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  1. 2 points
    JD no grupo do whats eu tenho q ficar dando chá de realidade para esses felas, TODA vez caem na mesma loucura Chip set se não me engano os caras conseguiam por menos de 100$, eles gastam bilhões, os descontos não são baixos assim, fora q paga a pesquisa de desenvolvimento ainda. Vai sair no MAXIMO 500$, aposto aqui se quiser, pq quem fala assim não é gago caralho! hahahahhahaha
  2. 1 point
    Wired publicou um artigo fornecendo os primeiros detalhes sobre o “console ainda sem nome que substituirá o PS4”, que está em desenvolvimento há quatro anos. A mídia visitou a sede da Sony Interactive Entertainment em Foster City, Califórnia, onde conversou com o arquiteto Mark Cerny. “A questão-chave é se o console adiciona um outro nível aos tipos de experiências que você já tem acesso, ou se permite mudanças fundamentais no que um jogo pode ser“, disse Cerny. De acordo com Cerny, o console da próxima geração não será lançado em 2019, mas vários estúdios têm trabalhado com ele, e a Sony recentemente acelerou a implantação de kits de desenvolvimento para o hardware. A próxima geração do PlayStation contará com um chip AMD com uma unidade personalizada para áudio 3D em seu núcleo, um processador baseado na terceira geração da linha Ryzen da AMD, oito núcleos da nova microarquitetura Zenn de 7 nm da empresa, um sólido especializado. Slate drive com uma largura de banda bruta superior a qualquer unidade de slate sólido disponível para PC, compatibilidade retroativa com títulos PlayStation 4 (as gerações anteriores não foram confirmadas) e suporte para gráficos 8K e mídia física. A GPU é uma variante personalizada da família Navi da Radeon, que suportará o rastreamento de raios. “Se você quisesse executar testes para ver se o jogador pode ouvir certas fontes de áudio ou se os inimigos podem ouvir os passos dos jogadores, o ray-tracing é útil para isso“, disse Cerny. “É tudo a mesma coisa que pegar um raio no meio ambiente“. Em relação à unidade de áudio 3D, Cerny disse: “Como jogador, tem sido um pouco frustrante que o áudio não tenha mudado muito entre o PlayStation 3 e o PlayStation 4. Com o próxima console, o sonho é mostrar a dramaticidade da experiência que o áudio pode ter quando aplicamos quantidades significativas de potência de hardware a ele. ” Os solid-slate drivers do PlayStation da próxima geração reduzirá drasticamente as velocidades de carregamento. Para demonstrar isso, Cerny apresentou uma sequência de viagens rápidas no Homem-Aranha da Marvel. que levou 15 segundos na PlayStation 4, contra 0,8 segundos numa versão inicial de “baixa velocidade” do kit de desenvolvimento da próxima geração da PlayStation. A unidade de solid-slate tem benefícios adicionais, de acordo com Cerny, como ser capaz de renderizar o mundo a uma velocidade mais rápida, aumentando assim a velocidade que o personagem pode mover por todo o mundo. Por exemplo, no PlayStation 4 original, a câmera do Homem-Aranha da Marvel se move a uma velocidade do Homem-Aranha, enquanto na próxima geração de PlayStation, a câmera “acelera como se estivesse montada em um caça a jato”. De acordo com a Wired, Cerny fez uma pausa durante esta demonstração para provar que o ambiente ao redor continua “perfeitamente nítido”. Quanto ao que mais pode ser feito, Cerny não pôde responder a essa pergunta, pois ainda é algo que os desenvolvedores estão descobrindo. “Estamos muito acostumados a voar com logotipos no início do jogo e telas de seleção com gráficos pesados, até mesmo coisas como lobbies com vários participantes e processos de carregamento intencionalmente detalhados, porque você não quer que os jogadores apenas esperem“, disse Cerny. Perguntado se havia planos da próxima geração para o PlayStation VR, Cerny disse: “Não vou entrar em detalhes sobre nossa estratégia de VR hoje, além de dizer que o VR é muito importante para nós e que o atual headset PlayStation VR é compatível com o novo console. ” Além do hardware, Cerny não discutiu serviços, recursos ou jogos para o dispositivo. A Sony Interactive Entertainment não comparecerá à E3 2019 em junho para discutir isso. Perguntado se Death Stranding da Kojima Productions seria lançado para a próxima geração do PlayStation, além do PlayStation 4, um porta-voz da sala apenas reiterou que será lançado para a PlayStation 4, mas Wired observou um “sorriso e pausa grávida” de Cerny sugerindo uma versão cross-plataform. O arquiteto líder também brincou com os planos de jogos em nuvem da Sony, afirmando: “Somos pioneiros em jogos na nuvem, e nossa visão deve ficar clara à medida que nos dirigimos para o lançamento“. Para mais novidades, fique ligado no vgBR. Post original em Os primeiros detalhes do PlayStation 5
