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  1. A Square Enix diz estar olhando bem de perto o crescimento do novo console da Nintendo, o Nintendo Switch, e que tem planos para o futuro do console. Yosuke Matsuda presidente da Square Enix em uma sessão de perguntas e respostas afirmou que a empresa tem interesse de crias novas propriedades para o Nintendo Switch, até mesmo reboots de títulos antigos para o console híbrido da Nintendo: “Baseamos as alocações de recursos de desenvolvimento nos atributos exclusivos de cada plataforma. Em particular, o Nintendo Switch torna mais fácil para nós alavancar nosso catálogo de recursos e expertise, então queremos ser proativos na criação de novas IPs e em reboots de títulos passados para essa plataforma”, disse ( Gematsu). O diretor ainda comenta como o console vem sendo bem aceito pelo público que está aderindo a ideia rapidamente: “Nós pretendemos ser pró-ativos em nossos esforços de desenvolvimento, dado que é uma plataforma que se adequa aos títulos médios em que nos destacamos”, avaliou o Yosuke Matsuda . Para mais informações sobre a Square, a Nintendo e outras empresas continue acompanhando a vgBR. Leia matéria original no site, e comente!!!
  2. Neverwinter Nights é um título de RPG clássico baseado no universo de Dungeons and Dragons, o game original foi lançado em 2002 e ganhará remasterização para PC em breve. O jogo está em desenvolvimento, a Beamdog um estúdio canadense formado por ex-colaboradores da BioWare está responsável pelo desenvolvimento e por mais que o game não tenha uma data de lançamento o jogo deve sair “em breve”: “Nós adicionamos uma tela aprimorada excelente para monitores 4K modernos, os elementos da interface agora se ajustam em tamanho com base na resolução escolhida, e os efeitos de pós-processamento criam imagens mais finas e limpas“, indicou a desenvolvedora em um comunicado ( PC Gamer). “Jogos salvos, módulos e mods do Neverwinter Nights original também funcionarão na edição remasterizada“. Uma twitch está marcada para as 18h prometendo mostrar mais do game, o game deve sair em pré-venda na Steam ainda hoje provavelmente após o término da transmissão da stream. O link para a stream: https://www.twitch.tv/beamdog Para mais informações continue acompanhando a vgBR Leia matéria original no site, e comente!!!
  3. Integrar universidade, indústria de jogos digitais, desenvolvedores independentes e a comunidade. Esse é o objetivo da 2ª Mostra de Jogos do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, que será realizada no dia 15 de dezembro. A mostra, organizada pelo grupo de extensão do Fellowship of the Game (FoG), é um dos maiores eventos de desenvolvimento de jogos do interior de São Paulo e terá palestras, mesas redondas com desenvolvedores e pesquisadores e vários jogos em exposição para o público se divertir. Os visitantes poderão, ainda, conhecer os projetos de grupos de desenvolvimento de jogos da USP, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), da UNICAMP e da UNESP. Entre os convidados estão a empresa independente Grumpy Panda e o professor e desenvolvedor Kleber Andrade, que faz doutorado na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC). A Ubisoft também estará presente na mostra, em parceria com a Microsoft, e trará seu novo jogo para exibição, Assassin’s Creed Origins. Além disso, o evento terá palestras com os convidados Alexandre Kikuchi, da Unity, e o professor Bruno Campagnolo, da PUC do Paraná, que também é organizador da Global Game Jam no Brasil. A programação completa está disponível na página do evento no Facebook. A iniciativa surgiu em 2016 em comemoração à criação da primeira disciplina de jogos no ICMC e como espaço para os alunos exibirem os games criados durante o semestre. A 2ª Mostra de Jogos é gratuita, aberta a todos os interessados e será realizada no dia 15 de dezembro, sexta-feira, das 9 às 19 horas, no hall da Biblioteca Achille Bassi, no ICMC. Não é preciso fazer inscrições para participar. Leia matéria original no site, e comente!!!
