Ir para conteúdo
  • Cadastre-se

Goro Daimon 7113

Membros
  • Total de itens

    214
  • Registro em

  • Última visita

  • Dias Ganhos

    1

Goro Daimon 7113 ganhou no último dia Outubro 29 2018

Goro Daimon 7113 teve o conteúdo mais curtida!

Reputação

35 Telejogo

Sobre Goro Daimon 7113

  • Rank
    Robercleiton

Informações de Perfil

  • Sexo
    Masculino

Últimos Visitantes

O bloco dos últimos visitantes está desativado e não está sendo visualizado por outros usuários.

  1. A notícia em si já tem alguns dias, mas não vi em nenhum lugar do fórum, então resolvi postar. Segue abaixo. Policiais do DEIC (Departamento Estadual de Investigações Criminais) de São Paulo encontraram no dia 14 de fevereiro uma fabricação de carcaças falsas de carros de luxo em um espaço na Vila das Mercês, na zona sul de São Paulo. Foram apreendidas réplicas de Ferraris e Lamborghinis. A denúncia sobre a "fábrica de carrões" chegou à polícia por meio do escritório de advocacia que representa as marcas Ferrari e Lamborghini no Brasil. Três supostos responsáveis pela produção prestaram esclarecimentos. Ninguém foi preso. Ao UOL, o delegado da 1ª delegacia Anti Pirataria, Wagner Carrasco, responsável pelo caso, disse que os responsáveis fabricavam a carcaça dos carros de luxo em uma empresa de design, que não teve seu nome revelado. Eles pegavam um carro qualquer e colocavam toda a parte interna desse veículo dentro da réplica de luxo. Na 'fábrica, eram produzidas réplicas de Ferraris e Lamborghinis. Carrasco afirma que os carros eram utilizados para venda ou mesmo para aluguel de eventos e que o ato se enquadra como crime contra o desenho industrial, previsto no artigo 187 da Lei de Propriedade Industrial. A pena para esse tipo de crime é de três meses a um ano de prisão ou o pagamento de uma multa de valor estipulado pelo juiz que julgar o caso. À polícia, os envolvidos apenas negaram as acusações. Eles ainda não possuem advogado constituído e, segundo Carrasco, não há possibilidade de envolvimento deles com facções criminosas. Os acusados, segundo o Deic, chegam a exibir matérias e fotos em redes sociais dos veículos, propondo a venda dos automóveis. Foi instaurado um inquérito para apurar o caso, e todo o material apreendido será investigado pela Polícia Civil. Três acusados prestaram esclarecimentos à polícia. Fonte: https://noticias.uol.com.br/
  2. Goro Daimon 7113

    Filmes

    Vi WiFi Ralph: quebrando a internet. Filminho legal!
  3. Goro Daimon 7113

    Mais um jovem vítima da sociedade morre

    Jovem morre após levar uma gravata de segurança em supermercado na Barra da Tijuca RIO — Um jovem de 19 anos morreu após levar uma "gravata" de um segurança no supermercado Extra, na unidade da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. A ação aconteceu no início da tarde desta quinta-feira. De acordo com o Corpo de Bombeiros, ele foi identificado como Pedro Gonzaga. O jovem chegou a ser levado com uma parada cardiorrespiratória para o Coordenação de Emergência Regional (CER) da Barra, mas morreu na unidade. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que um dos seguranças dá a gravata no rapaz. Na cena, em que ele aparentemente está desacordado, algumas testemunhas chegaram a afirmar e alertar os seguranças: "está sufocando ele", disse uma delas. "Ele está roxo", falou outra. No registro, uma mulher pede para que ele seja solto: "não está armado". Há outros seguranças no local. Em outro vídeo também é possível ver bombeiros socorrendo o jovem. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o socorro foi acionado às 12h47m. Seguranças foram afastados Por meio de nota, o supermercado Extra afirmou que a ação do segurança foi uma reação a uma "tentativa de furto a arma de um deles": "A rede esclarece que repudia veemente qualquer ato de violência em suas lojas. Sobre o fato em questão, a empresa já abriu uma investigação interna e constatou de forma inicial que se tratou de uma reação a tentativa de furto a arma de um dos seguranças da unidade da Barra da Tijuca", diz um trecho do comunicado, que prossegue: "Após o indivíduo ser contido pelos seguranças, a loja acionou a polícia e o socorro imediatamente. A empresa já abriu um boletim de ocorrência e está contribuindo com as autoridades para o aprofundamento das investigações", finalizou a empresa. /////// Coitado do jovem, ele apenas quis tomar a arma do segurança, poxa normal neh, onde ja se viu isso... Tem que dar uma medalha pra esse segurança. Fonte https://m.extra.globo.com/casos-de-...o-na-barra-da-tijuca-veja-video-23453925.html
  4. Já vi o vídeo. Melhor que muito pornô por aí! hahahahahahahahahahahahahaha
  5. EU fiquei sabendo disso. Cada um com sua maluquice. Eu jamais deixaria comerem minha namorada. Que coisa de doido. Mais doido é um cara casado com a Juju Doidera! Esse caso parece isso aqui ó:
  6. Goro Daimon 7113

