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Libraink

Acharam uma utilidade para gamescore

82 posts neste tópico

Canal humorístico Xbox Mil Grau dessa vez tem razão.

O cara que faz análise tem que dar a gamertag para as pessoas saberem se a pessoa zerou pô.

 

 

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Mas já tinha utilidade... Pegar Lulus na mentira. :mua:

 

Falando sério, já cara q faz análise ficar passando gamertag... Sei não. Tirando o fato de nego ameaçar de morte, possivelmente deve dar merda com acordos de não divulgação, já q jogos podem aparecer na gamertag do cara.

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Sei lá, acho que dependendo o tipo de análise e do tipo do jogo não vejo a necessidade/obrigação de zerar o jogo.

 

Se estivermos falando apenas da análise do game (como foi o caso dessa do cuphead, por exemplo) creio que é muito possível jogar até o mundo 3, por exemplo (ou até antes disso) e já conseguir emitir uma opinião concreta sobre o jogo. Já em um review extremamente detalhado pode ser necessário.

 

Também levo em conta o fato do pessoal de imprensa não necessariamente jogar em sua ID pessoal, e sim em uma "da firma". E nesse caso entendo a possibilidade de não ser possível/permitido divulgar essa ID.

 

Enfim, creio que existam casos e casos. Lembro de um "jornalista gamer" que uma vez divulgou que um jogo não era bom por ser muito curto e fácil e logo foi rebatido pelo desenvolvedor dizendo que ele tinha jogado no very very easy, onde a dificuldade era ridicula mesmo e  só possuia 3 estágios.

 

Acredito que cada caso é um caso mesmo.

 

 

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Bicho.. o cara não passou da primeira ilha do jogo. kkkkkkkkkk.

 

Sei lá, eu acho engraçado essas coisas. Acho que dá sim um certo nível de qualidade pro jornalismo gamer se prestar a pelo menos zerar antes de publicar matéria e ganhando pra isso. Imagina nós passamos tanto tempo dando trela pra IGN. GAmespot, etc.

 

Todos esses anos.. imagina a quantidade de jogos q os caras mal tocaram.. enfim.

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Ahhhhh.... Agora entendi a polêmica que estava rolando no Twitter. Gamertag é o que estavam chamando de "Currículo Gamer" então? Hahahaahahahahahaha!

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Maioria das pessoas que fazem review de jogo não passam da primeira fase mesmo, eles avaliam com 2, 3 horas de jogo.

 

Teve um caso parecido na Polygon não foi? no Brasil deve ta cheio disso também, os caras trabalham por produtividade, e não mirando qualidade editorial.

 

Por isso eu só costumo ver análise na vgBR, pelo menos aqui eu sei que, se o cara não terminou o jogo, pelo menos ele jogou bastante e ai da pra dar uma opinião mais concreta.

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Dependendo do jogo é praticamente inviável zerar o jogo... tipo The Wicher 3, que é longo e apresenta o potencial bem antes da metade concluída, não requerendo necessariamente terminar o jogo para falar sobre os aspectos do game.

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The Witcher com menos de 40 horas tu não consegue não, porque tem elementos que influem na jogabilidade BEM pra frente do começo, mesmo no vanilla. (sem os DLCs)

 

Tem certos jogos que o cara tem que dedicar um tempo pra fazer uma análise decente, pra esses cabem o preview e futuramente o review.

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3 minutos atrás, Seifer Almasy disse:

Maioria das pessoas que fazem review de jogo não passam da primeira fase mesmo, eles avaliam com 2, 3 horas de jogo.

 

Teve um caso parecido na Polygon não foi? no Brasil deve ta cheio disso também, os caras trabalham por produtividade, e não mirando qualidade editorial.

 

Por isso eu só costumo ver análise na vgBR, pelo menos aqui eu sei que, se o cara não terminou o jogo, pelo menos ele jogou bastante e ai da pra dar uma opinião mais concreta.

 

As primeiras fases são as que tem que cativar o jogador, fazer a imaginação dele fluir pra ele se sentir estimulado a completar o jogo inteiro. Se até a terceira fase você não gostou do jogo, não é lá pra 15ª que você vai gostar. Se a empresa não se empenhou pra fazer teus olhos brilharem logo de cara, o jogo é ruim ou simplesmente não é pra você.

