Jump to content
The Angel

Você é a favor do desarmamento e venda de armas?

Recommended Posts

Deixa o fumante  (tem um pouco mais que portadores de armas, nao? Assim, em pouco algo como centenas de fumantes para cada portador de arma, suponho...), ou aquele de decidiu ter arma em casa, fazer o que acha melhor PARA ELE!!!!

Você ainda não entendeu. Um fumante, assim como uma pessoa morta ou ferida, custa dinheiro para o Estado. É melhor diminuir o número de acidentes com armas de fogo e também os homicídios que as pessoas que optaram pelas armas de fogo.

(e dai q Reino Unido e Austrália sao mais desenvolvidos?)

28283" target="_blank[/snapback]

A situação é diferente, não dá pra comparar com relação a esse assunto. É melhor pegar dados do próprio país.

Share this post


Link to post
Share on other sites
Alguma chance da pessoa ver o bandido prestes a entrar na casa e se preparar? Faz talvez um mes e eu vi isso aki em casa - tivesse uma arma eu teria me PREPARADO para a eventual necessidade - mas tive sorte: era mesmo assaltante, mas ele decidiu nao entrar (claro, o tivesse - nao tenho porte de armas)

Pode acontecer isso sim. Mas seria complicado se preparar para isso. E o nervosismo na hora de procurar a arma? E principalmente para ficar preparado para atirar. Parece simples pensar que é só pegar a arma e atirar, sem problema. É complicado isso... e como eu disse, não acho que de uma hora para outra pegar a arma para atirar adiante de alguma coisa.

(parece tao obvio o negrito, mas nao sei... nao eh?!!!!....)

Isso é obvio mesmo. Não é proibir as armas que vai diminuir os crimes. Aqui no Brasil, mesmo se confiscassem tudo que é arma de fogo, roubariam com facas, com canivete... :P E também, ia ser mais dificil um bandido abordar alguem que tivesse com um revolver na cintura. Só que, a pessoa que anda armada na rua também pode ser tornar vitima da sua própria arma.... Mas o argumento que aparece em outra parte desse artigo, sobre mulheres carregarem armas para se defender de estupradores é bem válido.

Share this post


Link to post
Share on other sites
Mas o argumento que aparece em outra parte desse artigo, sobre mulheres carregarem armas para se defender de estupradores é bem válido.

28330" target="_blank[/snapback]

Outro ponto interessante - humanos nao matam humanos, HOMENS matam humanos, em mais de 95% dos casos.

Liberar armas soh para mulheres seria interessante, mas nao passaria em um plebicito, e se o governo tivesse a coragem de fazer sem colocar a culpa no povo nao seria popular.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Pior que votar, é ter que trabalhar na eleição. E eu fui convocado novamente.

Pelo menos, terei poder de voz de prisão por algumas horas novamente! :P:P:P

Share this post


Link to post
Share on other sites

Bom , Vou dar um colar aki no q eu falei em outro topico , tem muita coisa boa...

---

Perdão , mas essa é mais uma merda do Governo...

Vão gastar 180 milhões de reais ( segundo a veja ) para fazer esse plesbecito , fora os gastos posteriores com leis e tal...Sendo que o orçamento para a segurança publica do Governo nesse ano é de 170 milhões...Sim , em vez de dobrarem o orçamento preferem fazer essa merda , que ja se viu n tera nenhum efeito , ja que menos de 8 % das armas no país são legalizadas ( compradas em lojas )...

De resto...

http://desarmamento.com/

Brasil é uma merda msm...

-----

Perdão , mas tem muitas merdas a mais...

Nosso gov. so faz merda msm , lah vai de novo a população votar sem saber porra nenhuma sendo influenciada...

---------

Desarmamento: dez mentiras sobre o assunto

por Peter Hof em 28 de julho de 2005

Resumo: Por que deputados e senadores se auto-excluíram das restrições à posse e porte de armas de fogo? Se desarmar o cidadão é tão importante assim, não deveriam Suas Excelências dar o bom exemplo sendo os primeiros a abrir mão desse odioso privilégio?

