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Mauriciovsky

primeiro aviao FEITO DE MACONHA sera lancado em 2015 no Canada

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Estimativa baseada em que?

Veja que eu nem cheguei a citar nada de religião...

Notícias Terra não vale? OK...

E esse aqui?

- http://hypescience.com/maconha-ou-alcool-o-que-e-pior-para-a-saude/

Tenho um pouco de preocupação com o que você "viu, leu e ouviu falar"

Custa postar uma fonte mais fidedigna, tipo sei lá um estudo ou uma revista cientifica de um site renomado? sem querer duvidar mais... do mesmo modo que tu achou isso, eu posso postar pelo menos 3, 4 sites que falam o contrário...

O seu problema é querer corroborar tudo com ciência, até religião... quando se é sabido que a maioria dos cientistas, sequer acredita num ser superior ou supremo, eles não tão nem ai pra isso. Outro problema seu é acreditar cegamente na ciência, que não é absoluta... bem longe disso aliás.

Questão religiosa, econômica e social. O famoso "não pode porque não pode".

A real, é que o planeta ta nessa merda por causa disso...

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“Os pesquisadores estão trabalhando contra o relógio para tentar identificar os ingredientes da maconha que têm potencial medicinal”, disse Baler.
Uma vez que tais produtos químicos estiverem em uma forma pura e os pesquisadores entenderem seus efeitos sobre o corpo, então eles poderiam ser usados em ensaios clínicos para verificar sua eficácia em amenizar sintomas ou auxiliar na cura de doenças como câncer, esclerose múltipla, diabetes e glaucoma.
Há segmentos da população que querem ignorar todo esse processo e distorcer a verdade, afirmando que fumar maconha pode ser bom para a saúde e ter usos médicos”, argumenta Baler. Segundo ele, embora possa ser usada para cuidados paliativos, chamar a maconha de remédio ainda é algo que não podemos fazer. O objetivo da medicina, aliás, não é usar a maconha como remédio, e sim extrair seus componentes benéficos, e utilizá-los desprovidos dos efeitos que usuários recreativos da substância procuram.

Custa postar uma fonte mais fidedigna, tipo sei lá um estudo ou uma revista cientifica de um site renomado? sem querer duvidar mais... do mesmo modo que tu achou isso, eu posso postar pelo menos 3, 4 sites que falam o contrário...

O artigo é uma tradução para PT-BR, o original está aqui: http://www.livescience.com/42738-marijuana-vs-alcohol-health-effects.html


O seu problema é querer corroborar tudo com ciência, até religião... Outro problema seu é acreditar cegamente na ciência, que não é absoluta... bem longe disso aliás.

Se não posso corroborar alguma coisa com ciência porque "não é absoluta" então nada nesse mundo pode ser corroborado. Vai corroborar com quê? Opinião subjetiva? "Estimativas" tiradas de lugar algum? Raciocínio ilógico?

Para o bem ou para o mal, a ciência é o conjunto de informações que a humanidade acumulou até agora. Quando usada corretamente, quando analisada de forma racional, quando ponderada sua aplicabilidade nas situações, é a melhor base que temos para assuntos amorais.


quando se é sabido que a maioria dos cientistas, sequer acredita num ser superior ou supremo, eles não tão nem ai pra isso.

Será mesmo? E Dawkins e seus amplos livros abordando "um ser supremo"? Você se surpreenderia com a quantidade de cientistas que são religiosos, e mais ainda com a quantidade de cientistas supostamente ateus que tem um interesse demasiado no "ser supremo".

Edited by FellipeMariano

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“Os pesquisadores estão trabalhando contra o relógio para tentar identificar os ingredientes da maconha que têm potencial medicinal”, disse Baler.
Uma vez que tais produtos químicos estiverem em uma forma pura e os pesquisadores entenderem seus efeitos sobre o corpo, então eles poderiam ser usados em ensaios clínicos para verificar sua eficácia em amenizar sintomas ou auxiliar na cura de doenças como câncer, esclerose múltipla, diabetes e glaucoma.
Há segmentos da população que querem ignorar todo esse processo e distorcer a verdade, afirmando que fumar maconha pode ser bom para a saúde e ter usos médicos”, argumenta Baler. Segundo ele, embora possa ser usada para cuidados paliativos, chamar a maconha de remédio ainda é algo que não podemos fazer. O objetivo da medicina, aliás, não é usar a maconha como remédio, e sim extrair seus componentes benéficos, e utilizá-los desprovidos dos efeitos que usuários recreativos da substância procuram.

