muito por exemplo, embora ainda esteja longe do ideal. Mas essa mistura de discussão moral com marxismo é outra coisa. Eles querem impor culturas. Querem q em Dragon Age vc seja viado. Em mass effect vc seja viado. Pq se for hetero terá q aguentar Cassandras, ou seja, mulher macho, ou qulquer porra do tipo. Tiraram as mulheres bonitas dos jogos da Bioware. E viado tem ódio de muulher. Qualquer psicanalista de boteco sabe diso.
  6. 4 points
    Kotaku seal of aprovement rs. ryo copiou todos meus posts do aventuras. O bf5 chegou ao ponto de colocar um missão realizada por comandos ingleses no norte da noruega onde morreu gente como se fosse realizado pela mãe e filha lá. Como se isso não fizesse qualquer outra mídia ser expurgada pela critica. No meio dos games o pessoal bate palma e chama de inclusão. O resultado é BF5 vendendo menos que o hardline rs. A kotaku avaliou o Darksider 3 chamando a personagem de "Apocalipse horse person" (porque horsewomen ou horsemen é muito anos 80) Não era no mass effect andromeda que não deixava voce criar um personagem branco no editor? (o máximo que dava para chegar era aquele branco queimado de sol :lolmor:) COD WW2 teve alguma coisa também. O roteirista do próximo Dragon age umas semanas atras estava dizendo que o jogo sera "politico" e "celebrara a inclusão". Mas o meu preferido é o Kingdom Come Deliverance. O jogo que, mesmo sendo um dos melhores jogos do ano, foi massacrado pela mídia. Afinal o Vavra é antiPC, acha o gamersgate uma grande bobagem e depois e fazer uma puta pesquisa histórica para o seu produto, se recusou a colocar personagens de minorias num jogo que se passa no meio da bavaria rural no seculo 14 (minoria = negros e gays, porque afinal se voce considerar os Cumans, de certo modo são turcos/hungaros como minoria, a narrativa cai por terra). Se buscar nesses sites mais ativistas era artigo toda semana para malhar o cara e o jogo. Afinal onde já se viu, num jogo que preza pelo realismo não ter negros e gays no meio da Europa rural, mas você pode tomar uma poção de ervas e ficar mais forte, cura ferimentos leve ou salvar o jogo. Nota 60. O resultado: Milhões de copias vendidas e o cara nunca baixou a cabeça. Esse tipo de narrativa da sono de um tal maneira.... O que esses caras não entendem é que ninguém malha se você coloca um personagem lgbtetc. no jogo ou uma mulher num jogo da segunda guerra, desde que seja bem escrito, com contexto e desenvolvimento. A quest do caçador gay do witcher 3 é ótima porque é bem escrita. edit: lembrei de outro aqui... procurem por bullyhunters na internet e riam um pouco lol
  7. 3 points
    Jogo lindo Capcomzona linda, agora ta engraçado ver o choro no forum do steam heuehuehueheu GAME IS TOO HARD, ZOMBIESPONGUE, MR X IS KILLING MEEEEE, PLZ CAPCOM INCREASE WEAPONS DAMAGE IM TO WEAK hueheuehueu geração leite com pera Joguei 2 horinhas só e morri a primeira vez na primeira aparição do licker, não lembrava desses bichos serem tão chatos e dificeis de matar heuheue
  8. 3 points
    São os famosos beat'em ups modernos. Andar e bater em centenas de inimigos despretenciosamente. Na época do fliperama tinhamos Final Fight, Double Dragon, Combatribes. Hoje temos esses musous. Só acho que falta carisma pra esses china ai kkk
  9. 3 points
    Concordo plenamente com o Review. Um jogo quase sem defeitos e que preza pela excelência na experiência de jogo. Gráficos, jogabilidade e ambientação tudo no estado da arte, um jogo que merece e deve ser jogador por todos.
  10. 3 points
    Atinge nada. Esse é o problema atual. Tudo é "muito fácil" de pegar hype, virar épico e tornar-se o mais aguardado por todos. Ai quando sai vai ver quantos realmente consumiram o produto e pagaram por isso? Aí os produtores maltratam os fãs que consomem, fazendo essas merdas para agradar o público que não consome, mas que cria hype em timeline de facebook. Quem lacra não lucra mesmo.
