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vgBR - Videogames Brasil

ragecom

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Everything posted by ragecom

  1. ragecom

    Séries

    Milhões de pessoas já me recomendaram esse. Estou pilhado de ver mas estou no meio de duas séries já, aí não rola.
  2. ragecom

    Sekiro: Shadows Die Twice – Análise

    Hahahahaha. Excelente review, parabéns. Só me deu mais vontade de meter Sekiro no cartão de crédito agora mesmo lol
  3. Ué... Olha a lista: https://gematsu.com/exclusives/switch Claro que a lista conta marmitas. Mario Kart 8 Deluxe por exemplo, ele conta como exclusivo de Switch porque o do Wii U não é o Deluxe. Mas mesmo assim, tira esses e a gente vê que o Switch tem bem mais exclusivos que o X1 por exemplo.
  4. Nada contra marmita de jogo bom... Nem entendo direito o choro de quem reclama, tendo em vista que a Nintendo tá botando esforço em exclusivos juntamente com as marmitas.
  5. ragecom

    Team Sonic Racing ‘Team Up’ trailer

    Acho muito sem graça esses chars aleatórios de Sonic. Já aquele que tem os chars de Jet Set Radio, Space Channel 5 e Crazy Taxi eu me amarrei. Qualquer um desses vale mil vezes mais que esse crocodilo random que ninguém conhece lol
  6. ragecom

    Filmes

    Acho que já é a terceira regravação desse filme. Eu vi esse da Lady Gaga tem umas semanas e gostei bastante. Valeu o Oscar de melhor música.
  7. Excelente... Muita pedrada como Gunstar Heroes, Space Harrier, Sonic 2 e Comix Zone. Espero que os outros 30 jogos continuem nesse nível pra representar bem o Mega.
  8. ragecom

    Apresentação pessoal / Contatos

    Eu me cadastrei tem um tempo mas só vi esse tópico agora. Tenho 35 anos, jogo videogame desde sempre. Sou colecionador também. Espero poder contribuir e aprender bastante aqui na VGBR Live: ragecom666 PSN: ragecom
  9. Eu não sei se gostei desse estilo tipo celshading...
  10. Sim, claro... Mas eu penso na EA como um todo. O esforço e grana gastos com determinado jogo afeta esse conjunto inteiro. Provavelmente foi alguma coisa assim: Anthem flopou, estamos perdendo milhões. De onde podemos estancar a sangria? Ah, lá da divisão japonesa.
  11. Também, depois do flop do Anthem... Não consigo ficar feliz por pessoas perdendo os empregos mas a EA bem que merece uma escovada. Queria ver é a diretoria dessa merda na rua.
  12. Na matéria está dizendo que os modos de batalha estarão presentes. Tomara que o couch multiplayer esteja no pacote. Será um crime se não tiver. Jogar kart racer com 3 amigos em split screen é muito legal.
  13. ragecom

    O que você esta ouvindo?

  14. ragecom

    Streets of Rage 4

    Puta, eu quero isso em mídia física!
  15. Seja bem vindo. Joguei acho que só dois jogos da série, mas achei ambos fenomenais. Taí mais uma char que podia ganhar um Amiibo na versão Switch.
  16. Achei meio mais ou menos esse fatality do Noob Saibot...
  17. ragecom

    O que você está jogando ultimamente?

