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Cerial

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Posts posted by Cerial


  1. On 11/12/2019 at 1:27 PM, Alucard said:

    sabe que essa semana sai um jogo vr de terror , onde vc acompanha uma mocinha, que e de um dos diretores do TLG e Puppeteer

     

    https://www.densetsugames.com.br/last-labyrinth-data/

     

    SOBRE ESTE JOGO

    Uma história a ser vivida em realidade virtual.

    Escape de uma misteriosa mansão com uma jovem de idioma incompreensível.

    Last Labyrinth foi criado com o conceito de ser um "Novo Jogo de Aventura da Era da Realidade Virtual". Uma aventura de fuga em Realidade Virtual que simula uma comunicação não-verbal com a personagem, proporcionando uma sensação de mundo real. O jogador encontra-se preso numa misteriosa mansão, que deverá unir forças com a jovem Katia para desvendar diversos enigmas para então alcançar a liberdade.

    À frente deste jogo está Hiromichi Takahashi, também produtor e diretor da franquia Doko Demo Issyo. Como codiretor temos Testuya Watanabe, que atuou como level/game designer de Puppeteer e The Last Guardian. O posto de lead animator é de Atsuko Fukuyama, conhecido por seus trabalhos em animação não-verbal em títulos como ICO e Shadow of the Colossus. Michiko Kusaba. artista de ambiente, trabalhou em Gran Turismo 3: A-Spec e Gran Turismo 4. O sound designer é Takuya Hanaoka, que tem em seu currículo a sonorização das franquias Monster Rancher e Super Robot Wars. Trata-se, portanto, de um time de profissionais que passaram por grandes títulos para PlayStation®, todos empenhados no árduo desafio de "expressar em Realidade Virtual" a comunicação não-verbal com a jovem Katia.

    A misteriosa Katia é dublada pela modelo internacional, atriz, dubladora e cantora Stefanie Joosten, conhecida pela performance da bela e silenciosa Quiet, em Metal Gear Solid V: The Phantom Pain.

    A música tema é assinada pelo renomado Hiroki Kikuta, famoso pelos trabalhos em Seiken Densetsu 2 e 3, além de Sōkaigi e outros títulos. Os vocais da canção também estão a cargo da bela voz de Stefanie Joosten, que já havia exibido seu talento com a "Quiet's Theme".

    HISTÓRIA

    O que é isso...?

    Seus olhos começam a se ajustar à escuridão, você está agora numa sala desconhecida. Você tenta levantar, mas mal pode se mover. Olha para baixo e percebe que seus braços e pernas estão presos a uma cadeira de rodas.

    O pânica começa a tomar conta, e então percebe uma presença no canto dos olhos.

    !?

    Uma jovem em pé na escuridão, lançando um olhar frio em sua direção...

    REQUISITOS DE SISTEMA

     

     

    ICO VR

     

     

    Peguei um Oculus Quest essa semana e esse jogo tá na minha lista, é bom mesmo?

     

    VR sem fio é uma parada absurda, poder jogar andando pela sala sem nem saber onde vc tá fisicamente é game changing total. VR vai sempre ser algo de nicho, mas dentro de VR, esse é o futuro. Eu tenho uma pacotada de jogos no PSVR mas é impensável encostar em VR com cabos e dependente de uma câmera de novo tendo jogado VR assim. Só vou pegar um PC e cabo pro HL Alyx ano que vem em extrema exceção, e ainda vou dar um jeito do cabo não atrapalhar muito.

     

    Tô jogando o Red Matter no Quest, jogo de exploração e puzzles em uma estação espacial soviética. Joguinho de estúdio pequeno mas bem feito e com atmosfera e puzzles excelentes.

     

    Em paralelo, tô jogando Shenmue 3 e o realismo do jogo é realmente impressionante. Vc pode falar com qualquer um na vila e, exatamente como na vida real, ninguém tem nada de interessante pra falar. Impressionante como nego teve as manhas de criar um jogo novo com feeling de port de Dreamcast...não pelos gráficos, que são bem competentes, mas polimento é uma palavra que passou longe do game design desse jogo. Os diálogos são todos truncados, fica óbvio que ninguém acompanhou todos os diálogos pra adaptar a fala de um personagem à do outro. O Ryo fala "posso fazer uma pergunta?" e a pessoa responde "Tudo bem, e com você?", totalmente quebrado.