  11. 3 points
    Geração de moleques mimados que nunca ouviram um não dos pais e querem cagar regra para o mundo.
  12. 2 points
    Eu terminei a parte do Leon, o jogo esta excelente pqp. Jogabilidade esta foda pra caramba, me surpreendeu bastante, jogo tenso, ótima ambientação e tudo atualizado para jogos sustos. Recomendo e muito a compra
  13. 2 points
    Que coisa grotesca ler esses comentários, não sei o que é pior o cara falar que é culpa da comunidade LGBT não ter uma personagem " bonita " em Dragon Age, ou falar que eu odeio alguém por conta da minha opção sexual. Fico feliz por estar distante do fórum.
  14. 2 points
    Joguei alguns dias o DBZ da Arc. Gráfico é um sonho, maravilhoso. Gameplay eu achei o seguinte: eu fiquei 2 dias com ele e consegui terminar os arcades nos modos difíceis mesmo não sabendo jogar e isso não é ruim. Pq mesmo sendo casual vc consegue fácil emendar os combos e dominar a máquina. ainda to com dificuldade de linkar os combos com os parceiros, mas de um modo geral é um gameplay muito satisfatório, intuitivo, criativo e técnico. eles realmente depositaram carinho nisso. é o melhor gameplay em jogos da série na minha opinião. agora se é o melhor jogo é uma questão complicada pq cada bom jogo da série tem uma proposta meio particular. mas provavelmente é sim o melhor mesmo assim. o modo de história me pareceu bem fraco. agora q terminou o trial vou esperar pra comprar a versão completa com todas as seasons por 100 reais, ou seja, daqui a 2 anos. lol
  15. 2 points
    Far Cry 5 eu gostei, agora esse apocalipse milenial me deu desinteria. Puta joguinho desnecessário.
  16. 2 points
    Pior que não. Tem as 3 estátuas com medalhões para a passagem secreta da delegacia e só, algo bem plausível, um prédio antigo ter uma passagem secreta. Por isso eu disse que o enredo foi atualizado e algumas situações mudaram para melhorar o desenvolvimento da trama. O jogo todo amadureceu bastante. É outra pegada, muito mais realista. Você quer falar groselha sem nem ter visto o jogo.
  17. 2 points
    Desperdiçou sua dádiva de anti-aliasing natural que Deus te deu, ao usar óculus.
  18. 2 points
    Resident Evil 2 é um remake do survival horror original do primeiro PlayStation de 1998. A sequência de sucesso expandiu os horizontes para além da mansão do primeiro jogo, apresentando novas localidades na infestada Raccoon City, introduzindo dois novos protagonistas e personagens importantes no universo da série. O remake de Resident Evil 2 foi por muito tempo um dos jogos mais aguardados pelos fãs, chegando a ser cotado pela Capcom para desenvolvimento por Shinji Mikaki, aos moldes do remake do primeiro Resident Evil para o GameCube de 2002. Mikami no entanto, trabalhava em Resident Evil 4 na época e por isso não teria condições de assumir o projeto que acabou engavetado pela empresa, sem nunca ver a luz do dia. Até que em Agosto de 2015, a Capcom enviou um pedido de cancelamento de um projeto feito por fãs, para um remake de Resident Evil 2 na Unreal Engine 4. O motivo? A empresa finalmente estava trabalhando no remake oficial de Resident Evil 2. Quase 3 anos se passaram sem maiores informações desde o anúncio, mas o game finalmente seria revelado na E3 2018, com o trailer abaixo. Ao contrário do original, a jogabilidade com controles de tanque e ângulos de câmera fixos seriam aposentados em troca da jogabilidade moderna da série com uma visão de jogo de tiro em terceira pessoa semelhante a Resident Evil 4. Os eventos do jogo se passam 2 meses após os acontecimentos do primeiro Resident Evil. A maioria dos moradores deRaccoon City foi infectada e transformada em zumbis pelo T-Virus, uma arma biológica secretamente desenvolvida pela empresa farmacêutica Corporação Umbrella. Leon S. Kennedy, um policial em seu primeiro dia de trabalho, e Claire Redfield, uma estudante universitária procurando por seu irmão Chris, se dirigem ao Departamento de Polícia de Raccoon sem saber que um “apocalipse zumbi” tomou a cidade. Mesmo com a história conhecida de longa data, a equipe de produção caprichou