© 2005 MidiaSemMascara.org

Primeira mentira: a campanha para recolher armas das mãos da população é um grande sucesso. Isto é o que vivem apregoando os jornalistas, as ONGs e alguns elementos do Governo. Trata-se de uma grande mentira. Senão vejamos: segundo os últimos dados, foram entregues 350 mil armas por assustados cidadãos de bem numa campanha iniciada em julho de 2004. O Ministro da Justiça trombeteou na imprensa que seriam recolhidas 500 mil armas. Depois o número reduziu-se para 400 mil, e agora patina em 350 mil. Segundo a revista Veja de 20/04/05, edição 1901, pág. 42, existem 8,7 milhões de armas ilegais no país. Somemos a isto os três milhões de armas legais registradas no SINARM. Assim, depois de um ano, foram recolhidas apenas 3% das armas existentes. Isso debaixo de intensa campanha por parte da imprensa, que tem alternado histórias de acidentes com armas de fogo, “por si só tristes e de partir o coração”, com ameaças de prisão sem direito à fiança. O leitor classificaria como um sucesso a Campanha Anti-Pólio do Governo se esta vacinasse apenas 3% das crianças brasileiras em idade de receber a vacina?

Segunda mentira: a campanha para recolher armas tem tido o entusiástico apoio de todas as faixas etárias e de todas as classes sociais. Segundo o jornal O Globo (19/10/04, pág. 16), 42% das pessoas que entregaram armas tinham mais de 60 anos, e 20% entre 50 e 59 anos. O que isto significa? Que quem está entregando suas armas são idosos, em especial viúvas, com medo das ameaças através da imprensa para quem cometer o pecado capital de ter uma arma em casa para sua defesa, somado à idéia de receber míseros 100 reais por uma arma que pode valer até 20 vezes mais. Para coroar, o mesmo O Globo de 15/06/05 publica que apenas 10% das armas recolhidas na campanha foram entregues por pessoas das classes A e B. Assim, este seria o perfil dos otários que caíram na conversa fiada do governo e da imprensa: idosos e pobres, que buscavam receber um dinheirinho que o governo agora reluta em lhes pagar. Pensando melhor, bem feito! Quem manda confiar nesse governo...

Terceira mentira: ter arma em casa não defende um cidadão da ação dos bandidos. No Brasil este número é difícil de se obter, pois ninguém é tolo o suficiente para declarar numa delegacia que expulsou a tiro alguém que tentava invadir sua casa. Neste país defender o seu lar e sua família pode dar cadeia. Mas a revista brasileira Magnum tem uma seção intitulada Resposta Armada onde, a cada edição, são mostrados casos documentados de cidadãos que escaparam de assaltos ou coisa pior por terem uma arma à mão. Nos Estados Unidos, a revista National Rifleman mantém uma coluna mensal de uma página inteira com inúmeras narrativas de cidadãos que puderam se defender contra assaltantes por terem uma arma à mão. O leitor pode ainda acessar o site http://old-yankee.com/rkba/armcit/. Lá encontrará uma farta e bem documentada relação de pessoas que evitaram problemas com o uso de suas armas de fogo.

Quarta mentira: é preciso desarmar os cidadãos de bem para acabarmos com as cem mortes por armas de fogo que ocorrem diariamente. O Governo e os antiarmas que batem tanto nesta tecla sempre “esquecem” de dizer que este é o total de mortes ocorridas - ou seja, aí estão incluídas mortes decorrentes da guerra do tráfico, assaltos, policiais mortos, execuções - o qual não vai sofrer alteração devido ao Estatuto do Desarmamento. A verdade, que todos os antiarmas desesperadamente tratam de ocultar, é que apenas 3,7% (três vírgula sete por cento) das cem mortes diárias são causadas por cidadãos sem passado criminal.

Quinta mentira: o cidadão de bem não precisa de arma, a função de protegê-lo é tarefa da polícia. Esta é uma combinação de mentira com piada de mau gosto. O tempo de resposta da polícia do Rio de Janeiro a um chamado 190 pode chegar até noventa minutos, isto quando a polícia atende. Além do mais, as polícias estão desaparelhadas, com veículos em mau estado e com pouca gasolina, e a situação tende a piorar com o corte de mais de 500 milhões de reais feitos pelo governo Lula no Orçamento de Segurança. Este dinheiro, que deveria ir para os governos estaduais, está servindo para aumentar o superávit primário. O jornal O Globo, com uma freqüência assustadora, publica cartas de leitores que pediram auxílio à polícia e estão até hoje esperando que esta os socorra.