O artigo é uma tradução para PT-BR, o original está aqui: http://www.livescience.com/42738-marijuana-vs-alcohol-health-effects.html

Se não posso corroborar alguma coisa com ciência porque "não é absoluta" então nada nesse mundo pode ser corroborado. Vai corroborar com quê? Opinião subjetiva? "Estimativas" tiradas de lugar algum? Raciocínio ilógico?

Para o bem ou para o mal, a ciência é o conjunto de informações que a humanidade acumulou até agora. Quando usada corretamente, quando analisada de forma racional, quando ponderada sua aplicabilidade nas situações, é a melhor base que temos para assuntos amorais.

Será mesmo? E Dawkins e seus amplos livros abordando "um ser supremo"? Você se surpreenderia com a quantidade de cientistas que são religiosos, e mais ainda com a quantidade de cientistas supostamente ateus que tem um interesse demasiado no "ser supremo".

Nenhuma planta é usada in-natura para tratamento de nada, toda planta tem princípios ativos, alguns prestam, outros não... porque justo a maconha seria diferente? aliás "maconha" é um nome que, salvo engano, é usado popularmente... que tal começar a chamar de Cannabis daqui pra frente? lembrando que estamos discutindo sobre a Cannabis Sativa e não de outros sub-tipos da Cannabis, e assim por diante

E não, não me surpreenderia se tivesse, sei que tem... mas de cada 10, quantos? 2, 3?

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Nenhuma planta é usada in-natura para tratamento de nada, toda planta tem princípios ativos, alguns prestam, outros não... porque justo a maconha seria diferente? aliás "maconha" é um nome que, salvo engano, é usado popularmente... que tal começar a chamar de Cannabis daqui pra frente? lembrando que estamos discutindo sobre a Cannabis Sativa e não de outros sub-tipos da Cannabis, e assim por diante

Ué... mas não estamos discutindo a legalização da erva? E não foi você que disse que tinha mais benefícios que malefícios?

Não vejo como legalizar a erva vai ajudar em alguma coisa.

E chamo justamente de maconha pois é um termo que remete diretamente a Cannabis Sativa. Chamar somente de Cannabis é que pode gerar equívocos.

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Chame de Cannabis Sativa, foi isso que sugeri... e sim, sou a favor e serei, da legalização, até essa porra ser legalizada, assim como a "Erythroxylum coca" que tem 14 alcaloides, entre eles a cocaína... e pesquisas também sugerem que possa ser usada para curar vários tipos de doenças, assim como outras ervas desconhecidas do povão geral que estão em testes e estudos.

Além disso, eu acho que a legalização, pode diminuir o tráfico consideravelmente... e não vejo isso como um ponto ruim, pelo contrário.

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Chame de Cannabis Sativa, foi isso que sugeri... e sim, sou a favor e serei, da legalização, até essa porra ser legalizada, assim como a "Erythroxylum coca" que tem 14 alcaloides, entre eles a cocaína... e pesquisas também sugerem que possa ser usada para curar vários tipos de doenças, assim como outras ervas desconhecidas do povão geral que estão em testes e estudos.

Além disso, eu acho que a legalização, pode diminuir o tráfico consideravelmente... e não vejo isso como um ponto ruim, pelo contrário.

OK.

Vamos então esclarecer aqui. Eu sou a favor do uso da Cannabis Sativa em experimentos de laboratório para uso em futuros remédios. Sou contra a legalização do uso recreativo. A mesma coisa para Cocaína e qualquer outra substância.

Quanto a diminuir o tráfico, eu discordo, até mesmo porque nenhum bandido ia deixar de ser bandido porque legalizaram a maconha. Eles simplesmente iam continuar com a cocaína e etc. Mas acho que esse não era o foco do assunto aqui.

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Também era o foco, aliás se não for vai virar agora... porque não?

Se o traficante parar com a maconha, muita gente que usa de forma ilegal vai parar de usar... vai preferir comprar o produto "legalizado" e muito provavelmente, sem os aditivos químicos usados hoje, para baratear (ainda mais) a forma final da maconha vendida pra recreação.

Ou seja, além de tudo vai se tornar menos prejudicial... mas eu não vejo muito como isso possa acontecer, basta ver que o cigarro tem mais de 4 mil substâncias além do tabaco em si e seus derivados, que foram sendo inseridos ao longo do tempo na "receita"

Mas mesmo assim, continuo vendo mais benefícios que malefícios na liberação, acho que até demorou.