no desenvolvimento da trama, criando novas situações para encaixar melhor no enredo e manter o clima com tensão na medida certa. Resident Evil 2 não é um game tranquilo e a medida em que fui progredindo, me senti cada vez menos seguro na delegacia de Raccoon City. Dificilmente me assusto com jogos. Mesmo alguns dos melhores games de terror modernos falham em manter a imersão do medo quando você precisa repetir uma sequência pela quarta ou quinta vez consecutiva. Muito do medo parte do receio que temos ao encarar o desconhecido e se perde quando você já sabe o que esperar da situação depois de repetir inúmeras tentativas. Jogos mais scriptados como Outlast, sofrem desse mal. Havia um receio de queResident Evil 2 pudesse se perder nesse sentido, visto que a historia inteira do jogo já era conhecida pelos fãs e o remake mantém os principais pontos da trama intactos. Mas a nova produção da Capcom me fez gritar. Não me recordo de tomar tantos sustos com um game desde Alien Isolation com a diferença de que aqui, fui jogar confiante de que já sabia o que esperar e que nada seria tão assustador assim, afinal eu já havia terminado o original inúmeras vezes. Felizmente eu não poderia estar mais errado e a atmosfera é tão pesada que eu temi pela vida de Leon como se fosse a minha. O produtor Yoshiaki Hirabayashi disse que a equipe estava se esforçando para capturar o espírito do jogo original ao mesmo tempo em que tentou tornar o remake mais realista. Esse foco no desenvolvimento foi possível graças a utilização da RE Engine, mesmo motor gráfico de Resident Evil 7. Com modelos poligonais foto realistas, os zumbis tornaram-se realmente assustadores. É possível ver a pupila esbranquiçada nos olhos vazios do morto-vivo e suas bocas se contorcendo de sofrimento e ódio, babando ao partir para cima de você. Esse não é mais um game onde você os mata zumbis aos montes, a ameaça aqui é real. Remetendo ao original, a munição continua escassa e os inimigos agora são muito mais resistentes fazendo você realmente pensar se vale a pena gastar balas para se livrar dos mortos-vivos ou tentar desviar e seguir seu caminho. Com o novo sistema de câmera, as criaturas espreitam, aproveitando a iluminação fraca, fumaça e os cantos escuros das salas. O novo sistema de câmeras também afetou o design do som e esse passou a ser um dos principais diferenciais para criar a tensão no ambiente. Toda a parte de áudio do jogo foi recriada, dos efeitos a trilha sonora, que embala o clima e te indica de forma não muito sutil quando o perigo se aproxima. Jogar de headset ou um sistema de Home Theater 5.1 fará toda a diferença na imersão de Resident Evil 2. A ideia de colocar o horror sobre a ação resgata as raízes da série, criando uma sensação claustrofóbica na ambientação. A tensão da abertura das portas que camuflava o tempo de carregamento entre as salas foi substituída e agora você entra direto nos ambientes hostis sem cortes, empunhando a lanterna para iluminar os corredores e salas escuras do distrito policial. A primeira parte do jogo deixa você se acostumar aos controles enquanto dosa a ameaça, mas conforme você vai avançando a situação se deteriora ao ponto de que nenhum local da delegacia vai ser exatamente seguro. Novos elementos de jogabilidade foram adicionados, como a necessidade de bloquear as janelas do térreo da delegacia com ripas de madeira para evitar que mais zumbis entrem no distrito policial, dificultando sua jornada. Ao mesmo tempo, o desafio foi balanceado e a necessidade de fitas de tinta para salvar seu progresso nas máquinas de escrever só é exigida na dificuldade mais alta enquanto o modo Normal conta com salvamento automático e a vontade, sem restrições. Resident Evil 2 não é exatamente um jogo difícil, mas sim desafiador, reforçando a necessidade de economizar recursos do jogo original, enquanto te coloca em situações novas de muita tensão. Levei aproximadamente 8 horas para finalizar a campanha de Leon e menos tempo na segunda jornada com Claire, explorando aproximadamente 70% do game nas duas jogadas. Acredito que