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Sepu

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  1. Pulei os diálogos porque não acho que tem sentido pegar a história de uma demo. Quando sair eu me preocupo com isso. Sobre o jogo, é o RPG da Square com alma de 16 bits e toques de modernidade que todo mundo sonhou. Pra mim, perfeito. E olha que eu odeio encontro random... A batalha é estratégica, divertida e com dificuldade no ponto. Se a história vier a ser boa, pode ser um jogo perfeito. A base pra perfeição está toda lá.
  2. Frescurada do caralho. Todo mundo tem preferências, mas não precisam inventar uma porra de uma nova palavra pra cada uma delas. Puta falta do que fazer do caralho. Daqui a pouco teremos uma palavra pra definir quem prefere gozar dentro, outra pra quem goza na cara, outra pra quem goza na boca, outra pra quem goza nos peitos, outra pra quem goza na bunda, outra pra quem goza num copinho pra mina beber, outra pra quem goza no tapete da mina e pisa pra espalhar e disfarçar, outra pra quem goza na cueca, etc...
  3. Ué, é o que to falando. Perca é o imperativo/presente do subjuntivo. Perde seria pra segunda pessoa (tu), mas ninguém fala tu em São Paulo (que é o que importa no Brasil). Aqui falamos "você", e "você" não é um pronome pessoal, e sim um pronome de tratamento, portanto a conjugação é na terceira pessoa do singular. Verbo perder na terceira pessoa do singular no imperativo: "perca ele". Portanto: "Perca a aposta com honra, cara" está correto. Perda não tem nada a ver com nada nisso. Perda é um substantivo, não uma forma verbal. Não é errado. Não se você estiver construindo a frase com "você".
  4. Ué, mas "perca a aposta com honra" ta certo...
  5. Aproveitando que lembraram desse retardado ( que é a personificação da Microsoft pra mim), é sempre bom postar isso para humilhar essa empresa de merda:
  6. Delicia de jogo e delicia de ban.
  7. Nada me impede, já tenho e não ficava tão satisfeito com um console há muitos anos. Quando a hora chegar talvez eu pegue um PC. Outro console só quando sair o Switch 2.
  8. Eu ia falar que a única coisa dele nesse "console" é o case do Raspberry, mas ai joguei no ML e já achei: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-778669869-case-raspberry-pi-2-pi-3-personalizado-em-3d-_JM Pra não falar que ele não fez absolutamente naaaada no projeto, parece que ele pegou emprestado com alguém um marcador elétrico pra escrever "HÍBRIDO RETRO" no case. Mantenha o bom trabalho campeão
  9. Bom, não to acompanhando o cronograma dos caras, mas começou há pouco a liberar em alguns países e não tinha previsão pra liberação no Brasil quando eu vi. No site mesmo não da ainda nenhuma opção de compra fora de assinatura de TV por enquanto: http://br.hbomax.tv/hbogo
  10. HBO Go, mas no Brasil isso ainda não é vendido como serviço a parte. Só pra assinante mesmo... Na gringa eu li que ia sair independente. Logo mais chega a opção aqui.
  11. Sim, mas digo pra stream, pra quem tava reclamando de ter que ligar computador ou tablet na TV ou de transmitir do celular e tal. Com o Chromecast o celular ou tablet vira só um controle remoto mesmo, mas a transmissão vem direto do aparelho... Pode desligar o celular no meio da transmissão que nada muda e tal. Agora, se você quiser ser chique mesmo, pode comprar também o Google Home e partir pro comando de voz, sem usar o celular pra nada.
  12. HBO Go funciona com Chromecast. Em casa uso assim e é uma beleza.
  13. A verdade é que teria vendido muito mas muito mais se tivesse mais disponível. Sucesso. Já desencanei de comprar outro console ou PC de jogo tão cedo. Console lindo demais.
