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PAC-MAN WORLD 2 Re-PAC

Sou suspeito para falar, porque adoro jogos de plataforma 3D. Eles têm algo de mágico: aquela mistura de exploração, desafios e sensação de movimento que poucos gêneros conseguem entregar. Por isso, quando comecei PAC-MAN WORLD 2 Re-PAC no PS5, estava bem ansioso pois o primeiro jogo já era bem bacana.

Enfim, o jogo original de 2002 já tinha um charme próprio(saudades), mas este remake faz mais do que apenas “atualizar gráficos”. Ele traz dublagem completa, novos power-ups, modos extras e uma interface moderna. Ou seja: é nostalgia(para alguns) com benefícios da nova geração e completamente em pt-BR!

Dá uma conferida abaixo na tela de título do RE-Pac e do original, bem gritante a diferença.


Festa arruinada, missão de resgate

PAC-MAN chega em casa para comemorar seu aniversário e descobre que os fantasmas sequestraram sua família e amigos. Que festa frustrante, hein? Agora ele precisa explorar seis áreas diferentes de Ghost Island — Pirate Area, Ruins Area, Space Area, Funhouse Area, Factory Area e Mansion Area — resgatando cada membro da PAC-FAM e enfrentando o chefão TOC-MAN.

Pac-Man pelo visto viu alguma coisa estranha.

Cada resgate não é só simbólico: desbloqueia habilidades ou vantagens estratégicas para a batalha final. E, com a dublagem, você sente mais peso emocional nas cutscenes, algo que o original não tinha.


Diversão total

O que realmente define Re-PAC é a variedade de habilidades de PAC-MAN. Além de correr e comer pontos, ele pode:

E tem mais: Metal PAC-MAN para andar debaixo d’água e MEGA PAC-MAN, que deixa você invencível e pronto para devorar fantasmas.

Quem não ficaria feliz num jogo divertido desses, né?

Cara, cada fase é um show à parte, não tem monotonia aqui, não. Tem de tudo: plataforma que vai pra lá e pra cá, trampolim maluco (os famigerados “B-doings”), baú, caixa, botãozinho que muda tudo no cenário e, claro, as Pac-Dot Chains—essas correntes que jogam o PAC-MAN pelos ares, tipo montanha-russa. Sério, impossível ficar entediado, o negócio é frenético e cheio de surpresa.

Fases mais avançadas trazem um desafio diferenciado.

Agora, juntar coisa… aí sim, virou festa. Tem PAC-Dot pra todo lado, Power Pellet, fruta, token, Golden Fruit e uns Health Wedges perdidos. Cada um serve pra uma parada diferente: ou você passa de fase, ou ganha mais ponto, ou libera mini-jogo clássico, ou então aquele Museu de Pac-Village que é pura nostalgia.

E os chefes, hein? Não dá pra chegar batendo sem pensar, não. Tem que bolar estratégia, usar as manhas do PAC-MAN. O TOC-MAN, então—vilãozão da vez—fica marcado na memória, principalmente num jogo de plataforma, que já costuma ter chefão insano. Você sai da luta pensando: “Caraca, foi tenso!”


Modos de jogo

Além da campanha principal (o tal do Quest Mode), o remake ainda traz umas paradas bem legais:

Com tanta opção, não tem como enjoar. Sempre vai ter um troço diferente pra fazer, seja tentando passar de fase ou só colecionando coisa aleatória.


Controles e câmera:

Cara, controlar o jogo é moleza: você anda com o analógico, pula no X, dá aquele “butt-bounce” apertando X duas vezes, faz o flip kick no X + quadrado, e o rev roll segurando quadrado. Segurando triângulo você dá uma de Sonic com uma espécie de spin-dash, bem útil. Agora, a câmera… Olha, normalmente ela não enche muito o saco, faz o básico.

O jogo não é um primor gráfico, mas não fez feio no PS5.

Só que, quando você tá numa plataforma mais chatinha, às vezes ela resolve te sabotar. Nada que um pouco de paciência e uns palavrões não resolvam, vai. No fim das contas, dá pra jogar de boa, só precisa pegar o jeito.


Gráficos e performance

No PS5, Re-PAC se destaca visualmente. Modelos de personagens, fantasmas e cenários são refinados, minuciosos e repletos de personalidade. A interface moderna contribui para a clareza da ação, e a taxa de quadros é estável — embora não pareça 60 fps, é consistente e agradável.

Clássica fase da lava.

Cada fase transmite o charme do universo PAC-MAN, misturando nostalgia com um visual limpo e contemporâneo.


Som e música

A dublagem faz toda diferença, dando vida aos personagens nas cutscenes. A trilha sonora mantém aquele espírito alegre e divertido da série, e os efeitos sonoros — desde o rev-roll até o butt-bounce — equilibram bem o clássico e o novo.


Conteúdo e rejogabilidade

Tá, bora lá: o jogo tem 25 fases espalhadas por seis mundos — e, olha só, ainda jogam na sua cara 16 labirintos Galaxian e colecionáveis de tudo quanto é tipo. Pega Golden Fruits pra avançar a história, liberar chefes e, claro, salvar a PAC-FAM (porque família é prioridade, né?).

Pac-Man dando uma de Crash Bandicoot… ou Indiana Jones.

Dá pra restaurar o Museu e fuçar em arte conceitual, cenas cortadas e até ouvir a trilha sonora inteirinha. Se tu for dos viciados, zerar a campanha principal leva umas três ou quatro horinhas. Agora, se curte vasculhar cada cantinho e pegar todos os desafios, se prepara que o tempo triplica fácil.


Conclusão: Um clássico modernizado

PAC-MAN WORLD 2 Re-PAC é tipo aquele reencontro com um amigo de infância que agora tá de roupa nova, mas ainda manda bem no rolê. Os gráficos brilham, o gameplay tá mais redondinho, as vozes estão super bem feitas (finalmente, né?), e pintaram uns power-ups e modos extras que deixam tudo mais animado. Cara, é diversão pura pra quem zerava esse jogo no passado e também pra quem caiu de paraquedas agora. Claro, nem tudo são flores — a câmera dá umas vaciladas e tem umas fases que vão te fazer xingar baixinho, mas nada que estrague o passeio. A exploração é cheia de coisa legal pra achar, as plataformas são criativas, e os colecionáveis te fisgam fácil. Curte plataforma 3D? Pode ir sem medo, porque esse remake tá redondo e com aquele gostinho clássico do PAC-MAN. Diversão garantida, sem enrolação.

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