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Showing content with the highest reputation on 03/16/2016 in Posts

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    Cara não tem notícia boa pra esse país mesmo hein? Passou da hora de vazar dessa merda.
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    Vivo, NET e Oi, três das principais operadoras de telecomunicação do Brasil, anunciaram recentemente que todos os seus planos de internet fixa serão oferecidos com um limite de dados. Desse modo, mesmo conexões por ADSL - aquelas em que a rede aproveita a linha de telefone do usuário - funcionarão por franquia, como nos planos de internet móvel. Em outras palavras, as operadoras poderão cortar ou reduzir a velocidade da internet quando o usuário atingir o limite. Atualmente, os planos de internet fixa são regulados por velocidade, e não há volume máximo de dados. Um consumidor pode baixar filmes, músicas e assistir vídeos o quanto quiser, pagando apenas pela velocidade com que esses dados trafegam. Com um limite de consumo, a experiência do usuário é seriamente prejudicada. Veja o caso da Netflix, por exemplo. O serviço de streaming oferece diversos filmes e séries de TV em alta resolução, sendo que um vídeo em HD (a partir de 720p) consome algo em torno de 3GB por hora, segundo a empresa. Se você assistir a dois episódios da sua série favorita por dia, com cerca de 50 minutos cada um, e em alta resolução, ao fim do mês você terá gasto 180GB da sua franquia de dados fixa. Só com Netflix. Acrescente ao cálculo todos os outros aplicativos da vida moderna que consomem cada vez mais dados. Pense em quantas horas de vídeos no YouTube você assiste por mês, em quantos vídeos e fotos são exibidos na sua linha do tempo no Facebook ou no Twitter, no número de imagens que você baixa no Snapchat e nas atualizações de apps que o seu smartphone exige diariamente. Agora multiplique esse número pela quantidade de dispositivos ligados à sua rede fixa, incluindo celulares da família, computador, laptop, tablet e videogame, por cabo ou pelo Wi-Fi. Ao fim das contas, você perceberá que um plano de 130GB - o mais alto e caro oferecido pela Vivo, por exemplo - não é muita coisa. E é justamente nesse ponto que se encontra o "trunfo" das operadoras de telecomunicações, que agora possuem argumentos não só para convencê-lo a aumentar a velocidade da sua internet, mas também a contratar uma franquia com limite maior, e, consequentemente, mais cara, ou ainda mudar-se para a fibra ótica. Isso é permitido? Atualmente, mais de 25 milhões de brasileiros acessam a internet por redes fixas. Com essas novas regras, muitos usuários poderiam ser prejudicados pela interrupção inesperada de serviços ou mesmo por uma queda na velocidade quando atingissem o limite de suas franquias. Mas o que a lei tem a dizer? O modelo de cobrança é regulamentado normalmente pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), assim como é permitido em contratos de redes móveis. As operadoras só precisam respeitar algumas exigências, como a de oferecer ao consumidor uma ferramenta para que ele monitore o volume de dados consumido em tempo real. Além disso, as empresas devem alertar o usuário quando ele estiver perto de atingir o limite contratado. O Marco Civil da Internet também dá liberdade para que as operadoras cobrem o cliente da maneira que acharem melhor. A única restrição, nesse sentido, se refere ao conteúdo: uma empresa não pode impedir o usuário de acessar alguns sites, mas podem, sim, interromper a conexão do consumidor em caso de "débito diretamente decorrente de sua utilização". Como saber se serei afetado? Por enquanto, as novas regras afetam apenas usuários de conexões ADSL, deixando "ilesos" os consumidores de internet por meio de fibra ótica. Clientes da NET também já acessam a rede pelo regime de franquia de dados há tempos, o que a empresa justifica em seu site oficial dizendo que "se preocupa muito com a qualidade dos serviços que presta". "Um fator chave para garantir a velocidade de conexão da banda larga é ter a rede corretamente dimensionada para atender bem todos os nossos clientes. O perfil de utilização de cada cliente impacta diretamente no tráfego e com isso a NET tem consistentemente conseguido oferecer maior velocidade e menor preço", argumenta a companhia. Já a Vivo, recém-chegada ao ramo de cobrança por franquia, estabelece