  4. A Capcom anunciou que o novo Puzzle Fighter será lançado para dispositivos Android e iOS durante a semana de 20/11. Uma data exata ainda não foi anunciada, mas será um lançamento mundial. Desenvolvida totalmente pela Capcom Vancouver, esta sequência de um dos jogos de puzzle mais populares de todos os tempos estará disponível como um download gratuito no iPhone, iPad e dispositivos Android. O clássico jogo de puzzle dos arcades foi modernizado com um novo visual e novos recursos, incluindo suporte a placares de líderes, suporte a conta de convidado, opção de cores para daltônicos (pela primeira vez na série) e mais. Puzzle Fighter oferece um grande elenco de personagens lendários e estágios de franquias populares da Capcom. Figuras populares como Ryu, Ken ou Chun-Li (Street Fighter), X (Mega Man), Morrigan (Darkstalkers), Frank West (Dead Rising) e outros ganham vida com dublagem e golpes especiais cinematográficos. Os jogadores escolhem um personagem principal, cada um com seus próprios pontos fortes e benefícios, para encarar oponentes com ação explosiva. Além disso, é possível escolher até dois personagens de suporte para melhorar ainda mais ou complementar as habilidades do personagem principal. Simples de aprender e com profundidade estratégica, este jogo de puzzle extremamente cativante coloca os jogadores numa disputa para ver quem empilha joias da melhor maneira para desferir combos épicos e derrotar o oponente. Emocionantes batalhas versus em tempo real, opções gratificantes para um jogador e uma infinidade de conteúdos para destravar esperam nesta luta de puzzle definitiva! Leia matéria original no site, e comente!!!
  5. O Golden Joystick Awards é uma premiação inglesa com voto da audiência que elege os melhores jogos do ano, a votação pode ser feita por qualquer um online. The Legend of Zelda: Breath of the Wild venceu como jogo do ano na premiação desse ano, o game levou ainda o prêmio de melhor audio, melhor game da Nintendo e escolha dos críticos, segue a lista completa da premiação abaixo: Jogo do ano: The Legend of Zelda: Breath of the Wild Melhor história: Horizon Zero Dawn Melhor design visual: Cuphead Melhor áudio: The Legend of Zelda: Breath of the Wild Melhor performance: Ashly Burch (Horizon Zero Dawn) Melhor jogo indie: Friday the 13th: THe Game Melhor jogo multiplayer: PlayerUnknown’s Battlegrounds Estúdio do ano: Nintendo EPD Melhor jogo em realidade virtual: Resident Evil 7 Jogada de eSports do ano: Agilities Time de eSports do ano: Lunatic-Hai Jogo de eSports do ano: Overwatch Melhor streamer/apresentador: Markiplier Jogo mobile e portátil do ano: Pokémon Sun e Moon Jogo do ano da Nintendo: The Legend of Zelda: Breath of the Wild Jogo do ano do PlayStation: Horizon: Zero Dawn Jogo do ano do Xbox: Cuphead Jogo do ano do PC: PlayerUnknown’s Battlegrounds Escolha dos críticos: The Legend of Zelda: Breath of the Wild Breakthrough Award (atuação): Ashly Burch Hall da fama: Final Fantasy Jogo mais aguardado; The Last of Us Parte II Prêmio “ainda estou jogando” – World of Tanks Contribuição à indústria de games britânica: Debbie Bestwick Lifetime Achievement: Sid Meier Para mais notícias, artigos e vídeos continue acompanhando a vgBR Leia matéria original no site, e comente!!!
