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25 de setembro de 2025
8.5
RePacginado para uma nova geração

Curte plataforma 3D? Pode ir sem medo, porque esse remake tá redondo e com aquele gostinho clássico do PAC-MAN. Diversão garantida, sem enrolação.

PAC-MAN WORLD 2 Re-PAC

Sou suspeito para falar, porque adoro jogos de plataforma 3D. Eles têm algo de mágico: aquela mistura de exploração, desafios e sensação de movimento que poucos gêneros conseguem entregar. Por isso, quando comecei PAC-MAN WORLD 2 Re-PAC no PS5, estava bem ansioso pois o primeiro jogo já era bem bacana.

Enfim, o jogo original de 2002 já tinha um charme próprio(saudades), mas este remake faz mais do que apenas “atualizar gráficos”. Ele traz dublagem completa, novos power-ups, modos extras e uma interface moderna. Ou seja: é nostalgia(para alguns) com benefícios da nova geração e completamente em pt-BR!

Dá uma conferida abaixo na tela de título do RE-Pac e do original, bem gritante a diferença.


Festa arruinada, missão de resgate

PAC-MAN chega em casa para comemorar seu aniversário e descobre que os fantasmas sequestraram sua família e amigos. Que festa frustrante, hein? Agora ele precisa explorar seis áreas diferentes de Ghost Island — Pirate Area, Ruins Area, Space Area, Funhouse Area, Factory Area e Mansion Area — resgatando cada membro da PAC-FAM e enfrentando o chefão TOC-MAN.

Pac-Man pelo visto viu alguma coisa estranha.

Cada resgate não é só simbólico: desbloqueia habilidades ou vantagens estratégicas para a batalha final. E, com a dublagem, você sente mais peso emocional nas cutscenes, algo que o original não tinha.


Diversão total

O que realmente define Re-PAC é a variedade de habilidades de PAC-MAN. Além de correr e comer pontos, ele pode:

  • Butt-bounce: golpe no chão, ótimo para derrotar inimigos ou alcançar plataformas.
  • Flip kick: chute aéreo que atinge inimigos acima.
  • Rev roll: impulso de velocidade, perfeito para atravessar abismos.
  • Hover jump: salto flutuante para alcançar plataformas distantes.

E tem mais: Metal PAC-MAN para andar debaixo d’água e MEGA PAC-MAN, que deixa você invencível e pronto para devorar fantasmas.

Quem não ficaria feliz num jogo divertido desses, né?

Cara, cada fase é um show à parte, não tem monotonia aqui, não. Tem de tudo: plataforma que vai pra lá e pra cá, trampolim maluco (os famigerados “B-doings”), baú, caixa, botãozinho que muda tudo no cenário e, claro, as Pac-Dot Chains—essas correntes que jogam o PAC-MAN pelos ares, tipo montanha-russa. Sério, impossível ficar entediado, o negócio é frenético e cheio de surpresa.

Fases mais avançadas trazem um desafio diferenciado.

Agora, juntar coisa… aí sim, virou festa. Tem PAC-Dot pra todo lado, Power Pellet, fruta, token, Golden Fruit e uns Health Wedges perdidos. Cada um serve pra uma parada diferente: ou você passa de fase, ou ganha mais ponto, ou libera mini-jogo clássico, ou então aquele Museu de Pac-Village que é pura nostalgia.

E os chefes, hein? Não dá pra chegar batendo sem pensar, não. Tem que bolar estratégia, usar as manhas do PAC-MAN. O TOC-MAN, então—vilãozão da vez—fica marcado na memória, principalmente num jogo de plataforma, que já costuma ter chefão insano. Você sai da luta pensando: “Caraca, foi tenso!”


Modos de jogo

Além da campanha principal (o tal do Quest Mode), o remake ainda traz umas paradas bem legais:

  • Maze Mode: basicamente uns desafios em 3D cheios de labirintos pra você se perder bonito.
  • Original Mode: terminou a campanha? Boa, agora libera o PAC-MAN clássico raiz — nostalgia na veia, os fãs das antigas vão pirar.

Com tanta opção, não tem como enjoar. Sempre vai ter um troço diferente pra fazer, seja tentando passar de fase ou só colecionando coisa aleatória.


Controles e câmera:

Cara, controlar o jogo é moleza: você anda com o analógico, pula no X, dá aquele “butt-bounce” apertando X duas vezes, faz o flip kick no X + quadrado, e o rev roll segurando quadrado. Segurando triângulo você dá uma de Sonic com uma espécie de spin-dash, bem útil. Agora, a câmera… Olha, normalmente ela não enche muito o saco, faz o básico.

O jogo não é um primor gráfico, mas não fez feio no PS5.

Só que, quando você tá numa plataforma mais chatinha, às vezes ela resolve te sabotar. Nada que um pouco de paciência e uns palavrões não resolvam, vai. No fim das contas, dá pra jogar de boa, só precisa pegar o jeito.


Gráficos e performance

No PS5, Re-PAC se destaca visualmente. Modelos de personagens, fantasmas e cenários são refinados, minuciosos e repletos de personalidade. A interface moderna contribui para a clareza da ação, e a taxa de quadros é estável — embora não pareça 60 fps, é consistente e agradável.

Clássica fase da lava.

Cada fase transmite o charme do universo PAC-MAN, misturando nostalgia com um visual limpo e contemporâneo.


Som e música

A dublagem faz toda diferença, dando vida aos personagens nas cutscenes. A trilha sonora mantém aquele espírito alegre e divertido da série, e os efeitos sonoros — desde o rev-roll até o butt-bounce — equilibram bem o clássico e o novo.


Conteúdo e rejogabilidade

Tá, bora lá: o jogo tem 25 fases espalhadas por seis mundos — e, olha só, ainda jogam na sua cara 16 labirintos Galaxian e colecionáveis de tudo quanto é tipo. Pega Golden Fruits pra avançar a história, liberar chefes e, claro, salvar a PAC-FAM (porque família é prioridade, né?).

Pac-Man dando uma de Crash Bandicoot… ou Indiana Jones.

Dá pra restaurar o Museu e fuçar em arte conceitual, cenas cortadas e até ouvir a trilha sonora inteirinha. Se tu for dos viciados, zerar a campanha principal leva umas três ou quatro horinhas. Agora, se curte vasculhar cada cantinho e pegar todos os desafios, se prepara que o tempo triplica fácil.


Conclusão: Um clássico modernizado

PAC-MAN WORLD 2 Re-PAC é tipo aquele reencontro com um amigo de infância que agora tá de roupa nova, mas ainda manda bem no rolê. Os gráficos brilham, o gameplay tá mais redondinho, as vozes estão super bem feitas (finalmente, né?), e pintaram uns power-ups e modos extras que deixam tudo mais animado. Cara, é diversão pura pra quem zerava esse jogo no passado e também pra quem caiu de paraquedas agora. Claro, nem tudo são flores — a câmera dá umas vaciladas e tem umas fases que vão te fazer xingar baixinho, mas nada que estrague o passeio. A exploração é cheia de coisa legal pra achar, as plataformas são criativas, e os colecionáveis te fisgam fácil. Curte plataforma 3D? Pode ir sem medo, porque esse remake tá redondo e com aquele gostinho clássico do PAC-MAN. Diversão garantida, sem enrolação.

David Signorelli
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