Jump to content

Leaderboard


Popular Content

Showing content with the highest reputation since 02/25/2019 in all areas

  1. 4 points
    Esquadrão pereba, tem que respeitar!
  2. 3 points
    Fui convidado para participar do Sextou Xbox de hoje a noite. Vamos jogar Anthem e Apex Legends ao vivo no canal do Xbox Brasil. O programa começa as 20:00. Não deixem de mandar um oi lá no chat! Os links pra acompanhar: 👉http://www.mixer.com/XboxBR 👉 http://www.facebook.com/XboxBR 👉 http://www.youtube.com/XboxBR 👉 http://www.twitch.com/XboxBR Valeu!
  3. 2 points
  4. 2 points
    Eu achei DMC5, de uma maneira geral, mais bonito que RE2R.
  5. 2 points
    Finalmente ganhei uma partida nesta desgraça!
  6. 2 points
    Vídeo voltou. Fair Use no cuzinho. Comprem brigas que podem ganhar seus parasitas. Façam a merda do trampo de vocês e tirem o zoião do que é nosso.
  7. 2 points
    Esse sim é uma pena se fechar as portas. Das lojas mais justas e consumer friendly que se tem. Vale uns 100 Epic store/windows store.
  8. 2 points
    Esse tipo de continha de 300:1 salario médio / "salario" do Bob kotick é de uma estupidez imensa. Coloca no mesmo balaio o dono da porra de empresa (Kotick da ultima vez que eu li tinha quase 25% da Activision Blizzard, uma empreseca de TRINTA E DOIS BILHÕES DE MARCAP) que recebe via opções e que tem infinitamente mais responsabilidade sobre o negocio com o peão que ganha salario e responsabilidade limitada ao cargo médio dele. E para finalizar, taca 300 funcionários médios a mais na empresa e manda o Kotick embora para ver se aquilo não quebra em 5 anos. Como diz codão, nego acha que fazem isso por amor.
  9. 1 point
    A Nintendo fará uma apresentação em vídeo de 30 minutos do Nindies Showcase Spring 2019 no dia 20 de março às 9:00 da manhã PT / 12:00 ET , anunciou a empresa . Você poderá assistir ao vivo no YouTube . O showcase contará com as últimas informações sobre jogos indie chegando ao Switch. Para mais novidades, fique ligado no vgBR. Post original em Nindies Showcase Primavera de 2019 marcada para 20 de Março
  10. 1 point
  11. 1 point
    vai ser foda demais isso. Só esse jogo pra me tirar do abismo de jogos de luta q me encontro no momento.
  12. 1 point
    E quem disse que essa falácia é exclusividade do Mourão? Se pá, esse Mourão deve achar também que videogame estraga a televisão. Eu escuto isso desde a TV Manchete. Enquanto houver um ou mais modelos de entretenimento (TV, Igrejas, Revistas, Jornais, Mídias no geral...) que rende dinheiro mas está perdendo watching time para games, vão exorcizar os videogames. É uma questão de ganho corporativo literalmente. Mourão é so mais um grão de areia no deserto da ignorância. Não o culpem por algo que sempre é dito e nunca comprovado... E foda-se esse velho caduco.
  13. 1 point
    Poucas vezes senti tanta vergonha alheia quanto vendo Creed. Jesus! Curti demais "O Culto" - aka The Endless... Dos mesmos carinhas do VHS e Resolution. Gostei pacas!
