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Lockhart

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  1. Também não vejo unanimidade no Chronicles X. Uma porrada de gente não curtiu o foco em exploração e as mecânicas burocráticas. O Chronicles original de Wii é bem mais aclamado pela comunidade. Eu gosto MUITO do original, mas não acho top das galáxias como muitos, pra mim é jogo muito bom nota 8. Já o X infelizmente não desceu, e não foi por falta de esforço.
  2. Putz, esqueci de Hellblade. Fico dividido entre ele e Sonic Mania agora. Um que eu não joguei e acho que poderia entrar é o Hollow Knight, mas esse só ano que vem quando sair pro Switch.
  3. Pior que eu achei a lista boa, desses dez, seis estariam na minha. Não joguei e não pretendo jogar PUBG e Destiny 2. Wolfe 2 eu comprei na BF junto com o primeiro, mas ainda não comecei. Tiraria Mario Xcom, que é bom, mas não não top 10. Incluiria Metroid, Nier, Sonic Mania e RE7.
  4. Mesmo mesmo. Não tem nada de genérico. O jogo não revoluciona o gênero (walking simulator), mas é o mais acessível e bem produzido de todos. Não exige exploração exacerbada para entender as minúcias da história, como acontece com o brilhante Gone Home. Se a pessoa gosta de jogos focados em história e narrativa, pode pegar sem medo. Sempre lembrando: é um walking simulator, não espere pew pew pew, pulos duplos e game over. Ainda não joguei Wolfenstein 2, mas por enquanto What Remains of Edith Finch leva o prêmio de melhor narrativa do ano pra mim. Também não é o meu terceiro, mas acho que o deixo em quinto na minha lista de melhores do ano, desbancando inclusive Horizon.
  5. Só passei pra dizer que What Remains of Edith Finch é tudo isso mesmo.
  6. O jogo não tem nem nome oficial ainda ahaha kheychan está falando da demo, que praticamente todo mundo que tem um Switch e se interessa pelo jogo já terminou.
  7. Gone Home não é pra qualquer tipo de jogador, mas é espetacular. Só uma pequena correção, o preço dele também é 19.99 dólares. Faltou um retail comercial caro pra deixar a impressão que o preço da assinatura foi bem investido. A Gold caiu demais nos últimos meses, enquanto a Plus voltou a subir. Parece que combinam, incrível.
  8. Nesta gen eu me importo muito pouco com conquistas, na passada eu lembro que passei um ano inteiro tarado por platinas, mas não com intuito de competir, até porque eu mal tenho amigos gamers, a sensação era de colecionismo na verdade. Tinha um grande lado positivo, eu jogava muito mais os mesmos jogos, terminava 2x ou 3x, me obrigava a começar nas dificuldades mais altas etc. Agora eu priorizo quantidade, o que, por um lado, é ruim. Hoje eu só busco rejogar/platinar/buscar os 100% naqueles jogos marcantes e que continuam me divertindo demais, mas a maioria eu pego, jogo, termino, faço os extras que me interessam e já passo para o próximo. Acho conquistas muitos legais e só vejo vantagens, o problema é se a pessoa fica viciada e perde aquele que deveria ser o foco principal: diversão. Mas aí é um problema com o jogador e não com o sistema de conquistas.
  9. O grande problema da Vgchartz, especialmente nesta geração, é o mesmo da Chart-Track no Reino Unido ou da NPD no Japão: só contabilizam jogos físicos. No mercado de consoles os jogos digitais devem abocanhar pelo menos uns 30%. No PC então deve beirar 90%. Hoje em dia pra gente ter certeza quanto um jogo vendeu, ou se foi considerado um sucesso, só com o pronunciamento oficial da própria desenvolvedora ou publisher. Nintendo e Capcom sempre publicam números atualizados. A SE recentemente comunicou que enviou 2 milhões de Nier Automata e 6.5 milhões de FFXV. Infelizmente, hoje, números exatos só desse jeito.
  10. Ontem chegaram minhas cópias de Lacrimosa of Dana e Samus Returns. Tirando esses dois da lista só sobraram para este ano Cuphead, Super Mario Odyssey e Xenoblade Chronicles 2. 2018 com data ou janela de lançamento: Ni no Kuni II: Revenant Kingdom, Lost Sphear, Monster Hunter: World, Dissidia Final Fantasy NT e Yakuza 6: The Song of Life. 2018 sem data: God of War, Red Dead Redemption 2, Dragon Quest XI e The Last of Us 2. Sem data: Kingdom Hearts 3 e FFVII Remake.
  11. É meio que unânime que 2017 é um dos melhores de todos os tempos. E tem muita coisa foda ainda nesses últimos meses.
