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guihpupo

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  1. cacete, que parada linda. Vou jogar sim. <3
  2. Eu acho que um dos melhores jogos que eu já joguei que envolve de administração de recursos para sobrevivência (?) foi This War of Mine. Era simplesmente perfeito desde as primeiras maneiras de estocar comida até criar coletores de água, estufas para cultivar ou arapucas para caçar. Sério aquilo era bom demais. Anyway, props pelo review, brother.
  3. Kojimete aqui. Eu acho que MGS Survive tem uma excelente proposta de Tower Defense, administração de recursos e claro, survival. MAS, infelizmente, atrelar o jogo ao nome Metal Gear definitivamente foi um tiro no pé. Principalmente depois da novela envolvendo Phantom Pain. Eu joguei os betas e depois acompanhei gameplays até assistir ao final de Survive e ainda assim eles tentam reproduzir o que MGS foi, digo, em termos de enredo. É fraco, sem sustentação, sei lá. É o primo feio. Mas, em questões mecânicas acho que ele se garante muito bem. Como dito acima, sem atrelar o jogo ao nome MGS, vale um 7 sem sombra de dúvidas. #pas
  4. Eu saí da casa dos meus pais tem um bom tempo já. Depois morei um ano com minha ex-namorada e hoje moro sozinho. No começo me fodi por causa de dinheiro, saí de uma casa com as contas pagas e entrei em outra tendo que começar do zero. Eu só tinha alguns móveis, PC e minha TV hahahaha. Das histórias mais engraçadas que eu tenho: esquentar miojo com água quente do chuveiro. Sim, foi trash e por causa da grana curta passei algumas semanas à base disso, tanto que hoje não suporto mais ver miojo. A outra história foi quando eu troquei o chuveiro, mesmo com toda a energia do apartamento desligada. A parada explodiu na minha cara ao ponto de ficar com o nariz preto. Pique cena dos trapalhões hahahahah. E aí, quem também se fodeu quando inventou de pagar as próprias contas?
  5. Hahaha não foi o que eu quis dizer. Mas perceba a diferença, querendo ou não afeta um pouco a naturalidade do personagem, por mais que não coloque a qualidade da obra-prima que é. #pas
  6. Matou a pau @Johnny Lapís. Assim que jogar escrevo meus dois dedinhos de prosa aqui. Valeu!
  7. Exatamente. É um jogo que mesmo no PS2 você pode jogar tranquilamente. Esses dias vi no Twitter duas comparações que me deixaram cabreiro em relação a esse remake. Como no PS2 a movimentação soava mais natural: Então, é real isso? Porque eu tô por um fio pra comprar o remake.
  8. Depois de Celeste, que é excelente, estou jogando Shiness the Lightning Kingdom e preciso dizer que tô fazendo força, viu. A direção de arte é boa, o sistema de batalha é bem ok, mas o enredo tá muito fraco ainda. 1h30 de jogo e nada engatou.
  9. @Vash Assisti aqui do Rage com Reviews. Realmente, o cara tem uma naturalidade boa na hora de falar sobre os jogos, achei animal. @Libraink Sim, Esquadrão Virgem é realmente bom hahahaha. @redronin CARA! Vou ter que olhar essa lista com muita calma, mas muito foda, viu? @Dark_Cloud Hahahaha poxa, valeu o prestígio e eu te entendo. Foi por isso que abri o tópico, queria saber até onde a galera estava de saco cheio desse formato, saca? Sei que na gringa isso existe há um tempo, mas parece que agora aqui no Brasil a coisa explodiu.
  10. TL;DR: O boom do Nautilus popularizou o formato de videodocs. O que vocês acham disso? Você tem percebido uma mudança significativa na comunidade de joguinhos em relação a produção de conteúdo? Por exemplo, a "nova onda" (com muitas aspas) tem sido os videodocs, mini documentários, por assim dizer, que trazem um conteúdo mais elaborado e que deixa de lado a pegada hard news. Tudo bem que essa tendência já era comum lá na gringa. Os exemplos mais frescos que tenho na mente são NoClip, com documentários grandes e super produzidos e o ClothMap que recentemente esteve no Brasil e gravou com o pessoal do Jogabilidade. Enfim, a impressão que eu tenho é que foi o Nautilus que popularizou, por assim dizer, o gênero. O vídeo "Joel" deles para mim é o melhor. Digno de legendas em inglês para aumentar o alcance dos caras até a gringa. Mas ainda assim, outros canais, outros produtores de conteúdo, já produziam esse tipo de vídeo (Flávia Gasi, por exemplo). Recentemente o Overloadr anunciou uma série de vídeos chamada "Games em série" com a mesma pegada de todos o que citei acima. Jogabilidade também tem seus próprios vídeos e eu, como pequeno criador (#SuportYourLocalCreatrors hahaha) fiz um explicando sobre a lógica da incerteza em jogos de terror. Pronto, contextualizados, vamos ao que interessa: em relação a vídeo, eu sou da época Garganta e Torcicolo do João Gordo na MTV e Hugo hahahaha. Depois, muito depois, vi Guiherme Gamer comentando notícias, vi uma galera que seguiu o mesmo modelo até surgir a era de ouro dos canais de gameplay. Hoje estamos nesse formação da bolha de videodocs. - Quando essa bolha vai estourar? - Quais são as oportunidades que existem nesse "mais do mesmo" de formatos? - Vocês curtem e acham que o formato vai perdurar ou só os fortes sobreviverão? Se flopar, foi mal.
  11. Eu tô muito, muito, muito a fim de jogar essa parada. Sério. Criei uma expectativa tão grande com essa narrativa que estou até com medo de jogar e ser mais ou menos hahaha. Parabéns pelo texto, ficou muito bom.
  12. Caralho, eu amava demais as teorias por trás de SotC. Os Colossus deletados era maravilhoso, pqp.
  13. Nossa, mas é muito difícil uma partida durar realmente meia hora. A maioria não ultrapassa 10~12 minutos. Eu sempre empolgo de jogar quando sai algum personagem novo, mas desanimo muito rápido.
  14. Fatal Frame é outro nível. Eu também nunca tive coragem de continuar. Joguei muito pouco o primeiro, mas era adolescente demais pra lidar com aquele tipo de terror. E acho que com 29 anos ainda sou assim hahahaha.
  15. Pois é, Outlast perde um pouco do charme quando você entende os inimigos, mas ainda assim, pra um bundão como eu, o primeiro é um jogaço.