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vgBR | 13 de dezembro de 2019

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Omega Labyrinth Life – Análise

Omega Labyrinth Life – Análise
Fábio Kraft

Review Overview

Nota
6.5
6.5

Omega Labyrinth é um RPG que vai entreter o pessoal mais hardcore

Concluindo, Omega Labyrinth é um RPG que vai entreter o pessoal mais hardcore sem dúvidas. É muito legal ir atrás dos equipamentos lendários, enfrentar o Grim Reaper e outros chefes opcionais, subir todos os atributos no sunbathing, sintetizar equipamentos e afins

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Omega Labyrinth: Life é mais uma opção de uma aventura leve, divertida e apimentadinha demais talvez.

Desta vez trata-se de um RPG no estilo rogue-like para o Nintendo Switch, um game na pegada de Chocobo’s Dungeon/ Pokemon Mystery Dungeon/ Shiren the Wanderer e por aí vai, para quem teve a oportunidade de experimentar esse gênero peculiar no qual o jogador percorre por labirintos gerados randomicamente até chegar a parte mais profunda de uma determinada dungeon, andar por andar.

Desenvolvido pela Matrix Software e distribuído pela D3Publisher, Omega Labyrinth pode parece bem divertido se você não se importar com a quantidade exorbitante de conteúdo 18+ no qual o elenco todo de personagens principais, compostos somente e unicamente por garotas passam para dar aquele up nos níveis ou melhorar um equipamento usando seus vários tipos de tamanho de busto. Isso mesmo, tamanho do busto das personagens é um fator importante a ser levado em consideração durante a jogatina pois quanto mais inimigos você derrota, maior fica seus seios, e assim, mais forte você se torna. A razão por trás disso? “Omega Power“, hmmm Hazukashiiiiii (que vergonha, em japonês), como diria nossa heroína.

A maneira que a história do game é contata é realmente interessante e bem divertida, parece um text novel aonde um artwork expressivo do personagem aparece na tela e interagem entre si.

O jogador pode deixar no modo automático para passar os textos enquanto a dublagem em japonês (excelente, diga-se de passagem) faz todo o resto, curtindo assim como se fosse acompanhar uma série de desenho. Eu gostei, achei bem gostoso de sentar no sofá e sair um pouco das histórias mais pesadas que tem por aí a fora.

A trama do jogo é bem simples e fácil de pegar, os amantes de animê já estão craques quando o assunto é “A estudante transferida para o novo colégio”.

Você controla Hinata, uma garota corajosa, determinada e hyper que está começando seus dias conturbados num estimado colégio especial para meninas, o Bellefleurs Girls’ Academy, cujo qual ela foi transferida, aonde um mistério envolvendo os jardins vem a tona quando misteriosamente as flores que jamais morrem, começam de fato perder sua força vital.

Como os problemas começam quando a heroína chega, todo mundo logo suspeita que ela é a causa, e cabe a você mostrar que está disposta a solucionar o problema com suas próprias mãos (e seios), entrando nas dimensões florais ocultas, a holy cave, e com isso ir conquistando seu espaço no colégio, fortalecendo e criando as a amizades com suas companheiras para que no final do dia tudo fique bem e se resolva num pãozinho de yakissoba e banhos de sol (para upar as skills, claro).

Eu particularmente não encontrei muitos problemas com o jogo em si, mas eu como tenho costume de jogar fora de casa, esse titulo em particular me deixa um pouco constrangido porque o jogador precisa literalmente tocar e agarrar coisas que normalmente não são tão legais para se fazer em publico, a parte disso, falo que não me importo muito com certas coisas porque eu já estou acostumado com jogos de RPG um pouco mais confusos mesmo apesar de tudo, mas vou deixar avisado que a quantidade de coisas que você pode fazer, ou precisa mesmo fazer, é muito grande e isso pode acabar gerando uma sensação pesada de responsabilidade que resulta em muitas vezes de o jogador desanimar entre uma dungeon ou outra.

