Welcome to vgBR.com - Videogames Brasil

Registre-se agora para ter acesso a todos os benefícios do fórum, o registro é totalmente de graça e você poderá interagir com os usuários do fórum de forma mais ativa

Não perca tempo e cadastre-se agora mesmo, leva 2 minutinhos

 

Após o cadastro poste no tópico de boas vindas para poder ter seu cadastro liberado.

ryo

Membros
  • Total de itens

    2.866
  • Registro em

  • Última visita

  • Time Online

    678d 16h 21m 57s

Reputação

376 Wii

1 Seguidor

Sobre ryo

  • Rank
    64 bits

Métodos de Contato

  • ICQ 0

Últimos Visitantes

721 visualizações
  1. Saga G é o que conta a história de Aiolia? Se for li até uma parte, achei fraco, idem para o Next Dimension. Bem inferiores ao Lost Canvas. Considerando as notas no Myanimelist é consenso que Lost Canvas é bem superior aos outros spin offs.
  2. Lost Canvas é muito bom, desses é o único que daria para considerar canonico, conta algo que é citado na própria série principal.
  3. Outro review, agora de Catherine: https://www.rockpapershotgun.com/2019/01/10/catherine-classic-pc-review/ O cara teve as manhas de fazer um wall of text destacado para falar de uma personagens trans, que é uns 40% de todo o review. De que não engoliu que mesmo sendo uma trans mulher ter os mesmos sonhos estranhos que só homens deveriam ver. Caral*, que pessoal chato.
  4. Todo o pessoal das antigas saindo, vamos ver aonde isso vai dar.
  5. Lembram deste jogo? Este trailer me impressionou na época, só que parece que o diretor teve algum problema com os SJWs. Há rumores de que perderam um financiamento por causa disso e agora estão passando por dificuldades, estão procurando ajuda para poderem terminar o jogo. Já pensou se cancelam o jogo por causa dos SJWs?
  6. O caso do Battlefield 5 ficou famoso, resolveram colocar mulheres na frente de batalha na Segunda Guerra Mundial, soldados com implantes, soldados com katana, cabelos punks. Normal que alguns fãs tenham reclamado por considerar que não é historicamente fiel. Houve uma campanha que se baseou em uma história real, que foi conduzida por uma equipe de elite mas no jogo foi realizada por uma mãe e filha. Novamente, críticas normais falando que se quisessem contar uma história de superação de mãe e filha, deveriam ter criado uma história original e não mudado uma que existia. Pode até ter alguns críticos que realmente são misóginos ou machistas, o problema é que a EA e a DICE comprou a briga e considerou todos os críticos como misóginos e desconsiderou que a reclamação não se limitava às mulheres. Um executivo inclusive falou que se não gostou que não compre. E o que aconteceu? Os fãs não compraram Após todo esse problema resolveram se colocar como paladinos e espalhar a narrativa que eles querem inclusão, os críticos são intolerantes. Fizeram um evento com o mote Everyone's Battlefield Outro caso foi de uma desenvolvedora de Guild Wars 2. Ela acusou um fã de machista e querer ensinar ela a como trabalhar e no fim começou a distratar quem discordava dela. O resultado? Ela foi mandada embora, ficou se vitimizando e quis queimar o filme da Arenanet. Sites como Kotaku compraram a narrativa dela, os fãs viram os fatos e tiveram discernimento de que a versão dela era totalmente distorcida. Veja que a pessoa que discordou dela foi extremamente educada. Até reviewers querem lacrar, recentemente o review de Rim World citou que as histórias dos personagens trans eram reducionistas e de muito mau gosto, dando uma nota 73 (86 no metacritics e 89 users review) mostrando que nota foi tirada por isso. Pouco depois o produtor do jogo revelou que as histórias foram enviadas por pessoas trans mostrando as perspectivas deles, não foram escritas por um game writer. https://www.pcgamer.com/rimworld-review/ Vamos lembrar de casos de lacração na indústria de jogos e suas consequências.
  7. EA está em outro nível, tanto que houve críticas bem maiores e tomou um grande backlash, está pagando pelo que fez. A Activision neste caso está mais cautelosa embora seja ridículo vender um ponto rosa por 1 dólar (o preço real), só que no caso da Blizzard me parece que estão mudando totalmente a filosofia da empresa no forceps.
  8. Ao meu ver ela está tentando avançar até onde dá, está testando a temperatura da água. Não vejo problema nenhum nas microtransações, vieram para ficar e dependendo do modelo de negócios é algo benéfico para todos. O problema é alguém achar que só porque dá dinheiro isso isenta as empresas de críticas independente do caso.
  9. A Blizzard até ano passado, apesar de deslizes como o começo do D3 e o WoW, era uma das poucas developers que eu botava fé. Nesses 10 anos eu gostei de Starcraft 2, Hearthstone, D3 após a expansão e o HotS; o Overwatch que é o único que não joguei é muito elogiado. Não vejo como lixo.
