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Overload

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Tudo que Overload postou

  1. Pra mim, é a maior indecisão da vida. Perco mais tempo navegando pelos games do que efetivamente jogando. Alguém mais enfrenta isso? O que vocês fazem pra ajudar a decidir? Beigos
  2. Overload

    God of War 4

    Falta terminar Muspelheim (se é assim que se escreve). Cheguei no topo e agora tenho de descer. E matar as 2 ultimas Valkyrias (uma em Nifelheim e a outra sei lá onde). Bichos do inferno.
  3. Overload

    Personagens Marcantes dessa Geração

    Olberic/Therion/Primrose - Octopath Traveler (tipo o Cirus de FF6) Aloy - Horizon Zero Dawn Atreus - God of War Kratos - God of War (os diálogos são EXCELENTES e deu muito material emocional pro personagem) Geralt - Tá eu sei, mas não dá pra não citar
  4. Melhor underrated-RPG da geração passada. Coisa linda.... vou pegar com certeza já que vendi meu 360 antes de terminar. <3 <3 <3
  5. Review: Mario + Rabbids Kingdom Battle O tipo de surpresa que só uma plataforma da Nintendo pode proporcionar POR GUILHERME JACOBS28.08.2017 18H17 Um dia alguém me ofereceu ketchup com goiabada. A minha primeira impressão foi de confusão. Por que eu combinaria algo como ketchup, que na minha mente é salgado e vai com coisas salgadas, junto com uma fruta doce feito goiaba? Me pareceu uma daquelas ideias gourmet que tem mais valor do choque do que como alimento em si. Mas então eu mergulhei a batata frita no condimento e voilá: ketchup com goiabada se transformou em algo que eu amo. Uma combinação à primeira vista bizarra e sem sentido terminou sendo uma agradável surpresa. Mario + Rabbids Kingdom Battle é exatamente isso. Desde que foi criado, Mario tem se mostrado um dos personagens mais versáteis dos videogames. Há jogos de plataforma, jogos 3D, de festa, de kart, luta, RPGs e esportes. O encanador se encaixa bem em quase todo tipo de ambiente. Mas com Rabbids? Por mais que eles tenham feito sucesso, vamos combinar: os coelhinhos da Ubisoft são o equivalente aos Minions na indústria dos games. Eles não tem uma personalidade ou características únicas, e servem mais como avatares através dos quais piadas são feitas E ainda sim, aqui estou eu, considerando onde Kingdom Battle se encaixaria no ranking de jogos derivados do Mario. Seu humor inteligente, mas eficaz, sua excelente e acessível jogabilidade de estratégia, e acima de tudo, a forma como ele abraça e reproduz os elementos dos games do encanador da Nintendo combinam para criar um dos melhores títulos do Switch até agora, perfeito para quem quiser jogar de forma casual e para alguém que quer uma experiência um pouco mais profunda no híbrido de console e portátil. Então, como isso aconteceu? Ubisoft Em primeiro lugar, os desenvolvedores da Ubisoft escolheram um gênero excelente de games - RPGs de estratégia - e conseguiram transformá-lo em algo que consegue ser acessível (a presença de Mario e Rabbids vai atrair crianças para esse jogo, não há dúvidas sobre isso) e, ao mesmo tempo, evita criar um gameplay mastigado e simples, o que sem dúvida levaria a uma experiência tediosa, especialmente depois das primeiras 10 horas de jogo. Imagine XCOM, mas para quem não quer se preocupar demais com a jogabilidade (aliás, Mario + Rabbids é um excelente jogo de podcast). Você tem uma visão isométrica de um campo de batalha dividido em células, e pode movimentar os três personagens que controla pela área, posicionando-os para atacar inimigos ou se proteger dos mesmos. O mais interessante é ver que a Ubisoft acertou em cheio na boa e velha fórmula de criar algo fácil de se aprender, mas que requer um pouco mais de dedicação para ser dominado. A princípio, não há muitas variáveis na jogabilidade. Você apenas mantém em mente o posicionamento de ambas equipes e objetivo que cada embate (derrotar todos os adversários, alcançar o outro lado do mapa, etc). Uma combinação à primeira vista bizarra e sem sentido terminou sendo uma agradável surpresa. Mas, especialmente após a conclusão do primeiro mundo, Mario + Rabbids começa a jogar algumas bolas curvas em direção ao jogador. Diferentes tipos de inimigos vão aparecendo, dificultando sua vida e adicionando uma boa dose de imprevisibilidade para as batalhas. Felizmente, o jogo nos equipa para lidar com tudo isso. Quando você começa a desbloquear diferentes armas e habilidades para cada personagem, mais e mais fatores devem ser levados em conta na hora de construir uma estratégia vencedora. Há ações que valorizam a proximidade com outros membros de sua equipe, ou que acontecem durante o turno do outro time, e combinações que podem ser feitas para maximizar o dano causado. Ubisoft Por exemplo: Você pode usar um personagem para arremessar o outro por uma distância que seria impossível percorrer a pé. Até aí, nada demais. Diversos jogos de estratégia oferecem esse conceito, que é simples, mas eficaz. Mas, aqui, você desbloquear habilidades que transformam esses pulos em ações de cura ou que anulam