Sexta mentira: países que se empenharam em um programa de desarmamento dos cidadãos obtiveram um retumbante sucesso. A Inglaterra é o melhor exemplo. Esta é a mais perversa e goebelliana de todas as mentiras. Os antiarmas pegaram uma história, deram-lhe uma guinada de 180 graus e apresentam como sucesso o que foi e vem sendo uma fragorosa derrota. Basta ler o livro GUNS AND VIOLENCE - The English experience - escrito por Joyce Lee Malcolm (340 páginas, editado pela Editora da Universidade de Harvard, 2002, US$ 11,53). O livro, extremamente bem documentado mostra que a Velha e querida Inglaterra da literatura é hoje um país mergulhado numa violência sem precedentes. Apenas um exemplo pinçado do livro: entre 1989 e 1996 os crimes por armas de fogo, na Inglaterra, aumentaram 500% (quinhentos por cento).

Sétima mentira: os resultados no Brasil já começam a ser notados. Há uma sensível redução nos homicídios. Conversa fiada. Em São Paulo os repórteres da Folha contestaram as estatísticas oficiais em matéria publicada em 17/01/05. Mesmo assim houve uma redução nos crimes. Os antiarmas apenas “esquecem” outra vez de dizer que a ocorrência de homicídios dolosos na cidade de São Paulo e na Grande São Paulo vem caindo substancialmente desde o Primeiro Trimestre de 2000, três anos antes da vigência do Estatuto do Desarmamento (vide relatório Estatística da Criminalidade; Coordenadoria de Análise e Planejamento - Secretaria de Segurança Pública - São Paulo, 2005). O mérito, portanto, é da Polícia de São Paulo e dos investimentos em segurança feitos pelo Estado de São Paulo, e não como resultado do asinino Estatuto. No Rio de Janeiro, com uma diferente estratégia de enfrentar o crime, os homicídios com armas de fogo no primeiro trimestre de 2005, comparados com 2004, aumentaram em 10%, batendo em março o recorde histórico do ano de 1995. Aqui também aparece a mesma velhacaria: apresenta-se um número fechado (total de homicídios) e como sempre se esquecem de abri-lo em crimes evitáveis e não evitáveis pelo Estatuto do Desarmamento.

Oitava mentira: o Estatuto do Desarmamento não proíbe a posse de armas de fogo, ela apenas a regulamenta. Qualquer pessoa que se deu ao trabalho de ler a Lei no 10.826, de 22 de dezembro de 2003, mais conhecida como Estatuto do Desarmamento, sabe perfeitamente que as dificuldades criadas são tantas que o cidadão de bem não consegue cumpri-las, seja pelo aspecto burocrático seja pelo custo. Segundo um despachante que consultei, o custo para o registro de uma arma de fogo é de R$ 1.100 (300 para o governo, 250 de honorários do despachante, 250 de certidões negativas, 200 do psicotécnico, 100 para aluguel do stand para a prova prática em um clube de tiro). E como faz alguém que more em uma localidade onde não exista delegacia da Polícia Federal ou clube de tiro? O que acontecerá com uma pessoa que se aposentou e passa a receber esta miséria que o governo paga (exceto para aqueles aposentados classificados como “perseguidos políticos”)? Como se não bastasse, essa despesa e esse imenso aborrecimento devem se repetir a cada três anos! E se a pessoa por alguma razão não passar em qualquer exame durante a renovação, a arma será confiscada pela polícia. Pergunte a um advogado onde se encontra capitulada, na Constituição Brasileira, a figura do confisco para casos como esse.