  14. 1 point
    O ToeJam & Earl original foi um clássico instantâneo do Mega Drive. Lançado em 1991 o game apresentava uma experiência cooperativa única com um sistema de jogo inovador de tela dividida permitindo que cada jogador andasse livremente pelos mapas, sem ficar preso a posição do seu parceiro. ToeJam & Earl: Back in the Groove chega 28 anos após o original e 17 anos depois do último jogo da franquia Mission to Earth, lançado em 2002 no primeiro Xbox. O game foi desenvolvido pela HumaNature Studios, fundada pelo criador da série Greg Johnson, e lançado em 1 de março de 2019 para Xbox One, PS4, Nintendo Switch e PC. Foi resultado de uma campanha de sucesso no Kickstarter em Março de 2015 onde o game arrecadou mais de 500 mil dólares para o seu desenvolvimento, valor que garantiria uma versão de PC, mas não para consoles. Em 2016 a Adult Swim Games embarcou no projeto como publicadora, adicionando mais recursos para trazer o game também para os consoles da geração atual, porém em Julho de 2018 a empresa abandonou o projeto e o jogo acabou sendo publicado diretamente pela HumaNature Studios. É bastante seguro dizer que se você gostou do jogo original, vai adorar essa nova versão. Back in the Groove é praticamente um remake em HD do primeiro ToeJam & Earl ampliando-o com várias opções extras como 9 personagens selecionáveis e cooperativo para 2 jogadores local ou 4 jogadores online. ToeJam e Earl visitam o nosso planeta com o objetivo de trazer mais funk para a vida dos terráqueos. Porém Earl aperta o botão de auto destruição sem querer e espalha as peças da espaçonave pela Terra. Sua missão é explorar os níveis procurando as 10 peças da nave enquanto coleta presentes aleatórios para encarar vários inimigos malucos. A câmera é em estilo isométrico e a tela dividida para que cada jogador possa explorar um pedaço diferente da fase de maneira independente continua sendo um dos pontos fortes do game. O jogo conta com um modo de Tutorial mais simples e mais curto, que é recomendado para os que não estão acostumados com a maluquice da série. Há também o modo normal que oferece mapas com design “fixos” para treinar você e seus amigos a encarar o modo procedural, com mapas totalmente aleatórios e dificuldade mais elevada. Não há muito segredo no gameplay. Você vai andar pelos mapas procurando itens interagindo com elementos do cenário e colecionando presentes. Abrir os presentes ativará inúmeros efeitos aleatórios tanto positivos quanto negativos que vão afetar você e os seus amigos. Abrir um presente pode resultar em ganhar um pula pula ou uma nuvem de chuva particular que vai ficar te seguindo e tacando raios na sua cabeça. E não se deixe enganar pelas aparências. Apesar de ser um game com uma pegada de comédia escrachada, Back in the Groove é bem desafiador em alguns momentos principalmente pois você e seus amigos tem um número limitado de vidas. A coleta de recursos como dinheiro, comida e presentes ao longo dos estágios é o que vai garantir a sobrevivência nas fases mais difíceis. Acabaram as vidas? Game Over e pode começar novamente do primeiro nível. Felizmente esse elemento da aleatoriedade dos mapas e dos presentes, tornam a jogabilidade cooperativa entre amigos uma experiência muito divertida, mesmo quando você precisa começar tudo de novo. Cada personagem tem habilidades distintas, como Velocidade, Vida e até Sorte que garante itens melhores e consequentemente aumenta suas chances de ir mais além. Há um sistema de experiência no jogo que permite evoluir seu personagem encontrando o Homem Cenoura durante os estágios. Sim essa frase não faz o menor sentido e isso é o que há de mais legal nesse game. Prepare-se para encarar grandes inimigos como Dançarina de Ula, Capetinhas, Patos Soldados, Zumbis de Smartphones, Fanboys, Jogadores de RPG, Cantoras de Opera, Agentes do FBI, Mães com carrinho de Bebê, etc. E esses são apenas algumas das maluquices que lembrei rapidamente. Nada faz muito sentido aqui, mas a jogabilidade e principalmente a trilha sonora são tão bacanas que você vai querer continuar jogando até o final. As faixas trazem um mix de Hip-Hop, Rap e principalmente Funk, não o nosso carioca, mas sim o original americano com uma série de faixas funkadas do baixista Cody Wright. Os gráficos remetem a um desenho animado de menor orçamento, mas num estilo proposital. As animações são bacanas e variadas para os diversos tipos de efeitos dos presentes e os visuais são muito coloridos, com novas adições de estágios como as fases noturnas. É uma bela repaginada sobre o visual original, mas respeitando muito o material fonte. ToeJam & Earl: Back in the Groove oferece um remake de qualidade do primeiro jogo do Mega Drive. Recomendado aos fãs do original, principalmente pelo cooperativo online com 4 jogadores que amplia muito as possibilidades. Se você está procurando um jogo divertido, com jogabilidade simples e desafio bacana para jogar com seus amigos, não pense duas vezes. Prós Muito divertido, principalmente em 4 jogadores online Gráficos coloridos Trilha Sonora de Primeira Textos em português Contras Dificuldade nos níveis aleatórios as vezes é apelativa Jogar sozinho pode enjoar rápido Faltou um coop 4 players local Post original em ToeJam And Earl: Back in the Groove – Análise Leia essa análise no site, participe e comente!!
