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Boomer

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  1. Em primeiro lugar, não existem respostas prontas a tais problemas. O pensamento não hodierno (ACORDEI VOU CAGAR, POSTAR NA PLAYERS, VOU NA FARMÁCIA ME DROGAR RITALINAS LINDAS VOU ENCHER O CU DE RITALINAAAAAAAAAA, HEHE PEGO ESSE BUS, KKKK EQUAÇÕES, BLUBLUB EXATIDÃÃÃÃO) que lida com abstrações como "emancipação" etc não permite fórmulas mágicas, mesmo porque adotar uma RECEITA sobre tais assuntos é o mesmo que CATEGORIZAR A VIDA, ou seja, fabricar teleologicamente a existência. Em segundo lugar, não existe isso de "pura teoria". Ainda mais em Marx, cuja filosofia, largamente influenciada por sua juventude enquanto hegeliano de esquerda, persegue a concreticidade como o fio de ariadne do progresso histórico. Ó, século XIX, século dos processos... Ao historiador, diferente saudade: a nostalgia de não ter vivido e mais claro que aos viventes saber... Agarrar o ido e dizer: isto!, um é tardiamente revelado, revelado porque tardio... Mas voltemos. Pura teoria. Theôreôs designa uma certa atividade que exige a circunspecção, o cuidado, a observação delicada sobre um objeto dado através dos sentidos. Perceba-se: circunspecção sobre um objeto dado aos sentidos. Logo, theôreôs não se refere, para o grego, à pureza racional, às categorias apriorísticas ou qualquer desse tipo. Theôreôs é uma atividade intimamente associada ao(s) objeto(s) sentido(s). A confusão é latina. Theoretikós traduzido por vita contemplativa latina (Boécio?), contemplação, atividade dirigida ao Eterno, na tradição neoplatônica e escolástica vertida theôreôs em theoretikós subsume-se a primeira na segunda e lá está a origem da mais danosa de todas as dicotomias, aquela que os gregos não descreveram por não conhecê-la, o momento em que Deus roubou o fogo aos homens - e não o contrário, como sói ao pensamento grayfoxiano. Este momento, onde theôreôs afasta-se da prática circunscrita ao objeto, onde vita contemplativa separa-se da vita activa, onde teoria é pureza e prática, concreticidade; ó, terrível dicotomia, assomando-se no passar dos tempos, resistindo ao olvido de todo bergsonismo, violentando a organicidade como se homem-natureza fosse não só imoral, mas contraditório em seus termos! Ufa, fôlego, que discurso!... Quantos problemas aparecem nessas diatribes histórico-filosóficas de dimensões incalculáveis... aí estão os verdadeiros problemas, os subjacentes, a gasolina é importante, compreendo, mas perto destas porosidades da razão... ó! Theoretikós subsumiu theôreôs e hoje pensamos em "pura teoria" e "pura prática", hoje estão separadas, a bem da verdade não, apenas aqui, entre a gente rude... entre Malebólgias e Kuros... Voltemos, farei resumos? Por que? Para que resumir o pensamento marxiano? Se o prazer de sua leitura é o prazer que restitui à vida o viver? Larguem os comentadores, engajem-se nos autores! Sen-ta-bun-de-lê. Para o método da economia política, recomendo a Introdução de 1847. Para a categoria essencial trabalho alienado, recomendo capítulo homônimo em Manuscritos econômico-filosóficos e O trabalho alienado em Marx de Mészáros, I. Para a teoria do valor, recomendo os capítulos A mercadoria e Como o dinheiro se transforma em capital in O capital, v. 1; Trabalho assalariado e capital & Salário, preço e lucro; Rubin, I. Teoria marxista do valor. Para as bases filosóficas marxianas, além da leitura completa d'O Capital, recomendo a introdução da Contribuição à crítica da economia política e A ideologia alemã. Se você chegou aqui, premio-lhe com aquilo que você deve buscar se quiser conhecer a crítica à emancipação política feita em Para a questão judaica, escrito da juventude marxiana, polêmica com Bruno Bauer, diálogo cruzado com Kant (Resposta à questão: o que é esclarecimento?), fina abstração da emancipação humana. Em Para a questão judaica Marx é um democrata radical em transição ao comunismo. Um Marx ainda não experimentado por sua crítica à economia política, pela pesquisa de sua vida. Opúsculo de 40 páginas, comece por este após se inteirar sobre a dialética hegeliana e sua inversão característica do pensamento marxiano, instrumento fundamental para interpretar sua obra. Em suma, a emancipação política é o limite do Estado político. O Estado político consegue, unicamente, limitar as questões religiosas, culturais, sociais etc. à privatividade, aos limites da sociedade civil, sem eliminá-las. Daí que não nos emancipamos da fachada que adorna a estrutura de nossas relações sociais. Daí que a religião, relegada ao estatuto privado, converte-se no pressuposto da separação entre os indivíduos, do culto à diferença. Daí temos os darkshits. Três passagens que, se não resumem, demonstram as teses principais: "Nós encontramos o erro de Bauer em que ele apenas submete à crítica o "Estado cristão", não o "Estado pura e simplesmente", em que ele não investiga a relação da emancipação política com a emancipação humana e [em que], portanto, ele coloca condições que só são explicáveis a partir de uma confusão incrítica da emancipação política com a [emancipação] universalmente humana (...) tem o ponto de vista da emancipação política o direito [ter o direito = é suficiente] (...) [de exigir] do homem, em geral, a supressão da religião?" Que está em jogo aqui? Ora, Marx discute a exigência de emancipação dos judeus do Estado cristão alemão. Ao contrário de Bauer, ele não coloca a questão deste modo: "judeus não podem reivindicar Estado laico pois professam uma religião privadamente e se excluem, na maior parte, da vida genérica (no Estado), vivendo a religião particular na sociedade civil. Apenas a supressão da religião dos judeus pode exigir a supressão do Estado cristão". Ele diz: uma emancipação política do Estado religioso (para ateu ou laico) pode reivindicar a supressão da religião? Será a emancipação política suficiente para a emancipação humana (supressão do alheamento da religião)? Marx demonstra que não. "Onde o Estado político alcança o seu verdadeiro desabrochamento, o