as seguintes métricas: Banda Larga Popular de 200 kbps: 10 GB por mês Banda Larga Popular de 1 e 2 Mbps: 10 GB por mês Vivo Internet de 4 Mbps: 50 GB por mês Vivo Internet de 8 e 10 Mbps: 100 GB por mês Vivo Internet de 15 Mbps: 120 GB por mês Vivo Internet de 25 Mbps: 130 GB por mês A cobrança franqueada começou a valer na Vivo desde o último dia 5 de fevereiro. Contratos estabelecidos antes dessa data, porém, serão mantidos ilimitados até o dia 31 de dezembro de 2016. Já os planos da Oi são um pouco mais generosos com quem possui planos de internet mais lenta, mas também são mais restritivos chegando aos valores mais altos: Até 600 kbps: 20GB por mês Até 1 Mbps: 40 GB por mês Até 2 Mbps: 50 GB por mês Até 5 Mbps: 60 GB por mês Até 10 Mbps: 80 GB por mês Até 15 Mbps: 100 GB por mês A Tim, que também oferece serviço de internet por conexão ADSL, não possui planos sob franquia. Em nota, a empresa afirmou que também não pretende mudar seu modo de cobrança por enquanto. Próximos passos A 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon) do Ministério Público do Distrito Federal deu início a um processo que investigará essas ofertas da Vivo, Oi e NET. De acordo com o promotor Paulo Roberto Binicheski, a cobrança com limite de dados é desvantajosa para o consumidor. "A proposta de alteração do sistema de cobrança reflete planos comerciais abusivos, com o propósito disfarçado de encarecer os custos de utilização da internet pelo usuário médio", disse Binicheski em nota divulgada à imprensa. Ao consumidor, resta aguardar o desenrolar dos fatos e, assim como já faz no celular, tentar restringir os gastos com internet mesmo quando estiver em casa. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Que orgulho de viver nesse país.
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    Com aproximadamente 30% do jogo, você começa a ganhar mais confiança e não respeitar tanto os inimigos como fazia no início do game, seu personagem já está forte para inimigos iniciais e está conseguindo encarar de igual para igual inimigos mais fortes. Com isso você cria coragem e se adentra a um caminho liberado logo no começo do game, que te leva para uma cidade tomada de caveiras e ratos, que eram muito fortes para você encarar logo nos primeiros minutos de jogo. Com um pouco de dificuldade você consegue derrota-los, até se deparar com um portão no qual tem dois botões no chão próximo as laterais, quando você pisa em um deles, percebe que eles afundam, mas é impossível afundar os dois ao mesmo tempo sem que você necessite levar algo pesado até um deles e utilizar seu corpo para afundar o outro, dessa forma você sai a procura de alguma pedra, caixa, ou item que seja possível colocar em um dos botões. Com isso você começa a explorar as casas abandonadas da cidade, dentro de uma dessas casas, tu encontra um NPC sentado, ao conversar com ele, o mesmo diz que precisa de ajuda para ativar um portão a frente, como vocês dois tem o mesmo interesse de seguir no mesmo caminho, o NPC segue com você até o sinistro portão. Após cada um ficar em cima de um botão, o portão começa a abrir vagarosamente, nisso um machado transpassa o portão com toda a força e afunda no chão, um monstro enorme termina de abrir a porta. Seu nome é CAPRA LUCIFER, uma versão maior e mais aterrorizante de Capra Demon, que você conheceu no primeiro Dark Souls. Para piorar a situação, o NPC que te ajudou a abrir a porta, na verdade é um impostor servo de Capra Lucifer, ajudando o Boss a te matar. Você nota além da força descomunal, Capra Lucifer também é muito veloz, só que o mesmo se cansa após uma sequência de 5 machadas randômicas, entretanto nos segundos que o boss leva para retomar sua sequência violenta, o NPC não permite que você chegue perto do boss, te atacando com uma espada cerimonial. Vai caber ao jogador analisar se tem habilidade suficiente para desviar dos golpes de Capra Lucifer e atacar o NPC até mata-lo, para depois sim tentar dar fim ao boss. Caso você morra, ao retornar a portaria, os dois já irão estar te esperando, existe uma maneira de enfrentar apenas o Boss, caso mate o NPC na primeira vez que o ver dentro da casa, você poderá levar seu corpo até a portaria e jogá-lo em um dos botões, enfrentando assim somente o Boss, deixando a luta mais fácil, fazendo com que você perceba que em Dark Souls 3, nem sempre é vantajoso manter NPCs vivos.