    O que você esta ouvindo?

    HAUahUAHUAhUAHUAhUAHU sensacional! Minha vez:
  7. Goro Daimon 7113

    E ESSA SUPER RETROCOMPATIBILIDADE DO PS5?

    EDIT: AQUI A PATENTE. https://patents.google.com/patent/US9892024B2/en?oq=9892024 Vcs já devem estar sabendo do rumor de que o ps5 será retro compatível com todos os playstations anteriores. Mas o que eu achei interessante nessa história é que não será uma emulação por software, e sim por hardware. A sony patenteou uma nova tecnologia de retrocompatibilidade, contida num fluxograma que está rolando pela net (infelizmente só achei ele em resoluções muito altas por isso não vou postar) Parece que o hardware analisa o disco inserido e se encarrega de emular o videogame necessário. Não sou expert neste tipo de coisa, mas me parece uma proposta bem similar a um FPGA. Isso seria a solução definitiva ao meu ver. Um playstation para todos dominar. Imagina se fizer um upscale decente de jogos de ps1 e ps2? Eu ia comprar um ps4 em abril, mas se isso se confirmar vou aguardar o ps5. Sou capaz até de vender meus ps1, 2 e 3. Eu estou bem animado com a possibilidade de ter uma solução prática e bonita para toda minha coleção de playstations. Acho que essa pode ser a maquina definitiva para quem coleciona sony. E vcs, o que acham? Será que vai rolar mesmo ou é só boato? Se rolar, temos chances de ter algo realmente bom? Ou será que só será retro compativel se for por mídia digital (meeeedo )
  8. Só falta a Nintendo querer lacrar e botar Pokémons gays!
  9. Goro Daimon 7113