  15. 1 point
    Esse é o jogo que eu tenho pedido a Deus tem mais de 20 anos. Boa análise. Quero é mídia física disso.
  16. 1 point
    Anthem foi anunciado pela Eletronic Arts e Bioware, de forma espetacular na E3 2017, e desde então milhões de jogadores do mundo inteiro estavam esperando o game sem segurar o hype, eu incluso. Depois de uma grande decepção com Destiny em 2014, game que inclusive me fez comprar o Xbox One, tinha grandes expectativas e já considerava Anthem, o que eu julgava que o game da Bungie deveria ter sido. Infelizmente depois de quase 50 horas jogando o game, 20 nas versões Alpha e Betas e mais 27 na versão final, é impossível eu recomendar o game sem grandes asteriscos. O HINO Não vou tentar te contar sobre a experiência narrativa, não porque não quero, mas sim porque ela inexiste. Eu como grande apreciador de RPGs da Bioware, desde Baldur’s Gate, não posso ficar nada menos que depressivo com o desastre que é a história e a narrativa desse jogo. Para começar faltou desenvolvimento de cutcenes e set pieces, que enganam no incio do game mas que são abandonas em prol de uma narrativa fraca e sem desenvolvimento e uma história extremamente genérica. Eu esperava um jogo menos heavy em conversas e escolhas em Anthem mas não esperava que a Bioware me trouxesse um roteiro digno de filme dos Trapalhões. O pior é que o universo do jogo é extremamente convincente e interessante, o tema do enredo é bastante promissor e o estúdio teve várias oportunidades para cravar uma puta história. É possível experimentar alguns lampejos desse universo no hub do jogo, o forte Tarsis, onde existem diversos personagens que você pode realizar “quests-conversa” que envolvem uma troca de ideias, incluindo opções de respostas com 2 escolhas. Essas “quests-conversa” se desenvolvem enquanto você progride pelas missões do game e desenrolam várias histórias interessantes sobre esses personagens e o universo. Além disso é claro que não podiam faltar as entradas do códex que também tem diversas informações sobre mundo de Bastion. Anthem deixa seu final em aberto para as próximas adições de conteúdo que estão por vier, quem sabe essas história novas não deêm um grau na história do game e utilize melhor esse background incrível que os personagens e os textos contam? O CATACLISMA Se você conseguiu testar o game nas demonstrações ficou claro que voar com a sua Lança é uma experiência espetacular, não só isso como atirar e explodir as coisas é extremamente satisfatório no mundo de Anthem. As armas tem peso, os skills tem grande variedade e principalmente as Lanças são realmente classes a parte. Eu joguei majoritariamente como Colosso e Tempestade e foram experiências de jogo bastante diferentes. O Colosso é um tanque e aguenta tomar muita bala e a Tempestade é um controlador de espaço e mata mobs com extrema facilidade. Recomendo você a ver vídeos do game e testar as Lanças antes de partir pro game. É possível ter até 3 pilotos salvos e é possível ter todas as Lanças com esses pilotos, mas exige um nível relativamente alto. Agora o que não gera nenhum pouco de satisfação é a estrutura das missões do game, que são repetitivas e extremamente genéricas. Vá ao ponto A, encontre algo, mate uma horda, vá ao ponto B, encontre algo, mate uma horda, vá ao ponto C, encontre algo e mate a última horda. Só de descrever esse roteiro já dormi no teclado escrevendo esse texto. Em um jogo de aproximadamente 15-20 horas, não