     

    Joguei umas 3 horas e até agora o jogo pode ser resumido em:

     

    1) Procurar alguém pra fazer uma pergunta

    2) Encontrar alguém que sabe onde aquela pessoa mora/fica

    3) Ir até a pessoa e falar com ela

    4) Preencher algum requisito bizarro pra falar com a pessoa. As vezes é derrotar ela numa luta, no qual vc vai até o dojo e treina pra upar seu kung fu, às vezes é esperar um determinado horário no dia, no qual vc preenche o seu tempo treinando kung fu ou catando ervas pra fazer medicina e vender na vila (praticamente um Walter White oriental), enfim. O caso mais interessante até agora foi um cidadão assustado que só saia se vc deixasse uma garrafa de vinho com uns dumplings pra atrair ele.

    5) Falar com a pessoa e ser redirecionado pra próxima pessoa

     

    E aí vc volta pro 1. O jogo não tem a menor vergonha na cara de adicionar vários passos aí no meio pra inflar o tempo de jogo. É normal vc precisar falar com o Sun, que é amigo do Yun, pra perguntar pra ele onde o Chang, tio de 2o grau dele, trabalha, já que ele é o único na vila que sabe onde o primo do avô da namorada do cunhado do filho adotado do enteado da neta do Jiang leva a roupa dela pra lavar nas terças à noite.

     

    Enfim, jogando só pela nostalgia mesmo pq o jogo é uma bomba imensa ahahah


  2. A única diferença é que o caça-níqueis chinês é genérico de propósito e FFXV caiu nessa por acidente devido à problemas no desenvolvimento. Assiste o vídeo e me fala se não é ridículo ter 3 NPCs iguais usando camisa polo em um mundo de fantasia cara. O próprio vídeo detalha como bancos de assets terceirizados foram usados pra construir esse mundo genérico e, ainda por cima, vazio.


  3. Eu só não concordo mais com o vídeo pq eu não me interessei no jogo o suficiente pra me interessar em sidequests e etc. O que eu joguei era esse lixão ae mesmo. Mundo fantástico fabula nova crystallis e o caralho e NPC usando camisa polo de contador da década de 90 ahahahah, que piada.

     

    O NPC nos primeiros 30 segundos desse vídeo é a coisa mais sem carisma e genérica pelo menos dessa geração. Num universo no qual nego se chama Noctis e Lunafreya, batizaram a moça de Monica, e deram pra ela voz de google assistant e modelo genérico de banco de assets ahahah

     

     

    Esse jogo é sub-caça níqueis chinês de game of thrones, não dá.

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  4. Chegando tarde mas...

     

    Em 29/07/2019 em 16:43, Vash disse:

    Pra quem acha q jogo é só gráfico, é nota 9 mesmo.

     

    Nem assim cara, o jogo mesmo visualmente é bem decepcionante:

     

     

    14:15 a 16:04 desse vídeo trata sobre o assunto do visual aberração do jogo. Rpg com NPCs by Getty images mermão, é um lixo mesmo pra um jogo que não passou 10 anos em desenvolvimento. Abortão catastrófico.

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  5. Finalmente terminei Zelda: BoTW no switch, com todos os shrines. Já tinha feito isso no Wii U mas fiz de novo no switch com todo prazer, a 2a jogada desse jogo é melhor que jogar a maioria dos demais jogos a 1a vez, vale todo o investimento.

     

    Agora vou partir pros DLCs e extras que não fiz no Wii U.

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  6. Peguei Cuphead pro switch ontem e joguei quase o vôo inteiro, 4 horas e meia de vôo literalmente voaram :mua: Que joguinho delicioso pqp. Carisma transbordando, trabalho artístico fenomenal, level design espetacular. Ótima idéia de lotar o jogo de bosses, a impressão que dá é que o jogo quase não tem filler de conteúdo, é tudo bem pensado e com um propósito.

     

    Peguei a trilogia original de Phoenix Wright também e joguei o 1o caso. E continuei na saga de resolver todos os puzzles de Picross S sem assistência. Essa merda é o puzzle mais viciante que eu já joguei, nível 2048 mas com mais replayability.


  7. Em 14/04/2019 em 18:08, Billy Lee Black disse:

    Seguindo no Valkyria Chronicles. Eu sou péssimo nesse jogo. As missões completo tudo com C ou D, hahaha. O melhor que já consegui foi B e na cagada.

     

    Não sei se vc já se ligou que dá pra salvar entre turnos. É essencial pra jogar ahahah, esse jogo tem muito tentativa e erro


  8. Eu não lembro chapa Billy, tem uns bons 9 anos que eu joguei o 1o ahahah...Mas do que eu lembro, o final é bem amarradinho sim, aliás, a história do jogo é bem bacana. Apesar de não ter gostado de VC2 por alguns problemas técnicos e de design, a história do 2 era bem legal também. Considerando tudo, é uma série bem consistente em termos de história.


  9. Jogando praticamente só Valkyria Chronicles 4. Umas 15 horas de jogo, o jogo é sonho molhado pra quem gosta da série. Nada das limitações técnicas e em design que atrapalharam o 2 e 3, esse jogo é completo.