status que estão prejudicando um dos membros de sua equipe. Esse é o tipo de decisão que a Ubisoft faz para recompensar aqueles que se dispuserem para pensar além da superfície do gameplay. Sim, para alguém que está acostumado a depositar horas em algo como Final Fantasy Tactics, isso pode parecer brincadeira de criança, mas Mario + Rabbids faz questão de construir uma certa satisfação nas coisas simples, tornando cada movimento, por mais básico que seja à primeira vista, uma escolha válida na hora da batalha. Grande parte disso vem das árvores de habilidade de cada personagem. Não se engane, isso é, de fato, um RPG. Se cada vez mais vemos jogos inserindo sistemas para desbloquear ações especiais simplesmente para ter algo assim, sem oferecer ao jogador habilidades que realmente valem a pena ser desbloqueadas, Mario + Rabbids está no lado oposto disso. Eu quero desbloquear cada opção, experimentar com trios diferentes e combinar estratégias individuais para formar um novo curso de combate. O loop de gameplay de Mario + Rabbids é o que deixa isso tudo satisfatório. Quanto mais habilidades você abre, mais complexo e engajante o gameplay fica, e ao mesmo tempo você recebe mais opções de mecânicas que, por sua vez, vão aprofundando a jogabilidade do RPG. A cada passo dado na progressão de personagens, parece que o jogo passa a confiar mais em você, jogando mais tempero nas batalhas e aumentando, assim, a qualidade da experiência. Felizmente, a Ubisoft nunca exagera nisso colocando quantidades absurdas de números ou equipamentos na sua tela. Aliado a isso está uma jogabilidade que te prende a cada momento. As batalhas, sozinhas, são divertidíssimas. Quebra-cabeças que trabalham bem a dificuldade - vários encontros se mostram difíceis, mas nenhum aparenta ser impossível à primeira vista - e dão ao jogador inúmeros caminhos para a vitória. Ubisoft Ao redor disso tudo está um jogo que, apesar de trazer vários elementos novos para o Mario, ainda abraça muito da fórmula do encanador. Há quatro mundos para explorar, cada um com suas diversas fases, estéticas e desafios secretos. Moedas (amarelas, vermelhas e azuis), quebra-cabeças simples mas engajantes, que ajudam a quebrar qualquer possível repetitividade e construir um ritmo agradável, especialmente quando combinados com as batalhas. Tudo que você pode querer de um jogo do encanador está aqui. Na verdade, é impressionante ver o quanto Kingdom Battle realmente tem a pegada de um jogo do Mario. Dos seus lindos visuais até a forma como a campanha é estruturada, o jogo deve agradar qualquer fã do encanador que quer experimentar algo diferente, mas sem perder de vista aquilo que torna o mascote da Nintendo e seus games tão divertidos em primeiro lugar. Sempre que você termina um mundo, é possível retornar ao mesmo para buscar segredos, entrar em áreas antes inacessíveis, e participar de desafios secundários. É aqui que o jogo deixa a desejar um pouco. Por mais que o fator replay seja bem-vindo, o conteúdo presente nos mundos depois que você os termina pela primeira vez são, normalmente, pouco inspirados. Eles não são ruins, mas falta a criatividade que outros lados do RPG apresentam. Mas Mario é apenas uma das metades do jogo. A outra são os infames Rabbids. Transformar os coelhinhos de coisinhas irritantes para elementos com tanta personalidade quanto Mario, Luigi e seus amigos é uma tarefa impossível, mas a nota notícia é que eles nunca são um incômodo no jogo. Felizmente, a Ubisoft não tenta se apoiar demais nos seus mascotes. Eles estão lá pra serem usados como sempre foram. Os Rabbids são a principal fonte de humor do RPG. Ubisoft Ss versões Rabbids de Mario, Luigi e Peach, em particular, são onde a Ubi tenta brincar mais com os coelhinhos. Eles têm uma certa personalidade, nada que vá torná-los seus personagens favoritos no jogo, mas o suficiente para justificar sua presença. E vamos combinar, não é como se eles precisassem ser mais do que isto nesse caso. Outra surpresa agradável é ver como Mario + Rabbids trabalha o humor. Nem toda piada acerta o alvo, mas eu vi sorrindo e até dando risadinhas mais vezes do que esperava. Os desenvolvedores parecem estar cientes do que são os Rabbids, e não têm medo de tirar uma com a cara deles. Mario + Rabbids não vai mudar a opinião de ninguém sobre os coelhinhos, mas se eles são a única barreira que te impediria de dar ao jogo uma chance, estou feliz de poder informar que em nenhum momento a participação deles nessa união inesperada foi prejudicial. De fato, esse é um produto repleto de surpresas. A maior delas é justamente o fato dele ser um ótimo jogo. Um RPG de estratégia por turnos feito com os personagens e os Rabbids é, no papel, uma ideia que no mínimo parece ser uma forma simples de ganhar dinheiro, e no máximo uma das piores combinações já imaginadas por desenvolvedores. Mas, assim como ketchup de goiaba, quando você dá uma chance para esse estranho casamento, não quer parar mais. fonte: https://theenemy.com.br/review-mario-rabbids-kingdom-battle
  6. Overload