  3. 1 point
    Mortal Kombat 11 é o mais novo game da famosa série de luta criada por Ed Boon. Desenvolvido pela NetherRealm Studios e publicado pela Warner Bros. Interactive Entertainment para o Xbox One, PS4, Nintendo Switch e PC, o game foi anunciado no The Game Awards 2018 com lançamento em 23 de abril de 2019. A história é uma continuação direta de Mortal Kombat X de 2015, mas também serve como uma espécie de reboot dos eventos. Após a derrota de Shinnok nas mãos de Cassie Cage, Raiden é corrompido e planeja proteger o reino da Terra, destruindo todos os inimigos. A nova vilã Kronika é uma Guardiã do Tempo que não aprova a interferência de Raiden em favor do plano Terreno e por isso reescreve a história trazendo heróis e vilões do passado para o presente. Isso faz com que Shao Kahn, Jade, Baraka, Kabal e vários outros personagens que já haviam morrido retornem do passado criando caos e conflitos no reinado de Kotal Kahn. Com isso, nada do que aconteceu em Mortal Kombat permanece inalterado e novas alianças se formam envolvendo personagens do passado ao lado de suas versões do presente em algumas das melhores cenas que a série já apresentou até hoje. O modo história tem aproximadamente 5 horas de duração, divididos entre 12 capítulos que colocam o jogador no controle de diversos protagonistas diferentes e continua sendo um dos pontos altos do jogo. A NetherRealm evolui sua fórmula de contar histórias no gênero com uma narrativa cinematográfica que mescla as cutscenes e batalhas alternando os protagonistas a cada capítulo da história. Alguns capítulos apresentam 2 protagonistas e você poderá escolher com quem quer lutar em algumas batalhas, o que quebra um pouco da linearidade. O fan service é forte: ver um Johnny Cage jovem discutindo e saindo na mão com sua versão mais velha é empolgante e divertido. O modo História também conta com um trabalho de localização de primeira, com excelente dublagem, dessa vez sem viagens de colocar Pitty para equalizar a cara de ninguém. Na jogabilidade é notável uma evolução já nas primeiras lutas. O combate continua preciso e fluido mas a impressão é que o jogo ficou menos frenético, mais cadenciado e balanceado. No geral Mortal Kombat 11 expande e refina as idéias de seus antecessores, adicionando elementos e aposentando coisas que não funcionavam bem, culminando num dos melhores sistemas da série até hoje. Os X-Ray foram substítuidos pelos Fatal Blows que como os Raios X ainda causam uma grande quantidade de dano, mas só ficam disponíveis quando a barra de vida de um jogador cai abaixo de 30% e só podem ser utilizados uma vez por partida. Os novos Krushing Blows são uma variação aprimorada de um determinado movimento especial e são ativados com certos requisitos cumpridos. Outra novidade na série é a mecânica de Flawless Block, que permite uma janela de recuperação mais rápida após bloquear um ataque com timing preciso. A maior mudança é possivelmente a remoção da habilidade Breaker de interromper os combos. As sequências de combos tem menor importância em Mortal Kombat 11 e a jogabilidade se baseia mais em sequências curtas, algo que remete aos dois primeiros jogos da série com um combate mais lento e menos punitivo. As barras de corrida e stamina foram eliminadas e o sistema de barras de especiais foi simplificado para permitir manobras ofensivas e defensivas amplificadas que podem ser usadas a qualquer momento das lutas. Há duas barras dedicadas para técnicas defensivas e duas para ofensivas e elas recarregam rapidamente, o que incentiva a usar bastante o novo sistema durante as lutas. A velocidade “mais lenta” no geral não foi uma mudança ruim e deu ao jogo um ritmo menos frenético, mais convidativo para novos jogadores e com a adição das barras no geral, também mais agressivo. Como parte da customização, os jogadores podem criar listas de uma dúzia de movimentos personalizados, melhorando o sistema