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Showing content with the highest reputation since 10/21/2019 in all areas

  1. 1 point
  2. 1 point
    The Room eu tenho os dois primeiros. Joguei um pouco mas não zerei ainda, mas deu pra perceber que os puzzles e a ambientação são muito do caralho.
  3. 1 point
    Preço excelente. Cara, eu cheguei à conclusão, que celular pra mim é pro basicão, eu não preciso mais de um Galaxy S na vida. Se o celular tirar umas fotos decentes, e funcionar pra bancos e gps, já é o que eu preciso. Estou ansioso pela entrega.
  4. 1 point
    Eu tenho a Mi Band 4 tbm, acho muito legal. Deu uma melhorada boa, parece bem mais precisa. Eu peguei o Redmi Note 8, sem ser o pro, que custava mais carinho. Acho que ainda tá rolando umas promos do dia 11/11 na loja oficial da Xiaomi, no Aliexpress: https://xiaomi.pt.aliexpress.com/store/103919?spm=a2g0s.9042647.0.0.5bc637a1vVEUZ1 Vai botando cupom em cima de cupom, que o preço vai baixando. A estimativa de entrega, pra mim é: Quando Deus quiser.
  5. 1 point
    Eu tenho um airdots e acho que vale o que custa: um fone de até 100 reais. Prefiro mil vezes ele do que aqueles modelos que os dois fones são conectados por um fio. Aproveitando, o 11/11 na china, comprei um Redmi Note 8 por 650 reais. <3
  6. 1 point
    sabe que essa semana sai um jogo vr de terror , onde vc acompanha uma mocinha, que e de um dos diretores do TLG e Puppeteer https://www.densetsugames.com.br/last-labyrinth-data/ SOBRE ESTE JOGO Uma história a ser vivida em realidade virtual. Escape de uma misteriosa mansão com uma jovem de idioma incompreensível. Last Labyrinth foi criado com o conceito de ser um "Novo Jogo de Aventura da Era da Realidade Virtual". Uma aventura de fuga em Realidade Virtual que simula uma comunicação não-verbal com a personagem, proporcionando uma sensação de mundo real. O jogador encontra-se preso numa misteriosa mansão, que deverá unir forças com a jovem Katia para desvendar diversos enigmas para então alcançar a liberdade. À frente deste jogo está Hiromichi Takahashi, também produtor e diretor da franquia Doko Demo Issyo. Como codiretor temos Testuya Watanabe, que atuou como level/game designer de Puppeteer e The Last Guardian. O posto de lead animator é de Atsuko Fukuyama, conhecido por seus trabalhos em animação não-verbal em títulos como ICO e Shadow of the Colossus. Michiko Kusaba. artista de ambiente, trabalhou em Gran Turismo 3: A-Spec e Gran Turismo 4. O sound designer é Takuya Hanaoka, que tem em seu currículo a sonorização das franquias Monster Rancher e Super Robot Wars. Trata-se, portanto, de um time de profissionais que passaram por grandes títulos para PlayStation®, todos empenhados no árduo desafio de "expressar em Realidade Virtual" a comunicação não-verbal com a jovem Katia. A misteriosa Katia é dublada pela modelo internacional, atriz, dubladora e cantora Stefanie Joosten, conhecida pela performance da bela e silenciosa Quiet, em Metal Gear Solid V: The Phantom Pain. A música tema é assinada pelo renomado Hiroki Kikuta, famoso pelos trabalhos em Seiken Densetsu 2 e 3, além de Sōkaigi e outros títulos. Os vocais da canção também estão a cargo da bela voz de Stefanie Joosten, que já havia exibido seu talento com a "Quiet's Theme". HISTÓRIA O que é isso...? Seus olhos começam a se ajustar à escuridão, você está agora numa sala desconhecida. Você tenta levantar, mas mal pode se mover. Olha para baixo e percebe que seus braços e pernas estão presos a uma cadeira de rodas. O pânica começa a tomar conta, e então percebe uma presença no canto dos olhos. !? Uma jovem em pé na escuridão, lançando um olhar frio em sua direção... REQUISITOS DE SISTEMA ICO VR
  7. 1 point
    Eu também jogo COD no joystick. Não abro mão do force feedback em certos jogos como Titalfall, Battlefield, Gears of War. etc...
  8. 1 point
    Sinta-se um privilegiado. Joguei esta merda por 6 anos e me arrependo amargamente.