  8. 1 point
    Esse papo de Teclado e Mouse vai arrebentar com players de controle é meio lenda, habilidade conta mais que periférico, um exemplo é a comunidade dos jogos de luta, na qual Luffy ganhou a EVO jogando num controle de PS1, quando a maioria de seus adversários usavam controles Arcades profissionais.
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    Acabou amigos... Lula virou ministro. Só me resta agora aguardar a justiça divina, porque a dos homens falhou.
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    O problema é que até agora não mostraram NADA que faz valer a compra.
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    Eu acompanhava na época dos Orkut um tópico com aventura, era divertido-mor. Se forem fazer eu topo participar!
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    A única edição do spawn que eu achei boa foi a primeira.
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    A animação da HBO era legalzinha.
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    Spawn já teve um filme e eu achei muito bom pra época.
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    Green beret olympics. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
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    Que seja Twisted Metal. Pode ser o jogo do kojima também.
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    Vou escrever a cena do encontro e como eu imagino a criatura. "O corredor terminava em uma imensa caverna oval, iluminada pelos archotes presos à parede. Parou debaixo do arco de entrada e ergueu sua tocha para ajudá-lo a enxergar melhor. Um estreito caminho pavimentado a sua frente levava ao centro da sala, onde alguns degraus se erguiam em direção a uma plataforma redonda, feita das mesmas pedras azuladas das paredes. Nas extremidades dessa plataforma, quatro pilares de pedra se erguiam até a abóbada da caverna, perdendo-se na escuridão. As pilastras, assim como as paredes eram feitas da mesma pedra azulada e brilhante devido aos veios de água que escorriam do teto e preenchiam os vãos das pedras. As luzes dos archotes nas paredes deixavam a caverna com um aspecto amarronzado e aumentava a sensação de podridão daquele lugar. O ruído contínuo de água escorrendo mais incomodava do que acalmava. Talvez fosse o eco, ou talvez fosse a insistente sensação de que havia algo de errado com aquele lugar. E pela certeza de que ele não deveria estar ali. Ignorando seus instintos, ele caminhou pelo caminho pavimentado e parou em frente aos degraus. Alguma coisa o impedia de continuar. Virou-se de costas e começou a voltar até o arco de entrada. Ao tentar atravessá-lo, sentiu algo pesado batendo no peitoral de sua armadura e arremessando-o longe, vindo a bater de costas contra a pequena escadaria. Sentiu-se tonto quando seu elmo bateu contra as pedras e certamente estaria morto caso sua nuca não estivesse protegida por aço élfico. Assim que sua visão voltou ao normal, viu que não havia ninguém ali. Caminhou novamente até o arco de entrada da caverna mas parou antes de atravessá-la. Fechou os olhos. Podia sentir uma presença maligna ali. Deu um passo a frente. Dessa vez o golpe veio acompanhado de um rugido. Quando se pôs de joelho após a nova queda, sentiu o gosto acre de sangue na boca. Estava de alguma forma preso naquea sala. Algo o impedia de sair. Voltou-se em direção a escadaria e resolveu subir os degraus até a plataforma. Não que tivesse qualquer outra escolha. No centro da plataforma havia uma fogueira acesa, com a chama baixa, porém brilhante, e aquecia o centro do disco de pedra. Uma espada estava cravada no braseiro e um livro aberto estava caído perto de uma ossada humana enrolada em panos puídos pelo tempo. Contra toda a razão, pegou o livro na mão e olhou seu verso. O livro era feito de uma espécie de couro, e no centro havia um símbolo familiar. Tratava-se de escrita arcana feita com sangue, e brilhava de forma sobrenatural. Analisou a página em que o livro se encontrava, tentando obter sentido de alguma coisa. Parecia descrever um tipo de ritual de invocação. Parou de repente em uma das páginas e sentiu um frio percorrer sua espinha. Em questão de segundos, tudo fez sentido. Tirou apressadamente a espada de sua bainha no mesmo momento que ouviu uma risada metálica ecoar na caverna. Olhou para cima e percebeu quando a criatura desceu lentamente por um dos pilares. Tinha o formato de uma mulher idosa da cintura