  14. Cinema

    Assisti esses dias o Batman vs Superman. Tirando o Lex, achei o filme bem legal. Pra aproveitar o clima de heróis, vi Guerra Civil e achei OK. Homem de Ferro isso e Homem de Ferro aquilo, como eu esperava e piadinha pra todo canto. Acabei descobrindo que no univeso cinematográfico da Marvel, o Homem de Ferro, além de ter criado o Visão, o Ultron e aparentemente ser o herói mais foda da Marvel, ele também é o Guru do homem-Aranha e o pai dele que criou o escudo do Capitão América hahahaha. Chega a ser insuportável. Sobre o filme em si, é um "Trapalhões" moderno... Bom filme pra sessão da tarde. Nada mais que isso. Não vale um ingresso de cinema.
  15. Andei terminando algumas coisas: Um dos meus livros preferidos da infância. Lembrava muito pouco e encontrei um em ótimo estado num sebo por 10 reais. Peguei e reli e continua sensacional. Geraldo Viramundo é o Forrest Gump brasileiro, só que melhor, porque o livro é bem engraçado em algumas partes. Sensacional. Talvez a coisa mais longa que já peguei pra ler na vida. A Comédia Humana têm 17 volumes (ao menos nessa edição da Editora Globo). Todos eles grandes pra cacete, com várias histórias. Cada volume têm um monte de histórias que a princípio o Balzac foi escrevendo de forma independente, mas depois de uns anos ele teve a ideia de interligar todas de alguma maneira (com personagens que são secundários em algumas virando protagonista em outras e tal). No final ele criou uma obra que reúne 95 romances, contos e novelas, retratando fielmente a sociedade francesa do começo do século 19. Esse volume começa com uma mini-biografia dele que é muito legal. Existe um volume a parte nessa coleção que possui uma biografia completa, mas acho que esse resumo já é suficiente pra conhecer o básico do autor e da obra. A primeira história se chama "Chat-qui-pelote". É bem curta e serviu pra eu ter uma ideia da escrita do autor. A escrita é muito boa e fácil. A história é bem curta, quase um conto, o que pra mim costuma ser um problema. Dentro do que da pra eu gostar de um história nesses moldes, eu achei legal, no entanto não vejo a hora de chegar nas histórias maiores. Cheguei até aqui por enquanto. Vou seguindo em paralelo e comentando a medida que avançar. Por enquanto ainda ta cedo pra recomendar. Hummm... Cara complicado falar desse livro. Eu achei até que legal e to empolgado pra pegar o último e acabar a história de uma vez... Os personagens continuam bons, a mitologia é criativa e sensacional mas pra mim esse livro errou bastante em comparação com o primeiro. O primeiro é do tamanho certo, com o ritmo perfeito e um final satisfatório que faz o livro funciona individualmente. Esse segundo tem um final legal mas bem aberto pra servir de gancho pro terceiro. Isso é aceitável até quando se trata de uma trilogia, mas o problema é que quando cheguei no final eu já tava meio irritado com algumas enrolações e esperava pelo menos um final mais completo pra amenizar. Não foi o caso. O problema desse livro é que ele perde muito tempo repetindo dilemas românticos babacas e explicando tudo de novo o que todo mundo ta cansando de entender... Na metade de um segundo livro o autor tem que entender que nós já compreendemos o sistema de magia. Não é tão complicado assim. Não precisa toda hora ficar repetindo o que cada coisa faz... Com umas 200 páginas a menos esse livro seria perfeito. Do tamanho que está ele as vezes cansa. Algumas vezes eu pensava que estava na página errada porque tinha certeza que já tinha lido aquilo antes... Não há nenhuma justificativa pra esse livro ter 700 páginas, ainda mais se tratando de uma história aberta que serve mais de ponte do primeiro pro terceiro do que qualquer outra coisa. Se o primeiro é nota 10, esse é nota 7. Claro que ainda quero ler o terceiro porque os acertos da série são muito maiores que os erros, mas por uma consultoria ruim (o editor devia ter visto isso) ele corre o risco de perder por besteira o leitor no meio de uma história que parece ser mesmo memorável. Como universo, um dos melhores de fantasia que já li, sem dúvida... Umas 150 páginas a menos de "amor no campo de batalha" e revisões de aulas de alomancia (sistema de magia do livro) e ele teria outro livro perfeito. Eu vi um filme exatamente nessa linha há muitos anos. Deve ser baseado no mangá. Na época eu achei meio perturbador de verdade. Não sei qual seria minha reação hoje, mas aquele filme na época me deu uma bad da porra.