     

    Os extras são muito bons também - o jogo tem side-stories que melhoram os personagens, mas de maneira orgânica: os eventos na side-story mudam o personagem de maneira positiva. Um personagem com um trait negativo de covardia, por exemplo, pode transformar esse trait em um positivo de coragem após uma história na qual ele supera seus medos. Uma forma muito mais interessante e natural de desenvolver um personagem e impactar o gameplay do que aquela caralhice preguiçosa de social links do Persona.


  10. RE2 Remake devidamente terminado, pelo menos a parte com Leon. Comecei a parte com a Claire.

     

    Acho que a melhor implementação desse remake é o mapa mudar de cor quando vc pegou todos os itens de uma área. Pode parecer uma mudança boba mas em um jogo com recursos escassos como esse, sempre rola uma paranóia de "será que eu tô deixando alguma coisa pra trás??" - é um alívio imenso saber que uma vez que a cor muda de vermelho pra azul, eu posso aproveitar o jogo e absorver os detalhes do cenário ao invés de ficar caçando pixel obsessivamente.


  11. 6 horas atrás, JD disse:

    Ori é difícil bagarai e a jogabilidade é perfeita.

     

    O desafio é sensacional, mas é tentativa/erro.

     

    PS: sem sequer ter batido o olho em RE2 Remake já afirmo que RE4 é várias vezes melhor

     

    As primeiras horas não tem dificuldade nenhuma, é andar e mashear o botão de ataque. Mas não avancei muito.

     

    E RE4 não dá pra discutir com quem não tinha experiência de shooter em 3a pessoa na época, nego vai se deixar levar pelos valores de produção altos e ignorar a jogabilidade cagada e explorável


  12. 4 horas atrás, ragecom disse:

    Caralho estou com uma dificuldade absurda nos puzzles de Catherine, e ainda estou só no quarto pesadelo lol

     

    Em que dificuldade vc tá? No Hard esse jogo é REALMENTE hard. Eu cheguei no último puzzle no hard e não rolou, penei feito uma puta pra passar no normal. Não deixa o fato de ser puzzler e da temática bobinha te enganar não, esse jogo é DIFÍCIL.

     

    No mais, o que eu tô jogando atualmente:

     

    - Comecei Gris no Switch. O jogo é muito artisticamente bonito mas parece ser isso. Gameplay, história, o jogo parece não ter mais nada. Me lembrou o Journey...Legal, mas não sei se é pra mim, sem pelo menos uma historinha interessante ali.

    - Joguei o Lovers in a Dangerous Spacetime com a mulher. A gente jogou na tela do Switch e a tela é muito pequena pra jogar esse jogo em co-op, a gente mal via nossos personagens. Jogamos 2 missões e paramos, sob promessa de jogar de novo na tela da TV, ambos sabendo que isso não vai acontecer nunca ahahah

    - Joguei um pouco do Ori no laptop pelo SN30 pro. O jogo é um absurdo de lindo em 1080p, e Ori é carisma puro, mas acho que é basicamente isso. O gameplay não cheira nem fede, é até meio clunky nos pulos e ao escalar paredes e etc. A história batida também não empolgou muito. Joguei umas 2 horinhas em um vôo e não sei se vou continuar.

    - Terminei a campanha principal da 3a parte do DLC do Spiderman, agora parti pros extras. Mais umas 2 horinhas e eu devo terminar tudo.

    - Em paralelo tô levando o remake de RE2. É excelente, mas realmente abre espaço pra discussão sobre o que é, exatamente, um remake. O remake de RE1, por exemplo, era um update tecnológico, mas mantinha o core e a estrutura principal do jogo. Já esse remake é basicamente outro jogo, levemente baseado no clássico. Mas não diminui em nada a experiência, puta jogão animal. Esse jogo deixa ainda mais claro como RE4 seria um jogo melhor e mais tenso se não fosse aquela bicuda babaca do Leon. RE4 era um shooter em 3a pessoa cagado, RE2 remake é um survival horror.

    - RDR2 eu nem sequer encostei nas últimas 2 semanas. No início achei que era só incômodo pelo jogo ser slow paced mas meu Deus do céu, se eu tô aguentando jogar um survival horror e não tô tendo paciência pro pace de RDR2...acho que isso diz muito ahahah


  13. O jogo não tem puzzles explícitos, propriamente dito. É muito mais fácil resolver um problema quando vc tem um conjunto fechado de variáveis, mas o jogo tem um puzzle enorme composto de diversas (60, pra ser exato) sub-partes, e uma infinidade absurda de variáveis, e parte da resolução do puzzle é identificar quais informações são relevantes a cada sub-parte.