  9. 1 point
    Quando esse tópico foi feito tínhamos. PS4 não desbloqueado. 3DS sistema de desbloqueio começando. Wiiu não desbloqueado. Xbox One não desbloqueado. Terminamos a geração com PS4 tendo um desbloqueio burocrático que poucos investiram. 3DS desbloqueado com direito a emuladores e jogos do virtual console que não saíram oficialmente. Wiiu destrinchado que permitiu até usar joystick de PS4 e Xone nele. Xbox One não foi desbloqueado. Ainda nesse meio termo teve o Switch que apesar do desbloqueio ser até o momento exclusivo do primeiro modelo, nada garante que os atuais modelos irão conseguir vencer a pirataria. Não foi dessa vez que a pirataria foi vencida.
  10. 1 point
    Rola uns papos que tem 5 horas de filme, com algumas cenas extremamente difíceis de ver.
  11. 1 point
  12. 1 point
    Tem... é o XCOM Enemy Within de PS360, sem tirar nem por... só com os gráficos ajustados para celular. A jogabilidade touch ficou excelente e o jogo é muito completo, rende muitas horas de gameplay. Surpreendentemente, os loadings estão menores do que nas versões de console. Tem alguns jogos de Console que estou preferindo pegar no celular: Banner Saga, Door Kickers, Oxenfree, Bad North, Not a Hero, Minit, This War of Mine, Beat Cops, Armello, Chroma Squad... estão todos na minha lista. Cada mês eu compro uns 2.
  13. 1 point
    @Billy Lee Black Saint Seya: Awakening
  14. 1 point
    Jogando Call of Duty Modern Warfare desde o lançamento. Eu sabia que pelo original ser o melhor COD já feito, este seria ainda melhor. Multiplayer lindo e maravilhoso! Foda-se a campanha, não consigo evitar o multiplayer. Mas a campanha está lindíssima também.
  15. 1 point
    Recebi esse jogo para análise (sim, o primeiro jogo pra celular que recebo com antecedência para avaliação) e torci o nariz no início esperando o pior, como é o destino da maioria dos jogos de consoles que acabam migrando para celulares. Existe sempre o receio desses jogos “grátis” deixarem você avançar até certo ponto, depois se tornarem impossíveis de continuar de forma natural (Como acontece em Cavaleiros do Zodíaco Awakening por exemplo) e você ou para de jogar, ou contínua se investir um dinheiro (ou ter uma paciência absurda, o que não é o meu caso), nesse caso em específico eu larguei o jogo, apesar de ser excelente para os padrões de celular. Mas felizmente não é o caso deste jogo em específico, já que você pode continuar jogando por horas a fio sem se preocupar muito nem com o AP (que seria o que se gasta jogando), nem com qualquer moeda do jogo, pelo menos no início já que logicamente a dificuldade em obter certos itens que servem como moeda no jogo vai ficando maior a medida que se joga, mas nem isso atrapalha a jogatina. Não vou focar em história (sim ela existe, e não é ruim) e sim nas mecânicas do jogo, e o que você pode fazer nele para aproveitar o máximo que puder logo do início. Desenvolvido pela Netmarble (Netmarble Corp. South Korea, Netmarble Neo Inc. Indonésia) e licenciado pela SNK Corporation, The King of Fighters ALLSTAR, traz toda nostalgia do famoso jogo da SNK para as telinhas do celular num Beat ‘n Up (briga de rua) bastante competente com muitos modos de jogo (que vão se abrindo ao decorrer da jogatina) e promete centenas de personagens para se jogar. Nessa versão de avaliação fornecida, estão presentes os personagens das versões 94 a 99, mas a Netmarble já anunciou que o jogo vai ter todos os personagens da série, até o novo Kof XIV. O jogo com certeza surpreenderá até aqueles que torcem o nariz para jogos mobile. Graficamente excelente, a arte resgata os tempos áureos da série, com personagens carismáticos, em versões diferentes (exemplo, Robert Garcia 94, Robert Garcia 97 etc) com árvore de skills, evoluções e mais um montão de opções para você balancear seu personagem que vai com certeza lhe prender algumas horas por dia no celular. A versão que testamos tem os textos em português com alguns trechos ainda não localizados, mas deve ser algo que vão arrumar em breve. O jogo, além do modo história (nesta versão disponível da versão 94 até a 98, apesar de ter personagens da 99, ele não estava presente no modo história na avaliação) tem uma ampla variedade de modos de jogo onde você pode conseguir moedas, itens para evolução, itens para aprimorar a arvore de skills, itens para ficar mais forte (level up) e vários etc, não vou nem citar todos pra não estragar a diversão de descobrir os modos de jogo, eventos e tudo mais porque é muito bacana. Os controles são simples e soltos e fazer os combos e usar especiais é bem fácil e convidativo. Um dos pontos fracos pra mim é que infelizmente ainda não há suporte nativo a joysticks bluetooth. Nada que não se resolva com um mapeador de tela, mas não custava, ou