para finalizar 100% e abrir todos os segredos ainda vão mais umas 8 horas pelo menos. O game chega ao PlayStation 4, Xbox One e Windows PC na Steam em 25 de janeiro de 2019 e suporta melhorias no PlayStation 4 Pro e no Xbox One X, oferecendo suporte a resolução 4K ou opção de gameplay a 60 quadros por segundo, mas seja qual for a plataforma escolhida, você estará diante de um dos jogos mais bonitos da geração. Os efeitos de iluminação, partículas, modelos de personagens e monstros tornam a ambientação do game extremamente realista e estão entre os melhores já produzidos pela Capcom. A versão dessa análise foi a do PC, rodando num Intel Core i7 6700k, com 16 giga DDR4 HyperX Savage 3000mhz e NVIDIA Geforce GTX 1080, com todos os efeitos no Ultra e Vsync, mantendo 60 quadros por segundo cravados durante o gameplay. Também testamos a performance num notebook gamer Avell G1511 FOX com Intel Core i7 8750H de oitava geração, 16 giga DDR4 e uma Geforce GTX 1050Ti. No notebook, o game rodou no High mantendo a taxa de quadros por volta de 45 a 50 com todos os efeitos ligados. Foram longos anos de espera, mas finalmente o remake está entre nós. Resident Evil 2 atualiza com maestria um dos melhores jogos da Capcom para a nova geração, entregando um enredo de primeira, jogabilidade refinada, gráficos foto-realistas e muita tensão, resgatando a experiência perfeita de survival-horror que consagrou a série. Estamos diante de um forte candidato a jogo do ano e fica a torcida para que a Capcom mantenha o embalo e engate logo a produção de Resident Evil 3: Nemesis nos mesmos moldes. Obrigatório! Pontos Positivos Enredo atualizado entrega uma história cativante O auge do terror na série. É o Resident Evil mais assustador já feito! Um dos jogos mais bonitos da geração Pontos Negativos Pouca variedade de inimigos Infelizmente o jogo acaba só resta aguardar o anúncio do remake de Resident Evil 3 Post original em Resident Evil 2 Remake – Análise Leia essa análise no site, participe e comente!!
  19. 2 points
    Nem se me pagar em para jogar isso, eu aceitaria.
  20. 2 points
    Tava lendo e vendo mais aqui, outras empresas que fazem evento de divulgação deviam aprender com a WB/NR: Além deles terem vários setups para testar o jogo, eles deixaram tudo arrumadinho pra quem quisesse gravar O QUE QUISESSE e ainda davam USB Drive pra ajudar a galera a armazenar. Pelo menos nisso acertaram em cheio.
  21. 2 points
    O jogo tá maravilhoso, melhor do que achei que seria. Joguei de fone e tomei alguns sustos kkkkkkkkk O medo de zumbis é real, não pode deixar eles se agruparem senão é bem capaz de morrer pro bando. A violência é bem explicita e tem muito gore, tá no ponto. Já fiz o preorder e to rezando que chegue antes das férias da faculdade acabar. Não vejo a hora de jogar ele completinho. Capcom tá viva!!!
  22. 2 points
    Deus. @Alucard é que cismava com essa peste de jogo... Eu fui na pilha na época... Arrependimento mór. Nada presta!
  23. 2 points
    Eu gostei desse negócio dos zumbis pois é meio q um imperativo q eles morram com tiros na cabeça. Alguns até morreram com dois. Mas na parte final tem esses insistentes. O q eu gostei neles é q eles apavoram justamente por isso. Vc não sabe mais se eles "morreram" ou não. Não tem mais a poça de sangue.
  24. 2 points
    Meu problema é TOC. Mesmo silenciando, dá agonia abrir o whatsapp e ver que tem um monte de msg não lida. Em tempos, saí de todos os grupos da família justamente por isso Prefiro interagir com vocês de forma oldschool mesmo, aqui pelo fórum.
  25. 2 points
    O q mais me irritou foi na Bioware. Só tem baranga em Dragon Age I e Mass Effect Andromeda. E aposto que vai vir um monte de barangas de novo no DA 4. To pensando seriamente em começar a boicotar essas series só de raiva. Fora que ficam o tempo todo sugerindo pra vc dar o rabo. Ou seja, vc não tem nenhuma construção psicológica do personagem. No início do jogo deviam perguntar lá na criação do personagem. Vc quer dar o seu rabo? Não? Então acabou.
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