     

    Quanto a ser monótono, isso é subjetivo, pra quem se amarra em jogos focados em narrativa, raramente vai achar coisa melhor. Mas quem joga exclusivamente por gameplay em primeiro lugar, não vai nem entender o jogo.

     

    Mas não tem absolutamente nada de SJW, a ovação é por ser um jogo único mesmo, tanto em conceito quanto artisticamente.

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  14. Return of the Obra Dinn é um jogo realmente espetacular pqp. Impressionante ver um adventure clássico, sem combate nem plataforma nem tiro nem nada, pura narrativa e menus, que pelo menos metade dos harcorão Dark Souls hurrdurrdurr não conseguiriam chegar nem na metade.

     

    Esse jogo precisava de um photo mode, certas cenas em ângulos específicos realmente parecem trabalho de arte:

     

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  15. 8 horas atrás, Libraink disse:

    Deve estar cheio de viado dentro da Bioware. Não é questão da mulher ter q ser bonita. É que eles masculinizaram as mulheres. DAI só tem bagulho com cara de homem.

    Mass Effect até tem uma bonitinha mas ela é masculinizada.

     

    A evolução moral é importante. Eu nunca me importei com viado, sempre ajudei quando vi gente sacaneando. Mas a verdade colega é q a militância misturou discussão moral com demagogia e ideologia política partidária normalmente envolvendo estado pesado. coisa q na Europa pode até funcionar (por hora) pois é outro mundo. Mas aqui no Brasil é um estrago. Na federal da minha cidade agora só tem gente fedida, mulher acabada.. enfim, essa ideologia lixo q tds sabem o q é.

     

    Então é claro q essa merda chegaria ao videogame. E agora quem reclamar desse monte de bagulhos q a viadada da Bioware quer nos empurrar guela abaixo é taxado de homofóbico.

     

    Perderam o tom. Virou demagogia, encheção de saco e proselitismo pela insanidade.

     

    Olha, eu até concordo que SJW enche o saco. Mas não é chamando gay de viado que vc vai convencer que não tem homofobia nessa sua cabeça, amiguinho. "Nunca me importei com viado" é meio osso de ler ein.

     

    Eu sugiro uma reflexão pra tentar entender pq essa raiva de homossexuais ae. Talvez até um passo atrás pra entender que tem uma raiva de homossexuais, pq parece que vc realmente acha que é de boa com o assunto, mas pra quem tá de fora, tá muito claro que vc não tá não ahahah

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  16. 2 horas atrás, ragecom disse:

    Eu não aguentei e vi um vídeo do iniciozinho (13 minutos contanto as cutscenes). Óbvio que eu gostei, só me deixou ainda mais vontade comprar logo. Mas fiquei um pouco "confuso": Leon não passa pela loja de armas, pelo beco e nem pelo ônibus pra chegar na police station. Eu estranhei bastante. Estou fazendo de tudo pra não ler nada sobre o jogo até eu comprar, mas julgando por esse início, me deu mais a impressão de reimaginação do que remake.

     

    Não é um remake 1 pra 1, tem muita coisa diferente. Se vc viu 13 minutos de jogo, já sabe que:

     

    Leon já encontra com a Claire antes de chegar na delegacia

     

    , ao contrário do que aconteceu no original.

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  17. Esse fim de semana foi de começar jogos.

     

    - Comprei e comecei o remake de RE2. Tô achando bem legal, muito melhor do que toda a linha de "Shooter em 3a pessoa cagado" que se iniciou com RE4.

    - Tava jogando Detroit em coop com a mulher (cada um jogava um capítulo) mas fui viajar e vê só se a malandra me esperou pra continuar? Resultado, o save ficou pra ela e eu vou começar um save novo.

    - Comecei também o 1o episódio de Life is Strange 2. Nos primeiros minutos o jogo já começou com uns indícios de "somos hispânicos e a situação do país tá foda pra gente". Vi até um resquício de protesto à presidência Trump em um dos chats no fone do protagonista. Mermão, tira essa merda de viés político do meu jogo, eu não tô interessado. Amei o 1o jogo mas se o 2o seguir muito nessa linha de preconceito contra imigrantes e focar em ideologia política em detrimento à história eu já encosto e nem compro o 2o episódio. Se eu que sou um imigrante da América Latina morando em país de europeus brancos e colonizadores não tô nem um pouco interessado nessa merda, imagino que a esmagadora maioria da comunidade gamer esteja menos ainda.

    - Joguei hoje o demo do Return of the Obra Dinn e carálios, que jogo ein? Trabalho artístico do mais fino possível, narrativa foderosa, único e criativo pra caralho. Joguei o "Papers, Please", o 1o jogo do Lucas Pope, e achei okzinho, joguinho interessante e só, mas esse me interessou bem forte. Já peguei o full no GoG.

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