    Confira o novo trailer de Kirby’s Extra Epic Yarn

    Compra garantida!
  10. Essa placa nova vai ter inúmeros jogos interessantes a partir das vendas desse jogo (e consequentemente, placa) no japao, eua e em outros lugares, um cara chamado Eric chung, vulgo "shoutime", resolveu fazer o seu projeto, muito mais forte que essa placa do skycurser. a principal diferença é que a placa do skycurser era de jogo unico e voltada especificamente para jogos em pixelart. A exa pode ser usada pra 3d tambem e é multi jogos, como a cps2, como a mvs. Esse cara ja era infiltrado no ramo dos arcades, inclusive se envolvendo em aquisicoes e dumpagem de roms raras. Ele nao era muito bem quisto pq frequentemente comprava placas raras e segurava a rom ou simplesmente nao liberava pra comunidade do mame, o que irritava muitos. eu nao sei exatamente se o projeto da nova "placa" (um x86 como todos sao hj em dia) foi totalmente dele... se foi, parabens. se nao foi, parabens mesmo assim pq a iniciativa dele em fazer uma "placa" voltada aos desenvolvedores indies e empresas primariamente comprometidas com shooters, fez muitos aderirem a sua causa. inclusive empresas famosas que estavam muito tempo paradas, como jaleco (com o nome agora de city connection), g.rev, seibu kaihatsu (de raiden) e muitas outras, inclusive a M2. muitos dos jogos que vao sair ja existem para pc ou celular (como o aka to blue e o vritra), alguns sao doujin (fan games) ou sequencias de doujins, mas serao versoes melhoradas ou diferentes para a exa. Inclusive aquele jogo brasileiro homensagem a serie contra, o blazing chrome, vai sair tambem. Isso vai ajudar muitos desenvolvedores pequenos a serem reconhecidos mundialmente. esse abaixo é sequencia de um doujin free de pc e nao apareceu no video acima por estar em estagio bem inicial (assim como o gimmick, o primeiro do topico): o original é esse: um doujin gratuito japones consegue ser muito melhor do que trajes fatais, mesmo depois de tanto tempo e "trabalho" em cima sobre a placa: Exa-Arcadia – A Quick Refresher Before we get to the news, let’s get into what the Exa-Arcadia platform is, in case this is the first time you are hearing about it. The short version is that this is like a modern Neo Geo MVS. Using modern PC-based hardware (“comparable in performance to a PS4 Pro”), the system can be installed into a JAMMA or JVS game cabinet and support up to 4 games at a time that are provided in small cartridges. While the system can connect to the internet, online connectivity is not required. This means that even collectors can get in on the action. The Strania EX Edition of the Exa-Arcadia system. The red/blue cartridges are the games than can be switched out. The reasons why this system has come into being and who is behind it require a bit more detail, so if you’re interested in that story, click here for an interview I did in July of last year with Exa-Arcadia CEO Eric “ShouTime” Chung. Exa-Arcadia made it’s debut at JAEPO 2018, showcasing Tanoshimasu’s Aka & Blue Type-R. Soon after that announcement, additional games and developers were showcased as throwing their support to the EXA. From developers like G.Rev & Seibu Kaihatsu, to several other games including Super Hydorah AC, Infinos EXA, Kung Fu Vs. Karate Champ, Strania EX, Nippon Marathon Turbo Hyper Running and more. While much of the focus on this platform has been on the Japanese market, it needs to be stressed that this intends on receiving worldwide support – North & South America, Europe, Asia – anywhere interested. Games that exist on home platforms must also offer arcade/EXA exclusive content, so as to differentiate themselves from the home release. Comparison in size between an EXA board, NAOMI cart and STV cartridge. mais informaçoes e outros jogos alem deste que o burn postou: https://arcadeheroes.com/2019/01/24/jaepo-2019-the-exa-arcadia-thread/ entrevista com o eric chung ele nao fala ai, mas parece que o aleste novo vai sair pra essa "placa" tambem li em algum lugar que vai sair um truxton novo tmb acho que o eric facilitou ao extremo a adesao dos indies a esse hard. e o foco é esse mesmo, alavancar e proporcionar facilidades a quem nao tem nome nem verba pra distribuicao é uma puta de uma mao na roda pra esse pessoal e tem uns ai que deixam devs grandes na vergonha... locomalito que o diga, o super hydorah dele ja foi aclamado no japao, principalmente no mikado, o fliperama mais "truzão" e hardcore de la inclusive ja de cara vc ve um poster do aka to blue na entrada essa placa nao é pouca bosta... um dos jogos que eu mais estou no hype pra jogar, devil engine, vai sair em versao arcade pra ela tmb
