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E3 2013 * Demo de Destiny

O demo de Destiny começa com o jogador que estamos assistindo saindo de sua nave perto de uma estrutura grande. Parece uma parede de concreto, porém sua função original é desconhecida. Ele se encontra na antiga Rússia, agora devastada pelos ataques alienígenas que quase acabaram com a raça humana. O objetivo é explorar a fronteira selvagem além do muro.

Logo de cara é possível ver que o jogo pertence a nova geração de consoles. A arte do jogo é sensacional e os gráficos só ajudam a ressaltar isso! Seja a iluminação, os modelos, ou até mesmo os cenários, tudo em Destiny recebeu um upgrade visual com a chegada do Xbox One e PlayStation 4.

Quando nosso herói, um Warlock level 5, começava a ir em direção a entrada da muralha, ouvimos um rugido de mais uma nave. Logo em seguida salta da nave que está passando uma Hunter level 5, que veio para ajudar o Warlock em sua missão.

Destiny Scenery

Destiny é um “Shared World Shooter”, ou seja, o mundo que o jogador se encontra pode receber mais jogadores a qualquer momento.

Os dois parceiros então entram na estrutura abandonada, tentando encontrar o caminho para o outro lado. Quando o ambiente começa a ficar escuro demais, o Warlock ativa uma espécie de droid flutuante, que emite luz e fala com o jogador, comentando sobre o ambiente que eles se encontram.

Ao explorar, encontram uma área aberta, cheia de hastes de metal que sustentam a estrutura. O droid então comenta que a iluminação dele não será suficiente para aquela área e vai por conta própria encontrar alguma forma de iluminar o ambiente. Após alguns instantes as luzes do complexo começam a acender, porém os jogadores se deparam com um problema. Ao ligar as luzes, um grupo de Fallen, uma das facções inimigas, que também se encontrava no complexo foi alertada da presença dos jogadores.

Screenshot (11)

Assim começou a primeira batalha do demo, com o Warlock atirando seu rifle em rajadas, semelhante ao Battle Rifle do Halo. Os inimigos possuíam barras indicando quanta vida lhes restavam e conseguiam aguentar alguns tiros antes de morrer. As vezes um dos jogadores conseguia acertar um tiro na cabeça de um Fallen, aparecendo a palavra “Critical” logo acima do inimigo. Em um caso, o tiro crítico foi o suficiente para matar o Fallen, que resultou em sua cabeça explodindo e gás vazando do buraco que foi deixado pra trás. De vez em quando um dos inimigos focava sua atenção na Hunter e dava as costas para o Warlock, que aproveitava para atingir o inimigo com uma faca nas costas, matando-o instantaneamente.

A batalha continuou por alguns minutos, até os jogadores encontrarem algo semelhante a um “Boss”.  Esse inimigo era um Fallen, porém era bem maior do que os anteriores e conseguia tanto absorver muito mais dano, como também infligia muito mais dano nos jogadores. Isso resultou na morte da Hunter, deixando o Warlock sozinho para finalizar o inimigo. Quando o oponente se encontrava com a vida baixa, o Warlock pulou e, ainda no meio do ar, usou sua habilidade especial, lançando uma esfera de energia no Fallen, que explodiu ao entrar em contato, finalizando o inimigo e a batalha. Ao falecer, o “boss” deixa cair no chão várias caixas brilhantes no chão.

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Em seguida, com a ameaça devidamente eliminada, o Warlock segue para o lugar onde sua parceira faleceu, encontrando uma esfera brilhante flutuando. Ao se aproximar dela, o Warlock interage com o objeto e, depois de algum segundo, a esfera expande e forma novamente a Hunter que havia falecido. Em termos de jogo, imagino que a esfera para ressuscitar um jogador deve ficar no local de sua morte até o jogador ser ressuscitado ou ele desistir e sair da missão. Após ressuscitar a Hunter, o Warlock segue para coletar os itens deixados no chão.

Um dos itens coletados era uma arma nova. Com isso o Warlock abre seu inventário, que nos mostra que existe um grande nível de customização em Destiny. É claro que existem peças de armadura pra cada classe, pois existem vários quadrados vazios que estão conectados as partes do corpo do personagem como ombros, peito, cabeça e pés. Além disso as armas em si tem um nível de customização. Quando o jogador equipa a arma nova, ele abre também uma tela que mostra vários upgrades que podem ser feitos. Não se sabe se os upgrades são adquiridos através de uso continuo da arma ou por itens deixados no chão ao matar inimigos.

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Os dois jogadores então continuam seu caminho, finalmente achando a saída. Ao sair, eles veem no horizonte uma nave gigante chegando no planeta. Essa nave passa em um local perto dos jogadores e descarrega vários soldados Fallen, além de um tanque que é semelhante a uma aranha. Os jogadores então se direcionam a essa nova ameaça.

Ao se aproximar, novamente se escuta rugido de naves e vários players de diferentes níveis entram no mundo e na batalha contra o tanque. Ao se aproximar mais da batalha, os jogadores recebem uma notificação na tela, falando que eles estão entrando em um evento público. Com isso todos os jogadores se juntam para enfrentas as forças inimigas. Uma tática utilizada por eles era atirar nas pernas do tanque, dessa forma ele perde o equilíbrio e não consegue atirar corretamente.

Screenshot (15)

Ao final da batalha, todos os jogadores comemoram e assim encerra a demonstração do jogo. O jogo parece muito interessante, contendo elementos de gameplay que remetem a Borderlands ou Diablo, porém mantém sua própria identidade. O combate em si é bem dinâmico graças as habilidades especiais de cada classe de personagem, as customizações de armas e equipamentos para o personagem em si. As mecânicas de multiplayer do jogo parecem ser uma nova fronteira para jogos multiplayer nessa geração e será muito interessante ver como que isso vai se desenvolver, além de como vai influenciar game design daqui pra frente.

Destiny é um jogo para se manter o olho. Será lançado para Xbox 360, Xbox One, PlayStation 3 e PlayStation 4 em 2014.

Bernardo Dabul
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