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Quer dizer que você, como advogado, defende que não se criem mais leis cuja infração seja reclusão porque o sistema carcerário não dá conta? Segundo a sua lógica, não deveríamos mais aplicar nenhuma pena de reclusão porque o sistema não comporta mais.

Cabe ao Estado criar mais presídios, melhorar o sistema judiciário e aumentar o policiamento... e não afrouxar no legislativo pra não "dar trabalho" pro restante do sistema.

Qualquer estudo sério sobre descriminalização de drogas, tira esse problema do judiciário e o trata como uma questão de saúde pública.

Só me resta o velho jargão: "vá ler"

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Também era o foco, aliás se não for vai virar agora... porque não?

Se o traficante parar com a maconha, muita gente que usa de forma ilegal vai parar de usar... vai preferir comprar o produto "legalizado" e muito provavelmente, sem os aditivos químicos usados hoje, para baratear (ainda mais) a forma final da maconha vendida pra recreação.

Ou seja, além de tudo vai se tornar menos prejudicial... mas eu não vejo muito como isso possa acontecer, basta ver que o cigarro tem mais de 4 mil substâncias além do tabaco em si e seus derivados, que foram sendo inseridos ao longo do tempo na "receita"

Mas mesmo assim, continuo vendo mais benefícios que malefícios na liberação, acho que até demorou.

Vocês são muito inocentes se acham que o Brasil tem infraestrutura pra liberar essa porra. Países aonde foi legalizada, tem fumódromos pra isso,lei rígidas,licença para compra...etc.

Aqui vai ser balaio do nego doido,com maconheiro filho da puta fumando em todo canto e expondo crianças a esta merda. Prefiro como esta,pois vocês fumam escondidos,recebem o preconceito que merecem e são espancados pala polícia se forem pegos (o que maconheiro merece por definição).

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Qualquer estudo sério sobre descriminalização de drogas, tira esse problema do judiciário e o trata como uma questão de saúde pública.

Só me resta o velho jargão: "vá ler"

Esquerdinha... esquerdinha... esquerdinha...

Psiquiatra com PhD pela Universidade de Londres, Ronaldo Laranjeira é um dos médicos que mais conhece o crack no Brasil. Conduz pesquisas relacionadas à droga há mais de 15 anos. Várias delas forneceram importantes subsídios para o poder público. Laranjeira estabeleceu, por exemplo, o perfil dos dependentes da droga em São Paulo. Especialista em dependência química, professor da UNIFESP, diretor do INPAD (Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Políticas Públicas do Álcool e outras Drogas) e coordenador do UNIAD (Unidade de Pesquisas em Álcool e Drogas), ele é organizador dos livros O Tratamento do Usuário de Crack Dependência Química – Prevenção, Tratamento e Políticas Públicas. Em entrevista em vídeo ao site de VEJA, o especialista fala sobre temas espinhosos, como a internação compulsória e sobre a intervenção na Cracolândia, em São Paulo. E refuta a visão de que o combate à droga é apenas um problema de saúde pública. "Se não conseguirmos desmontar a rede de tráfico, vai ser difícil resolver (o problema do crack) apenas com políticas de saúde pública".

- http://veja.abril.com.br/noticia/saude/%E2%80%98crack-e-um-problema-de-saude-e-de-seguranca-publica%E2%80%99

O maior especialista em crack refuta a visão de que drogas são um problema apenas de saúde pública.

Sobre o Uruguai e demais países onde é legalizada a maconha:

No memorável poema “Morte e vida severina” o poeta João Cabral de Melo Neto coloca na boca do mestre Carpina o verso “difícil defender,
só com palavras, a vida”. Lembrei-me dele ao ler o discurso feito, na última assembleia geral da ONU, pelo Presidente do Uruguai, José Mujica. Trata-se de uma bela peça de oratória que foi muito elogiada, inclusive por amigos meus.

Menos badalado foi o encontro que Mujica teve, na véspera de seu discurso, com o megainvestidor George Soros. O motivo do encontro, pelo que li, na ocasião, nos periódicos uruguaios, foi para discutirem a política sobre drogas que o Presidente acaba de implantar no país vizinho.