  11. Burusas em alta! Queria saber qual é o primeiro pra jogar a cronologia correta. Ou se o primeiro for ruim por qual começar? Burusa fresquinha... hummmmmm!
  12. Plataformas que prometem acesso a um catálogo de jogos novos sem que você tenha que baixá-los ou ter uma mídia física não são nenhuma novidade. O Gaikai, por exemplo, surgiu com essa proposta lá em 2008, oferecendo uma tecnologia que permitia jogar games remotamente através de vários dispositivos — ideia atraente que fez com que a empresa fosse comprada pela Sony em 2012. No entanto, esse mundo mágico onde poderíamos ter acesso a games recentes com o melhor gráfico possível nunca realmente decolou até agora. Os motivos para isso são variados: faltas de investimento em infraestrutura, pouco apoio das desenvolvedoras e uma rede de internet com qualidade muito variada entre diferentes países são alguns deles — isso sem contar com a resistência cultural de muitos consumidores, que não gostam da noção de “não ter” um jogo pelo qual pagaram. Isso não impediu que, na E3 de 2018, o assunto voltasse com força renovada. Enquanto a Microsoft “puxou o barco” com que o que depois ficou conhecido como o Project X Cloud, nomes como Electronic Arts, Ubisoft, Bethesda, Google, Amazon e a operadora Verizon também demonstraram interesse na tecnologia, que promete “democratizar” games de uma forma nunca antes vista. O futuro chegou? Para quem vive no Brasil, imaginar um futuro em que todos terão uma internet boa o suficiente para um streaming 4K de alta qualidade com baixa latência parece um sonho distante, mas tem muitos executivos que acreditam que essa vai ser a regra em breve — ao menos nos Estados Unidos. Exemplo disso é Yves Guillemot, CEO da Ubisoft, que já afirmou mais de uma vez que a próxima geração de consoles deve ser a última nos moldes tradicionais. Quem também aposta em uma ideia semelhante é a Microsoft, que aposta bastante no Project X Cloud como parte importante da família Xbox. Apesar de agir de forma mais cuidadosa, afirmando que o streaming pode demorar algum tempo para se estabelecer, ela acredita que já terá uma plataforma funcional dentro de 3 anos — isso sem deixar de lado modelos mais tradicionais de oferecimento de games. O motivo para essa empolgação é simples: o estabelecimento do streaming deve permitir atingir um público ainda maior — pense no pessoal que só tem um smartphone, e usa ele para jogar Fortnite, por exemplo, tendo acesso a uma biblioteca com qualidade gráfica e gameplay semelhantes a um console tradicional. Citar O estabelecimento do streaming deve permitir atingir um público ainda maior Ao colocar tudo na nuvem, muitas empresas conseguiriam quebrar as barreiras impostas pelos hardwares que temos disponíveis atualmente. Imagine se uma empresa Triplo A não tivesse que passar de quatro a cinco anos trabalhando com os limites de um console, podendo aproveitar a última linha em tecnologias assim que elas estivessem disponíveis, sem se preocupar em perder público por conta de limitações da plataforma que as pessoas têm em casa. “Hoje temos 200 milhões de jogadores nos consoles e 2 bilhões de jogadores no total, globalmente. Os games criados para essas 200 milhões de máquinas em breve vão poder ser acessados pelos 2 bilhões”, afirmou Guillemot ao Kotaku. “Eu penso que em 10 anos vamos ter 5 bilhões de pessoas que vão poder acessar os games que criamos. Isso vai mudar totalmente a atitude da indústria — e sua percepção”. Todd Howard, da Bethesda, apoia essa impressão e acredita que o streaming pode ter no games o mesmo efeito que teve no acesso a músicas e a filmes. O chefão do Xbox, Phil Spencer, também está animado com essa perspectiva e acredita que a tecnologia vai fazer com que criadores não tenham mais que lidar com as limitações de um dispositivo específico. "eu quero ter a plataforma que permite a esses criadores atingir 2 bilhões de pessoas" “Nosso foco é trazer jogos com a qualidade de consoles que você vê na TV ou no PC a qualquer dispositivo. Eu penso que nossa esperança é que isso vai aumentar os consumidores e o engajamento, também... Eu quero ver os criadores com os quais tenho relacionamentos criar jogos grandes e imersivos e eu quero ter a plataforma que permite a esses criadores atingir 2 bilhões de pessoas, e não ter que tornar seus estúdios em algo que faz jogos de combinar três pontos, em vez de jogos single player com histórias porque essa é a única maneira de atingir essas plataformas”, afirmou Spencer ao Kotaku. Mais experimentação Ao