 

Acredito que eu só consiga dar uma opinião válida após uns 30% jogados.

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Acho zerar desnecessário, mesmo porque tem jogos que vão pra lá de 100 horas e normalmente esperamos reviews mais rápidos logo após o lançamento. No Steam por exemplo você tem que ter o jogo e acho que umas duas horas. A pessoa podia ao menos identificar ao fazer o review:

 

"Joguei por duas horas  essa é a minha impressão do jogo até aqui".

 

Agora jogar por 0.4 horas como Alucards fazem e dizer que o jogo é uma merda é inaceitável.

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1 minuto atrás, Christian disse:

 

As primeiras fases são as que tem que cativar o jogador, fazer a imaginação dele fluir pra ele se sentir estimulado a completar o jogo inteiro. Se até a terceira fase você não gostou do jogo, não é lá pra 15ª que você vai gostar. Se a empresa não se empenhou pra fazer teus olhos brilharem logo de cara, o jogo é ruim ou simplesmente não é pra você.

 

Acredito que eu só consiga dar uma opinião válida após uns 30% jogados.

 

Pra dar opinião acho que não precisa de tanto, agora pra fazer uma análise do jogo, deveria...

 

Opinião é tu falar se o jogo é bom ou ruim e isso tu pode logo no começo dizer se quiser, sua opinião... agora analisar o jogo precisa jogar pra ter uma opinião concisa que não vai ser apenas sua, pode influenciar mais gente a comprar o jogo, por isso tu precisa ser o mais imparcial possível quando faz um review

 

Falar todo mundo fala, fazer uma análise tem que saber o que ta fazendo (por isso eu não faço muitas, só quando o jogo realmente me interessa ou me pedem pra fazer, a minha última análise do site por exemplo passou por uma revisão pra poder ser publicada, coisa que outros não precisam por exemplo RhaZo e WangTang que além de escreverem bem, sabem analisar um jogo)

 

Em tempo eu tenho 3 análises no site, entre elas um jogo de puzzle (Sherlock Holmes) e o Reboot do Carmageddon que é um jogo horroroso, não consegui terminar pra fazer não confesso.

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Ninguém é obrigado a zerar, mas se tu é pago pra fazer review, tipo é o mínimo... kkkkkk.

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Eu vejo isso de duas formas:

 

• Resenha: Não existe necessidade de zerar o jogo, pórem não vai poder detalhar verdadeiramente a obra.

• Análise: Existe a necessidade de zerar o jogo e fala com propriedade se o jogo melhora, piora se enriquece e das novas mecânicas que surgem complementando o jogo.

 

Ao meu ver é devido a demanda para entregar o trabalho, então a maioria esmagadora da "mídia especializada" não vai conseguir zerar o jogo e acaba colhendo informações de terceiros, complementando "sua" "análise" com o que outras análises (de outros sites ou pessoas) comentam. Isso é tão real que já até cansei de ver analises que mais parecem ctrl+c/v por ai uma da outra, como muitos jornais que relatam uma noticia, mas na verdade são noticias costuradas de outros jornais. - Ou seja: Isso se tornou algo completamente normal quando NUNCA deveria ser. Pior que nos jornais a pessoa pode ao menos ir atrás de fonte, ver se os detalhes da informação batem, enquanto que com a mídia de jogos, você não tem isso se a pessoa não dispor a gamertag, tem apenas que acreditar com fé, que aquele texto sobre o jogo x é imparcial e de qualidade... quando em 90% dos casos sabemos que o texto É parcial e falta MUITA qualidade na escrita e sobre o jogo. A maioria dos que escrevem sobre jogos na verdade fazem resenhas ou resenhas grandes e chamam esse trabalho de analise, quando nunca foi e nem nunca será e eles sabem disso tão bem quanto qualquer um sabe disso. Inclusive entregar a gamertag não deveria ser visto com medo, mas como um dever cumprido ao saber que seu leitor vai ver que de fato você tem gabarito para falar sobre algo e é uma das coisas mais bacanas: Você como leitor sente que valeu a pena ler aquilo de verdade. Um bom exemplo são as resenhas parodias na Steam, onde não é por fé que o leitor acredita naquilo mas por lógica, digo, você vê quanto tempo realmente foi jogado e de cara já distingue se aquele comentário vale ou não mais do que alguém que fala uma bíblia de um jogo que tocou por 3 horas.