  6. Spintires: MudRunner é um game de simulação de transporte off-roads desenvolvido pela Saber Interactive e distribuído pela Focus Home Interactive disponível para PC, Xbox One e PS4. Confesso não ser fã do gênero simulador de trabalhos e poucos foram os títulos que consegui tirar proveito. Por mais que MudRunner seja um game bem feito ele não foi exceção. O game não possui um enredo, não que esse estilo de jogo necessite de um, mas é algo que pra muitos pode ser revelante. O modo “campanha” também não deveria ser chamado assim já que o jogo é constituído basicamente de desafios, sem um gerenciamento da empresa, motorista ou nada do gênero, sem personagens. Mas como eu disse, isso não é necessariamente um ponto negativo, apenas um detalhe dentro do game. O jogo possui um modo single player, um modo de desafios e um modo multiplayer online. Todos os modos são baseados no mesmo conceito de resolver tarefas com os caminhões. São 19 veículos off-road únicos, cada um com sua característica, potência e gama de equipamentos e cabe a você decidir o que usar na situação dada e administrar combustível, peças, peso e recursos do veículo para realizar a tarefa em um cenário sandbox. As tarefas são em sua maioria entregas em percursos difíceis. O jogador inicia com o caminhão, equipa ele com as peças que julgar necessário (que vão de carretas adicionais a tração nas rodas), faz o percurso e tenta não danificar o motor. O percurso em si é um fator importante. Você vai encarar lama, poças d’água, subidas ingrimes e terá diversos empecilhos que não só dificultarão sua vida mas que podem fazer tudo dar muito errado. Peso demais e falta de ajustes podem fazer a gasolina acabar, atoleiros podem travar seu caminhão e subidas muito íngremes podem até tombar a carga e a carreta. O multiplayer é o mesmo conceito com três jogadores cooperativos. Enfrentei bastante dificuldade com lags e perda de pacotes durante o gameplay online porém as partidas foram bem rápidas para encontrar jogadores e iniciar. Um ponto extremamente negativo do game é a câmera. Ela é mal otimizada, mal posicionada e a decisão dos desenvolvedores em deixá-la livre foi mal acertada. Durante todo meu gameplay tive problemas com a câmera, tirando a “câmera de manobra” que é aceitável. Mesmo não sendo minha praia, não tendo um enredo ou uma campanha e com uma câmera extremamente irritante tem um ponto positivo que chamou minha atenção e com certeza merece ser levado em consideração: os gráficos são excelentes. Os carros são muito bem modelados e você consegue ver a riqueza de detalhes das peças, o motor e todas as “engrenagens” funcionando ali. Parece realmente que os caras montaram um carro peça por peça. Toda a movimentação também está incrível com ótimos efeitos para a água, iluminação e sombras. A física do game é impecável e a forma que o carro retorce nas pistas disformes, , os amortecedores, pneus cheios de lama atolando, a marcha dando potência pro caminhão que modifica a forma como ele reage na estrada… essa parte do game é realmente demais! Os efeitos sonoros são competentes com o som do motor, barulho das árvores, água, lama, escapamento são ótimos. O jogo está em português o que facilita o entendimento das mecânicas e objetivos. Spintires: MudRunner é um game de nicho, focado para quem curte desafios de simulação e os veículos do game, com gráficos excelentes e uma câmera irritante, tem seus pontos positivos e pode divertir quem procura algo diferente. Pontos Positivos Gráficos excelentes Efeitos sonoros competentes Pontos Negativos Câmera extremamente mal feita Falta de uma campanha de fato Leia essa análise no site, participe e comente!!
  7. Lego Marvel Super Heroes 2 é um jogo de ação-aventura com Lego desenvolvido pela Traveler’s Tales e publicado pela Warner Bros. Interactive Entertainment para Nintendo Switch, Xbox One, PlayStation 4 e PCs. É a sequência de Lego Marvel Super Heroes e o terceiro jogo da franquia Lego Marvel. Jogos de Lego baseados em franquias licenciadas não são novidade para ninguém. Esses games tem feito a cabeça da criançada (e de toda família) desde 2005 com o lançamento de Lego Star Wars: The Videogame. Gosto muito dos jogos da Traveler’s Tales desde Mickey Mania lá nos 16 bits, passando por Rascal no primeiro PlayStation e chegando nos jogos de Lego nos consoles de 128 bits. Esse estúdio tem uma forte característica que é a qualidade do visual. Eles sempre prezam muito por isso; Mickey Mania como citado anteriormente já mostrava efeitos raramente vistos em consoles da época, Rascal tinha texturas de alta qualidade e até mesmo Sonic R possuía excelentes simulações de água e metal num console extremamente limitado em matéria de gráficos poligonais como era o Sega Saturn. O estúdio foi amadurecendo com os anos e quando chegou a vez deles produzirem jogos baseados em Lego, parecia uma escolha perfeita. Lego Marvel Super Heroes 2 é um jogo super bonito, daqueles