    Comecei a jogar no Yakuza 3. São todos excelentes.
  18. Então, com o anúncio do Stadia do Google, muitas pessoas ficaram impressionadas com o imagem abaixo:   Beleza... O problema é que parece que a maioria das pessoas não entende 1) o que é esse número; 2) como ele foi obtido e; 3) qual a veracidade desse número. Então eu resolvi escrever um pequeno texto da maneira mais superficial que eu pude pra tentar ajudar os demais a entender. Quem manja de computação, por favor, fique à vontade pra contribuir. P: o que é FLOPS? R: floating-point operations per second, ou operações de ponto flutuante por segundo. P: o que é um ponto flutuante? R: um número real. P: quanto mais FLOPS melhor, certo? R: sim, mas primeiro a gente precisa entender como esse número foi obtido pra verificar se ele foi medido de verdade ou meramente estimado. P: porque só se usa FLOPS pra medir desempenho de supercomputadores? R: na verdade não se usa só o FLOPS. Usa-se também o MIPS (millions of instructions per second), que é o equivalente ao FLOPS pra números de ponto fixo (inteiros) - isso é particularmente interessante porque uma operação lógica recai numa comparação inteira, o que é feito o tempo todo. Então vamos do início. Existem duas formas de analisar o FLOPS: a teórica e a prática. A teórica se chama rpeak. O rpeak é calculado muito facilmente: rpeak = clock * cores * inst * quant, onde: clock é o clock do processador em gigahertz; cores é a quantidade de cores do processador; inst é a quantidade de instruções do processador por ciclo de hardware e; quant é o número de processadores do computador. Claro que se o sistema for heterogêneo (sistemas distribuídos, por exemplo), o cálculo do rpeak é a soma de todos os rpeaks de cada tipo de processador.   Beleza, mas como dá pra ver, essa abordagem é totalmente teórica: ela não leva em conta absolutamente mais nada além das variáveis relativas aos processadores, quando na verdade até o meio como os processadores se comunicam possuem latência (um core falando com outro core no mesmo processador é mais rápido que um falando com outro por um barramento, que por sua vez é mais rápido do que se um estiver falando com o outro pela rede). Então na prática esse número é um teto, um limitador máximo, o melhor dos casos. Mas na prática não é o que interessa, porque dependendo da topologia do cluster, do gerenciamento da memória e de tantas outras coisas, a diferença entre o rpeak e o real pode ser imensa. Agora vamos ver como medir FLOPS da forma prática. O resultado dessa operação dará um número de FLOPS conhecido como rmax. Para medir o rmax, precisamos submeter o supercomputador a um teste. Geralmente se faz isso aplicando uma série de equações lineares e medindo o desempenho. Mas serve qualquer sistema de equações lineares? Sim e não... Eu explico: Sim porque, bem, se você mandar um conjunto de equações lineares pra dois computadores resolverem e tirar a diferença, você está medindo alguma coisa pelo menos. E não porque isso já é estudado desde os anos 60, então hoje já temos bem estabelecidos benchmarks que calculam o rmax de uma forma matematicamente eficiente com o mínimo de bias. E quais são esses benchmarks? Bem, existem vários. Mas pelo que eu saiba o mais utilizado é o LINPACK. Existem várias implementações do LINPACK, mas em geral elas partem do seguinte pressuposto: resolver um sistema de equações lineares por meio de eliminação de Gauss, ou seja, uma abordagem matricial para o sistema de equações. A quantidade de operações é fixada em 2/3n^3 + 2n^2, então a ordem da matriz que representa o sistema de equações lineares é quem dita o tamanho do problema. Essa matriz deve ser bem populada (não deve ser esparsa). A primeira versão especificação do LINPACK permite matrizes de ordem 100. Depois foi lançado o benchmark LINPACK 1000, que é basicamente a mesma coisa, mas permitindo o uso de matrizes de ordem 1000. Depois disso, foi criado o HPL, que é a versão do LINPACK pra computação paralela: essa é a que interessa nesse caso. A quantidade de operações é exatamente a mesma de todas as versões anteriores do LINPACK, mas o HPL funciona resolvendo o sistema de equações lineares através de fatoração lower-up da matriz que a representa. A formulação é simples: A = LU onde, A é a matriz original, que representa o sistema de equações lineares; L é a matriz triangular inferior de A e; U é a matriz triangular superior de A. Em resumo, alguém provou matematicamente que a solução por fatoração LU é mais adequada pra medir FLOPS do que a eliminação de Gauss. Eu não entendo muito dessas coisas, então eu acredito nos caras. Vale lembrar que o HPL não usa floats comuns, e sim doubles (pontos flutuantes de 64 bits, o dobro do float normal).   Então... Rodando o HPL, o que a gente tem? Depende... Pode ter várias coisas: . O rmax, que é o que a gente queria; . O nmax, que é o tamanho do maior problema submetido ao supercomputador; . O consumo de memória pra resolução do problema no rmax; . O nmeio, que é o tamanho do problema quando a execução do rmax chegou na metade. . O rpeak - rmax, que pode ser usado como resíduo (estatisticamente falando), como se fosse o módulo da diferença do real pro predito, ou seja, uma medida de qualidade nesse caso; . A temperatura dos processadores no rmax; . Todo tipo de estatística do supercomputador. P: e a diferença entre o rpeak e o rmax costuma ser grande? R: Sim. Vejam a tabelinha abaixo, com o rpeak e rmax dos 10 maiores supercomputadores do mundo: Rank Site System Cores Rmax (TFlop/s) Rpeak (TFlop/s) Power (kW) 1 DOE/SC/Oak Ridge National Laboratory United States Summit - IBM Power System AC922, IBM POWER9 22C 3.07GHz, NVIDIA Volta GV100, Dual-rail Mellanox EDR Infiniband IBM 2,397,824 143,500.0 200,794.9 9,783 2 DOE/NNSA/LLNL United States Sierra - IBM Power System S922LC, IBM POWER9 22C 3.1GHz, NVIDIA Volta GV100, Dual-rail Mellanox EDR Infiniband  IBM / NVIDIA / Mellanox 1,572,480 94,640.0 125,712.0 7,438 3 National Supercomputing Center in Wuxi China Sunway TaihuLight - Sunway MPP, Sunway SW26010 260C 1.45GHz, Sunway NRCPC 10,649,600 93,014.6 125,435.9 15,371 4 National Super Computer Center in Guangzhou China Tianhe-2A - TH-IVB-FEP Cluster, Intel Xeon E5-2692v2 12C 2.2GHz, TH Express-2, Matrix-2000 NUDT 4,981,760 61,444.5 100,678.7 18,482 5 Swiss National Supercomputing Centre (CSCS) Switzerland Piz Daint - Cray XC50, Xeon E5-2690v3 12C 2.6GHz, Aries interconnect , NVIDIA Tesla P100 Cray Inc. 387,872 21,230.0 27,154.3 2,384 6 DOE/NNSA/LANL/SNL United States Trinity - Cray XC40, Xeon E5-2698v3 16C 2.3GHz, Intel Xeon Phi 7250 68C 1.4GHz, Aries interconnect Cray Inc. 979,072 20,158.7 41,461.2 7,578 7 National Institute of Advanced Industrial Science and Technology (AIST) Japan AI Bridging Cloud Infrastructure (ABCI) - PRIMERGY CX2570 M4, Xeon Gold 6148 20C 2.4GHz, NVIDIA Tesla V100 SXM2, Infiniband EDR Fujitsu 391,680 19,880.0 32,576.6 1,649 8 Leibniz Rechenzentrum Germany SuperMUC-NG - ThinkSystem SD530, Xeon Platinum 8174 24C 3.1GHz, Intel Omni-Path Lenovo 305,856 19,476.6 26,873.9 9 DOE/SC/Oak Ridge National Laboratory United States Titan - Cray XK7, Opteron 6274 16C 2.200GHz, Cray Gemini interconnect, NVIDIA K20x  Cray Inc. 560,640 17,590.0 27,112.5 8,209 10 DOE/NNSA/LLNL United States Sequoia - BlueGene/Q, Power BQC 16C 1.60 GHz, Custom IBM 1,572,864 17,173.2 20,132.7 7,890  Ou seja... Diante disso tudo ai que eu escrevi, algumas dúvidas vem em mente quando a gente vê esse número do Stadia: Os 10.7 TeraFLOPS são o rpeak ou o rmax? Porque se for o rpeak não vale nada. Supondo que seja o rmax... Como foi medido isso pra começo de conversa? Com HPL? Qual implementação e configuração do sistema de equações? Qual é o desempenho dessa mesma configuração em outro supercomputador similar pra gente poder comparar? Vejam como essa questão do FLOPS é o novo "bit". Quanto mais FLOPS melhor, mas peraí... Esse FLOPS foi obtido como? Como comparar o que um vendedor diz com outro, se os dois podem estar medindo diferente ou simplesmente jogando um rpeak no slide? FLOPS é legal, mas não é um número fechado: ele pode ser obtido de muitas formas diferentes.  Espero ter ajudado. Quem quiser contribuir, mete bala ai. Quem quiser me corrigir, idem: às vezes eu falo merda.
  19. ragecom