    Clube dos jogos de tabuleiro

    Eu tenho uma boa coleção (pequena ainda, mas de qualidade). Eldritch Horror + Montanhas da Loucura (Cthulhu ftw) Pandemic + On The Brink Pandemic Legacy Red Flashpoint Eclipse Robinson Crusoe Space Hulk Zombicide Blackplague Powergrid Arcadia Quest Masmorra Martians Twilight Struggle Munchikin Dark Souls Betrayal at the House on the Hill Colt Express Dead of Winter This War of Mine Castle of Mad King Ludwig Sons of Anarchy Spartacus Blood Rage Summoner Wars Space Alert CV Takenoko Imperio lendario Terra Mystica Telestrations After Dark Mage Knight Blacksmith Brothers Dá uma olhada do que se trata cada um deles, tem muita coisa boa. Sobre canais, aconselho: Meeple Maniacs (Jack + Lukita) Dice Tower Tom Vasel Rahdo No Pun Included Shut Up & Sit Down Starlit Citadel One Stop Coop Fora os famosos BoardGameGeek (BGG) e Ludopedia (BR) que são fontes famosas de informações. Aliás, se alguem de SP (ou não, né @shadowriderX)animar montar uma mesa de jogos, só avisar.
  7. Overload

    TV 4k e HDR de 58 polegadas - Qual recomendam?

    A unica OLED que vale a pena no mercado hj em dia, pra mim, é a partir dessa: http://www.samsung.com/br/tvs/qledtv-q7f/QN65Q7FAMGXZD/ Mas está muito cara ainda.
  8. Overload

    Sea of Thieves – Análise

  9. Overload

    O que você esta ouvindo?

    COISA LINDA.
  10. Sério, me dêem exemplos dessa "virada maravilhosa". Eu não comprei um PS3 por opção, de tão merda que eu achava o console. Eu simplemente compro todos os consoles que eu acho que vale a pena. E nessa geração eu passei sem PS3.
  11. Espero bastante desse game. Pegarei com certeza.
  12. Nah.... acho que o 360 fez com o PS3 o que o PS4 tá fazendo com o XONE. A Sony foi café com leite na geração PS3.
  13. Pode até receber, mas uma versão pipipitchú. Esperar uma versão AAA é ingenuidade.
  14. Overload

    Qual foi a última coisa que vc comprou?