A confusão que mencionei é dada toda vez que você avança na história, um NPC vai te ensinando a fazer uma ou outra coisa diferente, seja cuidar do jardim, explicar como funciona o sistema de sementes para plantar nos campos, o tipo de água ou nutriente que cada tipo planta usa, como fazer para prestar atenção no relógio interno do game para que a colheita não atrase, ou até mesmo para comprar item e vender é um pouco mais complicado do que precisava ser.

Falando sobre o dinheiro do jogo, o Omega Power é por onde você consegue fazer grande maioria das compras e upgrades dos personagens. O Omega Power pode ser obtido enfrentando inimigos, concluindo dungeons ou vendendo seus itens. Concluir as missões pré-determinadas pode resultar em duplicar ou triplicar a quantidade de dinheiro que você recebe, então vale a pena ficar atentendo nessas coisas assim que se entra em uma dungeon nova.

Não acho que isso seja um problema grande, mas com certeza vai afastar alguns jogadores porque acaba tirando o foco do game em si, que é explorar as dungeons, pegar level, ir atrás dos equipamentos, recrutar as garotas. Isso sim que eu achei maneiro no game, mas acaba sobrecarregando um pouco.

As dungeons são geradas aleatoriamente como havia dito, então você pode esperar encontrar de tudo durante a exploração.

O jogador pode levar consigo um personagem para lhe ajudar, não se limitando apenas a personagem principal.

Nas dungeons que não são de história, você pode ir com dois personagens completamente diferentes para testar um mix-and-match das skills e etc, evitando que a caminhada fique meio monótona.

Cada dungeon tem pequenos objetivos para se seguir, que caso concluídos, eles daram um bonus ao concluir o estágio, como duplicar seus pontos ou lhe conceder itens especiais. Os objetivos vão desde derrotar uma quantidade X de monstros, terminar um andar com um equipamento especial ou atravessar a dungeon o mais rápido possível.

Todos esses desafios são fixos por dungeon, então o que realmente muda é o conteúdo que está dentro dela em si. A medida que o jogador avança, novas opções aparecem para gerar um preparo especial antes de começar a jogar.

Durante a exploração você pode encontrar shops, monster rooms, vários traps, itens raros, itens mágicos, e por aí vai, bem padrão do gênero, que mesmo que esteja no padrão, nesse sentido o jogo é super competente. Me diverti legitimamente andando pelos muitos e muitos andares das mais variadas dungeons que o game possui. Achei também bem criativo os chefes, não sabia que as batalhas do game pudessem ficar tão intensas, mas tem cada boss que faz você descabelar um pouco para derrotar. Confesso que derrotei alguns na pura sorte com um critico ou com algum companheiro dando um ataque meio torto nele.

A trilha sonora do Omega Labyrinth é bem legal, variada, bem feita e nem um pouco cansativa. Você repete muito os lugares do game e em momento algum eu precisei abaixar o volume da trilha sonora por incomodo.

Gosto especialmente das músicas de boss e das melodias mais down num momento mais triste, melancólicos, percebe-se um empenho bem forte por parte da produtora, sem dúvida. Faixas marcantes, bem executadas.

Meu único ranço com o jogo é as cenas de sem-vergonhisse mesmo, que felizmente podem ser skippadas uma vez que você faz a primeira vez. Mas tirando isso, é jogão sim. Recomendo para quem estiver afim de dar uma relaxada de RPGs com temas de guerra, sangue e etc.

Prós

  • História e personagens legais, mesmo com todos os esteriótipos possiveis de colégio
  • Dungeons com uma progressão de dificuldade moderada
  • Dublagem e story-telling ótimos

Contras

  • Muita informação nas primeiras 3 horas de jogo
  • Tudo o que você faz para melhorar algo envolve uma cena pervertida com uma garota, isso é muito chato
  • Inteligencia artificial dos seus amigos poderiam ser melhores, mesmo definindo a estratégia dele no submenu
Fábio Kraft

Fábio Kraft

Um jogador de RPGs eletrônicos e amante de batalhas finais. Pouco apreciador de joguetes bugados sem fim e com música tosca.