conseguir diversificar seus objetivos é extremamente cansativo e broxante. Em coop com amigos ainda da um alivio porque você vai estar batendo lero no chat, agora solando ou com avulsos é uma experiência extremamente maçante, ainda mais contemplando o sistema de loot do jogo que dropa equipamentos melhores em quase toda missão e a grande burocracia que é trocar de armas, skills e os equipamentos da sua Lança. Você só pode fazer essas alterações em um menu específico do jogo que não é rápido e na minha opinião burocrático. Além da repetição das missões, praticamente todo conteúdo do jogo é raso como um pires, o end game é vergonhoso e vagabundo, tendo menos conteúdo que Destiny ofereceu no seu lançamento em 2014. Não se engane, hoje Anthem não tem conteúdo pós jogo. BASTION Antes de mais nada, duas coisas se destacam: Visual e Som. Artisticamente é lindo, a parte técnica e gráfica é excelente, o design de sons sejam ambientes, das armas, inimigos, voo, etc são bem feitos e a trilha sonora é marcante e muito bem realizada. Infelizmente eu joguei Anthem 100% no PC e a parte técnica está um aborto. Eu tenho duas configurações em casa, uma com i5 / GTX 970 e outra com i7 / GTX 1070 Ti e o game não roda bem em nenhuma delas. A outra máquina do vgBR está equipada com um i7 /GTX 1080 e também não roda cravada estável. Na 970 nem no low eu consegui cravar 60 FPS. Na 1070 Ti tive que ajustar no menu e mesmo assim tive que realizar diversos ajustes para ficar próximos de 60 FPS sem comprometer demais a qualidade da imagem. Atingir 4K na versão de PC desse game é uma fantasia e talvez seja um sonho impossível até para os que gastarem uma fortuna na GeForce RTX 2080 Ti. Além disso os loadings no jogo são longos e constantes, quebrando o ritmo do jogo. Por mais bonito que seja não existe nada que justifica essa podridão que está a versão de PC. Sinceramente eu não recomendo o jogo nessa plataforma, mesmo sem saber se a versão de consoles está melhor ou pior. O CERNE DA IRA Eu não achei Anthem ruim, principalmente a jogabilidade e com amigos em coop. Garanto que esse é um game que tem um bom espaço para melhorias e crescimento durante sua vida útil. Infelizmente no estado de lançamento eu não consigo recomenda-lo. Acredito que em 1 ano ou até menos o preço e o conteúdo do jogo estejam mais alinhados e compatíveis com a experiência que ele oferece. Se você queria um game para substituir Destiny/Destiny 2 ou estava de olho em The Division 2, minha sugestão é aguardar o game da Ubisoft, também com cautela ou a pegar Monster Hunter World se você não deu chances. Sendo bem sincero, eu tinha grande expectativas para Anthem e todo meu hype foi jogado no lixo. Freelancers Audiovisual espetacular. Cenários lindos, efeitos de luz e sonoros muito bem feitos Excelente jogabilidade, tanto para explorar dos mapas voando e o combate Histórias dos personagens do Forte Tarsis e o Codex do game contam a histórias de um universo interessante O jogo foi pensado em coop com amigos e essa é forma que ele deve ser aproveitado Dominion A história é genérica e a narrativa fraca Estrutura de missões extremamente genérica e repetitiva O jogo tira demais o voo que é uma das mecânicas mais interessantes da jogabilidade A performance do jogo no PC está um aborto Jogar solo ou coop com avulsos não é uma experiência satisfatória Conteúdo do jogo é ralo e repetitivo Post original em Anthem – Análise Leia essa análise no site, participe e comente!!