Nona mentira: o ‘lobby da armaria’ está cheio de dinheiro e vai jogar pesado. Interessante que o ‘lobby da armaria’, como jornal O Globo, num maroto esforço para desmoralizar aqueles que defendem o direito a autodefesa nos chama, não recebe um tostão de organismos internacionais enquanto o Viva-Rio refestela-se em generosas contribuições anuais do Governo Inglês (2,5 milhões de reais/ano). Uma prova disto está nos anúncios de página inteira que os antiarmas publicaram em O Globo de 24/6/05 e 6/7/05. Segundo me informou a funcionária da área comercial de O Globo, um anúncio deste tipo, que o jornal classifica como De Opinião, custa ‘apenas’ R$ 390.312,00 (Trezentos e noventa mil trezentos e doze reais). Assim, os dois anúncios somados totalizaram R$ 780.624,00 (Setecentos e oitenta mil seiscentos e vinte e quatro reais). Sobre esse valor é preciso ainda acrescentar o custo de produção que também não é barato. Isto só para pressionar (neste caso O Globo não considera lobby) os deputados para que votassem o referendo para este ano. Imaginem a quantidade de dinheiro que esse pessoal tem para despejar durante a campanha! E aqui vale abrir um parêntesis: em uma mesa redonda na TV Câmara (30/6/05), da qual participaram os deputados Josias Quintal, Alberto Fraga, o delegado federal Wilson Damásio, o professor Bene Barbosa (Viva Brasil) e o senhor Antonio Rangel (Viva Rio), o professor Bene, cuja ONG defende o direito do cidadão se defender com uma arma de fogo, contou que o Viva Brasil, dentro de suas modestas disponibilidades financeiras, havia doado 10 coletes a prova de bala para a polícia. Cada colete custa R$ 2.500,00. Os antiarmas gastaram 780 mil reais com dois anúncios, apenas para apoiar a definição de uma data para o referendo. Este valor equivale ao custo de 312 coletes. Pergunto ao leitor: o que traz mais benefício para a segurança dos policiais, e por extensão dos cidadãos: 312 coletes ou dois anúncios de jornal? Talvez os antiarmas não tenham grande apreciação pela vida dos policiais...

Décima mentira: o Estatuto do Desarmamento representa um passo avante para a sociedade brasileira e por isto deve ter o apoio de todos os brasileiros, sem exceção. Se isto é verdade por que Deputados e Senadores se auto-excluíram das restrições à posse e porte de armas de fogo? Por que decidiram continuar gozando de um privilégio que cassaram de toda a população brasileira? Se desarmar o cidadão é tão importante assim, não deveriam Suas Excelências dar o bom exemplo sendo os primeiros a abrir mão desse odioso privilégio?

http://www.midiasemmascara.org/artigo.php?sid=3922

------

http://www.midiasemmascara.org/editoria.php?id=13

------

Artigo Muito Bom...

A política do desarmamento

Luiz Francisco Gaudard Júnior

Advogado Criminalista, Professor de Direito Penal da Universidade Estácio Sá, Pós-Graduado em Direito Penal e Direito Processual Penal, Pós-Graduado em Direito Público, Vice-Presidente da 34ª Subseção da OAB/RJ

É notória a preocupação das autoridades e da sociedade com a segurança pública, ou melhor, a insegurança pública.

Os altos índices de criminalidade, que crescem de forma avassaladora, demonstram a vulnerabilidade do Estado, que não consegue atingir os resultados pretendidos no combate ao crime.

As ações criminosas estão cada vez mais ousadas e ocorrendo num espaço de tempo cada vez menor. O crime, organizado ou não, afronta cada vez mais as autoridades constituídas e oprime a sociedade.

A vida, a propriedade, a liberdade e a integridade física são, dentre outros, bens jurídicos tutelados pela Constituição Federal, que merecem ser protegidos.

Infelizmente, o Estado está demonstrando absoluta falta de controle no combate à violência, tanto na sua prevenção quanto na sua repressão.

O artigo 35 da Lei 10.826/2003, estabelece que, após referendo popular, que será realizado em outubro de 2005, onde proibirá a comercialização de arma de fogo e munição em todo território nacional, exceto para os organismos de segurança.

Na verdade, todos sabemos que o verdadeiro responsável pela criminalidade não é o cidadão comum que adquire arma e munição numa loja devidamente estabelecida, atendendo ao que preconiza à legislação.

As armas, munições e explosivos que alimentam a criminalidade são de origem militares estrangeiras contrabandeadas, militares nacionais subtraídas dos quartéis das forças armadas e das forças auxiliares.

Como os criminosos não adquirem armas e munições nas lojas devidamente estabelecidas, é indiferente para eles estar ou não o comércio proibido.

É até melhor para o criminoso que o comércio de armas e munições esteja proibido, vez que deixa o cidadão honesto desarmado, totalmente desamparado e vulnerável.

Estatisticamente restou provado ser insignificante os crimes cometidos com armas adquiridas legalmente. Na sua grande maioria são crimes passionais, que seriam cometidos de qualquer maneira, utilizando ou não arma de fogo.

Como o Estado não tem como garantir e proteger a sociedade, não pode pretender impedir que a sociedade se defenda.