    O que você está jogando ultimamente?

    Sunset pra mim ainda é o melhor exclusivo de X1 dos que eu joguei. Realmente nenhum desses três jogos é RUIM. Talvez o que eu ache o piorzinho desses aí seja Quantum Break por causa do gameplay.
  20. Só uma curiosidade: o maior cluster do mundo entrega mais de 2 PetaFLOPS (rpeak) e 1,5 PetaFLOPs real (rmax). O Google tem que comer muito arroz com feijão ainda lol
  21. ragecom

    Petistas Videogueimeiros

    Triplex Legends lol
  22. Eu achei isso tudo muito "mágico" pra 2019. Eu imaginava streaming de jogos (ainda mais esses AAA a 60fps) começando a engatinhar daqui a uns 5 anos e olhe lá. Pessoal do Google fez mágica. O gargalo, obviamente, é a latência de rede. Bem, esse é o tipo de serviço que talvez funcione bem nos países mais ricos. Aqui no Brasil eu duvido muito que isso preste agora, ainda mais porque o servidor Stadia na América Latina vai ficar no Chile.
  23. Tá cada dia mais foda resistir. Vou dar um jeito de comprar isso pelo menos no início de abril...
  24. Sonic, Tails, Knuckles, Robotnik e 30 chars que ninguém liga.
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