  10. A Blizzard tinha autonomia, ser do mesmo conglomerado é uma coisa, ser a mesma empresa é outra coisa e se a pergunta é se são empresas diferentes, a resposta é sim. A Blizzard tem uma estrutura administrativa separada. O que foi colocado em discussão no primeiro post do tópico é que isso mudou agora, o cargo de diretor financeiro foi ocupado por alguém da Activision recentemente e foram relatados uma mudança de filosofia drástica na Blizzard. Os fatos são esses, queiram ou não. O que se pode especular agora é se daqui para frente a Blizzard vai mudar como muitos estão temendo ou não. Ou se os relatos são exagerados.
  11. Na verdade o backlash aconteceu porque usaram um jogo de celular para fechar a Blizzcon como o grande destaque, se tivessem anunciado sem alarde ou até antes de um teaser do D4 nada disso teria acontecido. Não bastasse isso, ainda chutaram no cachorro morto falando que os seus melhores desenvolvedores foram realocados para projetos mobile. Fico imaginando a repercussão disso se uma Nintendo ou Sony falasse isso.
  12. A reclamação do visual do D3 acho que é pertinente, embora eu nem ache que isso estrague o jogo. Em HotS vinham fazendo um bom serviço mas isso de de cancelar os campeonatos e diminuir os updates (na verdade vão deixar em modo manutenção estilo o D3)... Isso depois de afirmarem o contrário na Blizzcon, coisa de 2 meses atrás. É uma facada nas costas de toda a comunidade do jogo e um sinal de alerta. Na Blizzcon decepcionam os fãs que pagam caro para estarem lá fechando o evento com um jogo mobile, hauhauahuahuahau. Aliás decepcionou a maior parte dos fãs da série depois de ficar soltando pistas e criando hype. O jogo é co-produzido por uma empresa chinesa e adivinhem, Diablo mobile é um reskin de um jogo deles... Nem jogadores de WoW estão felizes, deixaram eles quase um ano sem updates e a expansão recém-lançada decepcionou. Apontam essa falta de sintonia dos desenvolvedores com os jogadores, não ouvem o feedback.
  13. Overwatch não entendo o motivo de vc achar isso, foi um jogo bem polido e de muita qualidade. O Diablo 3, apesar do lançamento ruim, com o tempo foram consertando e a expansão ficou muito boa. Não há nenhum problema em buscar novos mercados com ports para novas plataformas além do PC. O problema é realocar todos os seus melhores desenvolvedores para projetos mobile, mostrando que o foco agora é outro. Quase uma mudança no estilo da Konami que acho que ninguém achou bom.
  14. Já que não estão entendendo, vamos lá: 1- Voltaram atrás no que foi falado na Blizzcon, de que continuariam dando suporte ao HotS, que teriam campeonatos internacionais e as iniciativas de atrair mais pro gamers. Deixaram os pro gamers e as equipes no escuro sem comunicarem mais detalhes, para no final cancelar e acabar com centenas de empregos indiretos, isso apenas 2 meses depois do evento. Teve uma quebra de confiança muito grave com a comunidade, pois foi tudo conduzido da pior maneira possível. Os desenvolvedores ficaram sabendo disso na semana que a empresa anunciou. 2- Ficaram soltando várias pistas de projetos de Diablo, aumentando o hype dos fãs para um grande anúncio iminente na Blizzcon, para no final fecharem a Blizzcom com o Diablo mobile como o último anúncio. Para não terem conseguido antecipar o enorme backlash, realmente perderam o contato com os seus fãs. 3- Após isso teve um painel de perguntas para a mídia onde comentaram que os melhores desenvolvedores foram realocados para projetos mobile. Isso mostrou um enorme distanciamento dos seus fãs tradicionais. 4- Está em curso um grande programa de demissão voluntária na Blizzard, com estimativas de mais de 100 pessoas já terem aderido ao programa. Há matérias citando que muitos desenvolvedores estão desconfortáveis com a mudança da cultura corporativa da Blizzard. A tônica atual é cortar custos ao invés de dar prioridade na qualidade dos jogos. Tem de tudo aí, desde quebra de promessa em poucos meses, demonstração de distanciamento da sua base de fãs e até falha de leitura bizarra em antecipar a reação. Não dá para negar também que realocando seus melhores desenvolvedores para projetos mobile demonstra uma grande mudança no perfil da Blizzard, que sempre lançou jogos complexos e/ou muito polidos, o que geralmente não são os casos de jogos mobile.
  15. É esse o problema, ouvir os investidores (na verdade os engravatados da Activision) e se esquecerem dos fãs. Aliás a Activision Blizzard perdeu quase 50% do valor de suas ações em 3 meses. Logo depois do Diablo Mobile fechando a Blizzcon teve uma conferência aos jornalistas e confirmaram que realocaram todos os seus melhores desenvolvedores para projetos mobile. Após isso as ações despencaram de vez, como se os próprios investidores não aprovassem isso. De maneira geral as ações de empresas de tecnologia e games já vem caindo, porém a maior parte da queda da Activision Blizzard coincide com esses acontecimentos.