homem leva - não só no pensamento, na consciência, mas na realidade, na vida - uma vida dupla [polêmica com Kant, ver resposta à questão O que é esclarecimento?], uma [vida] celeste e uma [vida] terrena: a vida na comunidade política (em que ele se faz valer como ser comum [genérico]) e a vida na sociedade civil (em que ele é ativo como homem privado, considera os outros homens como meio, se degrada a si próprio à [condição] de meio, e se torna o joguete de poderes estranhos) (...) O homem, na sua realidade mais próxima, na sociedade civil, é um ser profano [indivíduo real]. No Estado, ao contrário - em que o homem vale como ser genérico - ele é o membro imaginário de uma soberania imaginada, é roubado da sua vida individual real e repleto de uma universalidade irreal (...) o conflito em que o homem [privadamente] se encontra com sua cidadania de Estado (...) reduz-se à cisão mundana entre Estado político e sociedade civil. Para o homem, como burguês, a 'vida no Estado' é 'apenas aparência ou uma exceção momentânea face à essência e a regra'. Decerto que o burguês (...) só sofisticamente permanece na vida do Estado (...) mas esta sofística não é pessoal. Ela é a sofística do próprio Estado político" Eis todo o movimento exposto nas contradições. Ao fim, elegantemente, Marx demonstra que a sofística é o próprio Estado político, enquadrando os limites da emancipação política (que não é a humana). O que a emancipação humana deve superar para que esteja além da emancipação política: "O homem emancipa-se politicamente da religião [cultura, propriedade privada - ele dá o exemplo da religião porque é um opúsculo que discute a emancipação judia, mas o que ele quer demonstrar é que a emancipação política não é uma questão puramente judia] - ao bani-la do Direito público para o Direito privado (...) ela [a religião] tornou-se o espírito da sociedade civil, da esfera do egoísmo, do bellum omnium contra omnes [guerra de todos contra todos]. Ela não é mais essência da comunidade, mas a essência da diferença. Ela tornou-se a expressão da separação do homem relativamente à sua comunidade, a si próprio e aos outros homens (..) Ela já só é a confissão abstrata da insânia particular (...) A fragmentação infinita da religião na América do Norte, por exemplo, dá-lhe, exteriormente, a forma de um assunto puramente individual (...) Mas não nos iludamos acerca dos limites da emancipação política. A cisão do homem no homem público e no homem privado, o deslocamento da religião do Estado para a sociedade civil, não são um estágio, são o complemento da emancipação política que, portanto, tampouco suprime quanto se esforça por suprimir a religiosidade real do homem" Ora, o que Marx demonstra aí: a emancipação política, apesar de relegar a religião (poderia ser outra categoria) à esfera privada não a suprime no homem, não o emancipa, logo, não realiza a emancipação humana, apenas a política. A religião, como sabemos, é o "reconhecimento do homem por um atalho", Cristo é o mediador a quem o homem imputa a sua divindade. A emancipação política não retira do homem o MEDIUM, a mediação, o desvio que vincula sua liberdade à Cristo, à religião. Ele só se liberta humanamente mediado por Cristo (ou religião em geral). A emancipação política funciona apenas para fins legais, não para fins humanísticos universais. Hoje o que experimentamos? A religião, jamais suprimida, tornou a infestar o Estado político. Mas ela não é mais a religião anteriormente suprimida por este Estado. Agora ela é darkshitiana [ou fundamentalista], é o fundamentalismo não suprimido que busca o poder, procura infestar o Estado e suprimir mesmo a emancipação política. A religião apenas pôde retornar, darkshitando na esfera pública, porque um dos limites próprios da emancipação política é não suprimir as particularidades que inerem o ser genérico no outro lado de sua duplicidade, enquanto "indivíduo real" membro da sociedade civil, aquele que usa a todos como meio e degrada a si mesmo como meio. Para conhecer à fundo a questão, leia o opúsculo integralmente. Já fiz demais.
  2. Oxi ela deveria aproveitar. No anúncio que fiz do ML e que vou fazer noAdrena vão ser mais caros
  3. Ah é, tem nem comparação com o w1070 ;]
  4. Olá amigos, comprei esse projetor no maior ânimo pra colocar ele no meu quarto. Mas acabou que ficou complicado pra mim pois eu só poderia colocar a tela em 2 paredes diferentes: a parede que é toda coberta por 2 janelas enormes ou a parede onde está A PORTA. Ele é um projetor com mtos lumens e, apesar de ser categorizado como um projetor de Home Theater pelo ótimo contraste, cores e resolução, ele é muito versátil e pode ser usado em ambientes com luz e etc. Minha idéia era usá-lo pra jogatinas de Fifa com amigos e etc, bloquear a porta durante a jogatina seria meio ruim. E receber a luz do sol diretamente nas costas da tela seria péssimo. Uma pena. Eu abri a caixa pra ver se estava tudinho lá dentro mas vou falar a verdade, nunca nem liguei ele. Se o comprador quiser eu ligo ele aqui, mas não tenho uma superfície boa para projetar, as paredes do meu quarto inclusive são amarelas e texturizadas. Por isso nunca me animei muito de testar nelas pq seria totalmente broxante ver pela primeira vez a imagem nessas condições. Acho que todos já ouviram falar desse projetor, que é uma sensação realmente, além de ser capaz de 3D, ser Full HD ainda tem tons de pele num padrão mto acima da sua faixa de preço, lens shift e consegue projetar 120 polegadas em menos de 4 metros!!! E pra pessoas que, como eu, pretendem jogar no projetor, ele tem o menor tempo de resposta entre projetores que eu pesquisei. E eu pesquisei MTO, inclusive entre projetores de aproximadamente o dobro do preço. Estou em São Paulo/SP, pode pegar em mãos e se quiser testar in loco na parede tb, esteja à vontade! As fotos não estão perfeitas pois foram tiradas com celular, mas ainda acho que são bem úteis. R$4000
  5. ZOE é aquela irmãzinha mini gostosinha da Britney Spears q tinha programa na Nickelodeon, aquele jogo é uma bosta total.
  6. Boomer