que dá gosto ver as animações de tão bem feita que ficou a caracterização dos heróis e vilões da Marvel nesse título. Tem carisma transbordando aqui e a atenção para os detalhes das pecinhas evocam um sentimento de nostalgia de quando brincávamos horas e horas com Lego quando criança. Lembro que quando vi o fogo em formato de Lego dentro do jogo já trouxe lembranças de um castelo que tinha, bons tempos aqueles! Os cenários são muito loucos e passamos por regiões montanhosas, castelos medievais (eba!) até bases subaquáticas. Dá vontade de continuar jogando só para ver onde nós vamos cair na próxima fase. Isso tudo com uma trilha sonora orquestrada de fundo que deixa tudo mais épico e grandioso, lembrando bastante a pegada dos filmes. Já a fórmula do jogo não teve muitas alterações. Diferente da versão anterior que era basicamente um corredor com um chefe no final, aqui temos diversos segmentos que envolvem quebra-cabeças, exploração e claro, montar Legos para alguma finalidade. É um jogo que fica melhor e mais divertido se jogado em dupla. Dei tanta risada durante minhas aventuras e não consigo lembrar de quantas vezes estava enfrentando um vilão ou resolvendo algum quebra-cabeças e do nada surge um diálogo que me faz parar para rir. O roteiro é bem escrito e gargalhar com piadinhas leves é algo que não via fazia muito tempo. Infelizmente na mesma proporção que cai no riso, me irritava com quebra-cabeças mal explicados, diria que até crípticos em grande parte. Como existem muitos personagens (muitos mesmo) e cada um tem suas características próprias, o jogo explica esses sistemas de forma abrupta podendo deixar os jogadores confusos com o que devemos fazer para avançar. Em um momento específico precisava fazer com que o Capitão América jogasse seu escudo contra 2 botões fazendo com que eles ativassem uma porta. Fiquei um bom tempo nessa parte pois o aviso que aparece na tela ficava bem longe de onde eu supostamente precisava estar, o que considero uma falha de design bem notável. Coisas como essa acontecem de tempos em tempos, mas não chegam a estragar a experiência de forma alguma. O jogo consegue manter o interesse do jogador com situações inusitadas e divertidas, conciliando bem o balanço entre jogatina e animações. É fácil dizer que Lego Marvel Super Heroes 2 é o maior jogo da série Lego. O vilão Kang o Conquistador criou Chronopolis e colocou diversos mundos um do lado do outro e dando um panorama na nave você consegue perceber bem a bagunça que foi feita. Bagunça que nós jogadores teremos o maior prazer em arrumar, afinal sempre foi divertido colecionar Legos e aqui a experiência continua, de forma digital, mas ainda sim tá valendo! Tem tanta coisa para fazer nesse jogo, personagens para desbloquear, cheat codes, modos de jogo e por aí vai. Muitas delas você compra com o dinheiro do jogo que são as pecinhas, portanto corra atrás delas e destrua tudo que você vê pela frente. Existe também um incentivo muito grande de rejogar as fases pois alguns quebra-cabeças só podem ser resolvidos por determinados personagens, especialmente aqueles onde precisamos salvar Stan Lee (sim, ele está aqui). Fique atento aos chamados dele porque costuma ficar em lugares obscuros. O jogo foi feito pensando nos fãs da Marvel, tanto para aqueles que conhecem de tudo quanto para os que acompanham somente nas telonas. Eu não me considero fã e ainda sim consegui me divertir bastante, fora que aparece cada figura que dá vontade de ir atrás para saber suas origens. Inegável que a Marvel possui um universo extremamente rico e os produtos baseados em suas franquias não param de ser lançados. Lego Marvel Super Heroes 2 tem uma dificuldade bem leve, permitindo que jogadores de todas as idades e habilidades possam se divertir. Eu não vi um game over sequer e para falar a verdade nem sei se tem game over aqui. Contudo isso me fez perceber o quão bom um jogo desses é para aqueles pais que querem jogar com seus filhos pequenos. Eles podem controlar Hulk quebrando tudo pela frente enquanto o paizão resolve todos os quebra-cabeças, abre portas e aperta os botões, afinal Hulk tá mais interessado em destruir tudo, né? Fico muito contente em saber que ainda existe espaço para jogos como esse, com uma pegada mais infantil, podendo jogar em duplas no mesmo sofá e ainda tendo uma infinidade de coisas para desbloquear, aumentando o valor do jogo consideravelmente. Os defeitos formulaicos da série ainda existem, mas a Traveler’s Tales continua no caminho certo e espero que voltem a explorar outras franquias, afinal tudo fica melhor, mais divertido e mais engraçado na forma de pecinhas de Lego! Pros Visual excelente, carismático que mantém a identidade da Marvel Jogabilidade simples e divertida MUITOS colecionáveis! Contras Quebra-cabeças simples com soluções complicadas Podia ter mais impacto nos golpes Muita coisa bacana escondida por DLC Leia essa análise no site, participe e comente!!