    Trampa com o quê, brother?
  15. Overload

    Horizon Zero Dawn - Crítica

    Horizon Zero Dawn | Crítica Com um dos melhores jogos da geração, a Guerrilla entra na primeira divisão de estúdios AAA 20/02/2017 - 6:01 GUILHERME JACOBS Quem diria que a Guerrilla Games tinha a capacidade de fazer um jogo como esse? A franquia Killzone é competente, mas o estúdio holandês nunca chegou no nível dos outros times prestigiados da Sony, como Naughty Dog, Sucker Punch e Santa Monica. Agora, isso mudou para sempre. Com Horizon Zero Dawn, a Guerrilla não só construiu um dos melhores jogos do PlayStation 4, como também um dos melhores RPGs dessa geração. Recheado de cenários fantásticos, mecânicas cativantes que vão te prender por dezenas de horas sem fim, um mundo único dentro dos videogames e uma das protagonistas mais competentes e interessantes dos últimos 15 anos, Horizon é algo verdadeiramente especial, e o primeiro grande favorito aos prêmios de Jogo do Ano de 2017. Horizon Zero Dawn se passa num futuro distante onde um evento apocalíptico misterioso detonou o planeta. Agora, a humanidade está voltando a se desenvolver. Uma espécie de nova era do bronze está começando, mas agora com tecnologia servindo como o principal instrumento. Há aparelhos e equipamentos tremendamente avançados no mundo, graças a presença de criaturas robóticas gigantes espalhadas pelo mapa, mas usá-las é algo que excede o entendimento da maioria dos personagens do jogo, e para piorar, as máquinas estão ficando cada vez mais agressivas. O Fantástico Mundo de Aloy É nesse contexto que conhecemos e tomamos controle de Aloy. Uma jovem de 19 anos sem pai e sem mãe, considerada como uma maldição por sua vila. Ninguém sabe de onde ela veio, quem são seus pais, ou qual sua conexão com os eventos que estão acontecendo no resto do mundo. Rapidamente, Horizon apresenta uma tonelada de perguntas que devem ser respondidas jogando dezenas de horas e concluindo quests e missões em áreas dos mais diferentes tipo. Dos grandes cânions às florestas densas, passando pela tundra e montanhas geladas, a Guerrilla Games criou um dos ambientes mais fantásticos que o PlayStation 4 pode oferecer. As perguntas oferecidas pelo roteiro são um grande gancho porque fica claro que em nenhum momento a Guerrilla vai nos apresentar um personagem que dê todas as respostas. É preciso explorar, avançar na história, procurar e ser curioso. A natureza misteriosa de Horizon funciona bem como combustível para incentivar a exploração dentro e fora do caminho principal principal. Nesse jogo, obter colecionáveis, ler jornais e ouvir diários de áudio é algo instrumental para entender a profundidade e complexidade do evento apocalíptico que causou o fim do mundo, as razões pelas quais ele aconteceu e como a humanidade conseguiu se reerguer depois. Pela primeira vez, eu quis encontrar cada objeto que pudesse contribuir para a narrativa ambiental do RPG, já que entender tudo que ocorreu rapidamente se tornou uma das minhas maiores motivações. Além disso, o enredo de Horizon se desenrola de formas interessantes e inesperadas. Se você está preocupado achando que esse jogo será apenas mais uma história pós-apocalíptica com robôs e uma inteligência artificial, boas notícias. A Guerrilla foge de praticamente qualquer cliché e segue rotas inesperadas com conceitos novos para o gênero de ficção científica distópica. É um crime entrar em detalhes das respostas para as grandes perguntas desse jogo, mas vale a pena procurá-las. Mas se as perguntas são a razão pela qual você entra em Horizon, Aloy é o que te faz ficar. A personagem é uma das melhores heroínas já feitas em games. Não há sexualização desnecessária, ela não é forte simplesmente para ser forte, e nem é uma menina perfeita que nunca comete erros. Aloy tem falhas e desejos, e sua força vem não porque os desenvolvedores determinaram que ela precisa ser assim, mas porque enquanto jogamos vemos o seu crescimento físico, intelectual e emocional. Depois de eliminar dezenas de Sawtooths e Thunderjaws, máquinas perigosas, depois de lidar com maníacos e reis, faz sentido a protagonista ter coragem de ser independente, falar o que precisa ser dito e liderar nas horas duras. Felizmente, a Guerrilla não confunde a ideia de uma boa protagonista com alguém que é impecável em tudo que faz. Aloy erra, perde batalhas, muitas vezes esquece do resto do mundo para buscar suas vontades e objetivos. São falhas fundamentais como essas que a tornam real. Ela não é simplesmente um avatar, mas sim uma protagonista que merece ficar lado a lado com grandes ícones do PlayStation, como Nathan Drake e Joel. Vê-la superar seus erros e entender seu lugar no mundo foi a grande recompensa de completar essa história. O mundo e a mitologia que cercam Aloy também contribuem A ideia de um futuro pós-pós-apocalíptico é algo não muito explorado na ficção e é interessante ver uma mistura de pré-história com futuro nas sociedades que encontramos. Os guerreiros usam armaduras feitas de metal de robôs avançados, mas suas principais armas são flechas e lanças. A tecnologia é interpretada como algo sobrenatural - inteligências artificiais são consideradas deuses, robôs que infectam outras máquinas são demônios - e ver as diferentes formas de interação dos personagens com os conceitos avançados que eles encontram rende momentos