No Brasil, sempre que o Estado se depara com uma grave crise política ensejada pela violência pública, demagogicamente, lança-se uma lei para alentar a sociedade; foi assim com a "Lei de crimes hediondos", com a "Lei da Prisão Temporária", com o "Estatuto da Criança e do Adolescente", com a "Lei de Tortura" e recentemente o "Estatuto do Idoso" (alavancado pela última novela das 20 horas da Rede Globo de televisão).

Evidente que não é por causa da criação de Leis que a violência urbana será controlada e diminuída, sendo mais um engodo político.

A proibição do comércio de armas e munições poderá criar uma situação inusitada, talvez não prevista pelo legislador, a do homem comum passar adquirir armas e munições no mercado clandestino para sua proteção pessoal e de sua família.

O homem "de bem", diante da avassaladora violência que vem apavorando até mesmo as autoridades constituídas não irá ficar apático, sem exercer seu direito de defender-se, vez que o Estado não cumpre sua obrigação de garantir a segurança dos cidadãos.

É muito mais fácil para o Estado proibir o comércio legal de armas e munições através de Lei do que exercer vigilância nas fronteiras de um país de extensão continental.

Nos Estados Unidos da América, onde se implementou a política de segurança pública intitulada "Tolerância Zero", país desenvolvido que nossos políticos não cansam de tentar copiar sob a afirmação de que "tudo que é bom para América é bom para o Brasil", o comércio e o porte de armas e munições é difundido, havendo até certa facilidade para a aquisição.

Resta evidenciado que, mais uma vez, a sociedade, o homem "de bem", vai ser vítima de mais uma Lei hipócrita que, não vai prestar para a finalidade a que se destina.

Do ponto de vista histórico, chamava-se vítima, entre os povos primitivos, ao animal destinado a ser sacrificado para aplacar a ira divina ou oferecido em ação de graças pelos benefícios recebidos. O latim empregava, no primeiro caso, a palavra hostia e, no segundo victima.

A legislação deve traduzir dos princípios científicos somente aqueles que se tornaram já consciência comum, ou que na consciência comum ou na vida social encontram condições que lhes preparam e asseguram a efetividade e a difusão. Importa não esquecer a diferença entre as leis físicas e as morais, por todos conhecidas na teoria, mas por demais esquecida nas aplicações. Umas, como outras, são fatais; aquelas, porém, desenvolvem-se espontaneamente, estas por meio de atividades individuais que podem momentaneamente desobedecer-lhes.

Não basta que o legislador ordene; deve, sobretudo, preocupá-lo que a sua ordem possa e deva ser respeitada, deve recear a rebelião dos cidadãos, a sua negligência e má vontade. De onde resulta que a legislação tira a sua eficácia menos da sanção dos poderes públicos que da observância dos cidadãos; por isso se diz bem que ela deve ser a expressão da consciência popular.

É bastante comum e amplamente difundido nos meios de comunicação de massa, que todos devem aderir à campanha para o desarmamento. Virou moda ser a favor do desarmamento.

Evidente que precisamos desarmar, porém os criminosos e não o cidadão que possui arma legalmente para proteger bens jurídicos, vez que o Estado não desempenha sua função.

O objetivo da lei seria desarmar a todos; porém, sabemos que a Lei irá apenas atingir o cidadão e não ao criminoso.

O desarmamento obriga o cidadão a acovardar-se, a comportar-se de modo passivo e impotente.

Conforme preconizou Rudolf Von Ihering, em sua clássica obra "A luta pelo Direito":

"A luta pela existência é a lei suprema de toda a criação animada, manifesta-se em toda a criatura sob a forma de instinto da conservação."

Não fazemos apologia a corrida armamentista, o retorno aos tempos do velho oeste americano onde todos andavam armados; o que pretendemos é alertar para as conseqüências da proibição do cidadão comum deixar de possuir legalmente arma de fogo, no interior de seu domicílio.

Há grande possibilidade de, com a proibição, o cidadão honesto passar a adquirir armas e munições na clandestinidade, e, com isso, aumentar comércio ilegal e criminoso, incentivando e fortalecendo ainda mais o crime organizado.

Como podemos notar, há grande chance de, mais uma vez, o "tiro sair pela culatra".

------------

Por ultimo...

http://www.snipercountrypx.com

ebt (...)

--------------------

-

--------------------------

Sim , 180 milhões do nosso bolso para algo q n vai servir para porra nenhuma e o povo ainda vai an onda da globo q merda...