  8. Neste fim de semana (17 a 20 de novembro), os jogadores de todo o Brasil poderão se tornar agentes da Overwatch gratuitamente. Neste período, todos os heróis e mapas estarão disponíveis. Além disso, os agentes poderão utilizar a recém-chegada Moira, uma suporte com habilidades bióticas apresentada durante a BlizzCon 2017. Os jogadores também poderão utilizar uma variedade de modos, entre eles o Jogo Rápido, Jogo Personalizado e o Arcade, podendo subir de nível, ganhar Caixas de Itens e desbloquear diversas opções de personalização. Se você decidir comprar Overwatch após testar o jogo, poderá manter todo o progresso obtido no fim de semana. Basta usar a mesma conta Blizzard, Xbox Live ou Sony Entertainment que você usou para jogar. Para mais detalhes em relação aos horários de implementação e informações do fim de semana grátis, acesse o site oficial. Lançado em maio de 2016 e eleito Jogo do Ano pelo The Game Awards, Overwatch já conta com mais de 30 milhões de jogadores em todo o mundo e está disponível totalmente em português para PC, Xbox One e PlayStation 4 a partir de R$ 159,99. O preço inicial do jogo dá acesso a todos os heróis e mapas que serão lançados futuramente sem custo adicional. Acesse www.playoverwatch.com para mais informações e para adquirir a versão digital do jogo. Leia matéria original no site, e comente!!!
  9. Call of Duty: World War II é novo game da franquia anual da Activision. Foi desenvolvido pela Sledgehammer Games de Call of Duty: Advanced Warfare e está disponível para Xbox One, PlayStation 4 e PC na Steam. Do Dia D até a ponte de Remagen… Depois de jogar Wolfenstein II: The New Colossus e da excelente campanha de Infinite Warfare no ano passado eu não imaginava que seria surpreendido com tamanha qualidade em WWII. O modo campanha desse game é intenso e emocionante do começo ao fim. Os personagens são marcantes, os cenários são épicos e os set-pieces são simplesmente espetaculares. O jogo oferece 11 missões no total e todas elas nos mostram como a campanha dos soldados aliados na segunda guerra foi cruel. O jogo é brutal e mostra várias situações dentro da guerra que devem ter acontecido de formas bem mais complicadas. Fazia tempo que não me identificava tanto com as motivações de personagens dentro de um game. Esse é o melhor Call of Duty que me recordo desde os primeiros da série e embora não tenha sido um modo campanha tão ousado quanto ao do ano passado foi o mais marcante dentre todos os jogos da série pra mim. A jogabilidade está acertada como todo ano e gostei muito do feedback das armas, principalmente na animação de morte dos inimigos. Foram aproximadamente 10 horas intensas e emocionantes na campanha. Eu joguei o game no nível “Casca Grossa” no PC e já fiz algumas missões no “Veterano” na versão de PS4. Ambas as versões estão espetaculares visualmente e rodam com boa fluência mantendo a taxa de quadros praticamente o tempo todo nos 60 quadros. A direção artística e sonora como sempre está primorosa e faz toda diferença quando experimentamos um AAA do calibre de Call of Duty. Foi um trabalho caprichado na parte técnica e acredito ter visto algumas das cutscenes em tempo real mais impressionantes da minha vida, do mesmo nível de CGs. NAZI ZOMBIES O glorioso Zombies está de volta e dessa vez mais horripilante do que nunca. Quem deu a vida ao modo foram ex-devs da Visceral Games que é o estúdio por trás da tenebrosa série Dead Space. O modo está muito mais tenso que os anteriores não só por conta dos inimigos macabros e dos cenários mais escuros. Os bosses e toda ambientação foram pensados nessa pegada mais puxada para o terror e eu também senti que a dificuldade aumentou. Agora no final