fascinantes. Ao mesmo tempo, há uma grande instabilidade política no mundo. Zero Dawn se passa logo depois de uma grande guerra civil que dividiu o principal reino da região. Crenças opostas, facções e vilas agora estão em alerta por conta da presença de uma ceita perigosa chamada Eclipse. Horizon não comete o erro de ligar tudo e todos à história de Aloy, às máquinas e aos mistérios da antiga civilização e do que aconteceu com ela. O jogo apresenta um grupo variado e colorido de personagens com motivações, personalidades e problemas diferentes. Ajudá-los (ou enfrentá-los) garante uma série de quests interessantes que servem como um bom adicional para a ótima história principal. Entretanto, a Guerrilla não é a CD Projekt Red, então pode ter certeza que algumas missões secundárias serão coisas que você sempre espera num RPG, do tipo "busque o item/pessoa X no local Y e traga para mim". Gatas se amarram em robôs gigantes Este mundo e as criaturas que habitam nele são apresentados de forma impressionante. Horizon é provavelmente o jogo mais bonito dessa geração - ele não deve nada a Uncharted 4 e Witcher 3 - e não só porque as texturas, iluminação e modelagem são incrivelmente avançadas (e elas são), mas porque a direção de arte e design de personagens, cidades e criaturas é primorosa. Esse é mais um daqueles games que servem para mostrar como a indústria avançou no campo visual ao longo dos anos. Além de serem visualmente impressionantes, os robôs também são o melhor aspecto do gameplay de Horizon. É na jogabilidade que a Guerrilla mostra alguns dos seus limites. Você não vai encontrar aqui o nível de liberdade para jogar que Fallout apresenta, ou a customização absurda de um Elder Scrolls. Há níveis, pontos de habilidade, skills, armas e equipamento para construir e modificar, e por aí vai. Mecanicamente, Zero Dawn não traz nada muito novo, exceto na caçada às máquinas. Assim como encontrar um monstro poderoso em Witcher, Horizon Zero Dawn é recheado de encontros sensacionais com criaturas fortes e ameaçadoras. Batalhar as máquinas é um jogo de estratégia em tempo real, mas em miniatura. É preciso microgerenciar diversos fatores durante a batalha, e é exatamente isso que as torna divertidas. Você não precisa se preocupar em equipar uma magia específica ou preparar uma poção especial, tudo que é necessário para abater gigantes como o Stormbird e Behemoth é sabedoria e pensamento rápido quando o combate já começou. As lutas deste RPG são um jogo de xadrez em alta velocidade, uma dança entre uma mortal e um titã eletrônico que muda com cada tipo de adversário. Em termos de mecânica, é aqui que Horizon brilha. Não só porque é nas batalhas que se encontra bons usos para as variadas armas e habilidades à disposição de Aloy, mas porque são elas que constroem a lenda de quem ela é. Conforme o tempo passa, os feitos da protagonista inspiram confiança nela e admiração, reconhecimento ou raiva nos outros personagens. O mundo de Horizon e a personalidade de Aloy reagem ao que você faz no gameplay, especialmente quando um inimigo enorme é abatido. Infelizmente, essa reação não acontece de forma dinâmica, como por exemplo em Shadow of Mordor, mas ainda assim, a Guerrilla conecta bem a história e o gameplay. Outros aspectos do gameplay, como a mecânica de escalar, o combate à curta distância e a habilidade de cavalgar em alguns robôs, deixam a desejar. O principal ponto fraco da jogabilidade, entretanto, é o confronto com humanos. A inteligência artificial é fraquíssima e eles não oferecem uma grande dificuldade. Alguns inimigos podem ter muito HP e demoram para cair, mas eles são uma pedra no sapato, não um obstáculo para superar. Mas tirando isso Horizon é competente em tudo que faz. O uso de stealth aqui é instrumental e jogadores inteligentes vão ter um sentimento recompensador ao eliminarem uma base de bandidos ou um campo infestados por robôs usando armadilhas, flechas diferentes e ataques furtivos. O começo de algo grande Horizon Zero Dawn é o princípio de algo especial para a Sony. Esse jogo automaticamente cria uma franquia que dará bons frutos para o PlayStation - sem spoilers, mas há uma cena pós-créditos que prepara uma continuação promissora - e Aloy se tornará um dos principais ícones da marca japonesa de games. Para completar, a contratação de veteranos do mundo de RPGs e o trabalho colocado aqui vão elevar a Guerrilla Games para a primeira divisão dos estúdios AAA da atualidade. Foram dezenas de horas para terminar Horizon - a campanha dura mais ou menos 30 horas, combinando a história com um bom número de missões secundárias - e eu não consigo parar de pensar no jogo, em Aloy e no mundo que ela habita. As descobertas que eu e ela fizemos nessa jornada foram fascinantes e é impossível não continuar se perguntando quais outros segredos ainda me aguardam. Há máquinas para descobrir, áreas do mapa para explorar e cidades para defender. O maior feito de Horizon Zero Dawn é esse. Ao jogá-lo, desvendar seus mistérios e conhecer seu mundo, é inevitável herdar a curiosidade que movimenta Aloy. Ela te cativa e motiva a enfrentar o próximo robô, concluir o próximo quest, explorar a próxima sala. A busca por respostas tem que continuar. Horizon Zero Dawn é exclusivo de PlayStation 4 e foi testado num PlayStation 4 normal. Nota do crítico (EXCELENTE)
  16. Overload

