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Redação vgBR

Dynasty Warriors 8: Xtreme Legends: Definitive Edition Nintendo Switch – Análise

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Para nossa surpresa, a oitava edição de uma das mais famosas e prestigiadas séries de Hack’n Slash no mundo dos videogames recebeu uma versão definitiva no Switch, com um acréscimo considerável de conteúdo para a alegria dos fãs e para encher os olhos dos que estão experimentando o game pela primeira vez. 

Levar consigo um jogo desses a qualquer lugar é realmente uma experiencia muito agradável, um excelente gerador de anti-stress enquanto você aniquila todos seus inimigos com combos exageradamente fortes cheios de explosões e luzes.

Lançado para praticamente todas as plataformas, incluindo o Nintendo Switch, Dynasty Warriors 8: Xtreme Legends: Definitive Edition é uma excelente pedida para quem gosta de uma ação frenética no campo de batalha com centenas de inimigos para lhe desafiar ao mesmo tempo, regados a uma história fascinante, gameplay de primeira e um game-design em geral impecável.

Apesar ter sido lançado originalmente no Japão para o PlayStation 3 em 2013, a versão definitiva trouxe uma revigorante melhora em aspectos técnicos como textura e frame-rate, e também incluiu neste pacote tudo o que foi lançado de conteúdo extra até o presente momento.

Para quem não está familiarizado com a série, essa versão trás uma dificuldade mais moderada que os anteriores e também corta um pouco a burocracia para acessar os modos mais comuns de single player e multiplayer para se jogar de imediato.

O jogador irá controlar figuras heroicas e históricas da China durante um enorme conflito para controlar e dominar os três reinos de Wei, Wu e Shu. Conto baseado no drama Romance of the Three Kingdoms, uma literatura clássica de peso que inspirou o enredo de muitos outros jogos também.

A história pode ser iniciada por uma em 3 ramificações. Uma para cada reino em questão, cada um com seus heróis e propósitos, pontos de vista. Todos os lados podem ser jogados sem uma sequência correta e serão por fim convergidos para um ultimo ato.

Desenvolvido pela Koei Tecmo Holdings junto com a Omega Force, o game teve diversas melhorias e polimentos ao longo dos últimos 20 anos no gênero Musou. Trabalhar com combates nessa escala requer um cuidado muito grande com balanceamento das unidades apoiadoras e de seus campeões para não ficar muito repetitivo (o que acabara acontecendo com uns títulos passados)com a quantidade enorme de heróis para selecionar, cerca de 80+ personagens jogáveis.

A jogabilidade pode acabar não agradando muito para quem não levar o jogo mais a sério pela característica “exagerada” dos combates não serem tão profundos quanto a um 1 vs 1 por exemplo. O que pra mim nunca foi um problema, na verdade.

Cada personagem tem seus atributos individualmente, níveis e tipos de armas e lhe trarão novas possibilidades durante as batalhas como facilidade para trabalhar os speedruns ou gerir através de um “affinity” um companheiro que se adequará ao seu estilo de jogo. Tornar as batalhas mais simples gera um fator satisfatório bem profundo e recompensador que acaba instigando o jogador a ir gradativamente subindo a escala de nível.

A trilha sonora do jogo tem um foco de rock-metal que se adequa muito as situações, os compositores são muito competentes, principalmente em foco, dou os créditos ao Masato Koike por estar presente como compositor principal de praticamente todos os jogos da série e também, selecionado para gerir outros jogos do mesmo gênero como Hyrule Warriors, que é fenomenal também.

A mistura de instrumentos orientais dão um toque maravilhoso na composição de grande maioria das faixas, nesse aspecto não há nada o que reclamar, a trilha sonora em si já se venderia por si só.

Falando ainda um pouco sobre o que o enredo acarreta em segundo plano, os heróis e armas dos principais protagonistas possuem também um fator histórico baseados no que os mesmos representaram durante o percursos da história, nas batalhas, como descrito na literatura. As situações de conflito, cenários e as batalhas também seguem esse padrão.

Eu particularmente adoro esse tipo de conteúdo verídico nos jogos, e acho igualmente estranho as pessoas que acham que não é muito coerente com a realidade. Até porque você não via magos soltando magias ou guerreiros de espada causando tornados no meio do nada, mas estamos falando sobre videogames, certo?

Por fim, Dynasty Warriors 8: Definitive Edition é definitivamente um excelente jogo para você ter na sua biblioteca do Nintendo Switch. Pode ser que não seja a praia de muita gente, mas ele tem uma pegada de RPG que me muito me agrada.

Prós

  • Todos os DLCs já lançados
  • Muitos personagens jogáveis 
  • Trilha sonora primorosa 

Contras

  • Pode ficar repetitivo depois de um tempo 
  • Não há muita estratégia envolvida nas batalhas
  • Dublagem é um pouco fraca 
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Joguei Dynasty Warriors 8 Empires no X1. Eu gosto da série, esse em específico zerei duas vezes.

 

Apesar de realmente não ter grandes estratégias de combate, são pra lá de 70 chars que você pode escolher. Claro que cada um não tem um moveset próprio, mas existem muitos movesets diferentes pra escolher e se adaptar. É musouzão, infelizemente mais travado que Warriors Orochi 3 Ultimate (exemplo), mas ainda assim é um jogo maneiro.

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São os famosos beat'em ups modernos. Andar e bater em centenas de inimigos despretenciosamente.

 

Na época do fliperama tinhamos Final Fight, Double Dragon, Combatribes. Hoje temos esses musous.

Só acho que falta carisma pra esses china ai kkk

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Em 23/01/2019 at 10:22, LOP disse:

São os famosos beat'em ups modernos. Andar e bater em centenas de inimigos despretenciosamente.

 

Na época do fliperama tinhamos Final Fight, Double Dragon, Combatribes. Hoje temos esses musous.

Só acho que falta carisma pra esses china ai kkk

 

China nunca vai ter carisma.

 

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Ainda tá saindo jogo pro Switch?

 

Fiquei surpreso.

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