 

Pessoalmente acredito que seja um desejo humano que minha fonte de informação seja honesta e rica em detalhes. Quero ir a um médico que me descreva o problema e tratamento de modo humano e não com pressa. Quero uma noticia no jornal bem construída e não uma parcial onde só falta o editor colocar em letras garrafais que odeia aquela marca. Quero comprar algo e saber realmente o que estou comprando, detalhes e garantias do que só levar para casa, mas de modo igual entendo e vejo que muitas gente pouco se importa com a quantidade e qualidade da informação que recebe. É estupidamente fácil notar o quão bem a sociedade aceitou ser estúpida sobre diversas coisas por simplesmente não se importar com aquilo ou porque no fim sua tribo/roda social/gostos/tempo/idade não chega naquilo.

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9 minutos atrás, Libraink disse:

Ninguém é obrigado a zerar, mas se tu é pago pra fazer review, tipo é o mínimo... kkkkkk.

O problema é q muitas vezes é impraticável. Já q vamos falar de salário, se por um nego pra jogar 4 horas por dia mais 2 escrevendo, combinando prazo vs qdo recebem o jogo, da não.

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10 horas atrás, Christian disse:

Ahhhhh.... Agora entendi a polêmica que estava rolando no Twitter. Gamertag é o que estavam chamando de "Currículo Gamer" então? Hahahaahahahahahaha!

 

Curriculo Gamer é um termo tão besta. Entre nós que jogamos por lazer e para nós desafiar, acho completamente plausível olhar o perfil do outro. Agora quem trabalha, na maioria das vezes joga com o perfil da empresa e você já pode deduzir que é arriscado passar. Não importa se a pessoa jogou no easy. Às vezes ele foi obrigado a mudar a dificuldade pelo prazo apertado pra sair review. É justamente o que falaram aí: site de notícias de games precisa lucrar. Maioria não tá aí pra agradar os jogadores (só os sonystas kkk).

 

10 horas atrás, Seifer Almasy disse:

Maioria das pessoas que fazem review de jogo não passam da primeira fase mesmo, eles avaliam com 2, 3 horas de jogo.

 

Teve um caso parecido na Polygon não foi? no Brasil deve ta cheio disso também, os caras trabalham por produtividade, e não mirando qualidade editorial.

 

Por isso eu só costumo ver análise na vgBR, pelo menos aqui eu sei que, se o cara não terminou o jogo, pelo menos ele jogou bastante e ai da pra dar uma opinião mais concreta.

 

Voce quer dizer: da pra cobrar o cara no WhatsApp ou no fórum.

 

"Ae seu puto, n terminou de jogar por que?" Hauahau

 

Agora tem uma coisa que concordo com o urso. É um prazer enorme fazer uma resenha e passar a gamertag: "olha olha, eu joguei, me adiciona lá" tipo, o pessoal do Inside faz isso sem medo de críticas. Mas o que não pode ser feito de jeito algum é atacar as pessoas como fizeram com a jornalista do IGN.

Editado há por kheychan
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11 horas atrás, Sailor Paladina disse:

 

Agora jogar por 0.4 horas como Alucards fazem e dizer que o jogo é uma merda é inaceitável.

 

Fazer speedy run pra fazer review igual Rhazo tb é inaceitavel. Deu 10 pra mgsv.

 

E depois vimos q mal tinha terminado o primeiro capitulo e viu o resto no youtube. Tive q ensinar a usar a base e toda aquela parafernália do kojima.  Ou seja, avaliou parte do game ainda de tao incompetente q é.

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Eu só me atrevo a opinar depois de zerar.

 

Quem joga só o começo e analisa certos jogos passa a impressão que é um jogão épico, sendo que alguns desses jogos se arrastam ou tem partes muito chatas e repetitivas.