No discurso fez um alerta contra o consumismo, na entrevista, aparentemente não se preocupou que o consumo, ao menos de maconha, aumentará no Uruguai, apesar de 63% da opinião pública ser contra.

Terminada a entrevista o megainvestidor elogiou a coragem de Mujica de “fazer do Uruguai um laboratório para o mundo”. E, acrescento eu, dos uruguaios, cobaias.

Neste grande debate internacional sobre diferentes formas de liberar a maconha está ficando cada vez mais claro quem são os protagonistas. De um lado, os profissionais da saúde a alertar que em todas as experiências internacionais ocorridas até agora houve aumento de consumo da droga. A ABEAD (Associação brasileira de estudos sobre o álcool e outras drogas), em boa hora, dedicou-se ao tema e evidenciou que isso ocorreu em Portugal, Reino Unido, Austrália, Holanda e nos Estados Norte-americanos que adotaram posturas liberalizantes. Do outro lado, além de usuários e de alguns defensores do “Direito de se drogar”, os demais protagonistas são porta vozes de interesses econômicos, seja de megainvestidores que vislumbram no negócio da maconha uma nova oportunidade de ganhar dinheiro, sejam empresas estabelecidas que já detém conhecimento na exploração de outro tipo de cigarro.

Portanto, não me parece que estejamos frente a um debate romântico intelectual sobre direitos, mas sim se somos a favor ou contra que o capitalismo selvagem passe a explorar este novo negócio mesmo que em detrimento da saúde da população. Afinal, há um século, a indústria do tabaco anunciava que cigarro fazia bem para a garganta e para afecções pulmonares como bronquites e asma. Agora se diz que maconha faz bem para determinadas doenças!

É mesmo difícil defender,
só com palavras, a vida.

Dr. Sérgio de Paula Ramos

Psiquiatra e psicanalista,

Doutor em medicina pela UNIFESP.

Membro do Conselho Consultivo da ABEAD.

Coordenador técnico da Villa Janus.

Também era o foco, aliás se não for vai virar agora... porque não?

Se o traficante parar com a maconha, muita gente que usa de forma ilegal vai parar de usar... vai preferir comprar o produto "legalizado" e muito provavelmente, sem os aditivos químicos usados hoje, para baratear (ainda mais) a forma final da maconha vendida pra recreação.

Isso não é verdade. Na Holanda, por exemplo, os small-dealers de maconha continuam agindo na clandestinidade e vendem até mesmo versões mais potentes da droga (que são proibidas nos Coffees de maconha de lá). Ah, por lá, a maconha contrabandeada é mais barata também (não tem impostos e tal). Os aditivos que você cita aumentam "o barato" que a droga dá e afinal de contas, o usuário de maconha está justamente procurando esse "barato" e via comprar a versão da droga que for mais potente. Além disso, nos EUA, os estados que liberaram o uso registraram um aumento no número de usuários regulares da droga.

Temos que ver duas outras questões importantes, a primeira é que o que sustenta o narcotráfico internacional não é a maconha e sim a cocaína e as drogas sintéticas. Legalizar e descriminalizar a maconha não vai reduzir o sustento do tráfico. Fora que os que vendiam maconha simplesmente vão migrar para o tráfico de outras drogas como a própria cocaína e o crack, além de buscarem dinheiro na prática de outros crimes como assaltos e sequestros. A segunda questão é mercadológica, já que a maconha é um produto agrícola que ficará super valorizado, a tendência é que pequenos agricultores migrem para o plantio da droga e diminuam a produção de alimentos. Uma forma de impedir isso seria proibir o cultivo da erva no país, o que nos faria importá-la de países produtores (como a Colômbia) e a continuar financiando o narcotráfico internacional.

Edited by FellipeMariano

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A real, é que o planeta ta nessa merda por causa disso...

Sim. Eu ia responder ontem melhor, mas acabei saindo e não deu tempo.

A proibição das drogas acontece por causa do controle que o Estado e a religião católica, ou qualquer outra que tenha como base a Bíblia e suas derivações, possuem.

Religião: aceitar a droga num país predominante católico ou evangélico significa aceitar que o inimigo não é o inimigo. Vai quebrar dogmas que nasceram com a religião sobre coisas que se fazia antes. Já é de amplo conhecimento que tudo o que não segue a Bíblia é "nocivo". O que não está escrito lá não serve para uma sociedade. Então, como ela permite a bebida alcoólica (o vinho), mas proíbe o que não é de uso dentro da religião.