  17. 1 point
    https://jovemnerd.com.br/nerdbunker/anthem-piores-notas-bioware/?fbclid=IwAR05DGwrihq8kknQ7GIsohJ8h-jlloBX97VS9ig7rD7js43580hzgLsMFBI Acredito que meia previsão eu já tenha acertado, infelizmente esse jogo além de receber uma chuva de críticas, consumirá muita grana ainda devido aos patchs que estão saindo, pode ser que mais para frente até venha a se tornar um bom jogo devido a esses patchs, mas está claro que foi uma baita decepção para desenvolvedora e seus fãs que esperavam algo muito melhor. Para piorar mais ainda ele saiu num período entre Resident Evil 2, Kingdom Hearts 3 e Devil May Cry 5, são 3 jogões que apesar de não ser do mesmo estilo de Anthem, o jogador está gastando seu dinheiro neles. E outros estão gastando seu tempo e atenção ao Apex, que é gratuito, saiu próximo de Anthem e ofuscou completamente seu lançamento, curioso que o Apex tbm foi publicado pela mesma EA.
  18. 1 point
  19. 1 point
    Seguindo no Cosmic Star Heroine. Mermão, que jogo delícia! Mais alguns pontos positivos: - Se algum personagem cair numa batalha, ele vai ganhar XP do mesmo jeito se você ganhar a batalha. Eu sempre DETESTEI os RPGs onde se o personagem sofresse KO, não ganhava o XP do combate. Já teve boss battle que reiniciei por causa disso em outros jogos; - NÃO EXISTE GRINDING!!!! E a quantidade de combates nas dungeons são o suficiente pra você se divertir e não enjoar. E cada luta tem sido desafiadora na medida! Olha, parabéns aos devs desse jogo. Conseguiram reunir o que há de melhor em termos de jogabilidade nesse jogo. E já falei que a OST é maravilhosa? Hehehe.
  20. 1 point
  21. 1 point
    Po, eu sempre olho se o jogo que quero tem na GOG, primeiro, e se não tiver, ou estiver mais caro que compro na Steam. O fato de não ter DRM é lindo demais! O problema do GoG é quando ele resolveu implementar as funcionalidades do steam, como save na nuvem, pq isso eles implementaram muito mal. Demora pra caralho pra ele sincronizar o jogo com o servidor deles...
  22. 1 point
    É bem isso. Nego fica brincando, enchendo o saco e batendo em quem tá quieto. Quem bate esquece, quem apanha não esquece que apanhou. Um dia o bagulho vai ficar loco de verdade.
  23. 1 point
    Ontem quando eu fui ver o vídeo, de fato estava deletado mas no thumbnail dava pra ver a marca d'água da IGN. Que imbecilidade, quanto mais gente divulgando o vídeo COM A MARCA D'ÁGUA DELES, melhor seria não? São aquelas coisas que não dá pra entender. @LOP eu se fosse você nem esquentava. Se você entrar numa de tentar entender cabeça de doido, quem vai ficar doido é você.
  24. 1 point
    Com certeza vai ser nerfado. Aquela suprema dá quase uma Team Kill instantânea. Surto de gravitons + a Suprema Baptist = Team Kill. Baptiste
  25. 1 point
    Me corrijam se eu estiver errado, mas se no futebol um jogador resolve humilhar o outro time que está perdendo, brincando com a bola fazendo embaixadinhas, por exemplo, isso é considerado fair play ou não? Imagina um jogo entre o Brasil e o Camarões, por exemplo, e o Brasil começa a zombar dos jogadores do Camarões, julgando-os inferiores. Soaria mal, não? Sinceramente, humilhar os oponentes eu acho patético e típico de um péssimo esportista. Não sei se cabe punição pra isso, mas a reação negativa da comunidade foi mais que coerente.
×