Variation de 3 estilos diferentes para cada personagem apresentado em Mortal Kombat X. A lista de personagens inclui uma seleção de 25 lutadores, dentre eles vários ícones da série como Kabal, Jade, Baraka, Frost, Skarlet, os chefões Shang Tsung e Shao Kahn, o retorno dos estreantes de Mortal Kombat X Erron Black e D’Vorah e três novos personagens: Geras, lacaio de Kronika grande e lento que possui a habilidade de manipular o tempo, Kollector uma espécie de demônio com 4 braços com foco em combos e Cetrion, uma deusa anciã da Terra, filha da vilã Kronika, e usa seus poderes elementais nas lutas. Infelizmente a vilã Kronika não é jogável. A expansão do Tutorial também foi muito bem feita. O modo vai lhe guiar através das muitas mecânicas de jogo, das mais básicas as mais avançadas e realmente oferece um guia completo com vídeos de demonstração e até mesmo um cronômetro que mostra a velocidade com que você precisa apertar os botões para realizar um combo. É um modo completo que reflete a preocupação dos desenvolvedores em ensinar você a jogar o jogo aprendendo todas as mecânicas. Assim como seu antecessor, Mortal Kombat 11 roda em uma versão customizada da Unreal Engine 3 e apresenta os gráficos mais bonitos da série até hoje. É impressionante ver o quanto a equipe da NetherRealm evoluiu do Mortal Kombat X, que já era um dos games de luta mais bonitos da geração. Os modelos de personagens estão maiores, com mais detalhes e graças a iluminação geral ser melhor trabalhada diversos momentos das lutas beiram o foto realismo. O gameplay continua rolando em sólidos 60 FPS mesmo nos consoles base. Essa análise foi feita rodando o game no Xbox One X. Mortal Kombat 11 também introduz um sistema de equipamentos similar ao de Injustice 2. Esse sistema permite que você customize seu personagem como quiser, com os trajes de outras versões dos jogos da série, graças a uma enorme quantidade de itens desbloqueáveis de roupas e acessórios. Você pode obter novos equipamentos jogando o modo História, nas Torres do Tempo e também na Krypta. Cada personagem tem três tipos diferentes e cada um deles tem um conjunto de espaços vazios para aumentar os buffs. O problema é que é um sistema meio burocrático onde você precisa contar com a sorte de achar o item específico que você precisa para o personagem que quer usar. Nas Torres do Tempo você vai encarar diversas batalhas com recompensas específicas que são atualizadas por hora, diariamente ou semanalmente. Cada luta neste modo conta com regras específicas que vão dificultar as condições de vitória, e é aqui que você vai passar a maior parte do tempo coletando moedas para usar na Krypta. Na Krypta a maior parte dos itens nos baús não parece ter um loot muito interessante, ao menos no começo da jornada. O problema é que coletar moedas é demorado e receber um item porcaria num baú que custou caro acaba frustrando um pouco. Fica a expectativa de que melhorem o fluxo de moedas numa próxima atualização. No modo online tive poucas experiências pois o jogo ainda não havia sido lançado oficialmente e poucas pessoas habitavam os servidores. Mesmo assim consegui testar algumas poucas partidas contra brasileiros e não tive problemas de lag, ficando com a barrinha verde na maioria das lutas. Se o game final tiver essa qualidade o online será um sucesso. Mortal Kombat 11 eleva o patamar de uma franquia que tem a capacidade de se reinventar a cada título. Novamente Ed Boon e a sua equipe da NetherRealm Studios conseguiram melhorar o que já era bom em cada aspecto possível. A volta dos personagens clássicos atendeu um apelo dos fãs sem estragar a história nem parecer forçado, o sistema de batalha ficou mais cadenciado e convidativo, os gráficos estão entre os mais bonitos dos jogos de luta e o online está funcionando bem entre os brasileiros. Possivelmente estamos diante do jogo de luta do ano. Pontos Fortes Os melhores gráficos da série Modo História continua o ponto alto Personagens veteranos retornam Jogabilidade refinada Pontos Fracos Economia do game está meio ruim com poucas moedas entrando e custo alto na Krypta Sistema de equipamentos e buffs é meio burocrático Post original em Mortal Kombat 11 – Análise
  4. 1 point
    Comprei aqui pro XboxOneX. Foda é jogar isso depois de RDR2. WD2 é pré AC Origins... Ou seja... Gráfico Ubisoft padrão 2015/2016.
