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14 de outubro de 2016
Ação frenética e controles precisos
Shadow Warrior 2 tem ótimo gameplay, bons gráficos e é divertido e violento. Com certeza uma experiência positiva e compra recomendada.
Análise – Shadow Warrior 2

Shadow Warrior 2 é um game de ação em primeira pessoa desenvolvido pela Flying Wild Hog e distribuído pela gloriosa Devolver Digital, sequência do FPS clássico da 3D Realms, que rodava na mesma engine de Duke Nukem 3D.

12 de outubro de 2016
Left 4 Dead Medieval com magos e guerreiros
Vermintide, tem ótima ação cooperativa, bons gráficos e um ritmo intenso. Peca por não ter localização para PT-BR e não ter servidores locais, mas se você gostou de Left 4 Dead vale a compra.
Análise – Warhammer: The End of Times Vermintide

Warhammer The End of Times Vermintide, da desenvolvedora Fatshark, lançado inicialmente para PC em 2015 finalmente chega para os consoles em 2016. O jogo recebeu críticas positivas após seu lancamento nos PCs, vendendo cerca de 300.000 cópias. Vamos ver então como ficaram as versões de consoles?

12 de outubro de 2016
História fantástica, mas apresentação não acompanha
Mafia III poderia ser um novo clássico, mas graças aos inúmeros problemas fica no quase. A história faz jus à época retratada mas os gráficos inconstantes, bugs, e a repetição acabam diminuindo a experiência do game.
Análise – Mafia III

Em meio a uma série de críticas a que Mafia III está sendo exposto após um lançamento desastrado, pelo menos uma coisa é inegável: a coragem da série em se renovar.

8 de outubro de 2016
Terror sem ser clichê
Com uma história envolvente e um terror preciso, Syndrome é um título que foge da mesmice de jogos jump-scares rotineiros. Vale a pena ser conferido por fãs de terror.
Análise – Syndrome

Syndrome é um game independente de terror em primeira pessoa, desenvolvido e distribuído pela Camel 101.

7 de outubro de 2016
Preço elevado e pouco conteúdo
Com pouco conteúdo adicional pelo valor cobrado, e deixando os jogadores da geração passada de fora, Destiny: Rise of Iron é a expansão mais curta da série até agora
Análise – Destiny: Rise of Iron

Destiny: Rise of Iron é a quarta expansão para o MMOFPS da Bungie, lançada em 20 de setembro de 2016.

6 de outubro de 2016
Gears 4 é o melhor TPS já criado
O enredo desaponta, mas a jogabilidade absolutamente irretocável, os modos multiplayer e os gráficos de cair o queixo compensam o besteirol e a falta de carisma de JD Fenix. Obrigatório!
Análise – Gears of War 4

Anunciado durante a E3 2015 apenas como Gears 4 o primeiro jogo da saga Gears of War chega finalmente ao Xbox One e Windows 10.

4 de outubro de 2016
O início da saga na geração atual
Dead Rising Triple Pack repete os defeitos originais mas não atrapalham a diversão. Vale a pena pra quem busca um game de zumbis diferente com muita tensão e atenção ao relógio.
Análise – Dead Rising: Triple Pack

Quando coloquei as mãos em Dead Rising: Triple Pack, pensei na criação de um texto para explicar como funciona a jogabilidade da franquia, que nasceu no Xbox 360 em 2005, resultado de testes de Keiji Inafune para criação de um novo Mega Man Legends.

3 de outubro de 2016
Cada vez melhor
A Frostbite proporciona uma boa reformulação gráfica, a jogabilidade recebeu pequenas atualizações e o modo Jornada é sensacional! Algo nunca antes visto em um jogo de futebol.
Análise – FIFA 17

FIFA hoje pode ser considerada a principal série de esporte da EA, um jogo que recebe um tratamento todo especial durante os últimos anos e é um sucesso de público.

29 de setembro de 2016
Imersão pixelada
Plataforma adventure com elementos de point-and-click onde você é um maquinista em um mundo pós apocalíptico e você foi designado a levar essa locomotiva até a estação final.
Análise – The Final Station

The Final Station é um game de ação indie, plataforma desevolvido pelo Do My Best e distribuído pela tinyBuild.

28 de setembro de 2016
Pixel art lindo, jogabilidade fraca
Slain é sobre matar criaturas lentas e desinteressantes, com mecânicas que não se complementam. Uma pena que o gameplay não teve a mesma atenção que a direção de arte majestosa.
Análise – Slain Back From Hell

Lembra de Castlevania e seus discos antigos de Heavy Metal? Slain é sobre isso!

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