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Cerial

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  1. vai pra casa vgbr, vc tá bêbado cara
  2. Eu amei a parte em Praga, mas achei a parte no campo de concentração lá um lixão atômico. Mas as referências ao holocausto na pichação, propaganda e etc em Praga valeram o jogo pra mim.
  3. Ah, esqueci de mencionar: O modo de pareamento que vc usa pro Windows 10 é o X Input (inicia com start + x)
  4. Chapa Link, o meu não conectava em nada até eu atualizar o firmware. É extremamente importante fazer a atualização, se vc não fez, faça
  5. Eu nem ligo dos gráficos não serem high end, principalmente se sair pro Switch, contanto que os cenários sigam o modelo do VC1 e não os cenários de paintball genéricos de VC2.
  6. O PC pra mim não incomoda tanto quanto o controle, odeio gambiarra de x input. Mas com esse controle é tipo console mesmo, ligou, pareou e só abrir o jogo e jogar Pois é, reclamar da quantidade de texto em um rpg é mongolice. Reclama da qualidade, ou aceita que a temática não é pra vc, ou aceita que vc não gosta de RPG e vai jogar Ninja Gaiden
  7. Seguindo em frente no Trails in the Sky, tô na parte da peça de teatro na academia. Irônico que a gente tenha passado por essa discussão sobre história vs gameplay pq de 90 minutos de jogo, foram uns 5 minutos de exploração, 15 minutos de combate (parei logo após exterminar os monstros da parte de trás da academia) e uns 70 sólidos minutos de texto e storyline. O que pra mim tá ótimo, já que esse tipo de desenvolvimento é importante em um rpg, eu não suporto jogos como FFXIII, onde só tem combate e nada acontece na história. É mais questão de gosto pelo universo do jogo e pela temática do que qualquer outra coisa, quem não gosta de fantasia medieval vai achar The Witcher chato e insuportável mesmo, e quem não gosta de rpgs mais old school com universos mais inocentes e amigáveis vai achar Trails in the Sky insuportável - e quem joga rpg pelo combate e não pela história vai achar os 2 insuportáveis Vou aproveitar e fazer um plug do SN30 Pro, que é provavelmente a melhor compra gamal que eu já fiz: Por míseros 50 euros eu tô usando ele pra tudo que não é no ps4: no Switch, no Android (com o clip, pra ambos emuladores e jogos nativos), no PC (no Windows 10 é pareou e já sai jogando, não precisa instalar software nem nada) e no Raspberry pi, tudo via Bluetooth plug and play, nada de cabos. Ele tem 4 modos de bluetooth pra vc poder parear com vários devices sem ter que ficar repareando, eu só preciso reparear o meu quando vou do Android pro raspberry e vice-versa, já que eles usam o mesmo modo de pareamento. No começo eu estranhei um pouco o formato antiquado dele mas acostumei bem rápido, e já é meu controle favorito. A bateria dura pra caralho e a única dor de cabeça que eu tive com ele até agora foi atualizar o firmware depois de comprar. Recomendo chapas, satisfação garantida.
  8. Na real o que vc falou é que "não tem graça nenhuma" ahahah, o que eu acho meio exagerado. O forte de Witcher 3 tá justamente na exploração, junto aos diálogos, tomada de decisão em quests e produção (gráficos, modelagem, dublagem, etc). Os rpgs da Bethesda trocam um pouco da exploração (Witcher tem muito mais coisa acontecendo no mapa, e mais interessante também) por customização de personagem.
  9. Eu não sei bem o que achar quando leio nego jogando um RPG e reclamando que tem diálogo demais. O core de um RPG É DIÁLOGO. Se fosse reclamar que o diálogo de Witcher 3 é ruim (spoiler: não é) até vai, mas reclamar da quantidade? Mermão, quer combate vai jogar um hack'n'slash. RPG é pra ter diálogo a rodo sim e acabou.
  10. Aí é pessoal né. Vc tá comparando com Zelda que é o melhor open world que tem, mas se Witcher não tem graça na exploração, que open world de RPG core (não incluindo esses jogos de ação com elementos de rpg como Dark Souls da vida) tem? FFXV com aquele mundo vazio? Skyrim ou Fallout tb ficam aquém de Witcher 3 IMO. Xenoblade Chronicles X é tesão de explorar na primeira vez, depois de pegar as probes não sobra surpresa nenhuma. Não sei se dá pra dizer que o problema não é com open world quando só tem um exemplo de open world que fez melhor, e é um jogo totalmente fora da curva. E sobre não aguentar 30 horas, é totalmente subjetivo, eu joguei mais de 200 sem embarrigar nada.
  11. Darius de LoL: Mago mais genérico do mundo. Maguinho de Hero Academy: Ashe de LoL: Sério chapa, esse jogo não tem o menor estilo individual, parece que os personagens foram tirados de um stock photos da vida ahahah
  12. Lembrei que agora eu tenho o SN30 pro pra jogar no PC (antes eu tinha que fazer uma gambi safada com controle de ps3 via cabo e um software bizarro pra mapear os botões). Sincronizei e baixei o TiTS que ainda tinha meu save na nuvem (recomecei no incêndio no orfanato, então perdi um teco de gameplay, mas melhor que começar de novo) e retomei o jogo, 3 anos depois com esse setup é de boinha jogar no PC, só mudar a config do sn30 pro x input e abrir o jogo, não precisa nem reparar nada.
  13. Sim mas a vontade aí é de mudar de jogo, não de parar de jogar...esses caras não conseguem fazer mais nada, já era ter uma vida normal quando vc passa anos da sua vida jogando videogame por 12 a 16 horas por dia. Quanto à distinção entre vício e oficio, a melhor forma de distinguir é analisar os efeitos da atividade nas demais esferas da vida da pessoa. Não se esquecendo que workaholics existem, existe viciado em tudo, a questão é até que ponto aquela atividade deixa de ser prazerosa e começa a atrapalhar a vida do indivíduo. Se ele tá ganhando a vida com aquilo ou não, não importa muito: se ele não consegue ter uma vida equilibrada e saudável por causa da sua atividade, é um vício.
  14. Eu larguei o TiTS mais pela plataforma do que pelo jogo em si, detesto jogar no PC. Cheguei a considerar um emulador de PSP no Android mas tem tanta coisa pra jogar que eu não ia jogar nunca
  15. Ah, esse é o que não tem localização no ocidente, não é?