  5. 1 point
    A Konami Digital Entertainment, Inc. anunciou hoje os aguardados quatro jogos finais da primeira Castlevania Anniversary Collection, com Castlevania The Adventure, Castlevania II: Simon’s Quest, Castlevania Bloodlines e Kid Dracula. A coleção completa, com os oito jogos de sucesso da série Castlevania, estará disponível a partir de 16 de maio por um preço de varejo sugerido de US$ 19,99. Além disso, a Arcade Classics Anniversary Collection, com oito títulos clássicos de sucesso, como Haunted Castle, A-JAX, Nemesis, Vulcan Venture, Salamander, Thunder Cross, Scramble e TwinBee, já está disponível na PlayStation Store, Xbox Live, Nintendo Switch eShop e Steam para PC por um preço de varejo sugerido de US$ 19,99. A continuação de Castlevania, Castlevania: II Simon’s Quest apresentou a evolução da franquia ao incluir elementos de RPG que estimulam a exploração do mundo da Transilvânia. A franquia continuou ativa nos anos 1990 com Castlevania Bloodlines, conhecido pelo ritmo mais acelerado e armas energizadas, que se afastou do clã Belmont principal e acompanhava o descendente John Morris. Castlevania The Adventure, lançado em 1989, foi o primeiro jogo da franquia desenvolvido para dispositivos móveis, apresentando mecânicas de jogabilidade para os jogadores descobrirem a Transilvânia na pele de Christopher Belmont. Inédita até hoje fora do Japão, a Castlevania Anniversary Collection também apresentará o jogo Kid Dracula. Lançado com o título Boku Dracula-kun em 1990, Kid Dracula é um simpático e peculiar jogo derivado da franquia Castlevania e é a primeira versão oficial em inglês do jogo disponível no Nintendo Entertainment System. A lista completa de jogos da Castlevania Anniversary Collection inclui: Castlevania Castlevania III: Dracula’s Curse Super Castlevania IV Castlevania II: Belmont’s Revenge Castlevania The Adventure Castlevania II: Simon’s Quest Castlevania Bloodlines Kid Dracula Livro de bônus A Castlevania Anniversary Collection faz parte da comemoração do 50.º aniversário da KONAMI, que reúne jogos das suas franquias mais famosas e títulos clássicos. Para dar vida à Castlevania Anniversary Collection, a KONAMI se uniu à desenvolvedora de jogos M2 para adaptar com perfeição esses clássicos aos sistemas de jogos modernos. Além disso, vários materiais extras, apresentados com o Livro de bônus, como a entrevista com Adi Shankar, um dos produtores da série animada, tornam essa exclusiva coleção digital um amplo e divertido histórico dos primórdios do Castlevania. A Castlevania Anniversary Collection faz parte da comemoração do 50.º aniversário da KONAMI, que reúne jogos das franquias mais famosas e títulos clássicos, incluindo a Contra Anniversary Collection, que será lançada no segundo semestre de 2019. Post original em Konami anuncia linha completa da primeira Castlevania Anniversary Collection, Arcade Classics Anniversary Collection já está disponível nas lojas digitais
  6. 1 point
    "Só fazer boss Rush" Se foder, quem lê parece ser tão fácil como matar um boss Mario, ainda to chorando nesse Genichiro.
  7. 1 point
    Estou na fase de começar jogos e não terminar... e não é porque enjoei do jogo, mas porque tenho pouco tempo pra jogar, então fico querendo jogar tudo ao mesmo tempo. Atualmente, estou terminando a segunda DLC do Witcher 3, parado na metade do Fallout 4, parado na metade do Mad Max, parado em 1/3 do último Deus Ex... Fora que estou jogando For the King e Vermintide 2 (esse último, por sinal, é um dos melhores coops da atualidade e muita gente tá deixando passar batido).
  8. 1 point
    Parecem infantos... Tão vendo há décadas e ainda continuam de garotismo
  9. 1 point
    4k não deixa de ser o preço de uma moto lol
  10. 1 point
    Halo 1 é revolucionário para época mesmo, cenários com tamanho a perder de vista, jogabilidade de primeira, veículos, boa história e permite cooperação na campanha toda. Isso a 18 anos atrás.
  11. 1 point
    Jogando Master Chief Collection. Halo 1 era muito acima da média do que se tinha na época. Com exceção de HL1 e 2. E esse Master Chief Collection vc aperta um botão e o jogo te mostra real time como era o gráfico de ANTES. Sensacional!
  12. 0 points
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