Economia: aceitar a produção caseira significa não ter controle fiscal sobre o produto, uma vez que poucas sementes podem segurar uma produção pra uma vida inteira. Então como seria feito esse controle? Planta não dá nota fiscal.

Saúde: legalizar significaria criar uma nova indústria que, como ocorre hoje com o tabaco, adicionaria produtos nocivos à saúde, aumentando o número de doentes nos hospitais. Com a venda da maconha em pacotinhos como se fosse cigarro, muita gente não ia produzir em casa, então esse problema se agravaria.

Por isso que eu sou a favor da descriminalização. Você até pode criar um mercado de venda de sementes, mas não vai abastecer a população com produtos de qualidade duvidosa.

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Estamos falando de descriminalizar o usuário de drogas leves (esse um primeiro passo) e você me vem com crack e traficantes.

Boa champs! É isso mesmo!

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Estamos falando de descriminalizar o usuário de drogas leves (esse um primeiro passo) e você me vem com crack e traficantes.

Crack, cocaína, heroína e outras drogas deveriam passar ao controle do Estado, criando hospitais onde as pessoas pudessem consumir sob supervisão médica, sendo que o próprio hospital forneceria a substância pra garantir a qualidade da droga, evitando adição de substâncias que aumentam a necessidade do consumo.

Eu não consigo lembrar agora qual país europeu foi, mas esse consumo assistido reduziu o número de assaltos e assassinatos nas áreas. Também ajudou no tratamento de dependentes, pois não é só chegar lá, falar "me dá uma seringa" e injetar. Existem alguns procedimentos pra que você seja aceito no programa.

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Crack, cocaína, heroína e outras drogas deveriam passar ao controle do Estado, criando hospitais onde as pessoas pudessem consumir sob supervisão médica, sendo que o próprio hospital forneceria a substância pra garantir a qualidade da droga, evitando adição de substâncias que aumentam a necessidade do consumo.

Eu não consigo lembrar agora qual país europeu foi, mas esse consumo assistido reduziu o número de assaltos e assassinatos nas áreas. Também ajudou no tratamento de dependentes, pois não é só chegar lá, falar "me dá uma seringa" e injetar. Existem alguns procedimentos pra que você seja aceito no programa.

Vai tomar no meio do seu cu!Não vou pagar imposto pra manter drogado,filho da puta e vagabundo consumindo essas merdas.

A solução é Sol na cara,disciplina,porrada e trabalhos forçados para esses infelizes.

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Me explica como você vai regulamentar o produto se a produção será caseira e para consumo próprio? E, nesse caso, não existiria mercado pois não haveria comércio da erva. E de onde você tirou esse estimativa de redução de 50%? Onde estão os dados e pesquisas... qual foi o parâmetro? O crime organizado abriu os livros-caixa para você?

As pessoas esquecem que traficantes comercializam também armas, cocaína, crack e etc. Além de que, pelo número de usuários (a maconha é a droga ilícita mais utilizada no mundo) a produção caseira não daria conta de abastecer a população. Seria necessária a criação de fazendas de plantio, o que geraria mercado, especulação, patentes, indústria, comércio e toda uma economia em cima da maconha...

1 - Não ah necessidade de manter a produção apenas caseira. No mais, pro cara conseguir plantar, é necessário adquirir mudas de algum lugar, não? Não penso em produção apenas para consumo próprio, mas sim a criação de "cafés" de maconha.

2 - 80% dos usuários de drogas são usuários de maconha.

- Drogas são o filão principal de grupos como o PCC.

- O dinheiro das drogas precisam ser lavados, sem 80%, já cai um monte de empreendimento destinados à isso.

- O dinheiro das drogas é usado para financiar assaltos e armamentos

- Com a maconha longe dos traficantes, o usuário também fica longe dos traficantes, tendo menos risco de... "ae campeão, to sem hoje, mas tenho algo aqui muito melhor...."

Fatos conhecidos, não precisam abrir os livros caixas, basta ter um pequeno conhecimento sobre esse tipo de coisa e usar um pouco de lógica.

3 - Se duvida que é possível gerar uma economia licita e saudável em cima disso? Na liberação seria o negócio do ano. Não apenas para consumo de erva, mas vários derivados da maconha podem ter aplicações fortes na industria, como papel com menos impacto ambiental e de produção mais rápida, óleos pra industria e até plastico.