para cima, com a pele rugosa e mais grossa que o normal. No lugar de pernas, diversos tentáculos grossos se entrelaçavam e agarravam a pilastra como ventosas. Na ponta de alguns desses tentáculos, bocas enormes e cheias de dentes pontiagudos mordiam o ar como que em busca e alguma presa desavisada. Seu pescoço era alongado, fibroso, diversas vezes maior do que o normal. A língua comprida e bifurcada balançava enquanto descia lentamente e os olhos injetados e amarelos brilhavam de forma assustadora. Possuía um machado em uma das mãos e garras escuras e compridas como turmalinas negras. Quando falou, parecia que dezenas de mulheres com dor falassem ao mesmo tempo. - Et hic habet clausurae! - sibilou a criatura. Ele ergueu a espada em sua direção e ela parou repentinamente. Saltou de uma pilastra para a outra, e para a outra, e parou de frente para ele, à altura de seus olhos. Ela possuía um cheiro adocicado, que lembrava cânfora. - Afaste-se de mim, criatura abominável. - Non eam pugnam... Nequiquam resistentia tua est! - Afaste-se ou acabarei com sua vida. - Non refert. Non est iam in motu. Tu clavis! O brilho da espada gerou um rastro violeta no ar quando a runa incandescente se ativou. O golpe acertou em cheio no pescoço e separou a cabeça do corpo. Um grito metálico fez seus ouvidos doerem. O sangue escorreu pela pilastra e pintou o chão de vermelhor quando ela caiu no chão com um estampido rouco. Ele escorreu até tocar o fogo do braseiro e a chama tornou-se esverdeada, pintando a caverna. Pegou o livro novamente do chão e foi direto para as últimas páginas. Precisava saber o nome da criatura invocada. A fogueira então explodiu em chamas e o arremessou para trás, e ele caiu de costas no chão, já fora da plataforma. Ouviu um rugido igual ao que ouvira quando tentou ir embora pela segunda vez. A chama da fogueira se ergueu até o teto da caverna e ele pode ver os símbolos cravados na pedra. Eram dois. Notou que as pilastras começaram a apresentar um contorno avermelhado e viu que o sangue da criatura estava como que escorrendo por entre os vãos da pedra em direção ao teto. Diretamente para os símbolos. Eles brilharam vermelho quando os espaços foram preenchidos. A chama da fogueira então diminuiu um pouco sua altura e tornou-se mais larga. Uma sombra negra, como um olho piscante surgiu do centro. Ele se abriu e viu quando uma espécie de braço enervado surgiu pela abertura. Como se uma pessoa sem pele atravessasse aquele portal. Possuía nervuras por todo o corpo, como um tronco velho de árvore, mas havia veias por entre as nervuras. Um liquido viscoso escorria incessantemente por entre os músculos volumosos da criatura que ia surgindo. Depois duas patas surgiram, com cascos semelhantes a de um bode, e um chifre imenso e retorcido apontou para fora do portal. O rosto de criatura era metade bode e metade humana, mas não de forma igualitária. A parte bode possuía olhos humanos e vice-versa. A boca possuia intervalos de dentes de ambas as criaturas, misturados entre si. Ela entou olhou para ele e seus olhos ocos verteram sangue. A boca abriu em um ângulo impossível e o rugido fez estremecer a caverna e qualquer esperança de vitória abandonar sua alma. O nome da criatura era T'uhndr'oo. Ela é o que acontece quando tudo que te odeia tem um filho com tudo que pode te matar.
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    PT matar. Nunca estive tão certo na vida.
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    Primeira coisa: acabar com a produção cinematográfica nacional, em especial aquela que é produzida com verba pública. Segundo: tirar qualquer poder de criar novos impostos em qualquer esfera (municipal, estadual e federal). Criar um imposto padrão e acabar com essa farra do Estado querendo ganhar em cima do trabalho dos outros. Terceiro: Acabar com as agências reguladoras, em especial as de telecomunicações e meios de comunicação, pois só servem para criar monopólio e reduzir investimentos externos.
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    Carisma @Ursozord @LOP O jogo é bem divertido bem na vibe do Team fortress 2 em breve um preview @Dark_Cloud que iria gostar já que no final de cada partida mostra a melhor jogada da partida baseada em killing spree Jogo é leve e roda acima dos 60fps aqui, mas por algum motivo bizarro quando capturo videos o fps cai pela metade, mas só com ele lol outros jogos vai de boa
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