    Alucard diz: "nao minto, no maximo me engano"

    Ele não mentiu, ele se enganou; achando que Gex: enter the Gecko, um lixo total era melhor que Mario 64 um dos melhores jogos da história.
  7. Boomer

    Futebol 60fps

    Eu costumo a baixar jogos de futebol na internet, existe o fórum fbtz bem específico pra isso e eles upam todos os jogos de times grandes europeus basicamente, é muito útil e eels upam cada vez em qualidade melhor. Agora, além de 720p os jogos tem sido upados em 60fps, e PUTA QUE O PARIU, faz uma diferença! É esquisito tb, parece videogame/jogo de PC, pois é a única coisa em 60fps que costuma a ver-se na vida (excluso PS3, lol). Recomendo muito, e espero que se torne um padrão!
  8. PS1 um dos melhores jogos da história, PS2 um console mto bom pra casuais, montante de jogos enorme mas jogos marcantes mesmo são poucos. Viveu de GTA's, Gordo of War e Final Fantasies lixentos. E as franquias do PS1 quando foram pro PS2 praticamente todas caíram demais. Falar que Sony inovava antigamente é mto lol viu. Só não entendo pq a Sony iria vender o setor de games... pra daí falir certamente com seu setor de TV's que só dá prejuízo? lol
  9. Boomer

    LIBERTADORES 2013 SO PRA QUEM PODE

    Libertadores de américa inteira é sonho meu. Se a CBF fosse um orgão bom, honesto e competente deveria engolir o orgão mendigo que é a Comebola, daí era só ajeitar o calendário dos estaduais (que ainda comem tempo demais) que daí organizar uma Libertas longa se torna fácil. Claro que uma viagem pra América do Norte é um cu, mas não é viagem pro Japão não porra. A diferença de fuso é pequena e a viagem é de 12 horas. Se fretassem uns falcons era ainda menos e muito mais confortável. Seria muito interessante começar a ter um intercâmbio assim com a Major League americana, mutuamente benéfico. O fato é que ficar na mão desses xicanos fedidos não dar mais. Tem muita vaga pro Brasil? Não, tem muita vaga é pra Argentina. O nível do futebol brasileiro é anos luz a frente do argentino e nós somos um país de proporção continental.
  10. Pelo andar da carruagem, acho que compro sóóóó em Abril esse brinquedo.
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