  12. The Legend of Zelda: A Link Between Worlds (3DS) Horizon Zero Dawn (PS4) 99 Vidas (PC) Owlboy (PC) Firewatch (PC) Gravity Rush Remastered (PS4) Resident Evil 7 (PS4) The Order 1886 (PS4) Lara Croft and The Temple of Osiris (PS4) The Legend of Zelda: Breath of the Wild (WiiU) Wonder Boy The Dragon´s Trap (Xone) Kingdom Hearts 0.2 BbS: Afragmentary Passage (PS4) RiME (Xone) Puyo Puyo Tetris (Switch) Persona 5 (PS4) ARMS (Switch) Gone Home (PC) Catherine (X360) Star Wars: The Force Unleashed II (X360) Parappa the Rapper 2 (PS2) Kirby Super Star Ultra (DS) Darkstalkers Chronicle: The Chaos Tower (PSP) Resogun (PSVita) Nier Automata (PS4) Velocity 2X (PSVita) What Remains of Edith Finch (PC) Life is Strange (Xone) Shantae and The Pirate´s Curse (Xone) Splatoon 2 (Switch) Sonic Mania (Xone) Nex Machina: Death Machine (PS4) Virtua Fighter 5: Final Showdown (X360) Tekken Tag Tournament 2 (X360) Mobile e Raspberry (nem conto): Old Man´s Journey (Mobile) Cobrança Falta Louco! (Mobile) Escondido Jogo pela Mãe I e II (Mobile) Zupapa! (NeoGeo) Final Fight One (GBA) Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time (Arcade) Sunset Riders (Arcade) X-Men (Arcade) 1944: The Loop Master(Arcade) Cadillacs and Dinosaurs (Arcade) 1941: Counter Attack (Arcade) Garou: Mark of the Wolves (Neo Geo) Captain Comando (Arcade) 19XX: The War Against Destiny (Arcade) Mortal Kombat (Snes) Alien vs. Predator (Arcade) Alladin (Snes) Vampire Savior: The Lord of Vampire (Arcade) Battle Circuit (Arcade) Armored Warriors (Arcade) Adventures of Batman and Robin (SNES) Donkey Kong Country (Snes) Spin Master (NeoGeo) Mighty Morphin' Power Rangers: The Fighting Edition (Snes) Em progresso (jogando, não estão pausados): Yakuza 0 Mario + Rabbids Hellblade
  13. Gosto da política atual da MS, agora nos temos três propostas bem distintas no mercado. Nintendo sendo Nintendo, Sony ainda equilibrada e tradicional e uma MS 100% focada em serviços e comunidade. Ainda tem uma outra vantagem exclusiva para nós brasileiros: a Live BR é centenas de vezes melhor que a PSN BR. Continuo muito satisfeito com o meu. One X não me interessa por enquanto, assim como o PS4 Pro também não. Se eu não tivesse o One iria querer comprar um sim, como também vou querer um "true" next Xbox. Contudo, Xbox hoje é perfeitamente substituível por um PC, com exceção de alguns serviços exclusivos no console, mas facilmente compensados pela infinidade de recursos disponíveis num computador. Como eu prefiro plataformas dedicadas, o Xbox continua quase fundamental aqui em casa. Não é o meu console de jogos favorito, mas é o que eu mais uso como smart device.
  14. Comentei algo parecido recentemente em outro fórum. Jogo físico hoje só tem o apelo visual da coleção, a incerteza de que vai funcionar no futuro é a mesma da mídia digital. Talvez até menor, já que é mais fácil garantir a retrocompatibilidade apenas do jogo digital. Uma solução seria fazer backup de todos os updates que forem saindo. Prefiro evitar o esforço e aceitar que minhas lindas pilhas de jogos não são future proof.
  15. Já tentei ser master race duas vezes e não virou. O tipo de jogo que eu gosto normalmente é exclusivo de consoles. Até agora joguei 13 games deste ano de 2017, oito são exclusivos de consoles. Tenho meu PCzinho gamer modesto aqui para jogar os indies exclusivos e AAA "antigos" que eu deixei passar. Também uso a máquina para estudar, navegar na internet etc. Mas se eu investir pesado no PC estarei jogando dinheiro no lixo, pois, para a minha realidade, esse papo de "PC tem tudo" tá muito longe de ser verdade. Lista dos jogos de 2017 que joguei até agora, para não pagar de falastrão: Exclusivos nos consoles: Horizon, Breath of the Wild, Kingdom Hearts 2.8, Puyo Puyo Tetris, Nioh, Yakuza 0, Persona 5 e ARMS. Mults no PC: Nier, Resident Evil 7, Wonder Boy The Dragon´s Trap (quando eu terminei, era exclusivo consoles), RiME e Old Man´s Journey.