Desses 180 ainda vão desviar ums 50...

:/

-------------

A veja so divulgou , quem fez o orçamento foi o gov...

Aff...

-----------

Ta ai...

Share this post


Link to post
Share on other sites
Outro ponto interessante - humanos nao matam humanos, HOMENS matam humanos, em mais de 95% dos casos.

Liberar armas soh para mulheres seria interessante, mas nao passaria em um plebicito, e se o governo tivesse a coragem de fazer sem colocar a culpa no povo nao seria popular.

28423" target="_blank[/snapback]

Interessante sim seu ponto de vista! :thumbsup:

Share this post


Link to post
Share on other sites
Vamos todos não votar nessa palhaçada e pronto

28542" target="_blank[/snapback]

Acho que palhaçada é a palavra que melhor define o tal referendo.

Para que tanta despesa se os bandidos continuarão armados?

Eu voto NÃO.

Flavia falou uma coisas legais, concordo com muito do que Feles disse, Ronaldo tá quase especialista no assunto, mas acontece que eu moro sozinha, e não quero, de modo algum, ficar sem defesa alguma, SER OBRIGADA A desfazer-me dela.

É MUITO BONITO IR LÁ NA POLÍCIA E TROCAR SUA ARMA POR UM BRINQUEDO

A minha campanha é: DESARME O BANDIDO QUE O CIDADÃO DE BEM NÃO VAI PRECISAR ANDAR ARMADO

Edited by Em cima do muro

Share this post


Link to post
Share on other sites
Acho que palhaçada é a palavra que melhor define o tal referendo.

Para que tanta despesa se os bandidos continuarão armados?

Eu voto NÃO.

Flavia falou uma coisas legais, concordo com muito do que Feles disse, Ronaldo tá quase especialista no assunto, mas acontece que eu moro sozinha, e não quero, de modo algum, ficar sem defesa alguma, SER OBRIGADA A desfazer-me dela.

É MUITO BONITO IR LÁ NA POLÍCIA E TROCAR SUA ARMA POR UM BRINQUEDO

A minha campanha é: DESARME O BANDIDO QUE O CIDADÃO DE BEM NÃO VAI PRECISAR ANDAR ARMADO

49436" target="_blank[/snapback]

É isso ai e eu assino em baixo! :thumbsup:

Share this post


Link to post
Share on other sites

Vou votar não! Não vejo mais segurança nem menos tendo essa proibição!

e sou a favor da pena de morte sim! tem muita gente que esta viva e é malandro e mau carater, enquanto um monte de gente inocente e boa é morta pelas mãos desses FDPs ! <_<

Share this post


Link to post
Share on other sites

Sou contra o desarmamento.

Aqui no rio tem uma campanha de desarmamento do governo do estado para incentivar as pessoas a voluntariamente entregarem suas armas em troca de uma recompensa em dinheiro.

A resposta dos bandidos? Uma faixa enorme pendurada na favela da maré escrito "OBRIGADO GOVERNO DO ESTADO".

Share this post


Link to post
Share on other sites
Sou contra o desarmamento.

Aqui no rio tem uma campanha de desarmamento do governo do estado para incentivar as pessoas a voluntariamente entregarem suas armas em troca de uma recompensa em dinheiro.

A resposta dos bandidos? Uma faixa enorme pendurada na favela da maré escrito "OBRIGADO GOVERNO DO ESTADO".

49976" target="_blank[/snapback]

Pois é a globo não divulga isso...

claro meio de comunicação comprado... ai fica foda... :realmad:

Share this post


Link to post
Share on other sites

Pois é , é o q eu falo...

A Globo ta elbando $$$ em cima disso , alem de so mostrar noticias que favorecam o desarmamento.

Queria ver lah em Nova Orlenas como teriam sido so saques se o pessoal n tivesse armas...

Não se pode confiar na policia para tudo...

Aind mais aki onde ja fizeram um estudo que mostra que 40 % das ligações para a PM , são ignoradas...Isso tirando ja aquelas ligações bizarras.

Aff...Eu q n confio a minha vida na policia. Fora que a linha entre policial e bandido aki é bem tenue.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Votarei contra desarmamento. Meu motivo é que desarmar tolhe a liberdade dos cidadãos "de bem".

