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ryo

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  1. Até a própria Square está querendo varrer o 8 debaixo do tapete, ahahah. Não faz falta. Foi bem fraquinho, acho o 13 melhor.
  2. Geralt e Estelle não são desta geração... Estelle então surgiu em 2004, época do PS2 ainda...
  3. Não vejo essa dificuldade em definir o que é o Yakuza, tanto que nem a própria Sega define ele como um RPG mas sim como um action adventure. O jogo está mais para um Shenmue do que para FF15.
  4. Parece que deram uma alterada na fórmula do Yakuza, tem uma dinâmica mais centrada em investigação e busca de provas. Ainda tem a exploração na cidade e as lutas mas espero que tenham diferenciado bem em relação ao Yakuza.
  5. Yakuza é action/adventure... The Banner Saga 3: 84 https://opencritic.com/game/5916/the-banner-saga-3 Lost Sphear: 70 https://opencritic.com/game/5212/lost-sphear E eu falei tão ou mais relevantes quanto ele. Então não deixei especificado se é mais ou menos relevante. O que o Wangtang está fazendo é a mesma coisa que falar que Final Fantasy Tactics não conta como um tipo de RPG. Cara, citar SRPG é muito mais válido que citar Yakuza. Citar Yakuza é quase como citar GTA.
  6. Hã? Yakuza não é RPG, fora que Lost Sphear e SF Resonance não são relevantes. Fora que o SF Resonance é relançamento de um jogo do PS3. Mas se for citar WRPGs com mais ou igual relevância que esses 2 ae: Além dos 2 que você citou tem The Banner Saga 3, Phantom Doctrine, Pillars of Eternity 2, Pit People, Tower of Time e Battletech. No final do ano tem o Fallout 76.
  7. Não vejo esse monte de JRPGs sendo lançados se for contar apenas os relevantes, acho que está na mesma toada dos WRPGs.
  8. Opa, te enviei pedido para te adicionar.
  9. O único MOBA que me divirto, esse ritmo de colocar 1 herói novo por mês é fora de série, além de skins, balanceamentos e novas arenas de vez enquando.
  10. E eu esperando um Diablo 4 com ambientação mais dark que o 3...
  11. Um Yakuza com ambientação ocidental onde você controla um emo que sofria abusos na infância. E que resolveu aprender a lutar.
  12. Vamos lá, o jogo tem partes de exploração que é a maior parte do jogo, com uma cidade grande para explorar e muitos mini games. Daí acontecem batalhas entre o eventos ou um cara aleatório te provoca na rua. Pessoal que compara com Musou está viajando.
  13. Deve ficar pouco acima do 3DS, que passou de 70 milhões. Já que juntou os 2 públicos, né? Difícil ficar abaixo.
  14. Bom, MS e Sony também lançam suas loucuras, acho válido. O Kinect da MS, o Wonderbook e o PSVR da Sony são experimentos válidos. O problema é quando empurram isso junto como o Kinect no X360 e o tablet com o Wii U. Mas o que dou mais valor mesmo são as melhorias e serviços como como Xbox Live, XB Game Pass, Plus, etc...
  15. Um dos principais fatores é exatamente o que a Nintendo temia, a fórmula de se diferenciar nos consoles esgotou. Não sobrou a ela outra alternativa senão juntar o console com o portátil, é uma decisão acertada ao meu ver. Para compensar isso a Nintendo se lançou nos celulares, outra decisão acertada. Um novo console estilo o Wii ou Wii U da Nintendo não seria muito diferente da performance do Wii U. Com as thirds japas que davam suporte aos portáteis da Nintendo mais a Nintendo focada em uma só plataforma, todos nós gamers ganhamos com isso. Fora que ainda pode receber ports de alguns jogos como o Doom e Skyrim, jogos que o público da Nintendo não estava acostumada.