dos mapas temos bosses mais elaborados e que precisam do trabalho em equipe para serem vencidos. Dessa vez o game se passa num apocalipse zumbi em meio a segunda guerra e é apresentado com uma temática totalmente diferente da campanha, com direito a sustos e ataques vindos de todos os lados. Os personagens desse ano novamente são figuras famosas de seriados como a Lagertha da série Vikings e Ving Rhames, que auxilia Ethan nos filmes Missão Impossível. Se você gosta de modos cooperativos para sofrer com seus amigos não deixe de experimentar esse modo que permite até 4 jogadores simultâneos e vai exigir bastante trabalho de equipe. By the end… Call of Duty: World War II é o pacote completo do final do ano. Tem uma campanha intensa que nós leva a reviver a segunda grande numa outra perspectiva. O modo Nazi Zombies é tenso e assombroso e vai exigir o melhor da sua equipe. E o modo mais importante, o multiplayer foi completamente recauchutado oferecendo novos modos de jogo e retornando a jogabilidade clássica e mais tática dos primeiros Modern Warfare. Prós A campanha é emocionante e intensa Trabalho audiovisual é espetacular no PC e nos consoles Nazi Zombies é o melhor e mais tenso da série Jogabilidade gostosa e precisa como sempre Conteúdo de jogo para todos os gostos Contras A campanha é curta Versão de PC não está 100% e sofre com alguns bugs de performance Leia essa análise no site, participe e comente!!
  10. Blake Jorgensen diretor executivo da EA pede paciência aos fãs pela polêmica com as micro-transações envolvendo o novo game Star Wars Battlefront II. Star Wars Battlefront II está prestes a ser lançado e está gerando polêmica sobre um sistema de micro-transações de itens e heróis dentro do game, o ato foi caracterizado pelos fãs como pay-to-win (pagar para vencer). A EA não perdeu tempo e o diretor Jorgensen já vem se pronunciando sobre o caso, “A beleza dos games de hoje é que você pode constantemente arrumá-los. Então o que ouvimos hoje, vamos melhorar, e será melhor amanhã. Executar um game como um serviço é sobre prestar atenção, ouvir e reagir à comunidade para tentar desenvolver uma ótima jogabilidade.” A empresa já reduziu o preços dos heróis desbloqueáveis em 70%, promete que está ouvindo os comentários dos fãs e que irá agradar a todos, tornar o jogo empolgante para todos jogarem. Para mais informações e notícias continue acompanhando a vgBR. Leia matéria original no site, e comente!!!
  11. Resident Evil Revelations 1 e 2 chegará dia 28 de novembro para Nintendo Switch, no vídeo abaixo foi mostradas novas características que serão implementadas nessa nova versão. A versão para o console da Nintendo contará com todas as DLCs, campanha multiplayer, utilização dos Amiibos e do sensor de movimentação do Joy-Con. Para mais informações sobre esse e outros games continue acompanhando a vgBR. Leia matéria original no site, e comente!!!
  12. Se trata de Sky, novo game da Thatgamecompany que é responsável pelo consagrado Journey ganha o primeiro vídeo de gameplay. A mecânica do game será toda em torno da luz, enquanto portador da luz seu objetivo será iluminar locais e acender outros objetos. O game também terá foco no multiplayer que será necessário para a resolução de diversos puzzles. Sky será um game de exploração bem romantizado onde os jogadores, “filhos da luz”, levarão essa dádiva a locais que necessitem de sua presença. O game chega primeiro no iPhone, iPad e Apple TV no final de 2017, e para outras plataformas futuramente. Não foi revelado se os games sairão para consoles e PC ou apenas para outras plataformas mobile, para mais informações continue acompanhando a vgBR Leia matéria original no site, e comente!!!