atingir um público maior e ampliar as fronteiras do mercado de games, o streaming pode também ajudar a termos jogos Triplo A com estilos mais variados. Para isso, contribui também o aumento dos sistemas de assinaturas no melhor “estilo Netflix”, tal qual o Xbox Game Pass e o EA/Origin Acess. “Se você olhar para a era Netflix em que vivemos — eu ia dizer uma ‘era dourada’ [ri], ah, que se dane —, vivemos em uma era dourada da televisão porque uma plataforma de assinatura como a Netflix, a HBO e a Amazon permitem fazer muito mais experimentos, trabalhar com muito mais formatos”, afirmou ao US Gamer o produtor-executivo de Anthem, Mark Darrah. Segundo ele, o modelo atual trabalha com orçamentos, expectativas e objetivos bastante similares entre diferentes projetos, o que acaba tornando algumas ideias inviáveis. “Eu penso que, quando você olha para um mundo de assinaturas, ele abre a porta para novas possibilidades. Como games que não são feitos para mais de 300 mil pessoas, mas são construídos e orçados de forma adequada”. “Você tem seu House of Cards para a Netflix, mas também tem seus especiais de comédia ou seus documentários de crimes reais, e não são somente os gêneros que são diferentes. O tamanho e a escala dessas coisas — orçamentos e tudo mais são coisas diferentes”, explicou Darrah. Segundo ele, o formato desse tipo de serviço também proporciona uma maior experimentação, já que você “já está pagando” e não vai perder muito se investir seu tempo em algo desconhecido. “Você tem seu House of Cards para a Netflix, mas também tem seus especiais de comédia ou seus documentários de crimes reais" Enquanto os comentários de Darrah foram feitos especificamente em relação aos serviços de assinatura já vistos atualmente, não é difícil ver como o streaming se encaixa nisso. É muito mais fácil ver empresas como a Microsoft integrando suas ofertas a assinaturas da Live (e, possivelmente, do Game Pass) do que oferecendo o streaming nos moldes do PlayStation Now, que cobra preços bastante “Premium” de certos títulos — o que torna mais atraente apostar no velho modelo de mídia física do que na tecnologia de transmissão. Uma empresa que já mostrou o quanto o aumento de um alcance de um game pode ser benéfico para os negócios é a Epic Games. Ao oferecer Fortnite: Battle Royalepara todas as plataformas possíveis, a empresa conseguiu financiar projetos como a Epic Games Store, ao mesmo tempo em que diminuiu a fatia que cobra dos desenvolvedores que usam sua Unreal Engine 4. Futuro repleto de incertezas Lendo tudo isso que escrevi até agora, fica fácil se seduzir pelo que o streaming promete. Afinal, pelo que as empresas estão vendendo, só teremos vantagens: jogos mais acessíveis, com servidores mais povoados e com uma maior diversidade de gênero — tudo isso sem ter que pagar por um console novo, ao mesmo tempo em que os gráficos continuariam evoluindo constantemente. Embora teoricamente tudo isso seja possível, ainda será preciso “ver para crer” para acreditar que o streaming realmente vai ser uma alternativa viável à jogatina tradicional. A latência dos servidores deve ser um dos principais adversários das empresas, especialmente em jogos que exigem respostas imediatas — em muitos casos, “bom o suficiente” nunca será bom o bastante para jogadores que existem respostas perfeitas de seus comandos. Também teremos que lidar com questões como a descentralização dos serviços: você estaria disposto a pagar duas ou mais assinaturas para ter acesso ao catálogo de tudo o que deseja jogar? Porque com nomes como a Electronic Arts e a Microsoft nesse mercado, tenha certeza de que essas companhias vão “segurar” seus títulos nos serviços que elas pretendem oferecer. A popularização do streaming também deve acentuar as discussões sobre o que é “ter” um game na atualidade. Se até mesmo possuir uma cópia física não é mais garantia de poder jogar um título para sempre (no caso de experiências online que encerram suas atividades), a saída de um jogo de um sistema de streaming é só questão de o contrato de licenciamento acabar — algo que quem assina a Netflix já testemunhou diversas vezes. O que está certo é que, em 2019, devemos ver muitas notícias e lançamentos relacionados à tecnologia, que parece finalmente ter atingido o nível de maturidade que a indústria esperava. Se isso vai dar certo ou não, somente o tempo vai dizer — mas não vai faltar em quem aposte pesado para que isso se transforme em um modelo de negócios viável em larga escala. Fonte: Voxel
  13. Goro Daimon 7113

    Séries

    Saiu a animação da Carmen Sandiego (NetFlix).
×