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  1. Você está vendo essa questão do armamento de uma maneira bem superficial, aliás vejo que muitos tratam deste assunto desta maneira. Considero essa questão mais pelo lado de que uma pessoa deveria ter a opção de se defender, mais pelo lado da liberdade de escolha, não vejo como uma política de segurança. O que mais vejo é que normalmente as pessoas acham que o Brasil viraria um bangue bangue, que isso aumentaria a violência. Mas antes do desarmamento o Brasil não era assim, era violento mas longe de ser o que muitos hoje temem virar se flexibilizarem a obtenção do porte de armas. Pois bem, entrou o Estatuto do Desarmamento em 2003, após o efeito imediato os homicídios continuaram aumentando, não só isso mas o percentual dos homicídios com armas de fogo aumentaram ao invés de diminuir. Países daqui da América Latina que possuem maior número de armas legais são os menos violentos, nos EUA as cidades que possuem restrições são as mais violentas. Enfim, então está muito longe de ser um consenso que quanto mais armas mais violento fica o local. E há evidências que o efeito de dissuasão existe quando a população está armada, inibindo crimes.
  2. A união de ministérios em si em nada influencia nisso. Qualquer um pode denunciar essas expulsões, se realmente acontece. Mas de novo, a questão dos indígenas é algo bem secundário. E Bolsonaro é o menor dos problemas deles.
  3. Essa conversa de dívida histórica é o pior ponto de partida para qualquer discussão, pois daí teremos que escolher arbitrariamente um ponto. O escolhido geralmente é nas colonizações ou bem depois disso, mas e antes disso? As tribos indígenas guerreavam uma contra as outras, tribos indígenas eram expulsos, outros subjugados e por aí vai. Qual o critério para se chegar ao tamanho das áreas indígenas? É justo? É injusto? Como se chega a isso? É estimado que há pouco menos de 1 milhão de indígenas no Brasil, sendo que quase a metade vive em cidades. Eles são menos de 0,5% da população (já contando quem vive nas cidades), por outro lado quase 15% das terras do Brasil são áreas indígenas. O governo precisa ajudar eles? Por quê? E quem vai expulsar se eles estiverem em áreas de preservação ambiental? Quem disse isso? Algum ativista ideológico? E por que seriam expulsos?
  4. Sempre lhe pertenceram? Quem definiu isso? Porque eles viviam nelas? Eu acho essa questão dos indígenas bem secundário, a preocupação mesmo tem que ser na fauna e na flora, na preservação. Enquanto tivermos a ideia pueril de que os indígenas são homens do mato que não vivem com a civilização, vamos ficar dando atenção demasiada a essa questão. Há indícios de que índios também estão envolvidos em desmatamento. Além de que já teve casos que chegaram a cobrar pedágio para passar por terras indígenas. Isso só para citar alguns casos.
  5. A respeito da Amazônia precisa conciliar a extração dos recursos com sustentabilidade, não é algo simples. Sobre os indígenas pelo que vi do que o Bolsonaro falou, tendo a concordar com ele. Reservas indígenas equivalem a mais que o tamanho do Estado do São Paulo e o ativismo quer aumentar mais isso. Essa questão me parece bem contagiada ideologicamente, pois boa parte dos indígenas não são mais os que vivem só na natureza, então perdeu a razão tantas terras serem demarcadas assim. E colocando em cima disso a crise hídrica do sudeste e expulsão indígena, me parece uma narrativa fabricada pelos ativistas.
  6. Claro que seria algo um pouco genérico, mas basicamente se ele fizer isso já vai ser muito e está tudo lá: 1- Reforma da previdência: - Em adição à opção atual termos a opção de previdência por capitalização 2- Reforma tributária - Descentralização e municipalização - Simplificação e unificação de tributos - Melhorias na carga tributária 3- Economia - Continuar com o tripé econômico - Privatizações seguido de abertura de mercado para a concorrência e concessões - Diminuição da dívida inclusive com o recurso levantado com privatizações - Abertura comercial com menos imposto de importação, derrubada de barreiras não-tarifárias e acordos comerciais bilaterais - Simplificação na criação e fechamento de empresas 4- Reforma trabalhista - Opção de contrato individual fora da CLT - Opção de escolha de sindicato
  7. Fodeu por quê? A esquerda produziu vários factóides e pintou um monstro 1000 vezes pior do Bolsonaro do que ele realmente é. Não caia nessa. O meu receio com o Bolsonaro é se ele vai conseguir colocar o plano de governo dele em prática. Se ele der uma de Dilma querendo passar o trator por cima e tudo ficar travado no Congresso, estamos ferrados. A situação do Brasil só vai piorar com o tempo.
  8. O pessoal do Novo é inexperiente na política, estão aprendendo botando a mão na massa. Tudo isso faz parte do aprendizado. No congresso eles votarão a favor das mesmas pautas na maioria das vezes e vai ser natural a aproximação.
  9. Muito cedo para ver as coisas se materializarem, ainda mais que é apenas a primeira eleição majoritária do partido. Coerência é algo que prezo muito, inclusive na política. E como não pegar atalhos era algo que o Amoedo pregava, respeito a decisão dele. Sobre se vai continuar sendo um partidinho, a conferir. Não quero fazer previsões. Mas gosto que eles se adaptaram, antes os candidatos não poderiam apoiar candidatos de outros partidos que não tivesse apoio do Novo. Isso até foi motivo de críticas, eu mesmo achei isso bem engessado. O Arthur do mamãefalei inclusive só não se candidatou pelo Novo por causa disso. Hoje já não é assim, o Christian Lohbauer disse que aprenderam muito com esta eleição e mudaram isso. Com o tempo o partido aprende botando a mão na massa e participando do jogo político. Contanto que não se desvirtuem, torço para que cresçam cada vez mais.
  10. Tá, o que o faz soltar esta afirmação de que falta consciência pública ao Amoedo? O fato dele utilizar a candidatura para promover o partido e dar mais visibilidade aos outros candidatos? Mas ele não teria chance de vencer mesmo, através de seus deputados é que o Novo poderia fazer diferença a curto prazo.
  11. Alguém que se casa com mãe solteira é menos preconceituoso e mais inclusivo do que a maioria das pessoas. E que ainda escuta um pedido como o exemplo que dei, vai muito longe deste exemplo seu aí. Enfim, o que de prático ou concreto temos para temer uma perseguição por parte dele? Muito pouco, aliás vejo práticas antes das eleições que até vão contra essa narrativa criada.
  12. Eu entendo o seguinte, quando ele fala de minorias quase sempre ele quer dizer a militância, que infelizmente foi subvertida pelo esquerdismo. Pois na prática ele tem um sogro negro, casou com uma mãe solteira e desfez uma vasectomia por pedido dela. Ao menos aí já caem duas pechas, a de racista e machista/misógino. E sobre o Collor, o Congresso deu aval ao que ele fez.
  13. Não tinha visto esse discurso mas fica na mesma, o que ele quis dizer? Que os incomodados que se mudem? E o mais importante, o que ele faria na prática? No plano de governo não vejo nada neste sentido, muito menos utilizar de meios que desautorizem o congresso e o MP como há no do PT para conseguir fazer algo neste sentido.
  14. Desaparecer ele falou de militância de maneira genérica, não?
  15. Ah sim, sem consciência da vida pública e política é o Amoedo, não os mais de 90% dos políticos que só querem saber em aparelhar, fazer conchavos, desviar dinheiro público.