  13. A Warner Bros. Interactive Entertainment, a TT Games, a LEGO Group e a Marvel Entertainment anunciam o lançamento do LEGO Marvel Super Heroes 2, sequência do aclamado LEGO Marvel Super Heroes. Nessa nova aventura, o super vilão viajante do tempo Kang, o Conquistador, roubou inúmeras cidades do universo Marvel para formar o mundo aberto de Chronopolis. Partindo diretamente onde o jogo original terminou, a nova aventura apresenta uma história completamente original, co-escrita pelo premiado escritor de quadrinhos Kurt Busiek, que reúne uma lista de icônicos super-heróis e vilões da Marvel de diferentes períodos de tempo e realidades. Os jogadores terão a oportunidade de explorar 18 locais de diferentes dentro de Chronopolis, das selvas de Wakanda à Asgard. O game também possui um modo multijogador local de quatro jogadores, permitindo que amigos e familiares joguem de forma competitiva ou cooperativa como uma equipe em uma série de desafios temáticos e arenas de batalha. Para os jogadores que querem continuar suas aventuras além do jogo principal, o Passe de Temporada de LEGO Marvel Super Heroes 2 incluirá seis pacotes de nível e quatro pacotes de personagens. Os pacotes de nível apresentam conteúdo inspirado em Guardiões da Galáxia Vol. 2, Pantera Negra, Vingadores: Guerras Infinitas, Homem-Formiga e a Vespa, Manto & Adaga e Os Fugitivos (The Runways). Os Pacotes de Personagens adicionarão mais de 60 novos personagens à lista do jogo principal. O Passe de Temporada estará disponível separadamente ou como parte da Edição Deluxe de LEGO Marvel Super Heroes 2. No Brasil, a edição Deluxe está disponível em edição digital para todas as plataformas e física para PS4 e Xbox One. A edição física Deluxe inclui o jogo, o Passe de Temporada, o acesso antecipado ao pacote de personagens clássicos Guardians of the Galaxy, um poster exclusivo e a Minifigura LEGO exclusiva do Gigante Hank Pym, que só estará disponível nesta edição do jogo. LEGO Marvel Super Heroes 2 já está disponível totalmente em Português para PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch e PC. Leia matéria original no site, e comente!!!
  14. Need for Speed Payback é o mais recente título da mais famosa franquia de jogos de corrida dos videogames. Desenvolvido pela Ghost Games e publicado pela EA o jogo foi lançado para Xbox One, Playstation 4 e PCs. Sou fã de Need for Speed desde a época que ele se chamava Road & Track Presents: The Need for Speed, ou seja, desde o primeiro jogo. A premissa era simples, dar uma chance a meros mortais dirigir carros incríveis como Lamborghini Diablo VT, e a Ferrari 512TR em pistas nos mais variados lugares, isso somado a vídeos em tela-cheia (novidade na época) dos carros dando arrancadas e “desfilando” por aí, tudo para deleite dos jogadores. Fiquei fascinado logo na primeira acelerada. A perspectiva interna dos veículos mostrando o painel com detalhes minuciosos e a sensação de velocidade mostrava que a próxima geração de consoles estava em nossas mãos. Sempre tentei acompanhar a série na medida do possível e consequentemente vi ela mudar muito, chegando ao ponto de ficar descaracterizada com jogos fracos e muito daquele sentimento do original foi se perdendo. Agora chegamos na vigésima-terceira versão e posso dizer que Payback é um jogo competente. O VALE DA FORTUNA Payback conta com um modo história bem robusta com cenas animadas, diversos personagens e muita atitude. Falando assim até parece que é bacana, mas não é. O maior defeito de Payback é justamente esse modo. Podiam ter feito uma história que fosse uma espécie de pano de fundo; já resolvia, mas não, a trama é basicamente o maior destaque aqui e recomendo fortemente pular todas as animações caso venha a querer se divertir em Fortune Valley. VELOZES E FEIOSOS Rodando na Frostbite 3, o novo Need apresenta um visual meia-boca que mais parece uma versão melhorada dos Need for Speed da geração passada. Os cenários são bonitinhos e alguns efeitos de luz impressionam, mas de resto é bem decepcionante. Jogadores como eu que gostam de brincar no modo foto vão ter trabalho para conseguir