 

Resident Evil 7 é um caso, tem que derrubar a nota depois que sai da mansão. Final Fantasy XV é outro que cai de nível

 

 

 

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Esse cara é um boçal, fez um live no twitch por 5 fucking horas fazendo mimimi, e depois teve de parar a live porque a mãe dele chegou em casa lol.

 

Also muitos de vocês não sabem mas review copies nem sempre são jogadas na gamertag da pessoa e sim na gamertag da empresa /canal de review, é muito fácil desmerecer o trabalho dos outros como esse imbecil fez.

 

Aqui mesmo na VGBR muitos review foram feito com copias do jogo atreladas as acc da VGBR e foram jogadas por várias pessoas diferentes (eu incluso) e os achivements nem sempre ficaram atrelados as gamescore da pessoa que escreveu a matéria.

 

Mas parece que as pessoas ultimamente ficam só na coisa "trollar" porque isso é "legal".

Editado há por shadowriderX
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Ainda bem que eu nao acompanho muitos desses caras de Youtube

 

Impressão imensa deles serem muito piores que muitos de nós aqui

 

 

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A sim vale a pena lembrar que a mina que fez o review da IGN Brasil que levou a todo esse piti deu a maior nota de todas as publicações para o Cuphead lol

 

A IGN br deu 9

A IGN gringa deu 8

A Gamespot deu 8 e por ae vai...

 

Mas veja se o "fodão" do cara ae foi dar pityi com a IGN gringa ou gamespot lol

 

Isso fora as tretas desse cara comprar gamescore etc etc.

Editado há por shadowriderX
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Nao importa a nota. Se alguém da IGN gringa tiver sua gamescore descoberta eles vão pra cima tb.

 

Nao entendi a sua.logica. Vc acha q eles perseguem brasileiros? Nao faz sentido.

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Vocês dão muita importância para review de joguinho, site que a redação funciona a base de neogaf e youtchuber cheio de opinião e tapa na cara.

 

Bixo, eu tenho umas 200-300 horas de Skyrim por exemplo, não zerei e não tenho nem 1/3 disso atrelado em qlq conta. Inviabilizaria minha capacidade de escrever um review?

 

Os caras não fazem review do jogo na própria conta. Nego não joga em casa para fazer review, principalmente nesses sites maiores. Tem uma porrada de review que é feito inclusive na empresa, a própria Konami fez isso com o Mgs5 (e muito site grande soltou isso como review full fledge). Nego não vai queimar 100hrs de trabalho para zerar um witcher 3 e escrever um review em cima. Divide isso por 8-10 horas por dia para ver o tempo...

 

Imagina cinema então que nego vota no oscar em filme que depende da imersão e fotografia vendo em screener subHD... Jornalista de economia que não entende porra nenhuma de economia...

 

Editado há por psg1
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Apesar de eu já ter escrito muitos reviews por ai e feito muitas análises em vídeo sobre jogos, eu ainda digo:

"O melhor review é você jogar e tirar suas próprias conclusões."

 

Sempre bati nesta tecla.

 

Editado há por SEELE-01
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Difícil opinar quando você ta no meio haha.

 

Mas assim, tem game que é inviável zerar pra fazer review, alguns são desnecessários zerar pra fazer review.

 

Dois exemplos: Jogar um J-RPG pra fazer review é inviável, aqui na vgBR temos uma equipe pequena, se eu parar pra zerar um J-RPG de 200 horas pra fazer review eu travo o site e travo o youtube, não consigo soltar conteúdo por dias, inviável!

Por essas e outras eu não pego pra fazer review de jogos muito longos.

Outro exemplo, um jogo como Sniper Elite por exemplo, não é preciso zerar pra fazer review (Por mais que eu tenha zerado), o jogo é repetitivo, o game inteiro segue a mesma fórmula de missões, mudando cenário que são sprites diferentes e só.

 

Mas um game como Cuphead pode soar que o cara ficou puto que não passou e deu uma nota abaixo do que o game merece.

 

Muuuito complicado.

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Eu normalmente uso Reviews pra ter uma ideia de como será o jogo, por isso sempre fui meio conta notas. Algumas coisas é até possível se analisar de forma técnica, mas como quantificar a diversão? Como quantificar a arte? Meio complicado

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