Ah, e quanto a pena de morte, como a roller panda falou: apenas com um judiciário extremamente justo, incorruptível, infalível... Impossível de ser feito com seres humanos. *Uma* vida inocente que fosse tirada já tira o mérito da pena capital, na minha opinião.

(sim, e as vidas inocentes tiradas por bandidos sanguinários, blablabla...? infelizmente não são trazidas de volta.)

Share this post


Link to post
Share on other sites

Na minha singela opinião, no caso do desarmamento, o governo não conseguiu tomar uma atitude que resolvesse o problema e está jogando a responsabilidade pela precária situação a nós, novamente!

Pq não fazem uma eleição para saber que o que queremos fazer com a corja que está lesando o poder público há um tempo ou pelo menos nos dão mais autoridade para cobrarmos seriedade por pessoas que deveriam estar representando nossos interesses?

Qto a pena de morte, sou a favor nos casos comprovados e que forem hediondos, e nada de ficar guardando o cidadão fazendo joguinho psicológico, comprovado os fatos, direto pro paredão e adeus, esse não destrói mais a vida de ninguém... Logicamente que existe aquela teoria de que "só os pobres irão morrer", mas se pensarmos friamente hoje em dia a KoiZa não está tão diferente assim, só existe um maior empenho mesmo quando o caso envolve a mídia, senão "panos quentes" são jogados sobre diversos acontecimentos...

Aproveitando, já que esse tópico é do tipo "desabafe e desça o sarrafo", uma maneira muito boa de resolvermos os problemas carcerários no Brasil é criar novamente em locais extremamente isolados prisões à moda antiga, com segurança máxima, tipo grandes fazendas, onde além do cidadão ficar totalmente isolado do mundo, vai ter que plantar para comer; construir se quiser se enconder do frio, sol ou chuva; fabricar utensílios que lhe tragam um pouco mais de conforto e finalmente gerar verbas para pagar por qqer tipo de intrução que venha a ter na prisão, mostrando pra ele que "talvez" ele não tenha entendido direito o que é ter amor pelos próximos, o que é dar valor ao trabalho construindo um lar dia a dia e "talvez", se o Bomdeus olhar com carinho em sua direção, ele retorne como um serumano de verdade para uma sociedade que "talvez" seja mais justa.

Abração.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Voto não... os ladrões por aí não ficam comprando arminhas das outras pessoas, eh tudo contrabandeado e importado...

:gunpow2::gun2::fuzilando6::fuzilando5::fuzilando4::fuzilando3::fuzilando2::fuzilando:

Share this post


Link to post
Share on other sites

Eu vou votar contra. Nosso país deveria dar prioridades a outras coisas. O desarmamento agora não vai fazer diferença alguma. Eu postei antes dizendo ser a favor, e sou. Mas não na conjuntura atual.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Eu sou contra pois naum adianta proibir a venda de armas no brasil....as armas dos bandidos sao tudo ilegais mesmo naum vai fazer diferenca...E bem q isso pode ser o comeco de um golpe de estado.... :unsure:

Share this post


Link to post
Share on other sites

Ontem fui em uma palestra sobre o referendo do desarmamento de armas e venda, pois tenho que trabalhar pro TRE obrigatoriamente! mas acabei chegando no final e só vi 5 minutos de palestra, pelo menos assinei minha presença!

minha decisão ja esta tomada e creio que uma grande maioria também vai votar contra o desarmamento!

Share this post


Link to post
Share on other sites
Ontem fui em uma palestra sobre o referendo do desarmamento de armas e venda, pois tenho que trabalhar pro TRE obrigatoriamente! mas acabei chegando no final e só vi 5 minutos de palestra, pelo menos assinei minha presença!

minha decisão ja esta tomada e creio que uma grande maioria também vai votar contra o desarmamento!

54351" target="_blank[/snapback]

Share this post


Link to post
Share on other sites

alguem aqui sabe como vae ou aonde esta a disposiçao civica a lei q ira vigorar caso haja o desarmamento?

acho q um importante ponto e olhar a lei e nao se vc e a favor ou contra, sim e nao ,sempre desconfio dessas coisas, a soluçao nao e tao simples.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Create an account or sign in to comment

You need to be a member in order to leave a comment

Create an account

Sign up for a new account in our community. It's easy!

Register a new account

Sign in

Already have an account? Sign in here.

Sign In Now

  • Recently Browsing   0 members

    No registered users viewing this page.

×