então jogar em emuladores tipo Bluestacks. Com comandos de andar e de golpes comuns, a especiais (sim os famosos DM e SDM estão em toda sua glória para você arrebentar desde operários e capangas do Geese Howard, até aleatórios que aparecerem na sua frente) mas para poder usar os especiais você precisa desenvolver sua árvore de skills e para isso, você precisa de itens, mas basta participar dos eventos e modos de jogo específicos para isso, a chamada Masmorra. Tem masmorra pra quase tudo no jogo (menos Rubis, a moeda principal do jogo, quer moleza senta no pudim) Rubis você pode ganhar como recompensa no jogo, e apesar do jogo ter dar rubis constantemente, seja no modo história ou como recompensa fazendo certas tarefas ou participando de eventos, eu aconselharia prudência ao gastar sem pensar e vou explicar o porque logo abaixo. Existe um sistema de elementos presente no jogo, são 5 ao todo, eles são separados por cores, são elas Roxo, Vermelho, Amarelo, Verde e Azul, cada cor tem uma fraqueza para outra, não necessariamente na ordem que escrevi, mas dentro do jogo há um indicador gráfico dessa evolução em sentido horário, tanto na tela do jogo como em outros momentos, escolher bem o elemento dos seus personagens pode ser decisivo para a vitória. Todos esses elementos podem ser coletados em eventos ou tarefas passadas pelo jogo e podem ser comprados com Rubis, o que em última opção pode ser necessário, então é bom ter cautela com o gasto de Rubis no jogo, invocando personagens, porque muitas vezes pode ser mais útil que você use os Rubis para evoluir pelo menos um lutador de cada elemento (isso é importante, você vai descobrir com o andar do jogo que o ideal é evoluir ao menos 3 personagens de cada elemento para não passar por sufoco no decorrer do modo história e outros). Alguns modos os inimigos não tem elementos, permitindo que você use o personagem que quiser para jogar o modo, mas a grande maioria dos modos, como o história o jogo vai indicar que aquele capítulo ou sequência tem um tipo de elemento, praticamente obrigando que você use personagens de outro elemento mais forte (o jogo também indica qual o melhor para o elemento específico da CPU, com indicadores de força (setinhas pra cima ou para baixo, em cores diferentes) e o diagrama de elementos na tela para uma visualização mais conveniente, via de regra todo um capítulo, existe um único elemento, com exceção de alguns episódios, dentro dos capítulos que mudam de elemento, sendo cada um de um tipo, mas não é comum. O jogo é um pouco exigente em configurações, Eu joguei em um Asus Zenfone 5 Selfie Pro (Snapdragon 6xx, Adreno 5xx, 4gb RAM), sem maiores problemas, um pouco abaixo do nível máximo das configurações gráficas apenas e o jogo rodou fluentemente, só não deu pra fazer gravações com o Game Genie sem engasgos. (as imagens e vídeos dessa análise foram feitas em um PC com Bluestacks.) Eu recomendaria um celular com Snapdragon série 8, Adreno série 6 ou superior, e 4gb de RAM, para uma experiência totalmente agradável, porém pode ser jogado em qualquer aparelho com 2gb de RAM (que são as configurações minímas da desenvolvedora, que não informa o chipset mínimo, porém sacrificando um pouco os gráficos para ganho de performance) THE KING OF FIGHTERS ALLSTAR está disponível para download na Google Play e na App store em mais de 175 países, e oferece atendimento em inglês, mandarim, indonésio, tailandês, espanhol, italiano, francês, português, russo e alemão. É um excelente jogo (para os padrões de jogos mobile) que traz uma série já consagrada, em uma formula diferente e que seria muito bem vinda em consoles de mesa, futuramente quem sabe. .wp-pros-cons { background: #F9F9F9; border: solid 2px #fe710c; } .wp-pros-cons .wppc-btn-wrapper .jd-wppc-btn { color: #fff; background: #212121; } .wp-pros-cons .wppc-btn-wrapper .jd-wppc-btn { border-radius: 5px; } Pontos Positivos Gráficos e arte muito bem feitas, praticamente uma releitura das artes originais da franquia. Sistema de evolução. Personagens de todos os jogos da série (promessa do desenvolvedor, até então só tem os personagens da 94 a 99 (que são só 5 na 99) – e alguns novos, não joguei a versão japonesa pra conferir se isso já existe lá. Músicas e arranjos na medida, efeitos especiais e todas as vozes estão lá igual os jogos originais. Sistema de batalha fabuloso que permite que você faça combos que sempre quis fazer no jogo mas não conseguia (sim você pode dar um especial depois de um DM ou SDM e vice-versa, não existe limite de linker). Pontos Negativos Não há suporte nativo a controle (joystick), obrigando a usar um mapeador de tela.
  16. 1 point
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  18. 1 point
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