    Horizon Zero Dawn - Crítica

    Taí.... vai me fazer jogar um Madden... hahahahaha Um dos melhores games da geração até o momento. Mesmo depois de todo esse tempo.
  17. Overload

    Ni-Oh

    Eu nem me lembro quanto tempo demorei. Depois eu vejo e te falo... se bem que eu tenho mania de deixar VG/PC pausado e desligar a tela... uhauhauhauhauh Então pode ter um record track de 500 horas... rs Mas o jogo é bom... apenas repetitivo pra caralho. Parece Assassins Creed 1: vc acha ducaralho e depois no final quer jogar o bagulho na parede. Mas ainda ssim vale mais a pena joga-lo doq ue não.... agora arrisco dizer que é um game que se vc enjoar e largar, nao faz falta. É bacana jogá-lo, mas nao necessariamente termina-lo.
  18. Overload

    ADVENTURES INTERATIVOS - AMAR OU ODIAR?

    Eu já prefiro The DIG e depois S&M e FT. Mas os 3 são incríveis. Point&Click é um esquema maravilhoso
  19. Povo, tem uma porrada de tópicos que estão sendo estuprados por comentários offtopic. Vamos combinar uma coisa? PAREM COM ESSA CARALHA e usem este tipoquinho pra falar de qualquer outro assunto sobre consoles que JÁ NÃO TENHA TÓPICO PRA ELE. Pode ser? (na verdade a pergunta foi retórica). Valeu!
  20. Overload

    Mudar país do Switch pra compras

    A minha loja é USA e funciona de boas.
  21. Overload

    CYBERPUNK 2077: TÓPICO OFICIAL

    AIMEUCORASSAUM PÉTRIÇU
  22. Overload

    Feudal Alloy

    Cabeça de Galão de Água 20 litrão hahahahahaha
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