---------------------------------------------

Só um parenteses aqui, sou a favor da liberação, mas tbm sou a favor da responsabilidade e deveres. Acho que o usuário deve sim arcar com toda a responsabilidade caso se decida começas a usar. inclusive sofrer punições severas em caso de abuso.

Não estamos mais lidando com algo que seja totalmente desconhecido pela população.

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Vai tomar no meio do seu cu!Não vou pagar imposto pra manter drogado,filho da puta e vagabundo consumindo essas merdas.

A solução é Sol na cara,disciplina,porrada e trabalhos forçados para esses infelizes.

Mas tu paga imposto pra manter isso:

  1. Dilma admite desvio na Petrobras e diz que busca ressarcimento ao país
Lógica linda! Não vão usar meu dinheiro pra saúde pública! Prefiro ver ele no bolso de político! VIVA A CORRUPÇÃO! É MELHOR DESVIAR QUE RESOLVER PROBLEMAS!

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Estamos falando de descriminalizar o usuário de drogas leves (esse um primeiro passo) e você me vem com crack e traficantes.

Boa champs! É isso mesmo!

Não desvia do assunto. Você disse que qualquer estudo sérios diz que DROGAS são um problema de saúde pública. Eu citei um especialista que diz o contrário. Seja crack, cocaína ou maconha... ou vai dizer que "maconha é problema de saúde pública e crack não". E descriminalizando o uso, de onde o cara ia comprar a droga? Ela surgir magicamente na casa do usuário né?!

2 - 80% dos usuários de drogas são usuários de maconha.

- Drogas são o filão principal de grupos como o PCC.

- O dinheiro das drogas precisam ser lavados, sem 80%, já cai um monte de empreendimento destinados à isso.

- O dinheiro das drogas é usado para financiar assaltos e armamentos

- Com a maconha longe dos traficantes, o usuário também fica longe dos traficantes, tendo menos risco de... "ae campeão, to sem hoje, mas tenho algo aqui muito melhor...."

Fatos conhecidos, não precisam abrir os livros caixas, basta ter um pequeno conhecimento sobre esse tipo de coisa e usar um pouco de lógica.

Novamente, de onde você tirou o 80%? Tem algum artigo de "fonte fidedigna" que apresente esse número?

E outra, você fala de quantidade de usuários quando na verdade o que importa para o tráfico e para avaliar o impacto na liberação é o lucro gerado. A cocaína é a droga que financia o narcotráfico internacional (inclusive PCC e CV)... isso é consenso entre especialistas. A maconha é relativamente barata em relação a esses outros narcóticos e, ainda que seja vendida em quantidade maior, não representa lucro superior ao da cocaína.

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Novamente, de onde você tirou o 80%? Tem algum artigo de "fonte fidedigna" que apresente esse número?

E outra, você fala de quantidade de usuários quando na verdade o que importa para o tráfico e para avaliar o impacto na liberação é o lucro gerado. A cocaína é a droga que financia o narcotráfico internacional (inclusive PCC e CV)... isso é consenso entre especialistas. A maconha é relativamente barata em relação a esses outros narcóticos e, ainda que seja vendida em quantidade maior, não representa lucro superior ao da cocaína.

Existem os dados da onu sobre isso.

http://www.unodc.org/unodc/data-and-analysis/WDR-2012.html

no mais, teve uma reportagem bacana, que dá um certo aval pra esses números.

http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2012/08/80-comecam-pela-maconha-diz-psicologo-que-atende-viciados-no-am.html

E mais um ponto. Cocaina realmente rende uma grana.

Coincidentemente o consumo dela e também da heroina, cai.

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/12/impacto-de-droga-descriminalizada-na-saude-publica-varia-entre-paises.html

Agora já q o negócio aqui é ficar postando fontes, poste por favor, onde está que o lucro da cocaina no brasil é maior que o da maconha.

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Existem os dados da onu sobre isso.

http://www.unodc.org/unodc/data-and-analysis/WDR-2012.html

no mais, teve uma reportagem bacana, que dá um certo aval pra esses números.

http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2012/08/80-comecam-pela-maconha-diz-psicologo-que-atende-viciados-no-am.html

Sim, mas isso não diz sobre a receita gerada pelo tráfico.

Esse aqui (comentário da ONU também) diz:

"O comércio ilícito de drogas - que representa a metade dos lucros da criminalidade transnacional organizada e um quinto de todos os suas receitas - é o setor mais rentável", segundo o estudo.