uma composição decente. O jogo se passa num território fictício chamado Fortune Valley, que é uma espécie de Las Vegas rodeada de deserto (obviamente) e regiões montanhosas. A sensação de dejá vù é enorme e parece que voltamos para Fairhaven (cidade do Most Wanted de 2012) ou mesmo Seacrest County (região de Hot Pursuit de 2010). Não há nada de muito original infelizmente. Já deu pra perceber que tanto tecnicamente quanto artisticamente esse jogo não tem muito a oferecer, certo? Com isso alguns devem se perguntar, “e a performance?” – infelizmente nada de 60 quadros aqui, é metade disso e ainda tem travadinhas o que é lamentável. Por incrível que pareça a parte mais bonita de Payback são justamente as animações. Até os modelos poligonais são convincentes e acho que a equipe realmente estava afim de fazer um jogo de ação ao invés de corridas mesmo. DERRUBE A CASA O ronco dos motores é o que salva o departamento sonoro de Payback, mas na real todos os efeitos sonoros do jogo são excelentes e o som dos carros colidindo com outros ou mesmo em uma queda faz valer a pena aquele investimento num headphone de qualidade. Já a lista de músicas não vale nem menção. Ligue seu Spotify e esqueça que um dia existiu música licenciada. NECESSITO DE VELOCIDADE Depois de muita lenga lenga podemos ter controle do nosso carro no mapa aberto de Fortune Valley, aqui contamos com diversos eventos como corridas tradicionais, desafios de Rally, entre outros já conhecidos do gênero. A estrutura de Payback lembra bastante Forza Horizon com suas constantes pontuações por fazer qualquer coisa, como combos de drift, radares de velocidade, etc. Você nunca vai ficar sem evoluir de alguma maneira aqui. Customização tem um papel importante nesse jogo, você pode mexer em diversos aspectos do carro, sendo estéticos ou não. O maior diferencial aqui é o sistema bizarro de evolução, após um evento os jogadores podem escolher uma entre 3 “cartas” aleatórias (pense no sistema loot box, só que ao invés de caixa, são cartinhas) e cada uma oferece um benefício ao carro escolhido, seja ele +1 de velocidade ou +2 de tração. Sim, totalmente aleatório e vale lembrar que essas customizações pouco vão importar no modo offline já que fora do modo história o maior foco é o multiplayer. O controle do carro é um pouco duro, falta uma câmera interna e parece que às vezes rola um atraso na resposta do controle que chega a irritar. Apesar de tantos defeitos, Need for Speed Payback é um jogo bem divertido e completo, tem muitos eventos, nitro (saudades de Burnout) e fazer policiais saírem voando após bater de frente num guard-rail é sempre um deleite. Uma pena terem focado tanto nesse modo história, poderiam ter usado o tempo para polir melhor o jogo em si e talvez ter contratado uma equipe de arte com uma visão diferente de cenários. Deserto, floresta e cidade apresentam pouca variedade e acabam fazendo o jogador cansar mais rápido. RETRIBUIÇÃO Payback é um jogo que sofreu de péssimas decisões mas dá para se divertir muito com ele, principalmente nos modos online. A torcida é para que não vire literalmente um deserto. Se você gosta de jogos com bastante customização, rachas e mundo aberto, fique de olho em Payback; já se você esperava uma volta triunfal da série as suas raízes, pode esperar sentado pois não foi o caso e eu sinceramente não consigo mais acreditar que isso venha a acontecer um dia. Prós Jogo bem divertido, longo, com muitos eventos pra fazer Loadings relativamente rápidos Apesar de visualmente repetitivos, os trajetos são bem desenhados Contras Graficamente datado Trilha sonora de péssima qualidade Microtransações vieram para ficar e isso não é bom Leia essa análise no site, participe e comente!!
  15. A semana começou com mais um vídeo mostrando os principais lançamentos, da uma conferida! Dentre eles está o bastante aguardado Star Wars Battlefront II, prometido para os fãs que iria corrigir diversas falhas do primeiro game da série! O que acharam dos lançamentos? Empolgados para testar? Para mais informações continue acompanhando nosso canal. Leia matéria original no site, e comente!!!