Este concedeu uma "atenção particular ao mercado da cocaína, provavelmente a droga mais lucrativa para o crime entre fronteiras".

Assim, "o lucro bruto des traficantes, advindos do comércio da cocaína nos Estados Unidos, se elevavam a cerca de 84 bilhões de dólares em 2009", segundo o estudo.

- http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2011/10/25/trafico-de-droga-cifras-astronomicas-apreensoes-minimas-segundo-a-onu.jhtm

Só pra complementar... a cocaína é a droga mais rentável, e o Brasil é o 2° maior consumidor dela (somente atrás dos EUA):

- http://www.ebc.com.br/2012/09/brasil-perde-apenas-para-estados-unidos-em-usuarios-de-cocaina-e-crack

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Mas se levar em conta que a liberação da maconha diminui o consumo das outras drogas, passa a ser matemático que afeta a venda de todas as demais.


Pelo menos é o que ocorre na holanda, pais com a liberação mais antiga.

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Vocês são muito inocentes se acham que o Brasil tem infraestrutura pra liberar essa porra. Países aonde foi legalizada, tem fumódromos pra isso,lei rígidas,licença para compra...etc.

Aqui vai ser balaio do nego doido,com maconheiro filho da puta fumando em todo canto e expondo crianças a esta merda. Prefiro como esta,pois vocês fumam escondidos,recebem o preconceito que merecem e são espancados pala polícia se forem pegos (o que maconheiro merece por definição).

um fumante de erva comeu seu cu pra vc tar tao bravinha seu arrombado ?

nao queria ter que xingar mas vc quem ta falando filho da puta a torto e a direita

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no mais, teve uma reportagem bacana, que dá um certo aval pra esses números.

http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2012/08/80-comecam-pela-maconha-diz-psicologo-que-atende-viciados-no-am.html

Sempre soube que álcool é a porta de entrada.

Drogas lícitas abrem portas para drogas ilícitas

Nos painéis de discussão promovidos pela subcomissão do Senado, especialistas e parlamentares deixaram claro que não é possível discutir a questão do tratamento e da prevenção do uso do crack, em particular, e das drogas ilícitas, em geral, sem abordar a forma como a sociedade trata as drogas lícitas, especialmente o álcool.
Isso porque as drogas lícitas, segundo levantamento de 2005 do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), são as mais consumidas e com o maior número de dependentes. Se apenas 0,1% da população havia usado crack nos 12 meses anteriores à pesquisa; 2,6% usaram maconha; 0,7%, cocaína; e 49,8%, álcool. O álcool, portanto, tem um impacto muito maior sobre a força de trabalho, a Previdência Social e a saúde pública, pelos danos físicos e psicossociais que causa.
As drogas lícitas álcool e tabaco também são as primeiras drogas experimentadas pelos jovens, em geral muito precocemente e sem limite de doses. Ocorre que, geralmente, o usuário que se torna dependente do álcool passa a buscar efeitos mais intensos nas drogas ilícitas. Esse dado é confirmado por pesquisas acadêmicas realizadas no Brasil e em outros países.
“Notoriamente, o álcool representa a maior preocupação em relação à drogadição, por uma questão estatística irrefutável”, afirma o vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, Carlos Vital Corrêa Lima, que estima que o impacto do álcool e do tabaco, as drogas lícitas, sobre o sistema público de saúde é muito superior aos recursos arrecadados pela tributação desses produtos.
Trinta por cento dos leitos dos hospitais são ocupados por indivíduos que não estariam ali caso o álcool não estivesse na vida deles. E quem usa as drogas ilícitas não abandona as drogas lícitas. Pelo contrário, expande o consumo. A (droga) lícita traz a outra de volta no processo de recaída. O retorno ao uso de qualquer substância capaz de produzir adição facilita o retorno a todas as outras”, afirma o médico.
Esses dados são confirmados pelo coordenador de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde, Roberto Kinoshita, ao citar que o impacto maior não é das drogas ilícitas: “O número de pessoas envolvidas e o custo econômico do álcool são infinitamente superiores aos do crack. O álcool é a porta para outras drogas. Enfrentar um sem enfrentar o outro não leva a lugar algum”.
O psiquiatra Carlos Alberto Salgado, presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas (Abead), acredita que o país é “negligente e condescendente” com as drogas lícitas. “Temos uma atitude ingenuamente licenciosa, graças à pressão da cultura, em que o álcool é tido como relevante, do ponto de vista cultural, para integração social”.
Não só os médicos têm essa opinião sobre essa questão das drogas líticas e das drogas ilícitas. Os dirigentes de comunidades terapêuticas ouvidos pelo Senado apontaram para a emergência que representa o alcoolismo.
Representante da Associação Promocional Oração e Trabalho (Apot), o padre Haroldo Rahm chamou a atenção para as drogas lícitas. Afirmou que, por sua experiência, “80% dos brasileiros têm problema com álcool. Esse é o problema, não o crack”. Célio Luiz Barbosa, coordenador-geral dos centros de Atendimento e Apoio às Famílias da Fazenda da Paz, também focou nas drogas lícitas, e não nas drogas ilícitas, ao dizer aos senadores que não se esquecessem do alcoolismo. “Estamos numa pandemia na questão do crack, mas o pior que vivemos é o álcool. Devemos mudar a nomenclatura: álcool, crack e outras drogas”, sugeriu, a exemplo do que já acontece no nome da subcomissão.

nao queria ter que xingar mas vc quem ta falando filho da puta a torto e a direita

Eu abstraí essas partes dos posts dele pra tentar responder de maneira civilizada. Aliás, só estou respondendo a ele porque o diálogo sobre a descriminalização é algo que me interessa. Problema é quando a pessoa já vem te xingando.

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Eu abstraí essas partes dos posts dele pra tentar responder de maneira civilizada. Aliás, só estou respondendo a ele porque o diálogo sobre a descriminalização é algo que me interessa. Problema é quando a pessoa já vem te xingando.

Quando as pessoas tem essas opiniões lunáticas que não fazem o mínimo sentido não há nem por onde começar.

A ideia do debate nem chega na esfera de como funciona a política antidrogas adotada pelo Governo Federal, combate a narcotráfico e tal... Morre antes.

Muito doido esse garoto...

Não desvia do assunto. Você disse que qualquer estudo sérios diz que DROGAS são um problema de saúde pública. Eu citei um especialista que diz o contrário. Seja crack, cocaína ou maconha... ou vai dizer que "maconha é problema de saúde pública e crack não". E descriminalizando o uso, de onde o cara ia comprar a droga? Ela surgir magicamente na casa do usuário né?!

Eu desviei?

Mariano, pra cada link que tu me inventar na internet, eu tenho outros 50 de pessoas que realmente botam a mão na massa (desembargadores, juízes, promotores, defensores e médicos) e que trilham o entendimento pelo caminho que informei. Minha proposta aqui não é essa de ficar competindo. Ou vamos todos virar Eeks que bota joguinho em flash como exclusivo de PS4 pra ganhar a discussão de quem tem mais exclusivos?

A guerra às drogas é um fracasso como está. Esse é o fato. Não funciona. Mais e mais pessoas se viciam. Mais e mais violência é gerada. Mais o tráfico lucra. E apertar a legislação pra colocar viciados em cadeia só vai gerar mais custo e devolver à sociedade pessoas piores.

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A guerra às drogas é um fracasso como está. Esse é o fato. Não funciona. Mais e mais pessoas se viciam. Mais e mais violência é gerada. Mais o tráfico lucra. E apertar a legislação pra colocar viciados em cadeia só vai gerar mais custo e devolver à sociedade pessoas piores.

Concordo com a parte sublinhada. Entretanto, discordo que a legalização ou descriminalização seja o caminho. Os resultados das pesquisas sobre o assunto são muito variados... quer um exemplo:

A evolução do consumo de drogas e das mortes por uso delas foi estudada na Espanha, Itália e Alemanha, entre 1985 e 1995, aponta Araújo. Segundo ele, neste período de dez anos, o uso na Espanha, que já não era considerado crime, permaneceu descriminalizado. Na Itália era crime e deixou de ser. Na Alemanha, permaneceu proibido por lei. “Como esses indicadores sobem e descem do mesmo modo nos três países, apesar das diferentes políticas de cada um, o autor conclui que criminalizar ou não os usuários não tem uma influência significativa sobre o consumo de drogas ou sobre as mortes causadas por elas”, afirma Araújo.

- http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/12/impacto-de-droga-descriminalizada-na-saude-publica-varia-entre-paises.html

Acredito que o caminho é um melhor controle da fronteira, e uma repressão concisa do crime organizado. Sou a favor de execução para os cabeças do tráfico.

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